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	Comentários sobre: Cotas raciais. Por Meraldo Zisman	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: Dirce Gonçalves de Lima Beltrão		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/cotas-raciais-por-meraldo-zisman/#comment-43372</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dirce Gonçalves de Lima Beltrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2019 23:28:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dr. Meraldo Zisman, bom encontrá-lo por aqui...residi vários anos no Recife, trabalhando na SUDENE, inclusive...tive meu primogênito nessa cidade...recordo-me o carinho com que cuidou dele, ao nascer,  e me orientou, marinheira de primeira viagem...hoje ele é um lindo homem de cincoenta anos, advogado público, residindo em Curitiba...minhas homenagens pelo oportuno texto...abraços...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Meraldo Zisman, bom encontrá-lo por aqui&#8230;residi vários anos no Recife, trabalhando na SUDENE, inclusive&#8230;tive meu primogênito nessa cidade&#8230;recordo-me o carinho com que cuidou dele, ao nascer,  e me orientou, marinheira de primeira viagem&#8230;hoje ele é um lindo homem de cincoenta anos, advogado público, residindo em Curitiba&#8230;minhas homenagens pelo oportuno texto&#8230;abraços&#8230;</p>
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		Por: Marli Gonçalves		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/cotas-raciais-por-meraldo-zisman/#comment-43333</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marli Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 20:41:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.chumbogordo.com.br/cotas-raciais-por-meraldo-zisman/#comment-43332&quot;&gt;EMILIA SOARES DE SOUZA&lt;/a&gt;.

Obrigada, Emilia, Dr Meraldo adorará seu comentário]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.chumbogordo.com.br/cotas-raciais-por-meraldo-zisman/#comment-43332">EMILIA SOARES DE SOUZA</a>.</p>
<p>Obrigada, Emilia, Dr Meraldo adorará seu comentário</p>
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		<title>
		Por: EMILIA SOARES DE SOUZA		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/cotas-raciais-por-meraldo-zisman/#comment-43332</link>

		<dc:creator><![CDATA[EMILIA SOARES DE SOUZA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 19:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comoveu-me.
Compartilho suas saudades, não de seu pais (são sempre únicos para cada filho), mas de meu pai e de seus pais, que foram decisivos para que eu seja quem sou.
Não fui criada por minha mãe, mulata, não por preconceitos, mas porque ela decidiu seguir outra vida.
Meus avós paternos, em cuja casa nasci, cuidaram de mim. Jamais ouvi qualquer menção à cor de minha mãe. Ou à minha.
Fui interna em bons colégios e nunca percebi que não havia alunas negras. Nem que não havia freiras negras.
O tema não pertencia ao meu mundo de então. 
Única referência, quando casei, foi a sogra conversando à boca pequena com a mãe, quando cheguei da maternidade com minha primeira filha, morena como eu: não é tão negra como dizem... Na ocasião nem entendi porque minha vó paterna é tão morena como eu e nasceu em Portugal.
Com cinco filhos, precisei trabalhar. Trabalhei em bons jornais e jamais senti peso de cor... Advogo, ainda, e também não há o peso da cor. Há respeito pelo meu trabalho.  E, muitas vezes, sérios desafios.
A história de Chá Preto é linda. O preconceito da época vinha da ignorância em que o pobre era mantido.
Mas o preconceito, da forma que é hoje, é triste novidade para mim.
Até mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comoveu-me.<br />
Compartilho suas saudades, não de seu pais (são sempre únicos para cada filho), mas de meu pai e de seus pais, que foram decisivos para que eu seja quem sou.<br />
Não fui criada por minha mãe, mulata, não por preconceitos, mas porque ela decidiu seguir outra vida.<br />
Meus avós paternos, em cuja casa nasci, cuidaram de mim. Jamais ouvi qualquer menção à cor de minha mãe. Ou à minha.<br />
Fui interna em bons colégios e nunca percebi que não havia alunas negras. Nem que não havia freiras negras.<br />
O tema não pertencia ao meu mundo de então.<br />
Única referência, quando casei, foi a sogra conversando à boca pequena com a mãe, quando cheguei da maternidade com minha primeira filha, morena como eu: não é tão negra como dizem&#8230; Na ocasião nem entendi porque minha vó paterna é tão morena como eu e nasceu em Portugal.<br />
Com cinco filhos, precisei trabalhar. Trabalhei em bons jornais e jamais senti peso de cor&#8230; Advogo, ainda, e também não há o peso da cor. Há respeito pelo meu trabalho.  E, muitas vezes, sérios desafios.<br />
A história de Chá Preto é linda. O preconceito da época vinha da ignorância em que o pobre era mantido.<br />
Mas o preconceito, da forma que é hoje, é triste novidade para mim.<br />
Até mais.</p>
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