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	Comentários sobre: Desta vez não será diferente	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2013 21:36:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vergonha alheia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.fazenda.gov.br/portugues/documentos/2013/nota_a_imprensa_01072013.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vergonha alheia:</p>
<p><a href="http://www.fazenda.gov.br/portugues/documentos/2013/nota_a_imprensa_01072013.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.fazenda.gov.br/portugues/documentos/2013/nota_a_imprensa_01072013.pdf</a></p>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2013 14:09:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;...Aritmétca eleitoral de um manifestante: para ganhar eleição para presidente são necessários cerca de 60 milhões de votos:10 milhões de funcionários públicos +30milhões do bolsa família+ 20 milhões da turma do salário mínimo.Fácil não? Ou seja: o petismo vai continuar enquanto a situação econômica e social dessa turma permanecer estável e as alternativas forem percebidas como uma ameaça. E os outros 80 milhões de eleitores (30 não votam)? Estão ferrados. E o país? Idem. Moral da história: umas passeatas para pelo menos balançar essa inércia,com risco de piorar a la Argentina...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FALSO! Eleitor mediano explica o aumento das políticas distributivas (e vai aumentar mais). A oposição deve deixar claro que não mexerá nestas políticas (e mostrar que estas políticas nasceram no governo do PSDB com oposição forte do PT). O problema não são estas políticas e sim a super-fraqueza da oposição (o Serra falando que é mais lulla que a Dilma ou o Alckmin vestindo o macacão da Petrobrás é simplesmente ridículo!).&lt;br /&gt;Saudações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;&#8230;Aritmétca eleitoral de um manifestante: para ganhar eleição para presidente são necessários cerca de 60 milhões de votos:10 milhões de funcionários públicos +30milhões do bolsa família+ 20 milhões da turma do salário mínimo.Fácil não? Ou seja: o petismo vai continuar enquanto a situação econômica e social dessa turma permanecer estável e as alternativas forem percebidas como uma ameaça. E os outros 80 milhões de eleitores (30 não votam)? Estão ferrados. E o país? Idem. Moral da história: umas passeatas para pelo menos balançar essa inércia,com risco de piorar a la Argentina&#8230;&quot;</p>
<p>FALSO! Eleitor mediano explica o aumento das políticas distributivas (e vai aumentar mais). A oposição deve deixar claro que não mexerá nestas políticas (e mostrar que estas políticas nasceram no governo do PSDB com oposição forte do PT). O problema não são estas políticas e sim a super-fraqueza da oposição (o Serra falando que é mais lulla que a Dilma ou o Alckmin vestindo o macacão da Petrobrás é simplesmente ridículo!).<br />Saudações</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2013 14:06:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;...Quem comprou no auge entre 2010 e 2012 está f*dida (exceto aqueles subsidiados pelo MCMV) e é este o termo...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no caso da MCMV, também (e nós também)!!!! Como o programa funciona? Qualquer gerente da caixa pode aprovar um financiamento do MCMV com até 95% DE SUBSíDIO!!!! O devedor paga no máximo 50 reais por mês!!! Os projetos que estão saindo para os extremamente pobres são de péssima qualidade, lá longe mas, mesmo assim, seu metro quadrado É MAIS CARO QUE NO LEBLON, por exemplo. Por isto está acontecendo esta série de denúncias (imóveis péssimos e caríssimos) por aí!&lt;br /&gt;Saudações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;&#8230;Quem comprou no auge entre 2010 e 2012 está f*dida (exceto aqueles subsidiados pelo MCMV) e é este o termo&#8230;&quot;</p>
<p>Mas no caso da MCMV, também (e nós também)!!!! Como o programa funciona? Qualquer gerente da caixa pode aprovar um financiamento do MCMV com até 95% DE SUBSíDIO!!!! O devedor paga no máximo 50 reais por mês!!! Os projetos que estão saindo para os extremamente pobres são de péssima qualidade, lá longe mas, mesmo assim, seu metro quadrado É MAIS CARO QUE NO LEBLON, por exemplo. Por isto está acontecendo esta série de denúncias (imóveis péssimos e caríssimos) por aí!<br />Saudações</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 22:17:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Não poder provar a existência de bolha imobiliaria, não significa que ela não exista.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humm, e você pensou nisto sozinho ou só repetiu o que eu disse?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Não poder provar a existência de bolha imobiliaria, não significa que ela não exista.&quot;</p>
<p>Humm, e você pensou nisto sozinho ou só repetiu o que eu disse?</p>
