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	Comentários sobre: Ligeiramente grávido	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2012 23:33:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (terça-feira, 09/10/2012 às 17h e 28m),&lt;br /&gt;Em comentário anterior eu disse que discordava de sua afirmativa de que ao utilizar um índice de inflação mais fácil de ser alcançado o governo deveria reduzi a meta de inflação.&lt;br /&gt;Penso que o governo tem observado a dificuldade que tem sido a meta de 4,5%. Para alcançar o governo permite que o dólar chegue a 1,6 (Há mesmo paridade ainda mais baixa), eleva o juro a patamares que não se encontra equivalente a nenhum país em desenvolvimento, estabelece superávits primários sem paralelo em países em situação semelhante em um esforço realmente monumental. O governo tem suado bastante para manter a meta neste patamar e vem correndo o risco de que a meta saia fora da faixa de 2% de margem de segurança. Ai se descobre que a meta de 4,5% de índice anual de inflação, alcançável quando se utiliza determinado índice, com um esforço considerável, é facilmente alcançável quando se usa outro índice.&lt;br /&gt;O que você propõe? Que ao alterar o índice de referência do cumprimento da meta que se faça a redução da meta de inflação. Enfim você propõe que o governo altere o índice, mas que mantenha a mesma dificuldade de antes. Isto sem contar que no longo prazo todos os índices se convergem.&lt;br /&gt;Agora dou razão a você no seguinte sentido. Qual a razão de o governo ter que fazer um esforço muito grande para manter a inflação em torno da meta com o antigo índice? O esforço é necessário primeiro para criar um excedente na produção interna que possa ser exportado aparecendo como saldo na Balança Comercial. Para ter este excedente é preciso aumentar a poupança interna, ou seja, é preciso manter o juro elevado. E o esforço também é necessário porque lá atrás se fez um plano para acabar com a inflação de uma vez em um ano de eleição para eleger um candidato a presidência da República que não havia sido sequer presidente de um grêmio recreativo (Minto, Fernando Henrique Cardoso e a irmã haviam criado um grêmio recreativo em homenagem a Dom Pedro II em que ele era o presidente e a irmã provavelmente a secretária). Em razão disso, o juro ficou muito alto e os emprestadores correram para o curto prazo e assim o país tem que enfrentar uma elevada dívida pública de curto prazo (Ou prazo zero como diz Gustavo Henrique de Barroso Franco).&lt;br /&gt;Estes dois motivos persistindo é justificável que se reduza a meta para o patamar próprio do novo índice que se vai utilizar. Agora, além de se considerar que todos os índices no longo prazo se confluem, a menos das diferenças inerentes que vai ocorrendo na economia como, por exemplo, o índice das commodities não vai acompanhar o índice da mão de obra de serviços, há que se considerar também que a própria inflação é um mecanismo de formação de poupança ou de redução do consumo ou de criação do excedente.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 13/10/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (terça-feira, 09/10/2012 às 17h e 28m),<br />Em comentário anterior eu disse que discordava de sua afirmativa de que ao utilizar um índice de inflação mais fácil de ser alcançado o governo deveria reduzi a meta de inflação.<br />Penso que o governo tem observado a dificuldade que tem sido a meta de 4,5%. Para alcançar o governo permite que o dólar chegue a 1,6 (Há mesmo paridade ainda mais baixa), eleva o juro a patamares que não se encontra equivalente a nenhum país em desenvolvimento, estabelece superávits primários sem paralelo em países em situação semelhante em um esforço realmente monumental. O governo tem suado bastante para manter a meta neste patamar e vem correndo o risco de que a meta saia fora da faixa de 2% de margem de segurança. Ai se descobre que a meta de 4,5% de índice anual de inflação, alcançável quando se utiliza determinado índice, com um esforço considerável, é facilmente alcançável quando se usa outro índice.<br />O que você propõe? Que ao alterar o índice de referência do cumprimento da meta que se faça a redução da meta de inflação. Enfim você propõe que o governo altere o índice, mas que mantenha a mesma dificuldade de antes. Isto sem contar que no longo prazo todos os índices se convergem.<br />Agora dou razão a você no seguinte sentido. Qual a razão de o governo ter que fazer um esforço muito grande para manter a inflação em torno da meta com o antigo índice? O esforço é necessário primeiro para criar um excedente na produção interna que possa ser exportado aparecendo como saldo na Balança Comercial. Para ter este excedente é preciso aumentar a poupança interna, ou seja, é preciso manter o juro elevado. E o esforço também é necessário porque lá atrás se fez um plano para acabar com a inflação de uma vez em um ano de eleição para eleger um candidato a presidência da República que não havia sido sequer presidente de um grêmio recreativo (Minto, Fernando Henrique Cardoso e a irmã haviam criado um grêmio recreativo em homenagem a Dom Pedro II em que ele era o presidente e a irmã provavelmente a secretária). Em razão disso, o juro ficou muito alto e os emprestadores correram para o curto prazo e assim o país tem que enfrentar uma elevada dívida pública de curto prazo (Ou prazo zero como diz Gustavo Henrique de Barroso Franco).