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	Comentários sobre: Cada quadrado no seu quadrado. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Aug 2019 15:05:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Manoel		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/27149-cada-quadrado-no-seu-quadrado-coluna-carlos-brickmann/#comment-44430</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manoel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 15:05:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carlinhos: para de olhar para dentro e olha um pouco para fora. O Brasil tem quase 60% do território coberto por florestas, e toda essa área preservada, de 4,9 milhões de quilômetros quadrados, é maior que a soma dos 28 países da União Europeia. O engenheiro agrônomo Alfredo José Barreto Luiz, pós-doutor em Sensoriamento Remoto pelo INPE, escreveu que o discurso sobre desmatamento brasileiro “é falacioso e ofusca outros grandes e mais urgentes problemas ambientais”, como falta de coleta e tratamento de esgoto. 
Mais: veja a falácia e os problemas reais! Alfredo José Barreto Luiz explica que 48,6% da população têm coleta de esgoto e apenas 40% são tratados. Isso, sim, afeta o ambiente.
Mais números: Dados do INPE mostram que 94% do Estado do Amazonas está preservado. No Amapá, também na Amazônia, chega a 99,6%.
Hipocrisia em números: Medita a palpitar sobre Amazônia, a Noruega tem mata em só 32% do território, sendo que metade foi plantada para exploração industrial.
Alemanha é vergonha em preservação: Restam à Alemanha menos de um terço do seu território ainda não desmatados. Na França, um pouco mais. Que vergonha.
Além de tudo são mal educados: As embaixadas da Alemanha, da França e da Noruega nem sequer agradeceram a generosa oferta do governo brasileiro para ajudar no reflorestamento dos seus territórios, que eles devastaram.
Claudio Humberto foi cirúrgico hoje. Presta atenção amigo. O mundo mudou! Te amo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlinhos: para de olhar para dentro e olha um pouco para fora. O Brasil tem quase 60% do território coberto por florestas, e toda essa área preservada, de 4,9 milhões de quilômetros quadrados, é maior que a soma dos 28 países da União Europeia. O engenheiro agrônomo Alfredo José Barreto Luiz, pós-doutor em Sensoriamento Remoto pelo INPE, escreveu que o discurso sobre desmatamento brasileiro “é falacioso e ofusca outros grandes e mais urgentes problemas ambientais”, como falta de coleta e tratamento de esgoto.<br />
Mais: veja a falácia e os problemas reais! Alfredo José Barreto Luiz explica que 48,6% da população têm coleta de esgoto e apenas 40% são tratados. Isso, sim, afeta o ambiente.<br />
Mais números: Dados do INPE mostram que 94% do Estado do Amazonas está preservado. No Amapá, também na Amazônia, chega a 99,6%.<br />
Hipocrisia em números: Medita a palpitar sobre Amazônia, a Noruega tem mata em só 32% do território, sendo que metade foi plantada para exploração industrial.<br />
Alemanha é vergonha em preservação: Restam à Alemanha menos de um terço do seu território ainda não desmatados. Na França, um pouco mais. Que vergonha.<br />
Além de tudo são mal educados: As embaixadas da Alemanha, da França e da Noruega nem sequer agradeceram a generosa oferta do governo brasileiro para ajudar no reflorestamento dos seus territórios, que eles devastaram.<br />
Claudio Humberto foi cirúrgico hoje. Presta atenção amigo. O mundo mudou! Te amo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: RedFox		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/27149-cada-quadrado-no-seu-quadrado-coluna-carlos-brickmann/#comment-44394</link>

		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 20:13:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#039;Retrato do Brasil&#039;
É inútil tentar nadar contra esse tsunami de informações distorcidas que a imprensa ajuda a disseminar (e é bem paga para fazê-lo), mas vá lá: a Selic, unanimidade demonizada pela esquerda e pela direita, não é e nem nunca foi o problema. Quem defende a Selic superbaixa, como é hoje, defende, sem saber, uma solução que não existe. Se baixar taxa básica de juros a níveis negativos, como é hoje, ajudasse a economia a andar pra frente, o mundo estaria surfando num crescimento sem precedentes. Nunca o mundo inteiro tivera, na média, juros básicos tão baixos quanto os praticados na última década. E, no entanto, vejam em que ponto estamos no quesito crescimento mundial. A única coisa para a qual a Selic baixa realmente serve é sacrificar o dinheirinho miúdo do assalariado que comete o crime de querer poupar o que sobra, quando sobra. Ninguém ganha mais com a Selic baixa do que aquele que faz preço, porque quem vende conta com a inutilidade forçada da prática de poupar que não mais compensa. Por outro lado, ninguém perde mais do que o infeliz que toma preço, ou seja, o consumidor assalariado que decide ir ao supermercado mais frequentemente e gastar mais, pois os preços tendem a aumentar enquanto a poupança derrete - a inflação maior que a correção do dinheiro investido torna a compra obrigatória. E depois reclamam que o Brasil é um dos países que menos poupam... Em tempo: alguém aí acha que a inflação é essa que nos contam?
