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	Comentários sobre: Meu cargo, minha vida. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
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					<description><![CDATA[Moro. Alguém que já deu adeus ao PT há mais de uma década, como eu (que nele votei em 2002, e depois nunca mais), pode dizer na boa: torci muito pelo juiz que encarcerou o capo di tutti capi, mas infelizmente cedo me decepcionei com ele. Mais um narcisista. Embevecido pelo poder (que, de fato, nunca teve), vende a alma e esquece a consciência na pretensão de tê-lo um dia. Se tivesse traços de dignidade, não aceitaria o óbvio rebaixamento moral de participar do governo capitão. Se tivesse partículas microscópicas de vergonha na cara, pediria pra sair, depois que um celular dele revelou diálogos absolutamente inapropriados a um juiz. Se tivesse alguma honra, não meteria o rabo por entre as pernas diante das barbaridades que seu patrão perpetra em favor dos filhotes bárbaros. Se tivesse espelho em casa, encomendaria uma plástica. Das boas. Se um dia pareceu-se com a imagem dele propagandeada por aí, já não se parece mais. Hoje é apenas uma caricatura.

Em tempo: é fácil dizer que &quot;desmatar não é política de governo&quot;, mas convém relembrar que usar o poder da Presidência para conseguir a demissão do diretor do INPE (rara referência científica nacional respeitada no mundo), pareceu ser. O incentivo ao agronegócio mais devastador na região amazônica (desmatar para produzir a soja que alimentará o gado que pasta na área devastada próxima dali, como até os humoristas alemães já descobriram) é uma óbvia demonstração do apreço que o boçalzão que nos governa tem pela mata, pelo ambiente, pela natureza. Se entregar a política nacional de preservação ambiental aos caprichos da chamada bancada do boi não é política de governo, então é o quê?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moro. Alguém que já deu adeus ao PT há mais de uma década, como eu (que nele votei em 2002, e depois nunca mais), pode dizer na boa: torci muito pelo juiz que encarcerou o capo di tutti capi, mas infelizmente cedo me decepcionei com ele. Mais um narcisista. Embevecido pelo poder (que, de fato, nunca teve), vende a alma e esquece a consciência na pretensão de tê-lo um dia. Se tivesse traços de dignidade, não aceitaria o óbvio rebaixamento moral de participar do governo capitão. Se tivesse partículas microscópicas de vergonha na cara, pediria pra sair, depois que um celular dele revelou diálogos absolutamente inapropriados a um juiz. Se tivesse alguma honra, não meteria o rabo por entre as pernas diante das barbaridades que seu patrão perpetra em favor dos filhotes bárbaros. Se tivesse espelho em casa, encomendaria uma plástica. Das boas. Se um dia pareceu-se com a imagem dele propagandeada por aí, já não se parece mais. Hoje é apenas uma caricatura.</p>
<p>Em tempo: é fácil dizer que &#8220;desmatar não é política de governo&#8221;, mas convém relembrar que usar o poder da Presidência para conseguir a demissão do diretor do INPE (rara referência científica nacional respeitada no mundo), pareceu ser. O incentivo ao agronegócio mais devastador na região amazônica (desmatar para produzir a soja que alimentará o gado que pasta na área devastada próxima dali, como até os humoristas alemães já descobriram) é uma óbvia demonstração do apreço que o boçalzão que nos governa tem pela mata, pelo ambiente, pela natureza. Se entregar a política nacional de preservação ambiental aos caprichos da chamada bancada do boi não é política de governo, então é o quê?</p>
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