Prazo não respeitado, as histórias da familícia e barrigas da imprensa

 Venceu ontem (6) o prazo estabelecido pelo TSE para que o coiso apresentasse as famosas provas de fraudes nas eleições de 2018 que ele afirma ter. Não as apresentou e, como previsto pelo “Mirando”, silêncio sepulcral da parte do TSE. Sic transit verecundiam mundi.

 O UOL, em capítulos que serão exibidos até o próximo dia 9, está apresentando em detalhes as falcatruas em que a familícia está envolvida desde que seu primeiro elemento foi eleito. Os fatos mostrados são indesmentíveis, os entrevistados, todos, estiveram envolvidos diretamente nas irregularidades cometidas. Entre aqueles que tentam desmentir o indesmentível está o “mentível” advogado da zeralhada, Frederick Wassef, o que escondeu Fabrício Queiroz em seu fictício escritório de advocacia em Atibaia (SP).

https://noticias.uol.com.br/videos/2021/07/06/eclosao-do-caso-queiroz-joga-luz-sobre-o-passado-oculto-de-jair-bolsonaro.htm

Nota do “Mirando”: infelizmente, como sói acontecer atualmente, há um festival de erros de português nos textos, mas não serão apontados para que não haja desvio de atenção do principal, o conteúdo.

O coiso confirmou que indicará o tremendamente evangélico e seu advogado-geral André Mendonça   para o lugar de Marco Aurélio Mello no STF. Resta ao Senado fazer o que deve e não aprovar a indicação.

 Estava mais que na hora de a Folha de S.Paulo se manifestar em nova reportagem  a respeito da informação que divulgou dando conta de que milhares de pessoas tomaram doses vencidas de vacinas contra a covid-19. Segundo o jornal, foram mais de 26 mil, mas, de acordo com levantamentos feitos pelas prefeituras, o número de casos não chega nem perto disso. Ao que tudo indica o que aconteceu foi mesmo erro de digitação nas fichas, tanto na distribuição como na aplicação das doses.

 https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/07/folha-errou-ao-nao-afirmar-que-dados-sobre-vacinas-vencidas-poderiam-decorrer-de-falhas-do-sistema-texto-foi-alterado.shtml

(CACALO KFOURI)

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Copiada da Folha

Receita acusa Ricardo Barros de simulação financeira para ocultar R$ 2,2 milhões

A Receita Federal acusa o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, de ter montado uma “engenharia” com empresas para simular operações financeiras e não ter comprovado a origem de depósitos bancários que somam R$ 2,2 milhões, de 2013 a 2015.

O fisco impôs ao parlamentar uma multa de 150% sobre o valor do imposto devido, índice que é aplicado em casos de sonegação, fraude ou conluio. A cobrança contra Barros, que inclui juros de mora, totaliza R$ 3,7 milhões.

Cada governo tem o líder que merece, Ricardo Barros não destoa daquele a quem representa.  Teve a cara de pau de declarar que “Não pode sequestrar minha honra” ao ter a data do depoimento na CPI da Pandemia em que tentaria se safar de seu envolvimento na negociata da Covaxin alterada.  Honra sequestrada? Só em livro de ficção é possível o sequestro do que não existe.

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Copiada do UOL

Ministério da Saúde registrou negociação de vacina com reverendo, diz TV

 Segundo a reportagem, a tratativa foi registrada no sistema no dia 10 de março deste ano, apenas um dia depois do diretor de imunização do Ministério da Saúde, Laurício Cruz dar o aval para que o reverendo Amilton Gomes de Paula representasse o governo nas negociações

Amilton é da Senah (Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários), que apesar do que o nome possa levar a entender, é uma instituição privada. Até 2020, a Senah se chamava Senar (Secretaria Nacional de Assuntos Religiosos).

Laurício autorizou que Amilton conduzisse as negociações com o objetivo de comprar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, que eram oferecidas pela Davati Medical Supply. O diretor de imunização comunicou a representação a Hernan Cardenas, presidente da Davati, com quem trocou uma série de e-mails.

Hummm, mais um tremendamente evangélico envolvido em falcatruas, estão quase superando o número de militares… Há que verificar se foram mesmo vacinas e não o feijãozinho mágico do “apóstolo” Valdemiro Santiago.

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Copiadas do G1

Covaxin: senadora aponta erros de valores e de inglês e fala em ‘manipulação’ de documentos pelo governo

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou nesta quarta-feira (6), durante sessão da CPI da Covid, que os documentos apresentados pelo governo para rebater as acusações de irregularidades nas negociações da vacina Covaxin foram manipulados..

