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	Comentários sobre: Problemas reais e ilusões fiscais	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		<title>
		Por: João Paulo Rodrigues		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 19:07:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais uma vez: obrigado pelos esclarecimentos. Até tenho outras perguntas, mas aí já seria um mini-curso de economia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez: obrigado pelos esclarecimentos. Até tenho outras perguntas, mas aí já seria um mini-curso de economia.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 16:43:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Dilma é teimosa, vai persistir no equivoco. A verdade é que estamos tendo um exemplo da ineficiência das políticas keynesianas, prova de que a teoria geral nunca passou de um caso particular. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dilma é teimosa, vai persistir no equivoco. A verdade é que estamos tendo um exemplo da ineficiência das políticas keynesianas, prova de que a teoria geral nunca passou de um caso particular. </p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 02:54:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1) Empréstimos nao é receita, portanto as demais receitas nao incluem empréstimos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Eu me referi aos garotos primários, portanto o aumento dos gastos nao inclui juros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) O gasto primário sobe de forma praticamente ininterrupta desde 1994, à exceção de 1999 e 2003. No caso do governo federal, feita a ressalva que a serie se inicia em 1997 (logo nao sabemos orquestra ocorreu exatamente em 1995 e 1996), a velocidade de aumento de gastos foi maior no período 2003-12 do que entre 1997 e 2002. Só a velocidade, pois a direção foi a mesma. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) Empréstimos nao é receita, portanto as demais receitas nao incluem empréstimos;</p>
<p>2) Eu me referi aos garotos primários, portanto o aumento dos gastos nao inclui juros. </p>
<p>3) O gasto primário sobe de forma praticamente ininterrupta desde 1994, à exceção de 1999 e 2003. No caso do governo federal, feita a ressalva que a serie se inicia em 1997 (logo nao sabemos orquestra ocorreu exatamente em 1995 e 1996), a velocidade de aumento de gastos foi maior no período 2003-12 do que entre 1997 e 2002. Só a velocidade, pois a direção foi a mesma. </p>
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		<title>
		Por: João Paulo Rodrigues		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24744</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 02:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valeu mesmo por se dar o trabalho de responder. Duas perguntas mais:&lt;br /&gt;1) As demais receitas às quais vc se refere são empréstimos tomados no mercado com títulos públicos, precatórios, receitas com bens imóveis etc.? Mas o que se arrecada com os itens acima, excluindo-se empréstimos, não é muito pouco para ser considerado no ponto em questão?&lt;br /&gt;2) Quanto dos gastos foram - na média - para o pagamento da dívida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia da contenção vem, me parece, de dois lugares: da experiência que nós, funcionários públicos de carreira, tivemos, na realidade, desde os anos 80, de que sempre se evita conceder aumentos de salários, quando não ocorre um congelamento ou se dão aumentos abaixo da inflação; e do discurso da oposição de que só com o Lula começou a ocorrer o descontrole dos gastos. Independente disso ser verdade ou não, fica-se com a impressão que antes estes gastos não cresciam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu mesmo por se dar o trabalho de responder. Duas perguntas mais:<br />1) As demais receitas às quais vc se refere são empréstimos tomados no mercado com títulos públicos, precatórios, receitas com bens imóveis etc.? Mas o que se arrecada com os itens acima, excluindo-se empréstimos, não é muito pouco para ser considerado no ponto em questão?<br />2) Quanto dos gastos foram &#8211; na média &#8211; para o pagamento da dívida?</p>
<p>A ideia da contenção vem, me parece, de dois lugares: da experiência que nós, funcionários públicos de carreira, tivemos, na realidade, desde os anos 80, de que sempre se evita conceder aumentos de salários, quando não ocorre um congelamento ou se dão aumentos abaixo da inflação; e do discurso da oposição de que só com o Lula começou a ocorrer o descontrole dos gastos. Independente disso ser verdade ou não, fica-se com a impressão que antes estes gastos não cresciam.