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		<title>
		Por: André		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24627</link>

		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 22:05:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alex,  uma pergunta não necessariamente &#034;econômica&#034;, mas da área do Direito. Caso alguém daqui consiga responder também, fiquem à vontade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria possível obrigar as empresas de ônibus de São Paulo a abrirem capital, para evitar o efeito &#034;caixa preta&#034;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acho a solução de todos os males, até porque o vínculo entre concessionárias do serviço público/financiamento de campanhas não seria coibido (basta ver que a Camargo Corrêa e outras empreiteiras são das maiores doadoras do Alckmin, ao mesmo tempo que têm uma enorme participação no consórcio da Linha 4 do Metrô paulista), mas ao menos o inflacionamento e fraudes nas planilhas de orçamento ficariam mais difíceis, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alex,  uma pergunta não necessariamente &quot;econômica&quot;, mas da área do Direito. Caso alguém daqui consiga responder também, fiquem à vontade:</p>
<p>Não seria possível obrigar as empresas de ônibus de São Paulo a abrirem capital, para evitar o efeito &quot;caixa preta&quot;? </p>
<p>Não acho a solução de todos os males, até porque o vínculo entre concessionárias do serviço público/financiamento de campanhas não seria coibido (basta ver que a Camargo Corrêa e outras empreiteiras são das maiores doadoras do Alckmin, ao mesmo tempo que têm uma enorme participação no consórcio da Linha 4 do Metrô paulista), mas ao menos o inflacionamento e fraudes nas planilhas de orçamento ficariam mais difíceis, certo?</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 21:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não poder provar a existência de bolha imobiliaria, não significa que ela não exista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por 20 centavos ocorreu tamanho caos, imagina a situação da população endividada em 1/3 de sua renda pelos próximos 35 anos em juros+TR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem comprou no auge entre 2010 e 2012 está f*dida (exceto aqueles subsidiados pelo MCMV) e é este o termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se vc estudar os resultados de vendas do CRECI, o IFIX e o Imob fica óbvio que está havendo um ajuste nos preços agora em 2013 da ordem de até 15%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não poder provar a existência de bolha imobiliaria, não significa que ela não exista.</p>
<p>Se por 20 centavos ocorreu tamanho caos, imagina a situação da população endividada em 1/3 de sua renda pelos próximos 35 anos em juros+TR.</p>
<p>Quem comprou no auge entre 2010 e 2012 está f*dida (exceto aqueles subsidiados pelo MCMV) e é este o termo.</p>
<p>E se vc estudar os resultados de vendas do CRECI, o IFIX e o Imob fica óbvio que está havendo um ajuste nos preços agora em 2013 da ordem de até 15%.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24625</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 20:39:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao anônimo de 28 de junho de 2013 09:56.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou funcionário público do ministério da fazenda. Diria que por aqui no máximo uns 25% votariam no PT. Obviamente em outros ministérios como Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Trabalho, etc essa estatística deve ser bastante diferente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há esperança!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao anônimo de 28 de junho de 2013 09:56.</p>
<p>Sou funcionário público do ministério da fazenda. Diria que por aqui no máximo uns 25% votariam no PT. Obviamente em outros ministérios como Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Trabalho, etc essa estatística deve ser bastante diferente&#8230;</p>
<p>Há esperança!!!</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24622</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 17:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Confesso que os protestos me pegaram completamente de surpresa.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está é a confissão comum a todas as alas do pensamento político nacional. Surge &#034;ex nihilo&#034; uma explosão de insatisfação, e todos correm a dar &#034;suas&#034; explicações, festival de obviedades, malhadas na bigorna dos interesses classistas. E... a verdade, A VERDADE, distante, ali do lado, ri de todos com sua face esfíngica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Confesso que os protestos me pegaram completamente de surpresa.&quot;</p>
