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	Comentários sobre: Dar de comer a quem tem fome. Coluna Carlos Brickmann	</title>
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		Por: RedFox		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RedFox]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 19:26:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Benvindo o tempo em que os liberais brasileiros mostram preocupação com aqueles muitos e muitos que, todos os dias, passam fome. The most superliberal Paulo Guedes, infelizmente, não acompanha o movimento. A fome continuará. É assim que um governo eficiente acaba com a pobreza - e o governo do capitão se especializou nessa arte. Falta apenas, aos nossos liberais, admitir que, sem um Estado forte e investidor, não se elimina a fome, pois esta não espera pelos frutos da economia liberal que produz distribuição de riqueza somente muito tempo depois do investimento estrutural - tempo demais para o famélico esperar, como se sabe. Para este, comida no prato tem de ser pra já, e só o imediato investimento do Estado é capaz de fazê-lo.

Em tempo: por autoridade, antecedência e cronologia, Zé Carioca não se &#039;veste igual&#039; a certo eleitor careca do capitão. É o exato contrário. Afinal, quem imita quem? Quem se beneficia com a comparação - e quem muito se prejudica com ela? E, já que estamos no universo Disney, torna-se necessário advertir: não se poderia inverter as coisas e dizer, por exemplo, que o Pateta se parece com o capitão. Essa inversão de sujeito e objeto constituiria apenas vitupério, ofensa e grave difamação arremessados contra o Pateta, pois este nunca planejou golpes contra a democracia, nunca se deu com torturadores, nunca elogiou ditadores, nunca praguejou contra a Justiça ou a desrespeitou, nunca chefiou milicianos, nunca atentou contra a vida alheia e a natureza, nunca ensejou ou facilitou a eliminação de desafetos (acabam de encontrar os restos mortais de mais dois...), nunca enriqueceu no usufruto de rachadinhas e congêneres, nunca foi causídico da misoginia, da homofobia, da demofobia, da brutalidade e a da truculência como métodos políticos; nunca governou com o propósito de destruir seu próprio país, nem arruinou a vida da metade mais pobre de sua população. Aliás, também nunca procriou filhos boçais para prorrogar seus infortúnios, desgraças e males diversos pelo mundo. Ou seja, respeito com o Zé Carioca e o Pateta. Se estes são torpemente imitados por alguém no mundinho capitão, por certo o são à revelia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Benvindo o tempo em que os liberais brasileiros mostram preocupação com aqueles muitos e muitos que, todos os dias, passam fome. The most superliberal Paulo Guedes, infelizmente, não acompanha o movimento. A fome continuará. É assim que um governo eficiente acaba com a pobreza &#8211; e o governo do capitão se especializou nessa arte. Falta apenas, aos nossos liberais, admitir que, sem um Estado forte e investidor, não se elimina a fome, pois esta não espera pelos frutos da economia liberal que produz distribuição de riqueza somente muito tempo depois do investimento estrutural &#8211; tempo demais para o famélico esperar, como se sabe. Para este, comida no prato tem de ser pra já, e só o imediato investimento do Estado é capaz de fazê-lo.</p>
<p>Em tempo: por autoridade, antecedência e cronologia, Zé Carioca não se &#8216;veste igual&#8217; a certo eleitor careca do capitão. É o exato contrário. Afinal, quem imita quem? Quem se beneficia com a comparação &#8211; e quem muito se prejudica com ela? E, já que estamos no universo Disney, torna-se necessário advertir: não se poderia inverter as coisas e dizer, por exemplo, que o Pateta se parece com o capitão. Essa inversão de sujeito e objeto constituiria apenas vitupério, ofensa e grave difamação arremessados contra o Pateta, pois este nunca planejou golpes contra a democracia, nunca se deu com torturadores, nunca elogiou ditadores, nunca praguejou contra a Justiça ou a desrespeitou, nunca chefiou milicianos, nunca atentou contra a vida alheia e a natureza, nunca ensejou ou facilitou a eliminação de desafetos (acabam de encontrar os restos mortais de mais dois&#8230;), nunca enriqueceu no usufruto de rachadinhas e congêneres, nunca foi causídico da misoginia, da homofobia, da demofobia, da brutalidade e a da truculência como métodos políticos; nunca governou com o propósito de destruir seu próprio país, nem arruinou a vida da metade mais pobre de sua população. Aliás, também nunca procriou filhos boçais para prorrogar seus infortúnios, desgraças e males diversos pelo mundo. Ou seja, respeito com o Zé Carioca e o Pateta. Se estes são torpemente imitados por alguém no mundinho capitão, por certo o são à revelia.</p>
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