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	Comentários sobre: Bicos compridos e voo curto. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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		Por: Carla L.S- Lieberman		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla L.S- Lieberman]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2017 18:49:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezado jornalista. Faltou dizer que o petista Paulo Pimenta, além de corrupto de proporções aparentemente tectônicas, é também um influente membro do Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino. A maioria das pessoas de bem desconhece essa não muito valorosa entidade, mas vale relembrar que, por sua iniciativa e pressão - junho de 2015, creio -, a reitoria da UFSM (uma quase-universidade que forma fanáticos de todos os tipos, especialmente antissemitas) obrigou institutos, faculdades e departamentos a informarem, em listagem oficial, os nomes de estudantes e docentes judeus e/ou israelenses, para fins vai saber de quê. Qual a justificativa dessa iniciativa, que, noutros tempos, Hitler e parceiros, aliás, já haviam tomado? Se não for segregação pura e simples, rematada discriminação antissemita, não sei dizer. Por que simpatizantes de palestinos se julgam no direito de saber onde eu estudo? O deputado Montanha, digo Pimenta, não vê, no entanto, nada de muito especial nisso. Em nota oficial que divulgou à época, a coisa toda se resumia a &quot;um memorando que circulou aos programas de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Maria questionando da &#039;presença ou perspectivas de discentes e/ou docentes israelenses&#039;. A justificativa - continua o deputado - seria atender a pedido de informações de representantes da sociedade civil reunidos em coletivo de solidariedade à questão palestina&quot;. &quot;Pedido de informações&quot;?! Really? Para quê? Com que finalidade? E por que a reitoria da UFSM concedeu a &quot;representantes da sociedade civil reunidos em coletivo de solidariedade à questão palestina&quot; o direito de pedir, e receber, informações sobre judeus e/ou israelenses naquela instituição recheada de mini-intelectuais de esquerda? Pimenta, quando se viu forçado a se manifestar, preferiu descaracterizar o caráter antissemita e discriminatório do que ocorreu, e defendeu a reitoria da universidade, alegando que esta nada fez além de atender democraticamente à sociedade civil. Sim, claro... Os nazistas também pensavam assim, e sabemos bem o que &quot;sociedade civil&quot; era para essa turma. Paulo Pimenta, de sua parte, é apenas mais um antissemita desses que encontram nas esquerdas brasileiras a cultura adequada para desenvolver sua cepa. Um racista seletivo, digamos. Não duvide: está entre os que investigam muxoxos privados de jornalistas sérios para linchá-los publicamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado jornalista. Faltou dizer que o petista Paulo Pimenta, além de corrupto de proporções aparentemente tectônicas, é também um influente membro do Comitê Santamariense de Solidariedade ao Povo Palestino. A maioria das pessoas de bem desconhece essa não muito valorosa entidade, mas vale relembrar que, por sua iniciativa e pressão &#8211; junho de 2015, creio -, a reitoria da UFSM (uma quase-universidade que forma fanáticos de todos os tipos, especialmente antissemitas) obrigou institutos, faculdades e departamentos a informarem, em listagem oficial, os nomes de estudantes e docentes judeus e/ou israelenses, para fins vai saber de quê. Qual a justificativa dessa iniciativa, que, noutros tempos, Hitler e parceiros, aliás, já haviam tomado? Se não for segregação pura e simples, rematada discriminação antissemita, não sei dizer. Por que simpatizantes de palestinos se julgam no direito de saber onde eu estudo? O deputado Montanha, digo Pimenta, não vê, no entanto, nada de muito especial nisso. Em nota oficial que divulgou à época, a coisa toda se resumia a &#8220;um memorando que circulou aos programas de pós-graduação da Universidade Federal de Santa Maria questionando da &#8216;presença ou perspectivas de discentes e/ou docentes israelenses&#8217;. A justificativa &#8211; continua o deputado &#8211; seria atender a pedido de informações de representantes da sociedade civil reunidos em coletivo de solidariedade à questão palestina&#8221;. &#8220;Pedido de informações&#8221;?! Really? Para quê? Com que finalidade? E por que a reitoria da UFSM concedeu a &#8220;representantes da sociedade civil reunidos em coletivo de solidariedade à questão palestina&#8221; o direito de pedir, e receber, informações sobre judeus e/ou israelenses naquela instituição recheada de mini-intelectuais de esquerda? Pimenta, quando se viu forçado a se manifestar, preferiu descaracterizar o caráter antissemita e discriminatório do que ocorreu, e defendeu a reitoria da universidade, alegando que esta nada fez além de atender democraticamente à sociedade civil. Sim, claro&#8230; Os nazistas também pensavam assim, e sabemos bem o que &#8220;sociedade civil&#8221; era para essa turma. Paulo Pimenta, de sua parte, é apenas mais um antissemita desses que encontram nas esquerdas brasileiras a cultura adequada para desenvolver sua cepa. Um racista seletivo, digamos. Não duvide: está entre os que investigam muxoxos privados de jornalistas sérios para linchá-los publicamente.</p>
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