Segundo Tebet, a invoice (espécie de nota fiscal) apresentada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, e pelo ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco apresenta uma série de indícios de fraude ou manipulação. A lista, diz a senadora, inclui:

marca e logotipo desenquadrados;

desalinhamentos em alguns pontos;

erros de inglês e de português;

mistura de idiomas (português e inglês na mesma página);

divergência na quantidade de doses.

O documento citado por Tebet foi apresentado no último dia 23 de junho por Elcio Franco e Onyx Lorenzoni em pronunciamento no Palácio do Planalto. Ambos falaram em resposta às acusações feitas pelos irmãos Miranda, que denunciam supostas fraudes nos contratos da vacina indiana.

No pronunciamento, o governo defendeu que havia três versões do documento – e que uma delas, apresentada pelos irmãos Miranda, seria fraudada. Na ocasião, Onyx e Elcio mostraram a invoice que, segundo eles, foi manipulada – e outras duas versões que dizem ser legítimas.

Nesta quarta, Simone Tebet apontou o exato oposto. Disse que a primeira versão, apontada como falsa pelo Planalto, tem marcas de legitimidade.

“Esse é o primeiro [documento], dito que é falso, 100% com correção da língua inglesa e marcas de scanner ou fax comprovando que esse documento chegou. Esse documento foi escaneado, e por fax”, disse Tebet.

Já em referência aos dois outros documentos, que Elcio e Onyx disseram ser legítimos, Tebet afirma haver “clara comprovação de falsidade de documento privado”.

“Ele tem a marca e o logotipo desenquadrados, não estão alinhados em alguns pontos, como se fosse uma montagem. Tem inúmeros erros de inglês, e, talvez, o mais desmoralizante seja o [item] 17. No lugar de preço, price, está prince [príncipe, em inglês]. CEO, está companhia, em português. Então, aqui está uma mistura, eu acho que é um dialeto que só eles conhecem, não é? Está um ‘portinglês’ que não dá para entender”, afirmou a senadora.

Tebet também apontou que um dos documentos prevê a importação de 300 mil caixas com 16 ampolas cada, o que representaria 4,8 milhões de doses – e não 3 milhões, como estava previsto.

Ainda de acordo com a senadora, houve também uma alteração de valores que deveriam ser antecipados de US$ 45 milhões para US$ 46 milhões. “

Indícios apontados

Em um dos documentos exibidos como legítimos por Onyx Lorenzoni e Elcio Franco, a senadora Simone Tebet aponta 24 irregularidades – erros que, segundo a parlamentar, geram dúvidas sobre a veracidade do papel.

A lista inclui, por exemplo, números impressos no documento em inglês que usam pontos para separar milhares e vírgulas para casas decimais, como se escreve no Brasil (por exemplo, 1.234.567,89). Em inglês, a notação é invertida –por exemplo, 1,234,567.89.

Há outras palavras que, na análise do gabinete de Tebet, indicam produção do documento por um brasileiro: “company” abreviado como cia., e não como co., e “licença de importação” abreviada como LI em vez de IL (“imported license”, em inglês).

Veja o documento com as indicações dos erros e, abaixo, a legenda indicada pelo gabinete de Tebet:

Não há sombra de dúvida de que se trata de uma falsificação grosseira, os envolvidos foram incompetentes até nisso. Arthur Lira, está esperando o quê para abrir a gaveta? E o general Francisco Mamede de Brito Filho acha que o Exército não tem nada a ver com isso…

CPI da Covid retira sigilo de conversas do telefone de Luiz Paulo Dominguetti

A CPI da Covid retirou nesta terça-feira (7) o sigilo de mensagens e áudios que estavam no celular do policial militar Luiz Paulo Dominguetti. O aparelho foi retido para perícia na última quinta-feira (1º), quando Dominguetti prestou depoimento à comissão.

O recolhimento do celular foi motivado por dúvidas da CPI sobre o contexto de um áudio atribuído ao deputado Luis Miranda (DEM-DF), citado e reproduzido por Dominguetti durante a fala à comissão.

O cerco está fechando… Mas não é possível prever com otimismo o que vai acontecer, é o pior Congresso dos últimos tempos.

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Copiadas do Blog do Ancelmo

Trio da Orquestra da Grota lança versão de ‘Fulminante’

Em tempo: como se sabe, o(*) Justino foi aquele músico da orquestra que foi preso injustamente e sem provas. Mas aí é outra história.

(*) Tira o artigo daí, cara-pálida.

Veja o primeiro vídeo abaixo da turma.(*)

(*) Mein Got, Veja abaixo o primeiro vídeo da turma, cara-pálida.

