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	Comentários sobre: Anatomia de um choque	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: A César o que é de César - Chumbo Gordo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A César o que é de César - Chumbo Gordo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 06:08:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] atribuindo o aumento da inflação a um mal definido “choque internacional de oferta” (que teve o mau gosto de afetar apenas o Brasil, poupando países como Chile, Peru, ou Colômbia), o Banco Central parece ter finalmente acordado para o problema. Se não ainda para lidar com ele, [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] atribuindo o aumento da inflação a um mal definido “choque internacional de oferta” (que teve o mau gosto de afetar apenas o Brasil, poupando países como Chile, Peru, ou Colômbia), o Banco Central parece ter finalmente acordado para o problema. Se não ainda para lidar com ele, [&#8230;]</p>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2012 22:07:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (03/11/2012 às 11:21),&lt;br /&gt;Reconhecendo que a perda de prestígio da libra, que no século XIX, como você implicitamente lembrou, foi a moeda do império, retira dela qualquer relevância para a escolher como moeda de referência, vale bem utilizar a situação da Inglaterra em 1992, para avaliar a decisão do governo brasileiro de fazer uma desvalorização do real 20 anos depois. Em 2011, o real girou por volta de 1,6 e agora gira por volta de 2,05 representando uma desvalorização de cerca de 25%. &lt;br /&gt;Para a comparação desses dois momentos com vinte anos de diferença, apesar das diferenças entre Brasil e Inglaterra que se revelam especialmente na diferença da renda per capita quatro vezes maior na Inglaterra, vale transcrever uma análise que Affonso Celso Pastore faz da desvalorização da libra em 1992. Diz Affonso Celso Pastore no artigo &lt;b&gt;“O Brasil e a crise do Sudeste Asiático”&lt;/b&gt; publicado no jornal &#034;O Estado de S. Paulo” de 25-01-98, pp. B6:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“E, é essa componente de &#034;profecia auto-realizável&#034; que perturba as análises sobre as perspectivas da economia brasileira. Em 1992, a Inglaterra sofreu um ataque especulativo e desvalorizou a libra. Sua decisão, longe de ser irracional, atendeu aos melhores interesses do povo inglês e ocorreu como uma profecia auto-realizada. Suas reservas estavam em equilíbrio, o mesmo acontecendo com sua taxa cambial, mas ela estava em recessão. Os especuladores sabiam que se ela fosse atacada teria que escolher entre a elevação da taxa de juros, aprofundando a recessão para defender a libra, ou a desvalorização. Dada a recessão, as conseqüências inflacionárias da desvalorização seriam muito pequenas e como a defesa da libra impunha a elevação das taxas de juros aprofundaria a recessão. Era mais racional desvalorizar do que elevar os juros, porque a desvalorização traria, em adição, alguma recuperação da atividade econômica”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Lendo essa passagem do artigo &lt;b&gt;“O Brasil e a crise do Sudeste Asiático”&lt;/b&gt; de Affonso Celso Pastore, fica-se com a impressão que o governo de Dilma Rousseff antecipadamente desvalorizou a moeda para evitar ataque especulativo semelhante ao sofrido pela Inglaterra em 1992, ainda que o modelo do câmbio flutuante que até recentemente existia no Brasil, não existisse quando do artigo de Afonso Celso Pastore.&lt;br /&gt;De todo modo essa diferença de vinte anos é menor do que a que o Brasil necessitaria, se crescesse a um ritmo mais acentuado, para vir a ter uma renda per capita igual à inglesa. Enfim, se crescêssemos mais de quatro vezes poderíamos considerar a Inglaterra como um nosso par e ai seria mais fácil avaliar se as políticas de juros ou monetárias ou cambiais são iguais ou diferentes e se são iguais ou diferentes os efeitos dessas políticas nos dois países vistos como pares.&lt;br /&gt;Assim, parece-me que você esteve realmente correto em não tomar a Inglaterra como nosso par e sim o Chile, a Colômbia e o Peru.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 10/11/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (03/11/2012 às 11:21),<br />Reconhecendo que a perda de prestígio da libra, que no século XIX, como você implicitamente lembrou, foi a moeda do império, retira dela qualquer relevância para a escolher como moeda de referência, vale bem utilizar a situação da Inglaterra em 1992, para avaliar a decisão do governo brasileiro de fazer uma desvalorização do real 20 anos depois. Em 2011, o real girou por volta de 1,6 e agora gira por volta de 2,05 representando uma desvalorização de cerca de 25%. <br />Para a comparação desses dois momentos com vinte anos de diferença, apesar das diferenças entre Brasil e Inglaterra que se revelam especialmente na diferença da renda per capita quatro vezes maior