<br />Estes dois motivos persistindo é justificável que se reduza a meta para o patamar próprio do novo índice que se vai utilizar. Agora, além de se considerar que todos os índices no longo prazo se confluem, a menos das diferenças inerentes que vai ocorrendo na economia como, por exemplo, o índice das commodities não vai acompanhar o índice da mão de obra de serviços, há que se considerar também que a própria inflação é um mecanismo de formação de poupança ou de redução do consumo ou de criação do excedente.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 13/10/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20220</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2012 22:47:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman,&lt;br /&gt;De novo opinião de leigo e penso que sobre este assunto já me manifestei em seu blog. Como o que excede não é nocivo, não custa repetir.&lt;br /&gt;Não concordo com sua análise comparando a reação do governo em 2009 diante da crise que ocorreu no quarto trimestre de 2008 com a reação do governo diante da crise que pareceu atingir as economias da Europa e Estados Unidos a partir do terceiro trimestre de 2011. E em meu entendimento não só foram diferentes as crises, mas há muitas outras diferenças. A primeira crise foi abruta e concentrada no quarto trimestre de 2008, sendo que, no Brasil, há ainda resíduos da crise como queda do PIB, no primeiro trimestre de 2009, apenas por efeito estatístico, e a segunda mais suave e prolongando-se ao longo do segundo semestre de 2011 e no ano de 2012.&lt;br /&gt;Além disso, a crise do quarto trimestre de 2008 ocorreu quando o crescimento do PIB trimestral já ultrapassava o patamar de 6% ao ano, enquanto a crise de 2011 ocorreu diante dos quatro últimos crescimentos trimestrais do PIB bastantes fracos.&lt;br /&gt;Foram também diferentes a reação do governo diante da crise de 2008 e diante da crise de 2011. Em 2009 o governo precisava lançar o PIB para taxas fortes de crescimento de tal modo a alavancar uma espécie de General Lott em matéria de carisma. As eleições agora de 2012 não têm importância para o governo.&lt;br /&gt;No tocante à queda do superávit fiscal do governo que você considera semelhante à queda após a crise de 2008, há, se se compara o superávit primário ajustado, uma diferença de 1% favorável ao atual superávit primário. Diferença, é bem da verdade, que deve ser acompanhada e aferida até o final de 2013 (Se se considera que a crise de 2008 iniciou-se no quarto trimestre de 2008 e a crise de 2011 iniciou-se no terceiro trimestre de 2011 é de se imaginar que como a recuperação do superávit primários deu-se no primeiro trimestre de 2011, a recuperação do superávit primário só se dará no quarto trimestre de 2013).&lt;br /&gt;Só então é que se poderá dizer se o superávit primário para os dois períodos foi realmente semelhantes ou não.&lt;br /&gt;E discordo também do que você diz no seu comentário de 09/10/2012 às 17h e 28m, justificando que a alteração do índice de inflação por um índice, vamos dizer, mais refrescante devesse também implicar a alteração da meta de inflação.&lt;br /&gt;Deixo, entretanto, para expressar o motivo da minha discordância em outro comentário.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 13/10/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman,<br />De novo opinião de leigo e penso que sobre este assunto já me manifestei em seu blog. Como o que excede não é nocivo, não custa repetir.<br />Não concordo com sua análise comparando a reação do governo em 2009 diante da crise que ocorreu no quarto trimestre de 2008 com a reação do governo diante da crise que pareceu atingir as economias da Europa e Estados Unidos a partir do terceiro trimestre de 2011. E em meu entendimento não só foram diferentes as crises, mas há muitas outras diferenças. A primeira crise foi abruta e concentrada no quarto trimestre de 2008, sendo que, no Brasil, há ainda resíduos da crise como queda do PIB, no primeiro trimestre de 2009, apenas por efeito estatístico, e a segunda mais suave e prolongando-se ao longo do segundo semestre de 2011 e no ano de 2012.<br />Além disso, a crise do quarto trimestre de 2008 ocorreu quando o crescimento do PIB trimestral já ultrapassava o patamar de 6% ao ano, enquanto a crise de 2011 ocorreu diante dos quatro últimos crescimentos trimestrais do PIB bastantes fracos.<br />Foram também diferentes a reação do governo diante da crise de 2008 e diante da crise de 2011. Em 2009 o governo precisava lançar o PIB para taxas fortes de crescimento de tal modo a alavancar uma espécie de General Lott em matéria de carisma. As eleições agora de 2012 não têm importância para o governo.<br />No tocante à queda do superávit fiscal do governo que você considera semelhante à queda após a crise de 2008, há, se se compara o superávit primário ajustado, uma diferença de 1% favorável ao atual superávit primário. Diferença, é bem da verdade, que deve ser acompanhada e aferida até o final de 2013 (Se se considera que a crise de 2008 iniciou-se no quarto trimestre de 2008 e a crise de 2011 iniciou-se no terceiro trimestre de 2011 é de se imaginar que como a recuperação do superávit primários deu-se no primeiro trimestre de 2011, a recuperação do superávit primário só se dará no quarto trimestre de 2013).