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	Comentários sobre: Dormindo com o inimigo. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		Por: Armando de Almeida		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Armando de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 14:39:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carlinhos,  na minha época, tenho 72 anos, nos cantávamos a tal &quot;japonês tem wuatro filhos&quot; e emendavamos depois da &quot;macacada&quot; um &quot;puta-merda, que cagada&quot;.
Era só  risada depois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlinhos,  na minha época, tenho 72 anos, nos cantávamos a tal &#8220;japonês tem wuatro filhos&#8221; e emendavamos depois da &#8220;macacada&#8221; um &#8220;puta-merda, que cagada&#8221;.<br />
Era só  risada depois.</p>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 14:38:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Números são uma coisa curiosa. Produzidos segundo critérios matemáticos/estatísticos demonstráveis, não dá pra brigar com eles. Traduzem tudo. Congelam nossas emoções, é verdade, mas mesmo isso eles podem resumir, depurar, explicar. Por outro lado, números podem não revelar nada, e apenas ocultar e iludir: basta que sejam falsos ou produzidos só para dizer o que queremos que digam. É desonesto, mas sempre é possível fazer isso. Pesquisas de opinião são um bom exemplo. Os métodos da coleta dos dados e os critérios para avaliá-los podem transformar e distorcer tudo. Por isso mesmo, o mais importante, quando se analisam e comparam números desse tipo, é garantir que tais métodos e critérios sejam estáveis, permanentes. Só assim a comparação ganha alguma inteligibilidade e revela algo confiável. Vamos a um exemplo: as pesquisas de opinião cnt-sensus (sempre realizadas segundo os mesmos critérios) mostram algo diferente do que aqui é sugerido. Sempre segundo os mesmos métodos de coleta a análise, Bolsonaro aparece como o presidente que tem a menor aprovação em seus primeiros momentos como governante, se comparado com FHC, Lula e mesmo com Dilma. Somando-se as respostas de &#039;bom&#039; e &#039;ótimo&#039;, FHC somou 57%, Lula somou 56,6%, Dilma somou 49,1% enquanto o atual presidente soma 39,8%. (E, cá entre nós, rasgar seda para &#039;nosso Alfredo Stroessner&#039; não melhorará muito esse número.) Vendo por esse ângulo, a tal lua-de-mel de Bolsonaro com seu país não parece assim tão especial. Ademais, sejamos claros: dizer que P.Guedes tem &#039;bom trânsito no mercado&#039;, e que Moro &#039;é ídolo popular&#039;, pouco significa. Guedes pode ser aplaudido em jantares com granfinos (que pensam mais no país que em seus negócios, claro...), mas será que, como ministro da economia, ele seria bem recebido no chão de uma fábrica? Entre trabalhadores com mais de vinte e menos de trinta anos de contribuição ao inss, seria ele aplaudido - ou vaiado? Quanto a Moro, a facilidade com que parece entortar suas convicções (aparentemente vergando lentamente sob o peso de Onyx e seus parças de governo...) tende a desfazer essa idolatria.

Em resumo: otimismo só é bom no começo. Mais um pouco, e ele acaba. Um pouco depois, ele vira o contrário.

PS - Ah, sim. Ricardo Vélez Rodríguez é realmente ótimo. Será melhor ainda quando for demitido, junto com o resto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Números são uma coisa curiosa. Produzidos segundo critérios matemáticos/estatísticos demonstráveis, não dá pra brigar com eles. Traduzem tudo. Congelam nossas emoções, é verdade, mas mesmo isso eles podem resumir, depurar, explicar. Por outro lado, números podem não revelar nada, e apenas ocultar e iludir: basta que sejam falsos ou produzidos só para dizer o que queremos que digam. É desonesto, mas sempre é possível fazer isso. Pesquisas de opinião são um bom exemplo. Os métodos da coleta dos dados e os critérios para avaliá-los podem transformar e distorcer tudo. Por isso mesmo, o mais importante, quando se analisam e comparam números desse tipo, é garantir que tais métodos e critérios sejam estáveis, permanentes. Só assim a comparação ganha alguma inteligibilidade e revela algo confiável. Vamos a um exemplo: as pesquisas de opinião cnt-sensus (sempre realizadas segundo os mesmos critérios) mostram algo diferente do que aqui é sugerido. Sempre segundo os mesmos métodos de coleta a análise, Bolsonaro aparece como o presidente que tem a menor aprovação em seus primeiros momentos como governante, se comparado com FHC, Lula e mesmo com Dilma. Somando-se as respostas de &#8216;bom&#8217; e &#8216;ótimo&#8217;, FHC somou 57%, Lula somou 56,6%, Dilma somou 49,1% enquanto o atual presidente soma 39,8%. (E, cá entre nós, rasgar seda para &#8216;nosso Alfredo Stroessner&#8217; não melhorará muito esse número.) Vendo por esse ângulo, a tal lua-de-mel de Bolsonaro com seu país não parece assim tão especial. Ademais, sejamos claros: dizer que P.Guedes tem &#8216;bom trânsito no mercado&#8217;, e que Moro &#8216;é ídolo popular&#8217;, pouco significa. Guedes pode ser aplaudido em jantares com granfinos (que pensam mais no país que em seus negócios, claro&#8230;), mas será que, como ministro da economia, ele seria bem recebido no chão de uma fábrica? Entre trabalhadores com mais de vinte e menos de trinta anos de contribuição ao inss, seria ele aplaudido &#8211; ou vaiado? Quanto a Moro, a facilidade com que parece entortar suas convicções (aparentemente vergando lentamente sob o peso de Onyx e seus parças de governo&#8230;) tende a desfazer essa idolatria.</p>
<p>Em resumo: otimismo só é bom no começo. Mais um pouco, e ele acaba. Um pouco depois, ele vira o contrário.</p>
<p>PS &#8211; Ah, sim. Ricardo Vélez Rodríguez é realmente ótimo. Será melhor ainda quando for demitido, junto com o resto.</p>
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		Por: A.		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 09:23:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mestre Carlinhos: traçar um paralelo entre crianças aprendendo a cantar o hino nacional numa escola e o comportamento de adultos semi debiloides durante a &quot;execução&quot; do  hino  em estádios de futebol me pareceu um &quot;pouco demais&quot;!
Abração!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre Carlinhos: traçar um paralelo entre crianças aprendendo a cantar o hino nacional numa escola e o comportamento de adultos semi debiloides durante a &#8220;execução&#8221; do  hino  em estádios de futebol me pareceu um &#8220;pouco demais&#8221;!<br />
Abração!</p>
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