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	Comentários sobre: Uma tese com substâncias	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: Maurício Gonçalves		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maurício Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 00:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi, Alex, sou novo por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava lendo alguns comentários em relação à utilidade da matemática na formação do economista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vc escreveu isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;Tivesse uma base mais sólida em cálculo quando entrei no mestrado, não tenho dúvida que minha trajetória teria sido outra. O mesmo vale para estatística e econometria.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vc pode falar um pouco sobre qual seria a outra trajetória que teria percorrido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maurício]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Alex, sou novo por aqui.</p>
<p>Estava lendo alguns comentários em relação à utilidade da matemática na formação do economista.</p>
<p>Vc escreveu isso:</p>
<p>&quot;Tivesse uma base mais sólida em cálculo quando entrei no mestrado, não tenho dúvida que minha trajetória teria sido outra. O mesmo vale para estatística e econometria.&quot;</p>
<p>Vc pode falar um pouco sobre qual seria a outra trajetória que teria percorrido?</p>
<p>Abraço!</p>
<p>Maurício</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6779</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 00:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Vou pegar a minha biblia &#034;Introduction to Modern Economic Growth&#034; do Acemoglu e começar a caminhar descalço pro M.I.T. enquanto rezo o seus teoremas e provas.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode fazê-lo, mas quer dizer que não entendeu do que se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefere a versão para colorir?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Vou pegar a minha biblia &quot;Introduction to Modern Economic Growth&quot; do Acemoglu e começar a caminhar descalço pro M.I.T. enquanto rezo o seus teoremas e provas.&quot;</p>
<p>Pode fazê-lo, mas quer dizer que não entendeu do que se trata.</p>
<p>Prefere a versão para colorir?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6778</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 00:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu também sou crente. Vou pegar a minha biblia &#034;Introduction to Modern Economic Growth&#034; do Acemoglu e começar a caminhar descalço pro M.I.T. enquanto rezo o seus teoremas e provas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também sou crente. Vou pegar a minha biblia &quot;Introduction to Modern Economic Growth&quot; do Acemoglu e começar a caminhar descalço pro M.I.T. enquanto rezo o seus teoremas e provas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6774</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 20:14:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Economista sério é aquele que defende o livre mercado.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economista sério é aquele que chega a conclusões lógicas e as testa. Se (como quase sempre é o caso) coincidirem com a solução de mercado, OK. Se não, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a diferença entre o cientista e o crente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é crente. Pegue o livro do Mises e vá rezar virado para Viena.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Economista sério é aquele que defende o livre mercado.&quot;</p>
<p>Economista sério é aquele que chega a conclusões lógicas e as testa. Se (como quase sempre é o caso) coincidirem com a solução de mercado, OK. Se não, não.</p>
<p>Esta é a diferença entre o cientista e o crente. </p>
<p>Você é crente. Pegue o livro do Mises e vá rezar virado para Viena.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ivo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6773</link>