<br />Só então é que se poderá dizer se o superávit primário para os dois períodos foi realmente semelhantes ou não.<br />E discordo também do que você diz no seu comentário de 09/10/2012 às 17h e 28m, justificando que a alteração do índice de inflação por um índice, vamos dizer, mais refrescante devesse também implicar a alteração da meta de inflação.<br />Deixo, entretanto, para expressar o motivo da minha discordância em outro comentário.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 13/10/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20196</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 14:50:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nelson Barbosa PhD acaba de por um ponto final nesta discussão entre amadores ao dizer que a ‘Meta da inflação está mantida, sem afetar crescimento’. Amém. Feliz dia das crianças!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nelson Barbosa PhD acaba de por um ponto final nesta discussão entre amadores ao dizer que a ‘Meta da inflação está mantida, sem afetar crescimento’. Amém. Feliz dia das crianças!</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20194</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 03:05:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engraçado... hoje o banco central tem uma meta informal (não declarada) de câmbio; o mercado tem corrigido as curvas de juros considerando uma meta informal para inflação ao redor de 5,5%; ao mesmo tempo, o BC, não declara nenhuma meta de PIB (nominal ou mandato dual - como nos EUA), embora cite um possivel agravamento da crise na Europa e o baixo crescimento global como justificativa para suas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado&#8230; hoje o banco central tem uma meta informal (não declarada) de câmbio; o mercado tem corrigido as curvas de juros considerando uma meta informal para inflação ao redor de 5,5%; ao mesmo tempo, o BC, não declara nenhuma meta de PIB (nominal ou mandato dual &#8211; como nos EUA), embora cite um possivel agravamento da crise na Europa e o baixo crescimento global como justificativa para suas ações.</p>
<p>MF</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20193</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 03:02:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daqui a pouco o juro real fica negativo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daqui a pouco o juro real fica negativo&#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20189</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 18:54:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[kkkkkk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alex arrasando...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>kkkkkk</p>
<p>Alex arrasando&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20185</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 18:08:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Que é você Alexandre?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Schwartsman, prazer. E você, o que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;E mais, quem é você perto do Delfim?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hmm. Para começar um economista que NÃO arruinou o país; NÃO assinou alegremente o AI-5; NÃO fez parte de um governo liberticida (e homicida); NÃO manipulou índices de preços. A lista poderia continuar, mas acho que isso basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais bonito também, mas aí chega a ser covardia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Que é você Alexandre?&quot;</p>
<p>Alexandre Schwartsman, prazer. E você, o que é?</p>
<p>&quot;E mais, quem é você perto do Delfim?&quot;</p>
<p>Hmm. Para começar um economista que NÃO arruinou o país; NÃO assinou alegremente o AI-5; NÃO fez parte de um governo liberticida (e homicida); NÃO manipulou índices de preços. A lista poderia continuar, mas acho que isso basta.</p>
<p>Mais bonito também, mas aí chega a ser covardia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20184</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 17:38:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;O que poderia me cansar é estar certo sempre, mas a sensação é tão boa que eu acho que envolve alguma liberação de endorfina.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é você Alexandre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, quem é você perto do Delfim?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O que poderia me cansar é estar certo sempre, mas a sensação é tão boa que eu acho que envolve alguma liberação de endorfina.&quot;</p>
<p>Que é você Alexandre?</p>
<p>E mais, quem é você perto do Delfim?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Oanonimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20183</link>