na Inglaterra, vale transcrever uma análise que Affonso Celso Pastore faz da desvalorização da libra em 1992. Diz Affonso Celso Pastore no artigo <b>“O Brasil e a crise do Sudeste Asiático”</b> publicado no jornal &quot;O Estado de S. Paulo” de 25-01-98, pp. B6:<br /><i>“E, é essa componente de &quot;profecia auto-realizável&quot; que perturba as análises sobre as perspectivas da economia brasileira. Em 1992, a Inglaterra sofreu um ataque especulativo e desvalorizou a libra. Sua decisão, longe de ser irracional, atendeu aos melhores interesses do povo inglês e ocorreu como uma profecia auto-realizada. Suas reservas estavam em equilíbrio, o mesmo acontecendo com sua taxa cambial, mas ela estava em recessão. Os especuladores sabiam que se ela fosse atacada teria que escolher entre a elevação da taxa de juros, aprofundando a recessão para defender a libra, ou a desvalorização. Dada a recessão, as conseqüências inflacionárias da desvalorização seriam muito pequenas e como a defesa da libra impunha a elevação das taxas de juros aprofundaria a recessão. Era mais racional desvalorizar do que elevar os juros, porque a desvalorização traria, em adição, alguma recuperação da atividade econômica”.</i><br />Lendo essa passagem do artigo <b>“O Brasil e a crise do Sudeste Asiático”</b> de Affonso Celso Pastore, fica-se com a impressão que o governo de Dilma Rousseff antecipadamente desvalorizou a moeda para evitar ataque especulativo semelhante ao sofrido pela Inglaterra em 1992, ainda que o modelo do câmbio flutuante que até recentemente existia no Brasil, não existisse quando do artigo de Afonso Celso Pastore.<br />De todo modo essa diferença de vinte anos é menor do que a que o Brasil necessitaria, se crescesse a um ritmo mais acentuado, para vir a ter uma renda per capita igual à inglesa. Enfim, se crescêssemos mais de quatro vezes poderíamos considerar a Inglaterra como um nosso par e ai seria mais fácil avaliar se as políticas de juros ou monetárias ou cambiais são iguais ou diferentes e se são iguais ou diferentes os efeitos dessas políticas nos dois países vistos como pares.<br />Assim, parece-me que você esteve realmente correto em não tomar a Inglaterra como nosso par e sim o Chile, a Colômbia e o Peru.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 10/11/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2012 21:58:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (03/11/2012 às 11:21),&lt;br /&gt;Você tem razão em não querer usar como referência uma moeda que perdeu todo o seu poder imperial há mais de um século.&lt;br /&gt;Realmente eu errei em dar importância à coincidência de Brasil e Inglaterra, que têm PIB parecidos, adotarem o regime de metas de inflação. Coincidência que, embora com uma defasagem de 7 anos, teve origem semelhante, pois o regime de metas foi implantado na Inglaterra logo depois da crise da libra de 1992 em que se teve uma desvalorização e no Brasil, em 1999, logo após a desvalorização destrambelhada do real.&lt;br /&gt;O mais interessante no meu erro em indicar a libra como moeda de referência foi que ao indicar a libra em razão de a Inglaterra adotar o Regime de Metas de Inflação eu estava dando relevância a um modelo que nada indica que seja tão relevante assim. Modelo que apesar de todo o avanço teórico que ele representaria vem sendo fustigado de todos os lados. É o que se vê, por exemplo, no texto &lt;b&gt;“Inflation Targeting is Dead”&lt;/b&gt; de 14/06/2012 e que pode ser visto no link mostrado a seguir:&lt;br /&gt;http://economistsview.typepad.com/economistsview/2012/06/inflation-targeting-is-dead.html&lt;br /&gt;Ou matéria na revista Businessweek que trata de declaração de Virabongsa do Banco da Thailand e que foi intitulada &lt;b&gt;“Bank of Thailand’s Virabongsa Says Inflation Target Ineffective”&lt;/b&gt; e aparecida em 07/08/2012. O endereço da matéria é:&lt;br /&gt;http://www.businessweek.com/news/2012-08-07/bank-of-thailand-s-virabongsa-says-inflation-target-ineffective&lt;br /&gt;Aliás junto ao post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, de quarta-feira, 19/09/2012 e de sua lavra, em resposta que eu envio 20/09/2012 às 21:25 para o comentário de “O” Anônimo enviado 20/09/2012 às 19:58, eu implicitamente refiro a esta perda de prestígio da libra como uma razão para a adoção do Regime de Metas de Inflação. Lá eu disse:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Como a Inglaterra ia partir para uma situação bastante difícil de concorrência com o dólar de um lado e o euro que ia nascer de outro e tinha vindo de uma série crise no câmbio, eu imaginei que o regime de metas fora uma forma de ela assegurar um lucro um pouco acima do que a Europa e os Estados Unidos iriam oferecer”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Então é isso, a Inglaterra adotou o Regime de Metas de Inflação porque viu no mecanismo uma boa forma de atrair capital externo oferecendo um juro ligeiramente acima dos outros juros de mercado e porque sabia que a sua moeda já não era mais a mesma moeda que imperou no século XIX. Além disso, a Inglaterra copiando a Nova Zelândia reverenciava um filho dela. Enquanto o Brasil e os seus pares na América do Sul copiaram por saber que suas moedas nunca valeram grande coisa.