		<dc:creator><![CDATA[ivo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 19:12:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Posso falar pela minha experiência. Fui dominar a linguagem no fim do mestrado&#034;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendeu a linguagem matematica em compensação você não aprendeu nada sobre o Liberalismo.Economista sério é aquele que defende o livre mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Posso falar pela minha experiência. Fui dominar a linguagem no fim do mestrado&quot;.</p>
<p>Aprendeu a linguagem matematica em compensação você não aprendeu nada sobre o Liberalismo.Economista sério é aquele que defende o livre mercado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo Vilarnovo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6772</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo Vilarnovo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei quem perguntou sobre a produtividade do setor público, mas infelizmente o cálculo é esse mesmo utilizado dentro das normas das Nações Unidas: Standard National Accounts (SNA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa metodologia é controversa, causa a maior quizumba, mas é a que há. É incrível mas é verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei quem perguntou sobre a produtividade do setor público, mas infelizmente o cálculo é esse mesmo utilizado dentro das normas das Nações Unidas: Standard National Accounts (SNA).</p>
<p>Essa metodologia é controversa, causa a maior quizumba, mas é a que há. É incrível mas é verdade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6771</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 06:57:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aliás, falando em alunos de Economia que estudam pouco... Será que os cursos são fracos porque não podem reprovar &#034;em massa&#034; ? Ficaria ruim financeiramente para as faculdades particulares? Não acredito que na PUC, por exemplo, onde há tanto Eng. de Produção como Economia, houvesse um aumento no número total de alunos com um maior grau de dificuldade do curso de Economia. Logo, não compensaria &#034;subir o nível&#034; já que não dá pra ganhar mais dinheiro. Será que haveria uma dabandada para cursos mais fracos? O mercado de trabalho para quem Eng. Prod., Economia e Adm. é bastante similar.&lt;br /&gt;É só uma hipótese, levando sempre em consideração que há excelentes alunos de Economia na Puc e na FGV, mas isso pode ser relevante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aliás, falando em alunos de Economia que estudam pouco&#8230; Será que os cursos são fracos porque não podem reprovar &quot;em massa&quot; ? Ficaria ruim financeiramente para as faculdades particulares? Não acredito que na PUC, por exemplo, onde há tanto Eng. de Produção como Economia, houvesse um aumento no número total de alunos com um maior grau de dificuldade do curso de Economia. Logo, não compensaria &quot;subir o nível&quot; já que não dá pra ganhar mais dinheiro. Será que haveria uma dabandada para cursos mais fracos? O mercado de trabalho para quem Eng. Prod., Economia e Adm. é bastante similar.<br />É só uma hipótese, levando sempre em consideração que há excelentes alunos de Economia na Puc e na FGV, mas isso pode ser relevante.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6770</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 06:41:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dá pra comparar Economia na Puc-Rio ou FGV com um curso medíocre de Engenharia, mas não com as tops (ITA, Poli, Unicamp). O curso de Economia é visto como &#034;naturalmente&#034; mais fácil. Não digo que todos os alunos são assim, mas já ouvi muitas vezes coisas como &#034;vou fazer Economia porque é mais fácil&#034; ou &#034;Engenharia estuda muito&#034;. É mais por esse tipo de raciocínio dos próprios alunos do que pelo nível dos professores. O que mais explicaria um corpo docente como o da PUC (quase todos formados nos EUA) exigir relativamente pouco dos alunos ( na graduação, claro )? Um aluno de graduação em Economia da FGV pode saber Álgebra Linear, mas um de Eng. Elétrica sabe Teoria de Controle  (queira ou não)! Não quero provocar nem desmerecer os economistas que estudam porque gostam, mas é uma realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dá pra comparar Economia na Puc-Rio ou FGV com um curso medíocre de Engenharia, mas não com as tops (ITA, Poli, Unicamp). O curso de Economia é visto como &quot;naturalmente&quot; mais fácil. Não digo que todos os alunos são assim, mas já ouvi muitas vezes coisas como &quot;vou fazer Economia porque é mais fácil&quot; ou &quot;Engenharia estuda muito&quot;. É mais por esse tipo de raciocínio dos próprios alunos do que pelo nível dos professores. O que mais explicaria um corpo docente como o da PUC (quase todos formados nos EUA) exigir relativamente pouco dos alunos ( na graduação, claro )? Um aluno de graduação em Economia da FGV pode saber Álgebra Linear, mas um de Eng. Elétrica sabe Teoria de Controle  (queira ou não)! Não quero provocar nem desmerecer os economistas que estudam porque gostam, mas é uma realidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: henrique		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6769</link>

