Na minha família, costuma-se dizer que “Fulano virou no túmulo” quando alguém que tenha tido ligação com pessoas muito competentes que partiram desta pra melhor faz uma besteira, seja parente ou “colaborador” – hoje em dia não existem mais empregados ou funcionários, as relações trabalhistas continuam péssimas, mas a denominação é uma graça. Fico pensando nos primeiros Mesquita se vissem no que se transformou o jornal O Estado de S. Paulo, antes um modelo de qualidade do qual se orgulhavam e hoje nem sombra do que foi.
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