		<dc:creator><![CDATA[Oanonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 17:32:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;5- De fato, a escolha da meta tao independe da forma de calculo do IPCA, que a ultima da ja mudou diversas vezes e a meta nao. A realidade mostra isso. Pronto!&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mein gott.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;5- De fato, a escolha da meta tao independe da forma de calculo do IPCA, que a ultima da ja mudou diversas vezes e a meta nao. A realidade mostra isso. Pronto!&quot;</p>
<p>Mein gott.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20181</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 17:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[a parada é o seguinte: quanta trepidação eu suporto, sem que atrapalhe muito minha capacidade de pensar enquanto dirijo. se tiver atrapalhando, a culpa não é da trepidação e sim da má alimentação na primeira infância.&lt;br /&gt;maradona]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a parada é o seguinte: quanta trepidação eu suporto, sem que atrapalhe muito minha capacidade de pensar enquanto dirijo. se tiver atrapalhando, a culpa não é da trepidação e sim da má alimentação na primeira infância.<br />maradona</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20180</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 15:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meus caros,&lt;br /&gt;Me desculpem o comentário totalmente desnecessário, mas é o segundo absurdo dos absurdos que li recentemente nestes comentários (o outro foi sobre variáveis endógenas):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;...Seu argumento não se sustenta. A opção pela meta é meramente política e a escolha é de 4,5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delfim tem razão. O cálculo antigo superestimava o número e passava a (falsa) impressão que a meta estava difícil de ser cumprida...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, Há, Há, eu não aguento. O que estes caras estão estudando???? Tenho que trabalhar mas não consigo parar de dar risada!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos estudantes que frequentam o blog. Esqueçam a nossa tentativa de quantificar fenômenos complexos. Vamos supor que, ao determinar a meta de inflação (quem a determina) está definindo determinada situação desejada  (em relação a alguns aspectos) da realidade brasileira. Não estou falando da totalidade da realidade (o que é muito complicado), mas de parte desta. Com nossas medições imperfeitas, quando usamos determinada técnica, uma variável X se mostra com valor 10 quando esta realidade (definida como meta) se concretiza. Outra variável, Y, assumiria, neste quadro específico, 17,43. Assim, podemos definir (dada nossa total limitação cognitiva) que, caso X esteja em 10 ou Y em 17,43, nossa meta tenha sido atingida. Poderíamos, portanto, em um contrato específico, usar uma ou outra para medir se nossa meta foi atingida ou não. Entenderam? Na verdade, este raciocínio requer uma certa sofisticação (que não é dada nem obtida na imensa maioria dos cursos de graduação), mas indispensável por qualquer um que tenha passado por uma pós decente (fundamental saber isto para entender estatística e o conceito de variável aleatória - que não é nem variável, nem aleatória).&lt;br /&gt;Saudações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus caros,<br />Me desculpem o comentário totalmente desnecessário, mas é o segundo absurdo dos absurdos que li recentemente nestes comentários (o outro foi sobre variáveis endógenas):</p>
<p>&quot;&#8230;Seu argumento não se sustenta. A opção pela meta é meramente política e a escolha é de 4,5%.</p>
<p>A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.</p>
<p>Delfim tem razão. O cálculo antigo superestimava o número e passava a (falsa) impressão que a meta estava difícil de ser cumprida&#8230;&quot;</p>
<p>Há, Há, Há, eu não aguento. O que estes caras estão estudando???? Tenho que trabalhar mas não consigo parar de dar risada!!!</p>
<p>Aos estudantes que frequentam o blog. Esqueçam a nossa tentativa de quantificar fenômenos complexos. Vamos supor que, ao determinar a meta de inflação (quem a determina) está definindo determinada situação desejada  (em relação a alguns aspectos) da realidade brasileira. Não estou falando da totalidade da realidade (o que é muito complicado), mas de parte desta. Com nossas medições imperfeitas, quando usamos determinada técnica, uma variável X se mostra com valor 10 quando esta realidade (definida como meta) se concretiza. Outra variável, Y, assumiria, neste quadro específico, 17,43. Assim, podemos definir (dada nossa total limitação cognitiva) que, caso X esteja em 10 ou Y em 17,43, nossa meta tenha sido atingida. Poderíamos, portanto, em um contrato específico, usar uma ou outra para medir se nossa meta foi atingida ou não. Entenderam? Na verdade, este raciocínio requer uma certa sofisticação (que não é dada nem obtida na imensa maioria dos cursos de graduação), mas indispensável por qualquer um que tenha passado por uma pós decente (fundamental saber isto para entender estatística e o conceito de variável aleatória &#8211; que não é nem variável, nem aleatória).