		<dc:creator><![CDATA[henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:47:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correto com uma diferença IBMEC foca mais finanças que a EPGE.Na EPGE os alunos tem calculo 1,2,3 AL e GA.Ibmec-SP bota para os alunos calculo 1 e 2 e algumas cadeiras de ADM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo a EPGE oferece uma base matematica no mestrado (analise é obrigatoria).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?&quot;</p>
<p>Correto com uma diferença IBMEC foca mais finanças que a EPGE.Na EPGE os alunos tem calculo 1,2,3 AL e GA.Ibmec-SP bota para os alunos calculo 1 e 2 e algumas cadeiras de ADM.</p>
<p>Mesmo a EPGE oferece uma base matematica no mestrado (analise é obrigatoria).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6768</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:57:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só mais uma coisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa era da internet, as coisas são muito fáceis. É possível acompanhar diversos blogs de economistas do mundo todo e aprender muito. Se manter a cabeça aberta e fuçar na net é possível aprender muita coisa mesmo sem ter frequentado ótimos cursos. Óbvio que ainda é importante ir à aula e ter bons professores, mas se não der o Alex e os outros compensam, pelo menos em parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu pelas aulas aí professor, tenho certeza que muita gente aprendeu contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abraços, Zamba]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só mais uma coisa</p>
<p>Nessa era da internet, as coisas são muito fáceis. É possível acompanhar diversos blogs de economistas do mundo todo e aprender muito. Se manter a cabeça aberta e fuçar na net é possível aprender muita coisa mesmo sem ter frequentado ótimos cursos. Óbvio que ainda é importante ir à aula e ter bons professores, mas se não der o Alex e os outros compensam, pelo menos em parte.</p>
<p>Valeu pelas aulas aí professor, tenho certeza que muita gente aprendeu contigo.</p>
<p>abraços, Zamba</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6767</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:49:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fala pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu concordo com a visão do Pedro sobre a não necessidade de se &#034;puxar&#034; mais na graduação. Estou formando agora no fim do ano e posso contar no dedo quantas pessoas na minha turma entenderam o que é economia. A maioria não gosta nem compreende, e nunca exercerá nada do que aprendeu em sala de aula, pois vai sair da faculdade e tentar algum concurso público pra PF, ou audioria, ou mesmo vão tentar trainee em alguma empresa. Os poucos que gostam e pretendem seguir carreira, como eu, se aprofundam por conta própria. Acredito que a ralação deve começar no mestrado mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação aos professores nas escolas do país, vou deixar aqui minha impressão sobre a UFJF, onde estudo. Durante o tempo que passei aqui em Juiz de Fora o corpo docente da faculdade tem melhorado muito. Tem gente chegando de bons doutorados no país e no exterior. As principais cadeiras são ocupadas por bons professores. Óbvio que existem os suspeitos de sempre, mas a maioria é mais velha. É aquela galera que se formou em 1970, nunca mais abriu um livro na vida e acham a Maria da Conceição Tavares e o Carlos Lessa o supra-sumo da inteligência humana. Mas acho que eles estão perdendo espaço, e talvez isso reflita uma melhora nos cursos de mestrado e doutorado pelo país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abraços, Zamba]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fala pessoal</p>
<p>Eu concordo com a visão do Pedro sobre a não necessidade de se &quot;puxar&quot; mais na graduação. Estou formando agora no fim do ano e posso contar no dedo quantas pessoas na minha turma entenderam o que é economia. A maioria não gosta nem compreende, e nunca exercerá nada do que aprendeu em sala de aula, pois vai sair da faculdade e tentar algum concurso público pra PF, ou audioria, ou mesmo vão tentar trainee em alguma empresa. Os poucos que gostam e pretendem seguir carreira, como eu, se aprofundam por conta própria. Acredito que a ralação deve começar no mestrado mesmo.</p>
<p>Com relação aos professores nas escolas do país, vou deixar aqui minha impressão sobre a UFJF, onde estudo. Durante o tempo que passei aqui em Juiz de Fora o corpo docente da faculdade tem melhorado muito. Tem gente chegando de bons doutorados no país e no exterior. As principais cadeiras são ocupadas por bons professores. Óbvio que existem os suspeitos de sempre, mas a maioria é mais velha. É aquela galera que se formou em 1970, nunca mais abriu um livro na vida e acham a Maria da Conceição Tavares e o Carlos Lessa o supra-sumo da inteligência humana. Mas acho que eles estão perdendo espaço, e talvez isso reflita uma melhora nos cursos de mestrado e doutorado pelo país.</p>
<p>abraços, Zamba</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6766</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 02:04:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;apenas o abuso de substâncias liberadas na Holanda poderia explicar o apreço incompreensível à tese da “doença holandesa”.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você está subestimando a inteligência dessa galera. Se o cara defende com unhas e dentes idéias que obviamente não correspondem aos fatos é porque ele tá ganhando com isso. Dá até pra chegar a presidente do IPEA assim, veja só!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André L.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S1: Os comentários com teses definitivas em duas linhas e português sub-mobral são uma atração a parte deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S2: Kleber, relaxa! Desse jeito tu infarta de novo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;apenas o abuso de substâncias liberadas na Holanda poderia explicar o apreço incompreensível à tese da “doença holandesa”.&quot;</p>
<p>Você está subestimando a inteligência dessa galera. Se o cara defende com unhas e dentes idéias que obviamente não correspondem aos fatos é porque ele tá ganhando com isso. Dá até pra chegar a presidente do IPEA assim, veja só!</p>
<p>André L.</p>
<p>P.S1: Os comentários com teses definitivas em duas linhas e português sub-mobral são uma atração a parte deste blog.</p>
<p>P.S2: Kleber, relaxa! Desse jeito tu infarta de novo!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6765</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 21:55:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6765</guid>

