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	Comentários sobre: Imunização coletiva. Por José Horta Manzano	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 19:29:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confesso que não sou apaixonado pela ideia de tomar picada. Talvez por ter sido picado por um enxame de vespas quando criança (com direito a choque anafilático e tudo), ainda me sinto meio incomodado com a ideia de uma receber uma agulha. Por óbvio, no entanto, já que não sou parte do &#039;rebanho&#039; dos zumbis que seguem o psicótico, tomei as duas doses daquela vacina britânica que, segundo os frequentadores do Cercadinho, deixa e gente em coma. Resultado: na 1ª dose, uma leve sensação de cansaço no dia seguinte, e só. Na 2º, absolutamente nada. Sequer uma dorzinha no braço.

Tenho a impressão de que o que motiva a população que não quer vacina - muita gente, no mundo inteiro -, se deve a uma ideia ainda difusa, mal definida, do que venha a ser a vacina. É de se notar que, nesse grupo &#039;antivax&#039;, quase ninguém se nega a tomar um antibiótico, um antirretroviral ou um antiprotozoário, por exemplo. A presença de partes isoladas e inócuas de vírus, ou os próprios vírus, devidamente inativados e também inócuos, ainda deixa muita gente em dúvida. Cidadãos comuns ainda têm medo, e o medo se espalha, naturalmente.

Só uma campanha de esclarecimento massiva, exaustiva, permanente, salvará de si mesmos esses ignorantes. Enquanto acreditarem em desinformações, continuarão a constituir um grupo de pessoas que porá a saúde pública em risco contínuo. Alguém dirá que tais campanhas informativas já existem, e que quem não aprendeu até agora, não aprenderá mais. E talvez seja verdade. Em todo caso, é conclusão que não pode guiar política pública em país nenhum. Assim, em nome da saúde pública, quem sabe deve oferecer conhecimento a quem não sabe. Ou isso, ou o &#039;rebanho&#039; (tão heterogêneo quanto possa se, e é!) adiará ad aeternum o desfecho da pandemia. A imunização coletiva mais eficiente é contra a informação de má qualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que não sou apaixonado pela ideia de tomar picada. Talvez por ter sido picado por um enxame de vespas quando criança (com direito a choque anafilático e tudo), ainda me sinto meio incomodado com a ideia de uma receber uma agulha. Por óbvio, no entanto, já que não sou parte do &#8216;rebanho&#8217; dos zumbis que seguem o psicótico, tomei as duas doses daquela vacina britânica que, segundo os frequentadores do Cercadinho, deixa e gente em coma. Resultado: na 1ª dose, uma leve sensação de cansaço no dia seguinte, e só. Na 2º, absolutamente nada. Sequer uma dorzinha no braço.</p>
<p>Tenho a impressão de que o que motiva a população que não quer vacina &#8211; muita gente, no mundo inteiro -, se deve a uma ideia ainda difusa, mal definida, do que venha a ser a vacina. É de se notar que, nesse grupo &#8216;antivax&#8217;, quase ninguém se nega a tomar um antibiótico, um antirretroviral ou um antiprotozoário, por exemplo. A presença de partes isoladas e inócuas de vírus, ou os próprios vírus, devidamente inativados e também inócuos, ainda deixa muita gente em dúvida. Cidadãos comuns ainda têm medo, e o medo se espalha, naturalmente.</p>
<p>Só uma campanha de esclarecimento massiva, exaustiva, permanente, salvará de si mesmos esses ignorantes. Enquanto acreditarem em desinformações, continuarão a constituir um grupo de pessoas que porá a saúde pública em risco contínuo. Alguém dirá que tais campanhas informativas já existem, e que quem não aprendeu até agora, não aprenderá mais. E talvez seja verdade. Em todo caso, é conclusão que não pode guiar política pública em país nenhum. Assim, em nome da saúde pública, quem sabe deve oferecer conhecimento a quem não sabe. Ou isso, ou o &#8216;rebanho&#8217; (tão heterogêneo quanto possa se, e é!) adiará ad aeternum o desfecho da pandemia. A imunização coletiva mais eficiente é contra a informação de má qualidade.</p>
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