<p>Está é a confissão comum a todas as alas do pensamento político nacional. Surge &quot;ex nihilo&quot; uma explosão de insatisfação, e todos correm a dar &quot;suas&quot; explicações, festival de obviedades, malhadas na bigorna dos interesses classistas. E&#8230; a verdade, A VERDADE, distante, ali do lado, ri de todos com sua face esfíngica.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 15:56:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[  Aritmétca eleitoral de um manifestante: para ganhar eleição para presidente são necessários cerca de 60 milhões de votos:10 milhões de funcionários públicos +30milhões do bolsa família+ 20 milhões da turma do salário mínimo.Fácil não? Ou seja: o petismo vai continuar enquanto a situação econômica e social dessa turma permanecer estável  e as alternativas forem percebidas como uma ameaça. E os outros 80 milhões de eleitores (30 não votam)? Estão ferrados. E o país? Idem. Moral da história: umas passeatas para pelo menos balançar essa inércia,com risco de piorar a la Argentina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  Aritmétca eleitoral de um manifestante: para ganhar eleição para presidente são necessários cerca de 60 milhões de votos:10 milhões de funcionários públicos +30milhões do bolsa família+ 20 milhões da turma do salário mínimo.Fácil não? Ou seja: o petismo vai continuar enquanto a situação econômica e social dessa turma permanecer estável  e as alternativas forem percebidas como uma ameaça. E os outros 80 milhões de eleitores (30 não votam)? Estão ferrados. E o país? Idem. Moral da história: umas passeatas para pelo menos balançar essa inércia,com risco de piorar a la Argentina.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24620</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 06:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman,&lt;br /&gt;Vocês economistas certamente têm razão quando dizem que inflação é um fenômeno monetário. Afirmação que é válida tanto para tratar das causas da inflação como da manifestação dela. E vocês economistas são os que desenvolveram o instrumental para combater a inflação, ainda que se possa dizer que a inflação veio antes dos economistas e foi combatida com êxito por pessoas que não eram economistas.&lt;br /&gt;Só que quando se trata de falar sobre os efeitos da inflação, você que é um grande inimigo da inflação só tem a dizer o que eu transcrevi acima e volto a transcrever a seguir:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Concretamente, a capacidade de crescimento de um país independe da inflação ser 4,5%% ou 6,5%.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Enfim, vocês não conseguem expressar um efeito econômico preocupante da inflação que justificasse a defesa intransigente que você faz em prol de uma inflação baixa.&lt;br /&gt;E dou mais exemplos de situações que parecem indicar que a faixa que você apresentou pode ser mais alargada. Lembro então que depois que o FMI obrigou-nos a fazer a maxidesvalorização de março de 1983, houve uma retração no início, mas em 1984 o Brasil voltou a crescer e apresentou taxa de crescimento de 4% e em 1985 teve a mais alta taxa de crescimento desde então, 7,8%. E naquela época a inflação saltara dos 100% de 1980, 1981 e 1982 para 220% nos três anos seguintes.&lt;br /&gt;Taxa de inflação, entretanto, que levou comitiva de José Sarney a ser apedrejado no Rio de Janeiro. No período Fernando Henrique Cardoso reuniu com Leonel Brizola e na véspera do Plano Cruzado deu entrevista ao Jornal do Brasil falando cobras e lagartos do governo no qual ele tinha o cargo honorífico de líder do governo no Congresso Nacional. Na semana seguinte com os fiscais de José Sarney nas ruas, Fernando Henrique Cardoso passou a explicar o que ele havia dito na entrevista, principalmente dizendo que as pessoas tinham entendido errado o que ele dissera.&lt;br /&gt;A Colômbia com a inflação em torno de 30% ao ano foi provavelmente o país que mais cresceu na América Latina de 1970 a 2000. Exatamente o período que mais prosperou a guerrilha.&lt;br /&gt;Tudo que eu falei no meu primeiro comentário como neste segundo até aqui eu venho repetindo há muito tempo. E tudo que eu disse é no sentido de mostrar que em meu entendimento, vocês economistas não analisam a inflação pelo aspecto mais importante dela. A inflação é acima de tudo um problema político.&lt;br /&gt;E é improvável que atualmente os governantes no mundo todo não saibam disso. Um dos motivos da aceitação do Regime de Metas, apesar de críticas de economistas de renome como o Joseph Stiglitz (No link a seguir, depois de uma breve introdução de Katia Alves, há o artigo dele &lt;b&gt;&#034;A falência das metas de inflação&#034;&lt;/b&gt; publicado no jornal O Globo de sábado de 07/06/2008 http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/06/a-falencia-das-metas-de-inflacao/), foi a redução rápida da inflação que ela conseguiu nos países onde foi adotada. É do interesse do governo em contar com instrumento tão poderoso no combate a inflação. E o pior vai ser o uso cada vez mais político que os políticos vão fazer com o regime de metas de inflação. Os economistas ensinaram para os políticos que a inflação é um fenômeno monetário: suas causas e as manifestações desse fenômeno. E ensinaram como acabar com a inflação. Enfim, os políticos sabem como levar o bode para a sala e o que fazer para o retirar.