<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Mundo, mundo, estranho mundo. Coluna Carlos Brickmann	</title>
	<atom:link href="https://www.chumbogordo.com.br/mundo-mundo-estranho-mundo-coluna-carlos-brickmann/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.chumbogordo.com.br/mundo-mundo-estranho-mundo-coluna-carlos-brickmann/</link>
	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Feb 2018 14:02:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Carla L.S.- Lieberman		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/mundo-mundo-estranho-mundo-coluna-carlos-brickmann/#comment-30958</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carla L.S.- Lieberman]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 14:02:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/?p=17213#comment-30958</guid>

					<description><![CDATA[Numa época em que os EUA, o Canadá e vários países europeus colecionam rodadas de debates conjuntos sobre a elaboração de um &quot;código civil&quot; que sistematize e universalize os direitos dos animais (levará a algo como uma &quot;declaração universal dos direitos animais&quot; que apoiada em estudos neurocientíficos que têm demonstrado que a estrutura neurológica das espécies com que interagimos, inclusive bovinos, responde a estímulos de afeto e de agressão do mesmo modo como humanos reagem), a decisão de transportar bois vivos em embarcações transoceânicas não é apenas bárbara, como lembra o jornalista. É feroz! É cruenta! É vergonhosa! Avilta-nos como espécie que deveria ser humana. Escancara a perversidade com que a natureza do lucro desamparado de moralidade desnaturaliza a humanidade que deveria haver em nós. Ofende nosso senso mais elementar de empatia com o outro, de identificação pelo outro, de partilha e transferência racional e emocional com o outro - enfim, tritura aquilo que faz humano um ser humano. Esqueceram Ésquilo: pelo jeito, o tempo passou e nada aprendemos com o sofrimento! Será que é preciso ser um judeu praticante para entender o que a partilha do sofrimento alheio significa? Será mesmo? Será que a Shoá, no que tem de mais básico, só existiu para os ortodoxos? Que a tal Minerva Foods obtenha seus lucros à custa do sofrimento incalculável de seres vivos, sensíveis e em estado de vigília, expõe o que sua diretoria pensa sobre si mesma: não é humana. Que a Turquia islâmica compre seres vivos nessas situações, em nome de rituais religiosos, expõe o que pensa de si mesma: não é humana. Que juízes brasileiros legalizem a desumanidade, expõe o que pensam de nós. De minha parte, prefiro continuar humana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa época em que os EUA, o Canadá e vários países europeus colecionam rodadas de debates conjuntos sobre a elaboração de um &#8220;código civil&#8221; que sistematize e universalize os direitos dos animais (levará a algo como uma &#8220;declaração universal dos direitos animais&#8221; que apoiada em estudos neurocientíficos que têm demonstrado que a estrutura neurológica das espécies com que interagimos, inclusive bovinos, responde a estímulos de afeto e de agressão do mesmo modo como humanos reagem), a decisão de transportar bois vivos em embarcações transoceânicas não é apenas bárbara, como lembra o jornalista. É feroz! É cruenta! É vergonhosa! Avilta-nos como espécie que deveria ser humana. Escancara a perversidade com que a natureza do lucro desamparado de moralidade desnaturaliza a humanidade que deveria haver em nós. Ofende nosso senso mais elementar de empatia com o outro, de identificação pelo outro, de partilha e transferência racional e emocional com o outro &#8211; enfim, tritura aquilo que faz humano um ser humano. Esqueceram Ésquilo: pelo jeito, o tempo passou e nada aprendemos com o sofrimento! Será que é preciso ser um judeu praticante para entender o que a partilha do sofrimento alheio significa? Será mesmo? Será que a Shoá, no que tem de mais básico, só existiu para os ortodoxos? Que a tal Minerva Foods obtenha seus lucros à custa do sofrimento incalculável de seres vivos, sensíveis e em estado de vigília, expõe o que sua diretoria pensa sobre si mesma: não é humana. Que a Turquia islâmica compre seres vivos nessas situações, em nome de rituais religiosos, expõe o que pensa de si mesma: não é humana. Que juízes brasileiros legalizem a desumanidade, expõe o que pensam de nós. De minha parte, prefiro continuar humana.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
