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	Comentários sobre: A hora do vendaval. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
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					<description><![CDATA[Que Moro seja um narcisista irretocável, uma espécie de tipo weberiano ideal do conceito, todo mundo sabe. Que ambicione - desde que a notoriedade pública sorriu para ele - levar ao STF sua vaidade intelectual e moral, idem. Que tenha, a essa indicação ao STF, condicionado a ida ao Ministério da Justiça, pode até ser verdade, mas não creio que isso tenha ocorrido. Mais fácil é acreditar que o capitão o quis na campanha mais para envernizá-la, para expô-lo como selo de garantia, do que para qualquer coisa além desse uso instrumental. E, assim, o pacote MJ + STF, desde logo oferecido (que mais se poderia oferecer a Moro?), deve ter parecido aos olhos do reconhecido juiz de Primeira Instância um atrativo suficiente para tirá-lo daquilo que até então lhe servira de palco. Coisas da vaidade humana. E com a vantagem de ter sido ofertada pelo lado de lá, não imposta pelo de cá. Resta saber se foi um bom negócio - ou antes, para quem. Para o capitão, certamente foi. Elegeu-se, afinal. Quanto a Moro, claro que é bom para o país ter um sujeito como ele no cargo que exerce hoje (compare com os patetas da Educação, p.ex., e veja o quanto ele abrilhanta a máquina!), mas não sei se é tão boa assim, para ele, a troca que se revela cada vez menos recompensadora a quem tem se especializado em tomar bolas nas costas. Foram tantas as derrotas, algumas humilhantes (chegou a ser chamado, por Maia, de &#039;funcionário&#039; do capitão...), que doravante ficará mais fácil saber se sua vaidade é ou não irremovível: abandonará o barco conforme as derrotas se somarem, ou aguentará o tranco e o esculacho na esperança de virar mais um Super-Toga? No seu lugar, eu, pessoalmente, jamais trocaria a notoriedade consolidada pela Lava-Jato por essa que supostamente viria no governo de um bronco como esse aí se encontra. De que parecia muito melhor em Curitiba, afinal, alguém duvida? É ver o resto do jogo, e conferir o tamanho da goleada que ainda vai levar, para saber qual o real tamanho de sua vontade de subir na vida de pop-star jurídico. Provavelmente, já fez pelo governo o que dele o governo esperava. Que será que o governo ainda fará por ele - ou contra...? Pouco a pouco, Moro aprende que Guedes é o cara. O resto é tudo igual, e ele já é igual ao resto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que Moro seja um narcisista irretocável, uma espécie de tipo weberiano ideal do conceito, todo mundo sabe. Que ambicione &#8211; desde que a notoriedade pública sorriu para ele &#8211; levar ao STF sua vaidade intelectual e moral, idem. Que tenha, a essa indicação ao STF, condicionado a ida ao Ministério da Justiça, pode até ser verdade, mas não creio que isso tenha ocorrido. Mais fácil é acreditar que o capitão o quis na campanha mais para envernizá-la, para expô-lo como selo de garantia, do que para qualquer coisa além desse uso instrumental. E, assim, o pacote MJ + STF, desde logo oferecido (que mais se poderia oferecer a Moro?), deve ter parecido aos olhos do reconhecido juiz de Primeira Instância um atrativo suficiente para tirá-lo daquilo que até então lhe servira de palco. Coisas da vaidade humana. E com a vantagem de ter sido ofertada pelo lado de lá, não imposta pelo de cá. Resta saber se foi um bom negócio &#8211; ou antes, para quem. Para o capitão, certamente foi. Elegeu-se, afinal. Quanto a Moro, claro que é bom para o país ter um sujeito como ele no cargo que exerce hoje (compare com os patetas da Educação, p.ex., e veja o quanto ele abrilhanta a máquina!), mas não sei se é tão boa assim, para ele, a troca que se revela cada vez menos recompensadora a quem tem se especializado em tomar bolas nas costas. Foram tantas as derrotas, algumas humilhantes (chegou a ser chamado, por Maia, de &#8216;funcionário&#8217; do capitão&#8230;), que doravante ficará mais fácil saber se sua vaidade é ou não irremovível: abandonará o barco conforme as derrotas se somarem, ou aguentará o tranco e o esculacho na esperança de virar mais um Super-Toga? No seu lugar, eu, pessoalmente, jamais trocaria a notoriedade consolidada pela Lava-Jato por essa que supostamente viria no governo de um bronco como esse aí se encontra. De que parecia muito melhor em Curitiba, afinal, alguém duvida? É ver o resto do jogo, e conferir o tamanho da goleada que ainda vai levar, para saber qual o real tamanho de sua vontade de subir na vida de pop-star jurídico. Provavelmente, já fez pelo governo o que dele o governo esperava. Que será que o governo ainda fará por ele &#8211; ou contra&#8230;? Pouco a pouco, Moro aprende que Guedes é o cara. O resto é tudo igual, e ele já é igual ao resto.</p>
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