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 10/11/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (03/11/2012 às 11:21),<br />Você tem razão em não querer usar como referência uma moeda que perdeu todo o seu poder imperial há mais de um século.<br />Realmente eu errei em dar importância à coincidência de Brasil e Inglaterra, que têm PIB parecidos, adotarem o regime de metas de inflação. Coincidência que, embora com uma defasagem de 7 anos, teve origem semelhante, pois o regime de metas foi implantado na Inglaterra logo depois da crise da libra de 1992 em que se teve uma desvalorização e no Brasil, em 1999, logo após a desvalorização destrambelhada do real.<br />O mais interessante no meu erro em indicar a libra como moeda de referência foi que ao indicar a libra em razão de a Inglaterra adotar o Regime de Metas de Inflação eu estava dando relevância a um modelo que nada indica que seja tão relevante assim. Modelo que apesar de todo o avanço teórico que ele representaria vem sendo fustigado de todos os lados. É o que se vê, por exemplo, no texto <b>“Inflation Targeting is Dead”</b> de 14/06/2012 e que pode ser visto no link mostrado a seguir:<br /><a href="http://economistsview.typepad.com/economistsview/2012/06/inflation-targeting-is-dead.html" rel="nofollow ugc">http://economistsview.typepad.com/economistsview/2012/06/inflation-targeting-is-dead.html</a><br />Ou matéria na revista Businessweek que trata de declaração de Virabongsa do Banco da Thailand e que foi intitulada <b>“Bank of Thailand’s Virabongsa Says Inflation Target Ineffective”</b> e aparecida em 07/08/2012. O endereço da matéria é:<br /><a href="http://www.businessweek.com/news/2012-08-07/bank-of-thailand-s-virabongsa-says-inflation-target-ineffective" rel="nofollow ugc">http://www.businessweek.com/news/2012-08-07/bank-of-thailand-s-virabongsa-says-inflation-target-ineffective</a><br />Aliás junto ao post <i><b>“Tem, mas acabou”</b></i>, de quarta-feira, 19/09/2012 e de sua lavra, em resposta que eu envio 20/09/2012 às 21:25 para o comentário de “O” Anônimo enviado 20/09/2012 às 19:58, eu implicitamente refiro a esta perda de prestígio da libra como uma razão para a adoção do Regime de Metas de Inflação. Lá eu disse:<br /><i>“Como a Inglaterra ia partir para uma situação bastante difícil de concorrência com o dólar de um lado e o euro que ia nascer de outro e tinha vindo de uma série crise no câmbio, eu imaginei que o regime de metas fora uma forma de ela assegurar um lucro um pouco acima do que a Europa e os Estados Unidos iriam oferecer”.</i><br />Então é isso, a Inglaterra adotou o Regime de Metas de Inflação porque viu no mecanismo uma boa forma de atrair capital externo oferecendo um juro ligeiramente acima dos outros juros de mercado e porque sabia que a sua moeda já não era mais a mesma moeda que imperou no século XIX. Além disso, a Inglaterra copiando a Nova Zelândia reverenciava um filho dela. Enquanto o Brasil e os seus pares na América do Sul copiaram por saber que suas moedas nunca valeram grande coisa.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 10/11/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20512</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 22:32:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;De novo: fato não é o que você imagina, mas o que ocorre&#034; &lt;br /&gt;Essa é a definição do pensamento do keynesiano. Ele nao analisa os fatos, mas o que tem &#034;lógica&#034;. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;De novo: fato não é o que você imagina, mas o que ocorre&quot; <br />Essa é a definição do pensamento do keynesiano. Ele nao analisa os fatos, mas o que tem &quot;lógica&quot;. </p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20493</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 02:20:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A versão para colorir já prova que o aumento de preço de commodities aumenta a renda do exportador líquido. Prove que não e conversamos, ou está com preguicinha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A versão para colorir já prova que o aumento de preço de commodities aumenta a renda do exportador líquido. Prove que não e conversamos, ou está com preguicinha?</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20492</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 02:18:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desculpe, mas sua versao para colorir eh a grande prova final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, ignoremos as questoes complexas, afinal elas dao preguiiiiica ne?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe, mas sua versao para colorir eh a grande prova final?</p>
