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	Comentários sobre: O óbvio ululante. Por Meraldo Zisman	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: Marli Gonçalves		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/o-obvio-ululante-por-meraldo-zisman/#comment-54439</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marli Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 17:28:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[CORRESPONDÊNCIA/ COMENTÁRIO -  PARA MERALDO ZISMAN, 
                                                                                           DE MOACIR VELOSO

Caro Tio Meraldo, seu escorreito e expressivo artigo, vem ao encontro do que penso sobre a espécie. A referência ao &quot; novo normal&quot;, é o arremate que não podia calar. Já há  algum tempo venho sendo tomado por uma intensa compaixão pelos excluídos. Uma legião de miseráveis que podem ser vistos a olho nu, espalhados por todas as cidades em todo Brasil, Reduzidos à condição  de subespécies humanas, estão  aí para contrariar e desmoralizar qualquer discurso político econômico que, como sói acontecer, venha tergiversar, com elucubrações fundadas no exercício deletério da logica formal: O PIB vai diminuir ou crescer tantos%, por isso, aquilo ou aquilo outro. Enquanto isso, a miséria ululante e o Covid 19, seguem sua trajetória letal. Aquela, sóbria  e oficiosa pela própria  natureza, com a experiência adquirida por milênios de matança a céu aberto, é ignorada à custa da negligência culposa  materializada pela barbárie contemporânea. Este, representado pelo vírus, cantado diuturnamente em prosa e verso, pela mídia  que, após informar freneticamente o aumento do número de mortos ( sempre omitindo os que se curaram), encerram o noticiário televisivo, esboçando sorrisos, num cinismo e deboche assombrosos, típicos de um exercício de humor negro. Logo mais no seu consultório, comentaremos o assunto. Parabéns pela abordagem de um tema tão  importante e insidioso, com a pertinente leveza literária.  Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CORRESPONDÊNCIA/ COMENTÁRIO &#8211;  PARA MERALDO ZISMAN,<br />
                                                                                           DE MOACIR VELOSO</p>
<p>Caro Tio Meraldo, seu escorreito e expressivo artigo, vem ao encontro do que penso sobre a espécie. A referência ao &#8221; novo normal&#8221;, é o arremate que não podia calar. Já há  algum tempo venho sendo tomado por uma intensa compaixão pelos excluídos. Uma legião de miseráveis que podem ser vistos a olho nu, espalhados por todas as cidades em todo Brasil, Reduzidos à condição  de subespécies humanas, estão  aí para contrariar e desmoralizar qualquer discurso político econômico que, como sói acontecer, venha tergiversar, com elucubrações fundadas no exercício deletério da logica formal: O PIB vai diminuir ou crescer tantos%, por isso, aquilo ou aquilo outro. Enquanto isso, a miséria ululante e o Covid 19, seguem sua trajetória letal. Aquela, sóbria  e oficiosa pela própria  natureza, com a experiência adquirida por milênios de matança a céu aberto, é ignorada à custa da negligência culposa  materializada pela barbárie contemporânea. Este, representado pelo vírus, cantado diuturnamente em prosa e verso, pela mídia  que, após informar freneticamente o aumento do número de mortos ( sempre omitindo os que se curaram), encerram o noticiário televisivo, esboçando sorrisos, num cinismo e deboche assombrosos, típicos de um exercício de humor negro. Logo mais no seu consultório, comentaremos o assunto. Parabéns pela abordagem de um tema tão  importante e insidioso, com a pertinente leveza literária.  Abraços.</p>
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		<title>
		Por: Maria Helena Faria de Carvalho		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/o-obvio-ululante-por-meraldo-zisman/#comment-54434</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena Faria de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 05:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma verdade muito ácida de digerir. Uma constatação clara e óbvia. Parabéns, Dr. Meraldo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma verdade muito ácida de digerir. Uma constatação clara e óbvia. Parabéns, Dr. Meraldo.</p>
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