&lt;br /&gt;E o interessante quando se lê um artigo como este seu reproduzido neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Desta vez não será diferente”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; é que o guru a quem se apela para resolver o problema do bode na sala é também quem apela.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 27/06/2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman,<br />Vocês economistas certamente têm razão quando dizem que inflação é um fenômeno monetário. Afirmação que é válida tanto para tratar das causas da inflação como da manifestação dela. E vocês economistas são os que desenvolveram o instrumental para combater a inflação, ainda que se possa dizer que a inflação veio antes dos economistas e foi combatida com êxito por pessoas que não eram economistas.<br />Só que quando se trata de falar sobre os efeitos da inflação, você que é um grande inimigo da inflação só tem a dizer o que eu transcrevi acima e volto a transcrever a seguir:<br /><i>“Concretamente, a capacidade de crescimento de um país independe da inflação ser 4,5%% ou 6,5%.”</i><br />Enfim, vocês não conseguem expressar um efeito econômico preocupante da inflação que justificasse a defesa intransigente que você faz em prol de uma inflação baixa.<br />E dou mais exemplos de situações que parecem indicar que a faixa que você apresentou pode ser mais alargada. Lembro então que depois que o FMI obrigou-nos a fazer a maxidesvalorização de março de 1983, houve uma retração no início, mas em 1984 o Brasil voltou a crescer e apresentou taxa de crescimento de 4% e em 1985 teve a mais alta taxa de crescimento desde então, 7,8%. E naquela época a inflação saltara dos 100% de 1980, 1981 e 1982 para 220% nos três anos seguintes.<br />Taxa de inflação, entretanto, que levou comitiva de José Sarney a ser apedrejado no Rio de Janeiro. No período Fernando Henrique Cardoso reuniu com Leonel Brizola e na véspera do Plano Cruzado deu entrevista ao Jornal do Brasil falando cobras e lagartos do governo no qual ele tinha o cargo honorífico de líder do governo no Congresso Nacional. Na semana seguinte com os fiscais de José Sarney nas ruas, Fernando Henrique Cardoso passou a explicar o que ele havia dito na entrevista, principalmente dizendo que as pessoas tinham entendido errado o que ele dissera.<br />A Colômbia com a inflação em torno de 30% ao ano foi provavelmente o país que mais cresceu na América Latina de 1970 a 2000. Exatamente o período que mais prosperou a guerrilha.<br />Tudo que eu falei no meu primeiro comentário como neste segundo até aqui eu venho repetindo há muito tempo. E tudo que eu disse é no sentido de mostrar que em meu entendimento, vocês economistas não analisam a inflação pelo aspecto mais importante dela. A inflação é acima de tudo um problema político.<br />E é improvável que atualmente os governantes no mundo todo não saibam disso. Um dos motivos da aceitação do Regime de Metas, apesar de críticas de economistas de renome como o Joseph Stiglitz (No link a seguir, depois de uma breve introdução de Katia Alves, há o artigo dele <b>&quot;A falência das metas de inflação&quot;</b> publicado no jornal O Globo de sábado de 07/06/2008 <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/06/a-falencia-das-metas-de-inflacao/" rel="nofollow ugc">http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/06/a-falencia-das-metas-de-inflacao/</a>), foi a redução rápida da inflação que ela conseguiu nos países onde foi adotada. É do interesse do governo em contar com instrumento tão poderoso no combate a inflação. E o pior vai ser o uso cada vez mais político que os políticos vão fazer com o regime de metas de inflação. Os economistas ensinaram para os políticos que a inflação é um fenômeno monetário: suas causas e as manifestações desse fenômeno. E ensinaram como acabar com a inflação. Enfim, os políticos sabem como levar o bode para a sala e o que fazer para o retirar.<br />E o interessante quando se lê um artigo como este seu reproduzido neste post <i><b>“Desta vez não será diferente”</b></i> é que o guru a quem se apela para resolver o problema do bode na sala é também quem apela.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 27/06/2013</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24619</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 05:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre,&lt;br /&gt;assisti o jornal da cultura hoje e gostei bastante da sua participação. Gostaria, entretanto, de comentar um tema: a existência ou não de bolha imobiliária.