					<description><![CDATA[Dois comentários: primeiro, eu acho que não se ensina mais matemática aqui porque a estrutura de nossa universidade é diferente da americana (lá é mais flexível, e você pode ter uma formação menos matemática ou mais matemática, quem decide é você. Claro que quem quer fazer doutorado recebe a orientação de fazer toda a matemática que puder, mas em todas as faculdades tem um curso de micro &#034;café com leite&#034;, onde dão o Baby Varian, e um mais hard, onde dão o Nicholson, ou o Advanced Microeconomics, ou até o Mas-Collel) e o aluno médio brasileiro é mais ruinzinho que o americano (na minha alma mater tinha 4 disciplinas de matemática, mas 2 eram revisão do 2º grau. E até hoje eu não sei se a média da turma encarava cálculo de cara). Dois, é aquilo que o Pedro falou: acho que Economia está mais pra Física ou Biologia do que pra Engenharia ou Medicina, no sentido de que um sujeito com graduação não tem condições de meter a mão na massa de verdade, profissionalmente falando (isso no mundo todo, me corrijam se eu estiver errado) e acaba fazendo um trabalho de escritório que um sujeito formado em Administração, Contábeis ou Engenharia também consegue fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois comentários: primeiro, eu acho que não se ensina mais matemática aqui porque a estrutura de nossa universidade é diferente da americana (lá é mais flexível, e você pode ter uma formação menos matemática ou mais matemática, quem decide é você. Claro que quem quer fazer doutorado recebe a orientação de fazer toda a matemática que puder, mas em todas as faculdades tem um curso de micro &quot;café com leite&quot;, onde dão o Baby Varian, e um mais hard, onde dão o Nicholson, ou o Advanced Microeconomics, ou até o Mas-Collel) e o aluno médio brasileiro é mais ruinzinho que o americano (na minha alma mater tinha 4 disciplinas de matemática, mas 2 eram revisão do 2º grau. E até hoje eu não sei se a média da turma encarava cálculo de cara). Dois, é aquilo que o Pedro falou: acho que Economia está mais pra Física ou Biologia do que pra Engenharia ou Medicina, no sentido de que um sujeito com graduação não tem condições de meter a mão na massa de verdade, profissionalmente falando (isso no mundo todo, me corrijam se eu estiver errado) e acaba fazendo um trabalho de escritório que um sujeito formado em Administração, Contábeis ou Engenharia também consegue fazer.</p>
<p>Nunes</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6764</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 21:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de achar lamentável o nível da maioria das graduações em economia do país, não sei se a saída é torná-los mais pesados em métodos quantitativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema educacional brasileiro dá &#039;saltos&#039; muito grandes. Exemplo de uma boa faculdade de economia: ou o cara só tem segundo grau, ou tem o terceiro grau e sabe jogos, contratos, estimação de ARMA, o diabo. Não há nada intermediário como o &#039;major&#039; americano. Na França, o cara já sai com título depois do terceiro ano de faculdade, e o bicho pega mesmo no quarto. O Brasil não tem nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pior: 90% dos caras que ralam prá caramba e terminam economia na Puc-Rio não usam quase nada do que aprenderam. Se tanto, usam o que aprenderam nos primeiros dois anos, nos cursos introdutórios. Economia na Puc é apenas sinalização para a maioria dos formandos. Na maior parte das vezes, o sujeito se forma e cai numa função genérica de economistas, administradores, contadores - e convive com o cara que ralou muito menos do que ele na faculdade da esquina, e não necessariamente será melhor profissional do que esse outro. Para a maioria dos cargos, não faz diferença o instrumental mais sofisticado que o sujeito sofreu para aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então para que tornar os cursos mais pesados? Só o cara que fizer mestrado vai arrumar um emprego que precise desse &#039;plus&#039;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, só um lamento pelas nossas graduações. Devo estar lendo muito Pochmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abs a todos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de achar lamentável o nível da maioria das graduações em economia do país, não sei se a saída é torná-los mais pesados em métodos quantitativos.</p>
<p>O sistema educacional brasileiro dá &#39;saltos&#39; muito grandes. Exemplo de uma boa faculdade de economia: ou o cara só tem segundo grau, ou tem o terceiro grau e sabe jogos, contratos, estimação de ARMA, o diabo. Não há nada intermediário como o &#39;major&#39; americano. Na França, o cara já sai com título depois do terceiro ano de faculdade, e o bicho pega mesmo no quarto. O Brasil não tem nada disso.</p>
<p>E o pior: 90% dos caras que ralam prá caramba e terminam economia na Puc-Rio não usam quase nada do que aprenderam. Se tanto, usam o que aprenderam nos primeiros dois anos, nos cursos introdutórios. Economia na Puc é apenas sinalização para a maioria dos formandos. Na maior parte das vezes, o sujeito se forma e cai numa função genérica de economistas, administradores, contadores &#8211; e convive com o cara que ralou muito menos do que ele na faculdade da esquina, e não necessariamente será melhor profissional do que esse outro. Para a maioria dos cargos, não faz diferença o instrumental mais sofisticado que o sujeito sofreu para aprender.</p>
<p>Então para que tornar os cursos mais pesados? Só o cara que fizer mestrado vai arrumar um emprego que precise desse &#39;plus&#39;&#8230;</p>
<p>Enfim, só um lamento pelas nossas graduações. Devo estar lendo muito Pochmann.</p>
<p>abs a todos</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arlequim		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6763</link>