<p>Ok, ignoremos as questoes complexas, afinal elas dao preguiiiiica ne?</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20491</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 23:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;E mais, aula basica de macroeconomia: o gasto determina a renda, de maneira simultanea e na mesma magnitude. &#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpe: já foi provado (2 de novembro de 2012 18:52) que a renda aumenta com a melhora dos termos de troca. Se quiser continuar a discussão vai ter que provar o contrário...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;E mais, aula basica de macroeconomia: o gasto determina a renda, de maneira simultanea e na mesma magnitude. &quot;</p>
<p>Desculpe: já foi provado (2 de novembro de 2012 18:52) que a renda aumenta com a melhora dos termos de troca. Se quiser continuar a discussão vai ter que provar o contrário&#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20490</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 21:35:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;A questão era se o aumento de preços de commodities aumenta a renda do país que é exportador líquido de commodities...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdoe-me Alexandre, mas ha que se considerar o movimento com um todo, senao, isto sim, seria ad-hoc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, aula basica de macroeconomia: o gasto determina a renda, de maneira simultanea e na mesma magnitude. Desconsiderar isto eh, alem de ad-hoc, errado! Simplesmente errado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre,</p>
<p>&quot;A questão era se o aumento de preços de commodities aumenta a renda do país que é exportador líquido de commodities&#8230;&quot;</p>
<p>Perdoe-me Alexandre, mas ha que se considerar o movimento com um todo, senao, isto sim, seria ad-hoc.</p>
<p>E mais, aula basica de macroeconomia: o gasto determina a renda, de maneira simultanea e na mesma magnitude. Desconsiderar isto eh, alem de ad-hoc, errado! Simplesmente errado!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20489</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 21:31:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;isto dito, so o ganho for percebido como permanente (ou persistente) a maior parte será gasta pelo fazendeiro; senão não (sinais trocados para o consumidor). Tentar colocar o problema em torno de &#034;propensões marginais a consumir&#034; é ad hoc e deixa de lado toda teoria de consumo.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHU]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;isto dito, so o ganho for percebido como permanente (ou persistente) a maior parte será gasta pelo fazendeiro; senão não (sinais trocados para o consumidor). Tentar colocar o problema em torno de &quot;propensões marginais a consumir&quot; é ad hoc e deixa de lado toda teoria de consumo.&quot;</p>
<p>AHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHU</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20488</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 17:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Alexandre, ha que se comparar o gasto dos fazendeiros vis a vis o gasto dos demais agentes, ou melhor, o quanto se eleva o gasto do primeiro diante do que se reduz o gasto do segundo.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é outra discussão; a questão era se o aumento de preços de commodities aumenta a &lt;b&gt;&lt;i&gt;renda&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; do país que é exportador líquido de commodities...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;isto dito, so o ganho for percebido como permanente (ou persistente) a maior parte será gasta pelo fazendeiro; senão não (sinais trocados para o consumidor). Tentar colocar o problema em torno de &#034;propensões marginais a consumir&#034; é &lt;i&gt;ad hoc&lt;/i&gt; e deixa de lado toda teoria de consumo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Alexandre, ha que se comparar o gasto dos fazendeiros vis a vis o gasto dos demais agentes, ou melhor, o quanto se eleva o gasto do primeiro diante do que se reduz o gasto do segundo.&quot;</p>
<p>Esta é outra discussão; a questão era se o aumento de preços de commodities aumenta a <b><i>renda</i></b> do país que é exportador líquido de commodities&#8230;</p>
<p>isto dito, so o ganho for percebido como permanente (ou persistente) a maior parte será gasta pelo fazendeiro; senão não (sinais trocados para o consumidor). Tentar colocar o problema em torno de &quot;propensões marginais a consumir&quot; é <i>ad hoc</i> e deixa de lado toda teoria de consumo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20487</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 16:51:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem entrevista do Tombini na Zero Hora dominical.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem entrevista do Tombini na Zero Hora dominical.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20486</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 14:43:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom livro Lectures on International Trade, do Bhagwati-Panagariya-Srinivasan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A must-have]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom livro Lectures on International Trade, do Bhagwati-Panagariya-Srinivasan.</p>