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24738</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 22:34:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vamos por partes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) A série para estes dados se inicia em 1997 e pode ser encontrada no link abaixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/Responsabilidade_Fiscal/Politica_Fiscal/arquivos/Anexos_RTN.xls&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) De 2000 a 2002 o gasto (ex-transferências) veio de 14,6% para 15,7% do PIB (quase 7% ao ano acima do IPCA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) De 1994 a 1996 não há dados, mas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Entre 1994 e 1996 a carga tributária (União, estados e municípios) se manteve estável, em torno de 27% (na verdade caiu 0,1% do PIB entre 94 e 96);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) No mesmo período o resultado primário de União, estados e municípios veio de um superávit de 3,7% do PIB para um déficit de 0,2% do PIB;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Logo, se tributos fossem a única receita de União, estados e municípios, a conclusão, inescapável, seria que o gasto nestas três esferas teria aumentado pouco menos de 4% do PIB (3,8% do PIB);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) O problema é que tributos &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; são a única fonte de receita, de modo que a conclusão acima só vale se as receitas não-tributárias tivessem se mantido estáveis no período (se tivessem caído, os 4% do PIB seriam superestimados; caso contrário, subestimados);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Não há dados sobre receitas não-tributárias no até 1997&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) Não há, contudo, motivos para crer que fossem muito altas, ou que tivessem variado muito. Só a partir das concessões de Banda &#034;B&#034; e privatizações que as concessões passaram a ter pelo muito alto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) Há boa razão para suspeitar de uma elevação considerável de gastos a partir de 1995, quando a inflação caiu abruptamente e não mais pode ser usada para corroer as despesas públicas. Um número próximo a 4% do PIB é a melhor estimativa que tenho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluo: de onde veio a ideia de contenção de gastos nos anos 90?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por partes:</p>
<p>1) A série para estes dados se inicia em 1997 e pode ser encontrada no link abaixo</p>
<p><a href="https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/Responsabilidade_Fiscal/Politica_Fiscal/arquivos/Anexos_RTN.xls" rel="nofollow ugc">https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/Responsabilidade_Fiscal/Politica_Fiscal/arquivos/Anexos_RTN.xls</a></p>
<p>2) De 2000 a 2002 o gasto (ex-transferências) veio de 14,6% para 15,7% do PIB (quase 7% ao ano acima do IPCA)</p>
<p>3) De 1994 a 1996 não há dados, mas:</p>
<p>a) Entre 1994 e 1996 a carga tributária (União, estados e municípios) se manteve estável, em torno de 27% (na verdade caiu 0,1% do PIB entre 94 e 96);</p>
<p>b) No mesmo período o resultado primário de União, estados e municípios veio de um superávit de 3,7% do PIB para um déficit de 0,2% do PIB;</p>
<p>c) Logo, se tributos fossem a única receita de União, estados e municípios, a conclusão, inescapável, seria que o gasto nestas três esferas teria aumentado pouco menos de 4% do PIB (3,8% do PIB);</p>
<p>d) O problema é que tributos <b>não</b> são a única fonte de receita, de modo que a conclusão acima só vale se as receitas não-tributárias tivessem se mantido estáveis no período (se tivessem caído, os 4% do PIB seriam superestimados; caso contrário, subestimados);</p>
<p>e) Não há dados sobre receitas não-tributárias no até 1997</p>
<p>f) Não há, contudo, motivos para crer que fossem muito altas, ou que tivessem variado muito. Só a partir das concessões de Banda &quot;B&quot; e privatizações que as concessões passaram a ter pelo muito alto;</p>
<p>g) Há boa razão para suspeitar de uma elevação considerável de gastos a partir de 1995, quando a inflação caiu abruptamente e não mais pode ser usada para corroer as despesas públicas. Um número próximo a 4% do PIB é a melhor estimativa que tenho</p>
<p>Concluo: de onde veio a ideia de contenção de gastos nos anos 90?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Paulo Rodrigues		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 21:53:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Onde se deu este aumento dos gastos? E o que ocorreu entre 1994 e 1997? E entre 2000 e 2002? Há série mais ampla para estes dados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onde se deu este aumento dos gastos? E o que ocorreu entre 1994 e 1997? E entre 2000 e 2002? Há série mais ampla para estes dados?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24736</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 21:04:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034; O que eu quis dizer foi que a austeridade tout court implementada nos anos 90&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que austeridade fiscal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1997 e 2000 o gasto federal (ex-transferências a estados e municípios) saltou de 14% para 14,6% do PIB, aumento real (descontado o IPCA) de 4,2% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incluindo transferências veio de 16,7% para 18% do PIB, crescimento real de 5,5% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot; O que eu quis dizer foi que a austeridade tout court implementada nos anos 90&quot;</p>
<p>Que austeridade fiscal?</p>
<p>Entre 1997 e 2000 o gasto federal (ex-transferências a estados e municípios) saltou de 14% para 14,6% do PIB, aumento real (descontado o IPCA) de 4,2% ao ano.</p>