		<dc:creator><![CDATA[arlequim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:44:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[pq o Krugman, o indignadao, nao responde ao Mankiw?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; http://gregmankiw.blogspot.com/2009/08/blanchard-on-outlook.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>pq o Krugman, o indignadao, nao responde ao Mankiw?</p>
<p> <a href="http://gregmankiw.blogspot.com/2009/08/blanchard-on-outlook.html" rel="nofollow ugc">http://gregmankiw.blogspot.com/2009/08/blanchard-on-outlook.html</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6762</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 19:50:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6762</guid>

					<description><![CDATA[&#034;P.S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade; o mesmo pode se dizer do Ibmec -RJ e da FGV - RJ (graduação da EPGE). Destaco o ênfase em Finanças dos Ibmecs (Rio e SP) e as doses cavalares de Teoria Microeconômica da graduação da EPGE (além de um ciclo básico que parece o de qualquer faculdade de Engenharia...). Também, vale sempre ressaltar o excelente curso de graduação da PUC - Rio e que mesmo em departamentos mais &#034;plurais&#034; (FEA- USP, UFRJ, FGV-EESP) dá para fazer um curso decente de Economia....se o aluno &#034;colar&#034; nas pessoas certas, obviamente...Enfim, ainda há luz no fim do túnel...&lt;br /&gt;abs&lt;br /&gt;Rogério Ceni&lt;br /&gt;(falhei de novo ontem...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;P.S.</p>
<p>Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?&quot;</p>
<p>É verdade; o mesmo pode se dizer do Ibmec -RJ e da FGV &#8211; RJ (graduação da EPGE). Destaco o ênfase em Finanças dos Ibmecs (Rio e SP) e as doses cavalares de Teoria Microeconômica da graduação da EPGE (além de um ciclo básico que parece o de qualquer faculdade de Engenharia&#8230;). Também, vale sempre ressaltar o excelente curso de graduação da PUC &#8211; Rio e que mesmo em departamentos mais &quot;plurais&quot; (FEA- USP, UFRJ, FGV-EESP) dá para fazer um curso decente de Economia&#8230;.se o aluno &quot;colar&quot; nas pessoas certas, obviamente&#8230;Enfim, ainda há luz no fim do túnel&#8230;<br />abs<br />Rogério Ceni<br />(falhei de novo ontem&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6761</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:51:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6761</guid>

					<description><![CDATA[&#034;o FED não vai mexer na taxa de juros.Eles vão tentar diminuir a oferta de moeda.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que existe uma demanda por moeda, há uma relação intrínseca entre taxa de juros e oferta de moeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a demanda por moeda é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD = P.k(i,y)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;onde P é o nível geral de preços, i a taxa nominal de juros e y a renda real (com ki&#060;0  e ky&#062;0).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em equilíbrio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M = Pk(i,y)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dM/di = ki&#060;0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, só se aumenta a taxa de juros reduzindo (tudo o mais constante) a oferta de moeda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;o FED não vai mexer na taxa de juros.Eles vão tentar diminuir a oferta de moeda.&quot;</p>
<p>Dado que existe uma demanda por moeda, há uma relação intrínseca entre taxa de juros e oferta de moeda.</p>
<p>Se a demanda por moeda é:</p>
<p>MD = P.k(i,y)</p>
<p>onde P é o nível geral de preços, i a taxa nominal de juros e y a renda real (com ki&lt;0  e ky&gt;0).</p>
<p>Em equilíbrio:</p>
<p>M = Pk(i,y)</p>
<p>Logo:</p>
<p>dM/di = ki&lt;0</p>
<p>Ou seja, só se aumenta a taxa de juros reduzindo (tudo o mais constante) a oferta de moeda.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6760</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:46:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6760</guid>

