<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Pelo em ovo: procura-se. Para fugir do tema principal. Por Marli Gonçalves	</title>
	<atom:link href="https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/</link>
	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 14 Jan 2018 23:22:56 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Marli Gonçalves		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/#comment-30848</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marli Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2018 23:22:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/?p=16852#comment-30848</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/#comment-30844&quot;&gt;Carla L.S. Lieberman&lt;/a&gt;.

Muito obrigada!! É isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/#comment-30844">Carla L.S. Lieberman</a>.</p>
<p>Muito obrigada!! É isso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carla L.S. Lieberman		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/pelo-em-ovo-procura-se-para-fugir-do-tema-principal-por-marli-goncalves/#comment-30844</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carla L.S. Lieberman]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2018 14:04:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/?p=16852#comment-30844</guid>

					<description><![CDATA[Cara Marli. A última vez que li alguém usando o termo &quot;feminazi&quot; para se referir a alguma mulher, ou grupo de mulheres, já tem certo tempo. Embora eu não esteja certa sobre isso, creio que a figura deve ser o inventor no neologismo, ou, ao menos, seu primeiro usuário por aqui. O divulgador da ideia. Não dou nome a bois, ou vacas, por absoluta desnecessidade. Todo mundo sabe de quem se trata. E creio que continua usando o termo desabridamente, quando convém. Rotular pessoas e pensamentos (os discordantes, claro) é coisa que agrada esse tipo. Quando li pela primeira vez, creio que a conversa tinha algo a ver com o direito de uma mulher optar pelo aborto - ou, mais apropriadamente, tinha a ver com uma tentativa de criminalizar, civil e moralmente, as mulheres que apenas pleiteiam tal direito. Conhecemos bem o argumento: um feto é uma pessoa, e matar uma pessoa é crime. Não creio que seja necessário ir muito além das rebarbas da discussão para entender que um feto não é uma pessoa, nem neurológica, nem socialmente. Criminalizar o aborto, compreendido naqueles limites canonizados em países como os EUA e o Canadá, ou na maior parte da Europa Ocidental, representa um imenso atraso no relógio do desenvolvimento humano, e o álibi religioso sempre evocado nessa hora não passa de mero oportunismo praticado por quem pretende usar a desinformação e a fé cristã de alguns para se proteger do argumento racional proposto por outros. Os terroristas árabes do Hamas usam crianças palestinas como escudos humanos nos locais em que instalam seus lança-mísseis para bombardear Israel. Nossos terroristas ideológicos sexualmente problemáticos usam fetos como escudos para atacar a civilização e a ciência. Para eles, nazistas são as mulheres que pleiteiam um direito. Para nós, os novos nazistas são apenas os velhos terroristas, agora sem causa plausível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Marli. A última vez que li alguém usando o termo &#8220;feminazi&#8221; para se referir a alguma mulher, ou grupo de mulheres, já tem certo tempo. Embora eu não esteja certa sobre isso, creio que a figura deve ser o inventor no neologismo, ou, ao menos, seu primeiro usuário por aqui. O divulgador da ideia. Não dou nome a bois, ou vacas, por absoluta desnecessidade. Todo mundo sabe de quem se trata. E creio que continua usando o termo desabridamente, quando convém. Rotular pessoas e pensamentos (os discordantes, claro) é coisa que agrada esse tipo. Quando li pela primeira vez, creio que a conversa tinha algo a ver com o direito de uma mulher optar pelo aborto &#8211; ou, mais apropriadamente, tinha a ver com uma tentativa de criminalizar, civil e moralmente, as mulheres que apenas pleiteiam tal direito. Conhecemos bem o argumento: um feto é uma pessoa, e matar uma pessoa é crime. Não creio que seja necessário ir muito além das rebarbas da discussão para entender que um feto não é uma pessoa, nem neurológica, nem socialmente. Criminalizar o aborto, compreendido naqueles limites canonizados em países como os EUA e o Canadá, ou na maior parte da Europa Ocidental, representa um imenso atraso no relógio do desenvolvimento humano, e o álibi religioso sempre evocado nessa hora não passa de mero oportunismo praticado por quem pretende usar a desinformação e a fé cristã de alguns para se proteger do argumento racional proposto por outros. Os terroristas árabes do Hamas usam crianças palestinas como escudos humanos nos locais em que instalam seus lança-mísseis para bombardear Israel. Nossos terroristas ideológicos sexualmente problemáticos usam fetos como escudos para atacar a civilização e a ciência. Para eles, nazistas são as mulheres que pleiteiam um direito. Para nós, os novos nazistas são apenas os velhos terroristas, agora sem causa plausível.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