&lt;br /&gt;Recentemente li algumas opiniões a favor da existência e outras contra. Um estudo interessante foi o elaborado pelo Adolfo Sachida, do IPEA. Também achei interessantes os estudos do Samy Dana, da FGV. Esses dois alertam para a existência de bolha.&lt;br /&gt;O Ricardo Amorim, quando fala que não tem bolha, se apoia muito na baixa relação crédito/pib. Acontece que tomar essa medida no Brasil não se afigura correta por causa, entre outros fatores, da baixa bancarização. Quem não tem conta em banco não pode pegar financiamento.&lt;br /&gt;Outro fator que não pode ser esquecido é a tal venda na planta. Que eu saiba, na maioria dos outros países não existe essa modalidade de compra. O que acontece aqui é que a tal venda na planta, embora seja uma forma de financiamento, não entra na estatística oficial. Só vai entrar quando, após a entrega das chaves, o comprador pegar o financiamento no banco. Então, como o boom da construção. Então, essa relação crédito/pib pode sofrer um certo delay.&lt;br /&gt;Sobre o que você falou, da relação entre o preço do aluguel e a compra do imóvel, interessante observar que hoje o aluguel fica em torno de 0,3% do valor do imóvel. Ou seja, não há vantagem na compra. Melhor alugar.&lt;br /&gt;Enfim, são algumas ponderações que faço. Sugiro aprofundar esse tema em seus artigos.&lt;br /&gt;Abraço&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre,<br />assisti o jornal da cultura hoje e gostei bastante da sua participação. Gostaria, entretanto, de comentar um tema: a existência ou não de bolha imobiliária.<br />Recentemente li algumas opiniões a favor da existência e outras contra. Um estudo interessante foi o elaborado pelo Adolfo Sachida, do IPEA. Também achei interessantes os estudos do Samy Dana, da FGV. Esses dois alertam para a existência de bolha.<br />O Ricardo Amorim, quando fala que não tem bolha, se apoia muito na baixa relação crédito/pib. Acontece que tomar essa medida no Brasil não se afigura correta por causa, entre outros fatores, da baixa bancarização. Quem não tem conta em banco não pode pegar financiamento.<br />Outro fator que não pode ser esquecido é a tal venda na planta. Que eu saiba, na maioria dos outros países não existe essa modalidade de compra. O que acontece aqui é que a tal venda na planta, embora seja uma forma de financiamento, não entra na estatística oficial. Só vai entrar quando, após a entrega das chaves, o comprador pegar o financiamento no banco. Então, como o boom da construção. Então, essa relação crédito/pib pode sofrer um certo delay.<br />Sobre o que você falou, da relação entre o preço do aluguel e a compra do imóvel, interessante observar que hoje o aluguel fica em torno de 0,3% do valor do imóvel. Ou seja, não há vantagem na compra. Melhor alugar.<br />Enfim, são algumas ponderações que faço. Sugiro aprofundar esse tema em seus artigos.<br />Abraço</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 05:01:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman,&lt;br /&gt;Há mais tempo comparei o livro de memórias de Roberto Campos “A lanterna na popa” e o de Alan Greenspan. “A era da turbulência”. Apesar de quase quinze anos de diferença na leitura, pesando em minha avaliação, penso que mais apreendi com o livro de Roberto Campos. Informação de todo tipo brotavam no livro de Roberto Campos como a que eu gosto de contar quando bebendo com amigos em barzinho sobre o modelo de cálculo do PIB de um país feito por Roberto Campos indo no sanitário de um restaurante do país. Na época eu começava a perceber uma melhoria nos sanitários dos barzinhos de Belo Horizonte, mesmos os de periferia.&lt;br /&gt;Outra informação interessante e para mim muito útil que eu lembro foi a avaliação que Chiang Kai-shek fez de que se pudesse corrigir algum erro cometido ele não deixaria que a hiperinflação ocorresse. Até então eu não relacionava a Revolução Chinesa entre as revoluções e golpes que tiveram como pelo menos pano de fundo processos hiperinflacionários. Eu só lembrava da China quando eu fazia referência as manifestações da praça da Paz Celestial que ocorreram na China quando a inflação era cerca de 20% ao ano. E o crescimento de mais de 10%. &lt;br /&gt;Comparado com o livro de Alan Greenspan, louvo o livro de Alan Greenspan por duas razões. Alan Greenspan me passava mais segurança nas informações econômicas que ele transmitia. Alguns idéias de Roberto Campos me pareciam muito frágeis. Para ele processos hiperinflacionários significam preços altos. Nos processos inflacionários os preços estão em constante elevação, mas em um contexto mundial, os preços em uma situação de hiperinflação mostram-se relativamente baixos e até por isso eles têm mais facilidade de subir. E Alan Greenspan foi muito mais incisivo quando o foco estava voltado para o futuro. Alan Greenspan procura fazer prospecções e deixa alguns cenários. Uma observação importante que ele faz é de que os americanos deveriam prepara para um futuro em que a inflação não mais seria a de 2% mas sim uma inflação de 4%.