<p>Incluindo transferências veio de 16,7% para 18% do PIB, crescimento real de 5,5% ao ano.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Paulo Rodrigues		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24727</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 02:56:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;O&#034;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;Qualquer novo gasto deve ser justificado e ter uma contrapartida em corte de outra despesa ou arrecadação.&#034; Não deveria ser somente &#034;em corte de outra despesa&#034;? Se assumir novo gasto e cortar arrecadação não vai ficar pior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à substância, não sei se posso dar. Mas posso corrigir minhas palavras. O que eu quis dizer foi que a austeridade tout court implementada nos anos 90, embora não fosse um congelamento do orçamento, levou a que em quase todas as áreas do executivo, do Itamaraty às universidades, da PF ao Ibama, significasse perdas salariais e muito poucos concursos. E em quase todas essas áreas isso resultou em déficit de pessoal, o que (não é a única razão) significou que algumas atividades do Estado, como, por exemplo, combate ao crime, ficasse comprometida. Programas como o nuclear, a despeito de outros problemas, sofreram bastante. Houve uma grande evasão de pessoal qualificado nas universidades. Conheço uma penca de físicos (ironicamente, vários tucanos) que se aposentou antes do que queria por conta dos salário ruins e das reformas da previdência (ironicamente, no geral corretas). O que eu fico pensando é se não dá para fazer um ajuste menos drástico, que consiga equilibrar o fim de excessos (como cargos comissionados) com a necessidade de reposição de pessoal e oferecimento de bons salários para bons profissionais do Estado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O&quot;,</p>
<p>&quot;Qualquer novo gasto deve ser justificado e ter uma contrapartida em corte de outra despesa ou arrecadação.&quot; Não deveria ser somente &quot;em corte de outra despesa&quot;? Se assumir novo gasto e cortar arrecadação não vai ficar pior?</p>
<p>Quanto à substância, não sei se posso dar. Mas posso corrigir minhas palavras. O que eu quis dizer foi que a austeridade tout court implementada nos anos 90, embora não fosse um congelamento do orçamento, levou a que em quase todas as áreas do executivo, do Itamaraty às universidades, da PF ao Ibama, significasse perdas salariais e muito poucos concursos. E em quase todas essas áreas isso resultou em déficit de pessoal, o que (não é a única razão) significou que algumas atividades do Estado, como, por exemplo, combate ao crime, ficasse comprometida. Programas como o nuclear, a despeito de outros problemas, sofreram bastante. Houve uma grande evasão de pessoal qualificado nas universidades. Conheço uma penca de físicos (ironicamente, vários tucanos) que se aposentou antes do que queria por conta dos salário ruins e das reformas da previdência (ironicamente, no geral corretas). O que eu fico pensando é se não dá para fazer um ajuste menos drástico, que consiga equilibrar o fim de excessos (como cargos comissionados) com a necessidade de reposição de pessoal e oferecimento de bons salários para bons profissionais do Estado. </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24726</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 02:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Delfim Netto deveria se filiar ao PSDB, o sujeito não sai de cima do muro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Delfim Netto deveria se filiar ao PSDB, o sujeito não sai de cima do muro. </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24725</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 00:15:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Austríacos são a quermesse da direita, são os oferecedores de atalhos fáceis do lado &#034;bom da força&#034;... seu público alvo são estudantes de direito libertários sem ideia alguma de economia.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os economistas Austríacos conseguem posições muito boas no mercado (só que não) como a George Mason U e a.. George Mason U.. As alocações de mercado em que eles tanto acreditam não escolheram os Austríacos... que pena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém alguns investidores gostam de falar que leem Hayek]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Austríacos são a quermesse da direita, são os oferecedores de atalhos fáceis do lado &quot;bom da força&quot;&#8230; seu público alvo são estudantes de direito libertários sem ideia alguma de economia.. </p>
<p>Os economistas Austríacos conseguem posições muito boas no mercado (só que não) como a George Mason U e a.. George Mason U.. As alocações de mercado em que eles tanto acreditam não escolheram os Austríacos&#8230; que pena</p>
<p>Porém alguns investidores gostam de falar que leem Hayek</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Galego		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24724</link>