<p>A must-have</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20485</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 05:22:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Produzimos 100, consumimos: 20; exportamos 80 (seria desnecessário explicitar as exportações, mas, com um Jumento de Ouro TM nunca se sabe. O preço é $ 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço vai a $ 2: o produtor ganha $ 100 adicionais, mas o consumidor agora paga $ 20 a mais. Será que o ganho do produtor supera a perda do consumidor? Não sei, não sei, quanta incerteza, oh, quanta incerteza...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre, ha que se comparar o gasto dos fazendeiros vis a vis o gasto dos demais agentes, ou melhor, o quanto se eleva o gasto do primeiro diante do que se reduz o gasto do segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussao eh em termos de gasto e nao de ganhos e perdas. Nesse caso, de fato, estaria em disputa o jumento de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que a propensao a consumir dos grandes fazendeiros tende a ser inferior ao dos demais agentes, a questao torna-se mais complexa do que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soh pra esclarecer. Se nao foi isso que o cara quis dizer, elemerece mesmo o jumento de ouro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Produzimos 100, consumimos: 20; exportamos 80 (seria desnecessário explicitar as exportações, mas, com um Jumento de Ouro TM nunca se sabe. O preço é $ 1</p>
<p>O preço vai a $ 2: o produtor ganha $ 100 adicionais, mas o consumidor agora paga $ 20 a mais. Será que o ganho do produtor supera a perda do consumidor? Não sei, não sei, quanta incerteza, oh, quanta incerteza&#8230;&quot;</p>
<p>Alexandre, ha que se comparar o gasto dos fazendeiros vis a vis o gasto dos demais agentes, ou melhor, o quanto se eleva o gasto do primeiro diante do que se reduz o gasto do segundo.</p>
<p>A discussao eh em termos de gasto e nao de ganhos e perdas. Nesse caso, de fato, estaria em disputa o jumento de ouro.</p>
<p>Dado que a propensao a consumir dos grandes fazendeiros tende a ser inferior ao dos demais agentes, a questao torna-se mais complexa do que parece.</p>
<p>Soh pra esclarecer. Se nao foi isso que o cara quis dizer, elemerece mesmo o jumento de ouro&#8230;</p>
<p>abs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20484</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 00:05:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos o sujeito se identifica...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos o sujeito se identifica&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Oanonimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20483</link>

		<dc:creator><![CDATA[Oanonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 23:25:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eh no minimo bizarro que o Sr. Mendes de Oliveira tenha como primeiro nome Clever.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eh no minimo bizarro que o Sr. Mendes de Oliveira tenha como primeiro nome Clever.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20482</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 19:25:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que o melhor modelo a ser aplicado aqui seria um modelo Heckscher-Olhin dinâmico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o melhor modelo a ser aplicado aqui seria um modelo Heckscher-Olhin dinâmico.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: André Souza		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20481</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 18:02:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caralho, eu racho de rir aqui!hahaha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caralho, eu racho de rir aqui!hahaha</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20480</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 16:21:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Se você tivesse feito um esforço um pouco maior e escolhido a libra para acompanhar os preços das commodities, consolidaria um gráfico mais consistente e não haveria motivo para eu questionar sua argumentação &#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu vivesse no século XIX eu não teria um blog...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Se você tivesse feito um esforço um pouco maior e escolhido a libra para acompanhar os preços das commodities, consolidaria um gráfico mais consistente e não haveria motivo para eu questionar sua argumentação &quot;</p>