&lt;br /&gt;Ele não foi muito feliz até agora na capacidade de vaticinar o futuro. Ainda assim, como como a inflação é um dos temas que mais acompanho, gostei bastante desta aventura que ele fez sobre o comportamento da inflação no futuro.&lt;br /&gt;Compro a Folha de S. Paulo exclusivamente nas quartas-feiras, pelo artigo de Delfim Netto e o de quinta-feira pelo artigo de Pasquale Cipro Neto. Então desde que você tem sua coluna na Folha de S. Paulo nas quartas-feiras que eu leio seus artigos. Houve artigo seu intitulado &lt;b&gt;“Por quê?”&lt;/b&gt; (No seu blog o link é: http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/02/por-que.html), publicado na quarta-feira, 29/02/212, que me deu muitas expectativas no início. Expectativas que foi se arrefecendo já no parágrafo em que você a cria quando você diz:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Ocorre que, durante uma das minhas diatribes habituais sobre o tema, um amigo jornalista me fez a seguinte pergunta que, acredito, está na mente de imensa maioria das pessoas: “e qual é o problema de termos a inflação acima da meta?”. Na hora minha herança judaica falou mais alto e não resisti a responder a pergunta com outra: “e qual é a vantagem de termos a inflação acima da meta?”.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E mais à frente você, excluindo a inflação muito elevada e a deflação, você faz a seguinte afirmação:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Concretamente, a capacidade de crescimento de um país independe da inflação ser 4,5%% ou 6,5%.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Imagino o intervalo sendo alargado tendo em vista a realidade de cada país e os economistas chegando a conclusão que inflação de 10% para país como o Brasil é melhor do que inflação de 4,5%. Então pergunto que economista seria competente o suficiente para obrigar o governante a elevar a inflação para 10% sabendo que isso cria antipatia popular?&lt;br /&gt;O Regime de Metas de Inflação parece-me instrumento poderosíssimo que os economistas inventaram para combater a inflação. Ele vai ser utilizado daqui até a eleição para dar a entender à população que o governo competente tirou o bode da inflação do campo.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 27/06/2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman,<br />Há mais tempo comparei o livro de memórias de Roberto Campos “A lanterna na popa” e o de Alan Greenspan. “A era da turbulência”. Apesar de quase quinze anos de diferença na leitura, pesando em minha avaliação, penso que mais apreendi com o livro de Roberto Campos. Informação de todo tipo brotavam no livro de Roberto Campos como a que eu gosto de contar quando bebendo com amigos em barzinho sobre o modelo de cálculo do PIB de um país feito por Roberto Campos indo no sanitário de um restaurante do país. Na época eu começava a perceber uma melhoria nos sanitários dos barzinhos de Belo Horizonte, mesmos os de periferia.<br />Outra informação interessante e para mim muito útil que eu lembro foi a avaliação que Chiang Kai-shek fez de que se pudesse corrigir algum erro cometido ele não deixaria que a hiperinflação ocorresse. Até então eu não relacionava a Revolução Chinesa entre as revoluções e golpes que tiveram como pelo menos pano de fundo processos hiperinflacionários. Eu só lembrava da China quando eu fazia referência as manifestações da praça da Paz Celestial que ocorreram na China quando a inflação era cerca de 20% ao ano. E o crescimento de mais de 10%. <br />Comparado com o livro de Alan Greenspan, louvo o livro de Alan Greenspan por duas razões. Alan Greenspan me passava mais segurança nas informações econômicas que ele transmitia. Alguns idéias de Roberto Campos me pareciam muito frágeis. Para ele processos hiperinflacionários significam preços altos. Nos processos inflacionários os preços estão em constante elevação, mas em um contexto mundial, os preços em uma situação de hiperinflação mostram-se relativamente baixos e até por isso eles têm mais facilidade de subir. E Alan Greenspan foi muito mais incisivo quando o foco estava voltado para o futuro. Alan Greenspan procura fazer prospecções e deixa alguns cenários. Uma observação importante que ele faz é de que os americanos deveriam prepara para um futuro em que a inflação não mais seria a de 2% mas sim uma inflação de 4%.<br />Ele não foi muito feliz até agora na capacidade de vaticinar o futuro. Ainda assim, como como a inflação é um dos temas que mais acompanho, gostei bastante desta aventura que ele fez sobre o comportamento da inflação no futuro.