Se o texto oficial já não é lá essas coisas, para piorar, publicaram o rascunho! O grupo lançaram… justino ficou caidinho…

O grupo Apenas um Show Trio, com Justino (violoncelo), Jorge Júnior (violino); Rodrigo Soares (cavaquinho) lançaram uma versão da música Fulminante, de Mumuzinho. Assista.

justino

A recuperação do Mercado(*) imobiliário do Rio

(*) Miracolo, miracolo, corrigiram! A recuperação do mercado imobiliário do Rio

BR Distribuidora entra com ação contra a União por prejuízo durante a greve dos caminhoneiros

Uma lei, de outubro de 2018, estabeleceu o “reembolso” da(*) das distribuidoras de combustíveis, só que a legislação, até hoje, não foi regulamentada.

(*) Tira o da daí, cara-pálida.

Previ é condenada a pagar benefícios a antigos funcionários

A Previ, (fundo de Previdência)(!) dos funcionários do Banco do Brasil, foi condenada a pagar benefícios a antigos funcionários do Banco Brasil(*), hoje aposentados, que por após(?) anos fizeram suas contribuições.

(!) Previdência sozinha em caixa-alta é o INSS, cara-pálida, ou vai tudo em alta ou tudo em baixa.

(*) Se era fundo dos funcionários do banco que antigos funcionários pagaria se não os dos banco?

(?) Após? Cuma? Tira esse bicho daí.

Duas Linhas e Meia (05-07(*)

06/07/2021 • 04:00

(*) Erraram a data e comeram um parêntese… Talvez a explicação esteja no horário da publicação…

Babalaô vai escrever programa de Ciro Gomes sobre a questão racial

Veja como a questão racial esta(*) na agenda política.

(*) Veja como um acento faz diferença, cara-pálida, esta é pronome indicativo, está é terceira pessoa do singular do presente de estar.

A quadra de basquete da Rocinha será revitalizada

(…), a plataforma de fomento ao basquete e à cultura urbana Payback subirá ao Mirante Rocinha para levar cor e arte à(!!!) mais um ponto

(!!!) The king of “crases” rides again! Barrabás, arte a a mais é demais! Arte a mais, cara-pálida.

Toquinho festeja hoje seus 75 anos: veja as músicas mais tocadas do parceiro de Vinicius de Moraes

Hoje, Toquinho completa  75 anos e o  Ecad fez um levantamento (motrando  mostrou)(?) que, (…). Na terceira posição, está “Que maravilha”, música feita com Jorge Ben(*). Viva, Toquinho!

(?) Motrando mostrou sem querer querendo? Tira o mostrou, põe um esse em “motrando” e fica tudo certo, cara-pálida.

(*) Ben Jor atualmente, cara-pálida, depois de mudar para Benjor em 1989.

Economista Renê Garcia melhora da Covid

Atual secretário da Fazenda (*) Paraná, o carioca Renê Garcia Júnior, de  60 anos,

(*) Cadê o do que tem de estar aqui, cara-pálida?

 CBF é alvo de representação na Fifa por não usar a camisa 24 na Copa América

 Hoje, o Grupo Arco(*)Íris de Cidadania LGBT apresentou ao Comitê de Ética da Fifa uma representação contra a CBF por ser a única seleção na Copa América a não usar a camisa 24. O grupo considera a posição uma “clara ofensa a(!) comunidade LGBTQIA+ e uma atitude homofóbica”.

(*) Erro recorrente do cara-pálida, é Arco-Íris, deve ser o único a não saber.

(!) Viva ele, onde tem, não tem, onde não tem, tem… à comunidade, king.

O grupo fez uma reclamação formal sobre uma possível violação das normas de Direitos Humanos e de não-discriminação(*)

(*) Viu só, cara-pálida, usou onde não tem faltou lá em cima onde tem, não discriminação desde 2009.

Justiça Federal nega ação do Flamengo para não cumprir a ‘Lei da meia-entrada’(*): ‘Função social’

O juiz Fabricio de Castro, da 19ª Vara Federal do Rio, julgou, hoje, improcedentes os pedidos do Flamengo em ação contra a União para desobrigar o clube a ter de respeitar a “Lei da meia-entrada(*)“.

Nela, o Flamengo alegou que, como “clube privado, não tem o dever de participar do custeio da meia entrada(*) instituída por lei para dar acesso à cultura”.

(*) Cara-pálida, não presta atenção nem no que escreve? Duas vezes antes com hífen e não percebe? Barrabás!

Quanto desleixo, que desrespeito ao leitor.  O que este mirandeiro não consegue entender é como Ancelmo Góis não toma uma providência, chego a duvidar que os textos assinados por ele sejam de sua autoria. O que é publicado aos sábados n“O Globo” não  tem erros.

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