<br />Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20177</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 13:12:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sua argumentação acima é irrelevante na discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você afirmou que antes da mudança o IPCA &#034;superestimava&#034; a inflação verdadeira e que o IPCA novo corrige o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso, a meta definida em termos do IPCA antigo corresponde também a uma meta mais elevada em termos do IPCA novo. Ergo, se você acredita na primeira parte, tem que concordar com a segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de questão formal (quem determina a meta, blá, blá, blá), mas de lógica. Simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo que nem dirigir você sabe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua argumentação acima é irrelevante na discussão.</p>
<p>Você afirmou que antes da mudança o IPCA &quot;superestimava&quot; a inflação verdadeira e que o IPCA novo corrige o problema.</p>
<p>Neste caso, a meta definida em termos do IPCA antigo corresponde também a uma meta mais elevada em termos do IPCA novo. Ergo, se você acredita na primeira parte, tem que concordar com a segunda.</p>
<p>Não se trata de questão formal (quem determina a meta, blá, blá, blá), mas de lógica. Simples assim.</p>
<p>Vejo que nem dirigir você sabe&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20175</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 06:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1- O CMN estabelece uma meta para elevacao do nivel geral de precos, aka, inflacao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O indice de precos escolhido eh o IPCA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- O IPCA muda sua estrutura de ponderacoes para se adequar a cesta media consumida pela populacao de 1 a 40 salarios minimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Independente das mudancas no calculo do IPCA esta a escolha da taxa meta de inflacao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- De fato, a escolha da meta tao independe da forma de calculo do IPCA, que a ultima da ja mudou diversas vezes e a meta nao. A realidade mostra isso. Pronto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Alexandre, nesta vez vc errou. Admita. O seu carro esta trepidando e vc nao percebeu.&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1- O CMN estabelece uma meta para elevacao do nivel geral de precos, aka, inflacao.</p>
<p>2- O indice de precos escolhido eh o IPCA.</p>
<p>3- O IPCA muda sua estrutura de ponderacoes para se adequar a cesta media consumida pela populacao de 1 a 40 salarios minimos. </p>
<p>4- Independente das mudancas no calculo do IPCA esta a escolha da taxa meta de inflacao.</p>
<p>5- De fato, a escolha da meta tao independe da forma de calculo do IPCA, que a ultima da ja mudou diversas vezes e a meta nao. A realidade mostra isso. Pronto!</p>
<p>6- Alexandre, nesta vez vc errou. Admita. O seu carro esta trepidando e vc nao percebeu.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20172</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 01:40:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Você nunca admite nada? Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento... Cansa...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em mais de 15 anos trabalhando no mercado financeiro, a &#034;volta mais atrás&#034; (se é que se pode escrever assim), que eu tenha visto qualquer profissional realizar foi a do Alex quando ainda trabalhava no Santander.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faísca&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Você nunca admite nada? Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento&#8230; Cansa&#8230;&quot;</p>
<p>Em mais de 15 anos trabalhando no mercado financeiro, a &quot;volta mais atrás&quot; (se é que se pode escrever assim), que eu tenha visto qualquer profissional realizar foi a do Alex quando ainda trabalhava no Santander.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Faísca</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20171</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 00:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Tanto não cansa que você frequenta meu blog há séculos.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hehehehe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Tanto não cansa que você frequenta meu blog há séculos.&quot;</p>
<p>hehehehe</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20170</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 00:17:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hã? Você se deu conta da burrice que escreveu? Alguém definiu 4,5% como a meta de inflação para o país e o BC calibrou (ou deveria ter calibrado) a política para isso, sabendo como o índice era calculado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se eu dissesse que o carro trepida quando o velocímetro passa de 60 km/h, então o motorista deve calibrar o acelerador para manter a velocidade no máximo a 60 km/h. Aí alguém descobre que o velocímetro está errado e que, quando marcava 60 km/h andava, na verdade, a 80 km/h. Só que isto não muda a calibragem do acelerador: agora ele vai andar a 80 km/h, que correspondia aos antigos 60 km/h. Entendeu ou prefere um desenho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento... Cansa...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto não cansa que você frequenta meu blog há séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que poderia me cansar é estar certo sempre, mas a sensação é tão boa que eu acho que envolve alguma liberação de endorfina.&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.&quot;</p>