<br />Compro a Folha de S. Paulo exclusivamente nas quartas-feiras, pelo artigo de Delfim Netto e o de quinta-feira pelo artigo de Pasquale Cipro Neto. Então desde que você tem sua coluna na Folha de S. Paulo nas quartas-feiras que eu leio seus artigos. Houve artigo seu intitulado <b>“Por quê?”</b> (No seu blog o link é: <a href="http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/02/por-que.html" rel="nofollow ugc">http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/02/por-que.html</a>), publicado na quarta-feira, 29/02/212, que me deu muitas expectativas no início. Expectativas que foi se arrefecendo já no parágrafo em que você a cria quando você diz:<br /><i>“Ocorre que, durante uma das minhas diatribes habituais sobre o tema, um amigo jornalista me fez a seguinte pergunta que, acredito, está na mente de imensa maioria das pessoas: “e qual é o problema de termos a inflação acima da meta?”. Na hora minha herança judaica falou mais alto e não resisti a responder a pergunta com outra: “e qual é a vantagem de termos a inflação acima da meta?”.”</i><br />E mais à frente você, excluindo a inflação muito elevada e a deflação, você faz a seguinte afirmação:<br /><i>“Concretamente, a capacidade de crescimento de um país independe da inflação ser 4,5%% ou 6,5%.”</i><br />Imagino o intervalo sendo alargado tendo em vista a realidade de cada país e os economistas chegando a conclusão que inflação de 10% para país como o Brasil é melhor do que inflação de 4,5%. Então pergunto que economista seria competente o suficiente para obrigar o governante a elevar a inflação para 10% sabendo que isso cria antipatia popular?<br />O Regime de Metas de Inflação parece-me instrumento poderosíssimo que os economistas inventaram para combater a inflação. Ele vai ser utilizado daqui até a eleição para dar a entender à população que o governo competente tirou o bode da inflação do campo.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 27/06/2013</p>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 22:17:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;o ministro da Fazenda Guido Mantega tem grandes serviços prestados na condução da economia ao país e é conhecido pela sua competência e seriedade na condução da pasta&#034;, disse Lula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piada pronta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;o ministro da Fazenda Guido Mantega tem grandes serviços prestados na condução da economia ao país e é conhecido pela sua competência e seriedade na condução da pasta&quot;, disse Lula</p>
<p>Piada pronta</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 22:10:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fico seriamente em duvida se aquela risadinha sarcástica do Mantega é imbecilidade ou cinismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém viu a entrevista que ele deu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me deu vontade pintar a cara e sai pra rua. Juro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse governo atravessou todos os limites do ridículo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico seriamente em duvida se aquela risadinha sarcástica do Mantega é imbecilidade ou cinismo.</p>
<p>Alguém viu a entrevista que ele deu?</p>
<p>Me deu vontade pintar a cara e sai pra rua. Juro!</p>
<p>Esse governo atravessou todos os limites do ridículo. </p>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 21:26:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;intelegível&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genial. Nada como o humor involuntario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;O&#034;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;intelegível&quot;</p>
<p>Genial. Nada como o humor involuntario.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 20:51:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[olá, nao estudo economia, mas gostaria de saber quais os empecilhos econômicos do &#034;MPL&#034; ou seja, a tarifa zero para transportes públicos.. É impossível faze-lo? Explica um pouco, Alex. abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>olá, nao estudo economia, mas gostaria de saber quais os empecilhos econômicos do &quot;MPL&quot; ou seja, a tarifa zero para transportes públicos.. É impossível faze-lo? Explica um pouco, Alex. abs</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 20:33:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um Banco Central com autonomia operacional, já bastaria. Não precisaria ser um Fed ou ou um England.&lt;br /&gt;A questão seria a de dar um cavalo de pau na atual fora de condução da economia, retornando a princípios mais elementares, sem inventar a roda.&lt;br /&gt;Só isso já seria o bastante, ao invés de chamar todos os atores políticos, por causa de mera inapetência adminisrativa. Só isso.