<p>Se eu vivesse no século XIX eu não teria um blog&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20479</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 04:58:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (02/11/2012 às 18:41),&lt;br /&gt;Se você tivesse feito um esforço um pouco maior e escolhido a libra para acompanhar os preços das commodities, consolidaria um gráfico mais consistente e não haveria motivo para eu questionar sua argumentação como fiz na frase que transcrevo a seguir:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&#034;Tratar Brasil, Colômbia, Peru e Chile como pares porque estes países adotam o regime de metas de inflação faz sentido, mas não justifica a presença dos Estados Unidos.&#034;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Se o quinto preço estivesse em libra então a sua comparação seria sobre a variação dos preços das commodities em cinco países com o Regime de Metas de Inflação, supondo teria sido só retórica o seu post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Além disso, você utilizaria o único país com PIB parecido com o Brasil que usa o Regime de Metas de Inflação. É claro, que ainda assim soaria estranho considerar o Reino Unido como par do Brasil. &lt;br /&gt;Aliás, um pouco desta idéia de semelhança deve-se fundar na visão são paulina ou corintiana da realidade brasileira. Com uma população de 41 milhões de habitantes, São Paulo parece com a Colômbia que tem uma população de 44 milhões, embora o PIB de São Paulo seja o dobro do da Colômbia. E a área de 244.820 Km2 do Reino Unido faz um são paulino ou corintiano de coração encher-se de brios e dizer nós somos maiores do que eles.&lt;br /&gt;Imaginar que a Inglaterra, uma ilha a poucos metros dos melhores e maiores estoques reguladores do mundo, possa ser comparada com o Brasil é idéia destrambelhada e talvez por isso você tenha preferido utilizar o dólar. Agora da próxima vez, em lugar de chamar o dólar de EUA, você o poderia chamar de Equador. Não tem Regime de Metas, seu PIB deve ser 3% do brasileiro, mas faz bem o perfil de país exportador de commodities. E parece que para muita gente ilustrada é só isso que conta.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 02/11/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (02/11/2012 às 18:41),<br />Se você tivesse feito um esforço um pouco maior e escolhido a libra para acompanhar os preços das commodities, consolidaria um gráfico mais consistente e não haveria motivo para eu questionar sua argumentação como fiz na frase que transcrevo a seguir:<br /><i>&quot;Tratar Brasil, Colômbia, Peru e Chile como pares porque estes países adotam o regime de metas de inflação faz sentido, mas não justifica a presença dos Estados Unidos.&quot;</i><br />Se o quinto preço estivesse em libra então a sua comparação seria sobre a variação dos preços das commodities em cinco países com o Regime de Metas de Inflação, supondo teria sido só retórica o seu post <i><b>“Tem, mas acabou”</b></i>.<br />Além disso, você utilizaria o único país com PIB parecido com o Brasil que usa o Regime de Metas de Inflação. É claro, que ainda assim soaria estranho considerar o Reino Unido como par do Brasil. <br />Aliás, um pouco desta idéia de semelhança deve-se fundar na visão são paulina ou corintiana da realidade brasileira. Com uma população de 41 milhões de habitantes, São Paulo parece com a Colômbia que tem uma população de 44 milhões, embora o PIB de São Paulo seja o dobro do da Colômbia. E a área de 244.820 Km2 do Reino Unido faz um são paulino ou corintiano de coração encher-se de brios e dizer nós somos maiores do que eles.<br />Imaginar que a Inglaterra, uma ilha a poucos metros dos melhores e maiores estoques reguladores do mundo, possa ser comparada com o Brasil é idéia destrambelhada e talvez por isso você tenha preferido utilizar o dólar. Agora da próxima vez, em lugar de chamar o dólar de EUA, você o poderia chamar de Equador. Não tem Regime de Metas, seu PIB deve ser 3% do brasileiro, mas faz bem o perfil de país exportador de commodities. E parece que para muita gente ilustrada é só isso que conta.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 02/11/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/anatomia-de-um-choque/#comment-20478</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 23:54:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/11/01/anatomia-de-um-choque/#comment-20478</guid>

					<description><![CDATA[&#034;Não seria aumento do preço internacional de commodities agrícolas .... tendem a elevar o nível geral de preços? &#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, só que tinha &#034;preço&#034; demais no parágrafo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Não seria aumento do preço internacional de commodities agrícolas &#8230;. tendem a elevar o nível geral de preços? &quot;</p>
<p>Sim, só que tinha &quot;preço&quot; demais no parágrafo.</p>
]]></content:encoded>
		
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