		<dc:creator><![CDATA[Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 22:20:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Tiago, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;irei escrever rapidamente (darei minha opinião, que não necessariamente é a dos administradores do blog). Considero que a Escola Austríaca traz pontos importantes, como as ideias de ciclos econômicos com a política monetária frouxa podendo causar malinvestments, as ideias do Hayek que lhe renderam o Nobel de sinalização do sistema de preços. &lt;br /&gt;Entretanto, o grande problema é que os autores desde sempre possuem restrições ao uso de matemática, tanto nas formulações teóricas, quanto nos modelos empíricos...&lt;br /&gt;E aí é o grande problema que afeta essa escola. Em primeiro lugar, isso já afasta os grandes centros do estudo das suas teorias. Em segundo lugar, isso faz com que as análises sejam um tanto superficiais, em alguns casos levando a um fanatismo cego próximo daquele dos marxistas e keynesianos de quermesse. &lt;br /&gt;Então, eu diria para se interessar, sim, pelos autores (sobretudo os &#034;das antigas&#034;, eu recomendaria ler o &#034;Caminho da Servidão&#034; do Hayek), porém para tomar muito cuidado em relação ao que você está lendo. Lição número 1sobre economia. Ela é difícil, cheia de resultados conra-intuitivos, de modelos complicados (folheie o Mas-Colell de Micro ou o Romer de Macro para ter ideia do que estou falando) e não existe atalho milagroso (embora muitas vezes você se deparará com pessoas, à esquerda e à direita, oferecendo esses atalhos).   ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago, </p>
<p>irei escrever rapidamente (darei minha opinião, que não necessariamente é a dos administradores do blog). Considero que a Escola Austríaca traz pontos importantes, como as ideias de ciclos econômicos com a política monetária frouxa podendo causar malinvestments, as ideias do Hayek que lhe renderam o Nobel de sinalização do sistema de preços. <br />Entretanto, o grande problema é que os autores desde sempre possuem restrições ao uso de matemática, tanto nas formulações teóricas, quanto nos modelos empíricos&#8230;<br />E aí é o grande problema que afeta essa escola. Em primeiro lugar, isso já afasta os grandes centros do estudo das suas teorias. Em segundo lugar, isso faz com que as análises sejam um tanto superficiais, em alguns casos levando a um fanatismo cego próximo daquele dos marxistas e keynesianos de quermesse. <br />Então, eu diria para se interessar, sim, pelos autores (sobretudo os &quot;das antigas&quot;, eu recomendaria ler o &quot;Caminho da Servidão&quot; do Hayek), porém para tomar muito cuidado em relação ao que você está lendo. Lição número 1sobre economia. Ela é difícil, cheia de resultados conra-intuitivos, de modelos complicados (folheie o Mas-Colell de Micro ou o Romer de Macro para ter ideia do que estou falando) e não existe atalho milagroso (embora muitas vezes você se deparará com pessoas, à esquerda e à direita, oferecendo esses atalhos).   </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tiago		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24722</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2013 05:38:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alex, poderia me dar a  sua opinião sobre a Escola Austríaca de Economia ? Sou estudante de Economia, terceiro período, e acho uma escola de economia muito boa, mas gostaria de ver a opinião de um economista que respeito e que não seja austríaco. Enfim, você é um bom economista, seria bom que tivessem pessoas como você na frente da política econômica do nosso país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alex, poderia me dar a  sua opinião sobre a Escola Austríaca de Economia ? Sou estudante de Economia, terceiro período, e acho uma escola de economia muito boa, mas gostaria de ver a opinião de um economista que respeito e que não seja austríaco. Enfim, você é um bom economista, seria bom que tivessem pessoas como você na frente da política econômica do nosso país.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: renato		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24721</link>

		<dc:creator><![CDATA[renato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2013 03:38:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguém aqui leu o livro &#034;A Lanterna na Popa&#034;, de Roberto CAmpos ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém viveu aquela época ? Poderiam comentar ? Qdo perdemos o bonde ? Com DElfim, pos Simonsen &#062;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém aqui leu o livro &quot;A Lanterna na Popa&quot;, de Roberto CAmpos ?</p>
<p>Alguém viveu aquela época ? Poderiam comentar ? Qdo perdemos o bonde ? Com DElfim, pos Simonsen &gt;?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24720</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2013 08:19:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[olha ai onde da&#039; pra fazer o ajuste fiscal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://mansueto.files.wordpress.com/2013/07/introduc3a7c3a3o-mansueto.pdf]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>olha ai onde da&#39; pra fazer o ajuste fiscal&#8230;</p>
<p><a href="http://mansueto.files.wordpress.com/2013/07/introduc3a7c3a3o-mansueto.pdf" rel="nofollow ugc">http://mansueto.files.wordpress.com/2013/07/introduc3a7c3a3o-mansueto.pdf</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24717</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2013 03:47:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;O&#034; analise o MPL e a proposta de transporte público grátis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obrigado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O&quot; analise o MPL e a proposta de transporte público grátis&#8230;</p>