&lt;br /&gt;E não há incompatibilidades entre Democracia e América Latina ou a qualquer outro lugar. Basta que que, nestes lugares, haja quem entenda de Democracia. Só isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um Banco Central com autonomia operacional, já bastaria. Não precisaria ser um Fed ou ou um England.<br />A questão seria a de dar um cavalo de pau na atual fora de condução da economia, retornando a princípios mais elementares, sem inventar a roda.<br />Só isso já seria o bastante, ao invés de chamar todos os atores políticos, por causa de mera inapetência adminisrativa. Só isso.<br />E não há incompatibilidades entre Democracia e América Latina ou a qualquer outro lugar. Basta que que, nestes lugares, haja quem entenda de Democracia. Só isso.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 20:25:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem, como as coisas estão indo cada vez mais profundamente na questão política, que por sua vez, influi muito na economia, que tal propor a estatização da República e de sua maior empresa, a Petrobras, por exemplo?&lt;br /&gt;Isso porque partidos políticos são instituições de direito privado e não público. Portanto, não podem dispor do patrimônio público como bem entenderem, como se de sua propriedade o fossem. Por mandato, concedido pelos votos, periodicamente, alguns de seus membros podem passar a ter reponsabilidades diretas sobre aspectos do Estado e de empresas estatais. Mas, apenas como gerentes e não como donos. Assim, o entendimento é o de que o País, na parte pública, está privatizado. Este é o maior nó. O Górdio.&lt;br /&gt;Seria urgente, assim, deslindar logo essa mistura, antes que não haja mais nada a discutir. Ou a resolver.&lt;br /&gt;A presidente prestaria um grande serviço, caso desistisse de sua intenção de realizar pactos políticos, sobre aspectos que são fundamentalmente administrativos. &lt;br /&gt;Ao invés de criar mais burocracias e discussões infindáveis sobre plebiscitos e referendos, poderia retornar para câmbio flutuante, metas de inflação, reforço da autonomia operacional do Bacen, superávit primário. &lt;br /&gt;Ficaria mais intelegível a todos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, como as coisas estão indo cada vez mais profundamente na questão política, que por sua vez, influi muito na economia, que tal propor a estatização da República e de sua maior empresa, a Petrobras, por exemplo?<br />Isso porque partidos políticos são instituições de direito privado e não público. Portanto, não podem dispor do patrimônio público como bem entenderem, como se de sua propriedade o fossem. Por mandato, concedido pelos votos, periodicamente, alguns de seus membros podem passar a ter reponsabilidades diretas sobre aspectos do Estado e de empresas estatais. Mas, apenas como gerentes e não como donos. Assim, o entendimento é o de que o País, na parte pública, está privatizado. Este é o maior nó. O Górdio.<br />Seria urgente, assim, deslindar logo essa mistura, antes que não haja mais nada a discutir. Ou a resolver.<br />A presidente prestaria um grande serviço, caso desistisse de sua intenção de realizar pactos políticos, sobre aspectos que são fundamentalmente administrativos. <br />Ao invés de criar mais burocracias e discussões infindáveis sobre plebiscitos e referendos, poderia retornar para câmbio flutuante, metas de inflação, reforço da autonomia operacional do Bacen, superávit primário. <br />Ficaria mais intelegível a todos.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/desta-vez-nao-sera-diferente/#comment-24611</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 18:45:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Kleber, &lt;br /&gt;Austrália. Serve?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Kleber, <br />Austrália. Serve?</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 16:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;&#034;Uma boa contribuição seria saber quais instituições seriam essas em uma democracia.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- BC autônomo&lt;br /&gt;- Regras de política fiscal (por exemplo, como no Chile)&lt;br /&gt;- Uma instituição nos moldes do CBO americano&#034;&lt;br /&gt;Na agenda petista a estabilidade seria conquistada com:&lt;br /&gt;- Controle social da mídia&lt;br /&gt;- Lista fechada e financiamento de campanha&lt;br /&gt;- Identificar e comprar os líderes dos movimentos populares&lt;br /&gt;Dantas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;&quot;Uma boa contribuição seria saber quais instituições seriam essas em uma democracia.&quot;</p>
<p>&#8211; BC autônomo<br />&#8211; Regras de política fiscal (por exemplo, como no Chile)<br />&#8211; Uma instituição nos moldes do CBO americano&quot;<br />Na agenda petista a estabilidade seria conquistada com:<br />&#8211; Controle social da mídia<br />&#8211; Lista fechada e financiamento de campanha<br />&#8211; Identificar e comprar os líderes dos movimentos populares<br />Dantas</p>
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