					<description><![CDATA[P.S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>P.S.</p>
<p>Parece que o Ibmec-SP caminha nesta direção. Podem confirmar?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6759</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:45:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6759</guid>

					<description><![CDATA[&#034;Por que não se faz uma graduação em Economia que puxe os alunos tanto quanto de Engenharia?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente pergunta, mas eu não sei a resposta. Não entendo porque não há mais ênfase e profundidade na área quantitativa em Economia na graduação (o que certamente pouparia tempo na pós, já que o domíinio da linguagem permitiria foco maior no conteúdo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso falar pela minha experiência. Fui dominar a linguagem no fim do mestrado, a ainda asism graças a vários grupos de estudos com colegas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivesse uma base mais sólida em cálculo quando entrei no mestrado, não tenho dúvida que minha trajetória teria sido outra. O mesmo vale para estatística e econometria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Por que não se faz uma graduação em Economia que puxe os alunos tanto quanto de Engenharia?&quot;</p>
<p>Excelente pergunta, mas eu não sei a resposta. Não entendo porque não há mais ênfase e profundidade na área quantitativa em Economia na graduação (o que certamente pouparia tempo na pós, já que o domíinio da linguagem permitiria foco maior no conteúdo).</p>
<p>Posso falar pela minha experiência. Fui dominar a linguagem no fim do mestrado, a ainda asism graças a vários grupos de estudos com colegas. </p>
<p>Tivesse uma base mais sólida em cálculo quando entrei no mestrado, não tenho dúvida que minha trajetória teria sido outra. O mesmo vale para estatística e econometria.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Galego		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/1917-uma-tese-com-substancias/#comment-6758</link>

		<dc:creator><![CDATA[Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 16:06:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2009/08/19/uma-tese-com-substancias/#comment-6758</guid>

					<description><![CDATA[Entrando nessa discussão, como eu me formei em Engenharia e sou doutorando em Economia, entendo todos os questionamentos do Kléber. &lt;br /&gt;Bem, eu tenho uma pequena discordância em relação à classificação do Kléber. Na minha opinião, existem dois tipos de economistas: os que estudam economia para analisarem e aprenderem um pouco o que acontece no mundo e os que o fazem para corroborar suas idéias pré-concebidas, sejam elas intervencionistas ou libertárias. Enquanto o primeiro grupo faz de tudo para entender as nuances do que está acontecendo, as limitações do modelo utilizado, da robustez dos resultados, o segundo grupo maltrata os dados para satisfazerem aos seus preconceitos ideológicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, tenho uma dúvida para o &#034;Tio&#034; Alex. Eu sei como um curso de Engenharia é ralação (uma pós em Economia num bom centro é tanto ou mais). Por que não se faz uma graduação em Economia que puxe os alunos tanto quanto de Engenharia. Eu não vejo como possa haver um livro do Varian de graduação e um de pós, um livro do Wooldridge de graduação e outro de pós. Acho que poderiam &#034;puxar&#034; mais os cursos de graduação em Economia, seria um ganho de tempo para os estudantes e uma forma até de se valorizarem os alunos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrando nessa discussão, como eu me formei em Engenharia e sou doutorando em Economia, entendo todos os questionamentos do Kléber. <br />Bem, eu tenho uma pequena discordância em relação à classificação do Kléber. Na minha opinião, existem dois tipos de economistas: os que estudam economia para analisarem e aprenderem um pouco o que acontece no mundo e os que o fazem para corroborar suas idéias pré-concebidas, sejam elas intervencionistas ou libertárias. Enquanto o primeiro grupo faz de tudo para entender as nuances do que está acontecendo, as limitações do modelo utilizado, da robustez dos resultados, o segundo grupo maltrata os dados para satisfazerem aos seus preconceitos ideológicos. </p>
<p>Agora, tenho uma dúvida para o &quot;Tio&quot; Alex. Eu sei como um curso de Engenharia é ralação (uma pós em Economia num bom centro é tanto ou mais). Por que não se faz uma graduação em Economia que puxe os alunos tanto quanto de Engenharia. Eu não vejo como possa haver um livro do Varian de graduação e um de pós, um livro do Wooldridge de graduação e outro de pós. Acho que poderiam &quot;puxar&quot; mais os cursos de graduação em Economia, seria um ganho de tempo para os estudantes e uma forma até de se valorizarem os alunos.</p>
]]></content:encoded>
		
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