Num ambiente assim, em que tudo que industriais e comerciantes querem é que as pessoas tirem o dinheiro de suas poupanças, para torná-lo consumo obrigatório, é natural que os bancos aumentem seus spreads com menos depósito à vista sob sua guarda. Imaginar que a queda da Selic diminui o spread bancário é tão inteligente quando achar que ajuda a economia a crescer. São duas mentiras, bem alimentadas, é óbvio, por quem quer que você tire seu dinheiro do bolso, mas não vai segurar você quando a sua poupança estiver zerada e você precisar dela pra ajeitar a vida. O problema é que o mesmo Estado que te força a gastar em vez de poupar não estará ao seu lado depois, para te garantir saúde, moradia, alimentação, bem-estar e mais tudo do que você necessitará. Estado que nada garante, como o nosso, comete um crime quando pratica juro negativo. As pessoas comuns precisam de seu dinheirinho suado para enfrentar a vida e as muitas incertezas que a idade, o desamparo e o próprio país lhes trazem. Os bancos, que se encontram entre essas tantas agruras possíveis que temos de enfrentar, apenas caminham por conta própria e fazem seus spreads como bem entendem. Abaixar o juro deles, não, isso ninguém pretende, ninguém faz, ninguém tenta. Ninguém é capitão o suficiente pra isso... Mais fácil é enfiar a mão no bolso do sujeito comum.
(PS. Se a Câmara não reagir, e dependermos apenas dos caprichos de sua majestade Paulo Guedes, preparem-se para o retorno triunfal de mais uma versão da cpmf - desta vez, ainda maior...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;Retrato do Brasil&#8217;<br />
É inútil tentar nadar contra esse tsunami de informações distorcidas que a imprensa ajuda a disseminar (e é bem paga para fazê-lo), mas vá lá: a Selic, unanimidade demonizada pela esquerda e pela direita, não é e nem nunca foi o problema. Quem defende a Selic superbaixa, como é hoje, defende, sem saber, uma solução que não existe. Se baixar taxa básica de juros a níveis negativos, como é hoje, ajudasse a economia a andar pra frente, o mundo estaria surfando num crescimento sem precedentes. Nunca o mundo inteiro tivera, na média, juros básicos tão baixos quanto os praticados na última década. E, no entanto, vejam em que ponto estamos no quesito crescimento mundial. A única coisa para a qual a Selic baixa realmente serve é sacrificar o dinheirinho miúdo do assalariado que comete o crime de querer poupar o que sobra, quando sobra. Ninguém ganha mais com a Selic baixa do que aquele que faz preço, porque quem vende conta com a inutilidade forçada da prática de poupar que não mais compensa. Por outro lado, ninguém perde mais do que o infeliz que toma preço, ou seja, o consumidor assalariado que decide ir ao supermercado mais frequentemente e gastar mais, pois os preços tendem a aumentar enquanto a poupança derrete &#8211; a inflação maior que a correção do dinheiro investido torna a compra obrigatória. E depois reclamam que o Brasil é um dos países que menos poupam&#8230; Em tempo: alguém aí acha que a inflação é essa que nos contam?<br />
Num ambiente assim, em que tudo que industriais e comerciantes querem é que as pessoas tirem o dinheiro de suas poupanças, para torná-lo consumo obrigatório, é natural que os bancos aumentem seus spreads com menos depósito à vista sob sua guarda. Imaginar que a queda da Selic diminui o spread bancário é tão inteligente quando achar que ajuda a economia a crescer. São duas mentiras, bem alimentadas, é óbvio, por quem quer que você tire seu dinheiro do bolso, mas não vai segurar você quando a sua poupança estiver zerada e você precisar dela pra ajeitar a vida. O problema é que o mesmo Estado que te força a gastar em vez de poupar não estará ao seu lado depois, para te garantir saúde, moradia, alimentação, bem-estar e mais tudo do que você necessitará. Estado que nada garante, como o nosso, comete um crime quando pratica juro negativo. As pessoas comuns precisam de seu dinheirinho suado para enfrentar a vida e as muitas incertezas que a idade, o desamparo e o próprio país lhes trazem. Os bancos, que se encontram entre essas tantas agruras possíveis que temos de enfrentar, apenas caminham por conta própria e fazem seus spreads como bem entendem. Abaixar o juro deles, não, isso ninguém pretende, ninguém faz, ninguém tenta. Ninguém é capitão o suficiente pra isso&#8230; Mais fácil é enfiar a mão no bolso do sujeito comum.<br />
(PS. Se a Câmara não reagir, e dependermos apenas dos caprichos de sua majestade Paulo Guedes, preparem-se para o retorno triunfal de mais uma versão da cpmf &#8211; desta vez, ainda maior&#8230;)</p>
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