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	Comentários sobre: Nosso colunista chateado com fora que deu. Mas também acha outros erros ótimos na imprensa	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Dec 2017 22:19:40 +0000</lastBuildDate>
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		Por: Anibal Tosetto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anibal Tosetto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 22:19:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;O &lt;i&gt;suspeito&lt;/i&gt; de suicídio friamente pegou a pistola, não deu ouvidos à esposa e aos três filhos que imploraVam para que guardasse a arma e conversasse com eles. Supostamente imploraram em vão. O &lt;i&gt;suspeito&lt;/i&gt; de suicídio encostou o cano da pistola no ouvido direito e acionou o gatilho. Um estampido supostamente de arma de fogo, sangue borrifaram a parede ao lado do ouvido esquerdo. O &lt;i&gt;suspeito&lt;/i&gt; de suicídio caiu ao chão. Supostamente ele veio a óbito desde milionésimos a um, dois ou três segundos após o estampido, óbito esse confirmado no dia seguinte por um médico do IML.&quot;  

&lt;B&gt;OU ACABAMOS COM OS JORNALISTAS E REPÓRTERES &lt;I&gt;NÁDEGAS EXTREMAMENTE PROEMINENTES&lt;/I&gt;, OU ESSES BUNDÕES ACABARÃO COM A CREDIBILIDADE DA IMPRENSA.&lt;/B&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O <i>suspeito</i> de suicídio friamente pegou a pistola, não deu ouvidos à esposa e aos três filhos que imploraVam para que guardasse a arma e conversasse com eles. Supostamente imploraram em vão. O <i>suspeito</i> de suicídio encostou o cano da pistola no ouvido direito e acionou o gatilho. Um estampido supostamente de arma de fogo, sangue borrifaram a parede ao lado do ouvido esquerdo. O <i>suspeito</i> de suicídio caiu ao chão. Supostamente ele veio a óbito desde milionésimos a um, dois ou três segundos após o estampido, óbito esse confirmado no dia seguinte por um médico do IML.&#8221;  </p>
<p><b>OU ACABAMOS COM OS JORNALISTAS E REPÓRTERES <i>NÁDEGAS EXTREMAMENTE PROEMINENTES</i>, OU ESSES BUNDÕES ACABARÃO COM A CREDIBILIDADE DA IMPRENSA.</b></p>
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		<title>
		Por: Carica		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 18:19:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não esquenta não, Cacalo. O Bil Lewinsky não ficará sabendo.

Vivendo e aprendendo.

Numa manhã chuvosa, lá pelos anos 70, eu estava em um ônibus intermunicipal, indo para o trabalho.  Era por volta das 6:30 h. Uma senhora estava no acostamento da estrada acenou, o motorista estacionou, ela entrou e sentou ao lado de um peão de trecho que, àquelas horas e de seu costume, já tinha tomado uns goles. A senhora soltou um &lt;i&gt;trombonesco&lt;/i&gt; pum. Ela ficou corada e tentando disfarçar acabou se entregando. Os dois olhos  voltados pra cima e pro lado esquerdo.  O peão desinibido pelo efeito do mé matutino, tentou conforta-la e, com voz alta... &quot;Minha senhora, não esquenta não. Somos humanos, falhamos, erramos, acertamos, todos nós soltamos gases.  Uns sem nenhum som, outros igual a senhora acabou de soltar sonoramente. Essa moça em pé também solta os gases em público, outro dia eu já escutei.  O motorista, o cobrador faz pum. A senhora, sempre que precisar, fique à vontade, pode peidar!...&quot; - e, antes que continuasse, a senhora se levantou e puxou a cordinha da campainha do ônibus. O motorista estranhou, mas atendeu ao pedido. Parou o ônibus e ela desceu.  Senti &lt;i&gt;dó dela&lt;/i&gt;.

&lt;i&gt;&quot;Errar e &lt;i&gt;soltar gases&lt;/i&gt;  todos nós podemos. Acertar quando escrevemos e &lt;i&gt;aliviar os gases&lt;/i&gt; bem baixinho, ótimo! É sinal que estamos buscando a perfeição!&quot;&lt;/i&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não esquenta não, Cacalo. O Bil Lewinsky não ficará sabendo.</p>
<p>Vivendo e aprendendo.</p>
<p>Numa manhã chuvosa, lá pelos anos 70, eu estava em um ônibus intermunicipal, indo para o trabalho.  Era por volta das 6:30 h. Uma senhora estava no acostamento da estrada acenou, o motorista estacionou, ela entrou e sentou ao lado de um peão de trecho que, àquelas horas e de seu costume, já tinha tomado uns goles. A senhora soltou um <i>trombonesco</i> pum. Ela ficou corada e tentando disfarçar acabou se entregando. Os dois olhos  voltados pra cima e pro lado esquerdo.  O peão desinibido pelo efeito do mé matutino, tentou conforta-la e, com voz alta&#8230; &#8220;Minha senhora, não esquenta não. Somos humanos, falhamos, erramos, acertamos, todos nós soltamos gases.  Uns sem nenhum som, outros igual a senhora acabou de soltar sonoramente. Essa moça em pé também solta os gases em público, outro dia eu já escutei.  O motorista, o cobrador faz pum. A senhora, sempre que precisar, fique à vontade, pode peidar!&#8230;&#8221; &#8211; e, antes que continuasse, a senhora se levantou e puxou a cordinha da campainha do ônibus. O motorista estranhou, mas atendeu ao pedido. Parou o ônibus e ela desceu.  Senti <i>dó dela</i>.</p>
<p><i>&#8220;Errar e </i><i>soltar gases</i>  todos nós podemos. Acertar quando escrevemos e <i>aliviar os gases</i> bem baixinho, ótimo! É sinal que estamos buscando a perfeição!&#8221;</p>
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