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	Comentários sobre: Vermelho Sangue Mulher. Por Marli Gonçalves	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		Por: Varlice Ramos		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Varlice Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Oct 2021 14:56:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com tristeza e desalento concordo com seu artigo. Uma vergonha o governo alegar que não tem dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com tristeza e desalento concordo com seu artigo. Uma vergonha o governo alegar que não tem dinheiro.</p>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Oct 2021 01:29:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito do artigo, Marli. Muito bem! Forte, vigoroso, justo. É reconfortante saber que você não acompanha tudo o que chumbo gordo publica. Dias atrás, num artigo aqui presente, alguém que não costumo ler deu-se o direito de escrever isto:

&quot;O debate envolve correntes que pregam de um lado a valorização do gestor público eficiente enquanto o outro lado enaltece a cultura assistencial populista como solução mais convincente perante o eleitorado. Entre um modelo e outro repousa a dúvida que nos persegue desde os anos 60 e permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade (..) sic.&quot;

Que bom que não é você escrevendo! Alguém precisa dizer (e você, com sua escrita, o faz) que políticas assistenciais - ou nossa &quot;cultura assistencial populista&quot;, como tristemente se lê ali - não se encontram entre aquilo que &quot;permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade&quot;! Bem ao contrário, políticas como a dessa distribuição de absorventes a mulheres pobres são legitimamente parte de uma cultura assistencial muito benvinda, necessária, nada populista, mas popular, como também o são as políticas para distribuição de alimentos, acesso a moradias, a gás, à eletricidade, etc., destinadas a gente muito pobre. Para além de quaisquer convicções políticas, ser humano implica viver assim, sabendo que outros humanos - não importa a cor, a origem, o estado econômico, a religião, ou a ausência dela - também têm direitos naturais e elementares, e ninguém, nem mesmo o &quot;gestor público eficiente&quot;, tem o direito de negá-los em nome de qualquer racionalidade econômica. O que &quot;permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade&quot; é, por isso mesmo, a avareza, a ignorância, a desumanidade, a crueldade de quem julga que o Estado jamais deve assistência a gente miserável que precisa implorar nos fundos dos açougues por uns pedaços de ossos que deem algum gosto ao caldinho com o qual tenta aplacar a fome. Isso parece justo? Parece justo que o Estado dê as costas a quem precisa de ossos??? Parece justo que o Brasil seja o maior exportador de alimentos do mundo quando milhões entre sua população precisam coletar comida no lixo para sobreviver? O que nos mantém longe da modernidade não é, pois, o povo pobre que depende do Estado para comer, ou ter higiene íntima decente, mas os milhões de dólares que os muito ricos - tipo Dr. Paulo Guedes ou Dr. Campos Neto, por exemplo - multiplicam em paraísos fiscais enquanto manejam, com o propósito e a técnica dos &quot;gestores eficientes&quot;, a destruição da economia nacional, e a dos pobres que, por acaso, vêm junto. O que mantém o Brasil cada vez mais longe da modernidade é o monstro coletivo de má-fé, ignorância e desumanidade que, com seus votos, instalou Bolsonaro naquela poltrona. E pode até dizer que sente vergonha dele agora, mas, se necessário, voltará a preferi-lo a qualquer candidato da esquerda. Anote aí.

Bem, é isso, Marli. Agradeço pelo espaço para o desabafo e pelo teu texto cheio de vida, de sangue quente e de necessária indignação. Diante desse espetáculo de desumanização que vivemos todos os dias, é bom saber que você se mantém entre nós, os que ainda preferimos as pessoas às coisas, a dignidade à economia-acima-de-tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do artigo, Marli. Muito bem! Forte, vigoroso, justo. É reconfortante saber que você não acompanha tudo o que chumbo gordo publica. Dias atrás, num artigo aqui presente, alguém que não costumo ler deu-se o direito de escrever isto:</p>
<p>&#8220;O debate envolve correntes que pregam de um lado a valorização do gestor público eficiente enquanto o outro lado enaltece a cultura assistencial populista como solução mais convincente perante o eleitorado. Entre um modelo e outro repousa a dúvida que nos persegue desde os anos 60 e permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade (..) sic.&#8221;</p>
<p>Que bom que não é você escrevendo! Alguém precisa dizer (e você, com sua escrita, o faz) que políticas assistenciais &#8211; ou nossa &#8220;cultura assistencial populista&#8221;, como tristemente se lê ali &#8211; não se encontram entre aquilo que &#8220;permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade&#8221;! Bem ao contrário, políticas como a dessa distribuição de absorventes a mulheres pobres são legitimamente parte de uma cultura assistencial muito benvinda, necessária, nada populista, mas popular, como também o são as políticas para distribuição de alimentos, acesso a moradias, a gás, à eletricidade, etc., destinadas a gente muito pobre. Para além de quaisquer convicções políticas, ser humano implica viver assim, sabendo que outros humanos &#8211; não importa a cor, a origem, o estado econômico, a religião, ou a ausência dela &#8211; também têm direitos naturais e elementares, e ninguém, nem mesmo o &#8220;gestor público eficiente&#8221;, tem o direito de negá-los em nome de qualquer racionalidade econômica. O que &#8220;permanece travando o ingresso do Brasil na modernidade&#8221; é, por isso mesmo, a avareza, a ignorância, a desumanidade, a crueldade de quem julga que o Estado jamais deve assistência a gente miserável que precisa implorar nos fundos dos açougues por uns pedaços de ossos que deem algum gosto ao caldinho com o qual tenta aplacar a fome. Isso parece justo? Parece justo que o Estado dê as costas a quem precisa de ossos??? Parece justo que o Brasil seja o maior exportador de alimentos do mundo quando milhões entre sua população precisam coletar comida no lixo para sobreviver? O que nos mantém longe da modernidade não é, pois, o povo pobre que depende do Estado para comer, ou ter higiene íntima decente, mas os milhões de dólares que os muito ricos &#8211; tipo Dr. Paulo Guedes ou Dr. Campos Neto, por exemplo &#8211; multiplicam em paraísos fiscais enquanto manejam, com o propósito e a técnica dos &#8220;gestores eficientes&#8221;, a destruição da economia nacional, e a dos pobres que, por acaso, vêm junto. O que mantém o Brasil cada vez mais longe da modernidade é o monstro coletivo de má-fé, ignorância e desumanidade que, com seus votos, instalou Bolsonaro naquela poltrona. E pode até dizer que sente vergonha dele agora, mas, se necessário, voltará a preferi-lo a qualquer candidato da esquerda. Anote aí.</p>
<p>Bem, é isso, Marli. Agradeço pelo espaço para o desabafo e pelo teu texto cheio de vida, de sangue quente e de necessária indignação. Diante desse espetáculo de desumanização que vivemos todos os dias, é bom saber que você se mantém entre nós, os que ainda preferimos as pessoas às coisas, a dignidade à economia-acima-de-tudo.</p>
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		Por: Famigerado		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/376597-vermelho-sangue-mulher-por-marli-goncalves/#comment-65154</link>

		<dc:creator><![CDATA[Famigerado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 22:05:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marli, queria lhe desejar boa noite, mas a indignação não me deixa ficar tranquilo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marli, queria lhe desejar boa noite, mas a indignação não me deixa ficar tranquilo.</p>
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