<p>Hã? Você se deu conta da burrice que escreveu? Alguém definiu 4,5% como a meta de inflação para o país e o BC calibrou (ou deveria ter calibrado) a política para isso, sabendo como o índice era calculado. </p>
<p>É como se eu dissesse que o carro trepida quando o velocímetro passa de 60 km/h, então o motorista deve calibrar o acelerador para manter a velocidade no máximo a 60 km/h. Aí alguém descobre que o velocímetro está errado e que, quando marcava 60 km/h andava, na verdade, a 80 km/h. Só que isto não muda a calibragem do acelerador: agora ele vai andar a 80 km/h, que correspondia aos antigos 60 km/h. Entendeu ou prefere um desenho?</p>
<p>&quot;Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento&#8230; Cansa&#8230;&quot;</p>
<p>Tanto não cansa que você frequenta meu blog há séculos.</p>
<p>O que poderia me cansar é estar certo sempre, mas a sensação é tão boa que eu acho que envolve alguma liberação de endorfina.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20169</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 23:58:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na boa Alexandre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu argumento não se sustenta. A opção pela meta é meramente política e a escolha é de 4,5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delfim tem razão. O cálculo antigo superestimava o número e passava a (falsa) impressão que a meta estava difícil de ser cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você nunca admite nada? Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento... Cansa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na boa Alexandre,</p>
<p>Seu argumento não se sustenta. A opção pela meta é meramente política e a escolha é de 4,5%.</p>
<p>A forma de calculo da inflação não deve possuir qualquer tipo de relação com o número escolhido.</p>
<p>Delfim tem razão. O cálculo antigo superestimava o número e passava a (falsa) impressão que a meta estava difícil de ser cumprida.</p>
<p>Você nunca admite nada? Frequento seu blog há séculos e nunca vi você voltar atrás de nenhum argumento&#8230; Cansa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20168</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 23:58:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Po Alex, da um refresco pro menino. Nao precisa amassar o cara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Po Alex, da um refresco pro menino. Nao precisa amassar o cara.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20167</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 23:28:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034; Pois bem, a verdade é exatamente outra: o uso dos pesos anteriores provavelmente superestimou o IPCA de 2011. Se havia erro, era em 2011, não em 2012&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto fosse verdade, então a meta de inflação teria que ser reduzida. Pau que bate em Chico, bate em Francisco, como a Tati Pinheiro não cansa de lembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando (não dá para contar com sua inteligência para pegar a falácia delfineana...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os pesos antigos superestimavam a inflação (digamos meio ponto, para facilitar)e a meta de inflação, pela medida superestimada, era 4,5%, na medida nova (que, supostamente corrige o &#034;viés&#034; anterior), deveria ser de 4%...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que não conhece o Delfim...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot; Pois bem, a verdade é exatamente outra: o uso dos pesos anteriores provavelmente superestimou o IPCA de 2011. Se havia erro, era em 2011, não em 2012&quot;</p>
<p>Se isto fosse verdade, então a meta de inflação teria que ser reduzida. Pau que bate em Chico, bate em Francisco, como a Tati Pinheiro não cansa de lembrar.</p>
<p>Explicando (não dá para contar com sua inteligência para pegar a falácia delfineana&#8230;)</p>
<p>Se os pesos antigos superestimavam a inflação (digamos meio ponto, para facilitar)e a meta de inflação, pela medida superestimada, era 4,5%, na medida nova (que, supostamente corrige o &quot;viés&quot; anterior), deveria ser de 4%&#8230;</p>
<p>Parece que não conhece o Delfim&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/ligeiramente-gravido/#comment-20166</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 22:21:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Anonimo burro,ele é vice do Serra&#034;&lt;br /&gt;Burrôncio, o vice do Serra é brimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Anonimo burro,ele é vice do Serra&quot;<br />Burrôncio, o vice do Serra é brimo.</p>
]]></content:encoded>
		
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