<p>obrigado</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Oanonimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24715</link>

		<dc:creator><![CDATA[Oanonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 22:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&lt;br /&gt;- &#034;Transferências&#034;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transferências são pagamentos que não tem contrapartida em provisão de serviços ou bens. Por exemplo, bolsa-Eike, bolsa-familia, aposentadorias. Assim como a castidade e a depravação, o problema no Brasil é o excesso. Nosso estado é um estado transferidos ao invés de provedor de bens públicos (daí nossas deficiências de infra-estrutura, segurança etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;- Eu entendi que tem que cortar gastos! Mas, justamente, quais?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse, podemos começar congelando o orçamento ou estabelecendo uma meta de crescimento nominal dos gastos. Qualquer novo gasto deve ser justificado e ter uma contrapartida em corte de outra despesa ou arrecadação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034;Diminuir ministérios e abolir certos cargos comissionados bastaria?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#034; Não deve ter mais nenhum concurso público? Em todas as áreas, regardless políticas de Estado? E como vai fazer com gastos do legislativo e do judiciário, que estabelecessem aumentos de salários e concursos por sua própria conta sem nenhuma preocupação com o orçamento? Ou deve ser como no governo FHC, simplesmente cortar em todas as áreas ligadas ao executivo e não dar aumento nenhum por dez anos, desarticulando áreas que o Estado, apesar de tudo, levou décadas para estruturar?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que você está falando, bwana? O que são&#034;áreas que o Estado levou décadas para estruturar&#034;? Substância, por favor!&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211; &quot;Transferências&quot;?</p>
<p>Transferências são pagamentos que não tem contrapartida em provisão de serviços ou bens. Por exemplo, bolsa-Eike, bolsa-familia, aposentadorias. Assim como a castidade e a depravação, o problema no Brasil é o excesso. Nosso estado é um estado transferidos ao invés de provedor de bens públicos (daí nossas deficiências de infra-estrutura, segurança etc).</p>
<p>&quot;- Eu entendi que tem que cortar gastos! Mas, justamente, quais?&quot;</p>
<p>Como disse, podemos começar congelando o orçamento ou estabelecendo uma meta de crescimento nominal dos gastos. Qualquer novo gasto deve ser justificado e ter uma contrapartida em corte de outra despesa ou arrecadação.</p>
<p>&quot;Diminuir ministérios e abolir certos cargos comissionados bastaria?&quot;</p>
<p>Não.</p>
<p>&quot; Não deve ter mais nenhum concurso público? Em todas as áreas, regardless políticas de Estado? E como vai fazer com gastos do legislativo e do judiciário, que estabelecessem aumentos de salários e concursos por sua própria conta sem nenhuma preocupação com o orçamento? Ou deve ser como no governo FHC, simplesmente cortar em todas as áreas ligadas ao executivo e não dar aumento nenhum por dez anos, desarticulando áreas que o Estado, apesar de tudo, levou décadas para estruturar?&quot;</p>
<p>Do que você está falando, bwana? O que são&quot;áreas que o Estado levou décadas para estruturar&quot;? Substância, por favor!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vicente Jr.		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24714</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vicente Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 22:13:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre, fiz um exercício agora aqui em casa. Peguei a taxa de crescimento (em 12 meses) da PEA e da População Ocupada - de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego - e coloquei num gráfico. Nesse mesmo gráfico, coloquei também o saldo acumulado em 12 meses de postos de trabalho, divulgado pelo CAGED. A série vai de maio/2005 a maio/2013. O resultado me chocou: 2013 é o espelho de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já li sobre uma possível recessão no 3° ou 4° trimestre, e começo a acreditar nela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, fiz um exercício agora aqui em casa. Peguei a taxa de crescimento (em 12 meses) da PEA e da População Ocupada &#8211; de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego &#8211; e coloquei num gráfico. Nesse mesmo gráfico, coloquei também o saldo acumulado em 12 meses de postos de trabalho, divulgado pelo CAGED. A série vai de maio/2005 a maio/2013. O resultado me chocou: 2013 é o espelho de 2009. </p>
<p>Já li sobre uma possível recessão no 3° ou 4° trimestre, e começo a acreditar nela&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24713</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 21:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Amigo, ou vc é ignorante ou é analfabeto.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah tá, como imaginei, não tem nada para oferecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Amigo, ou vc é ignorante ou é analfabeto.&quot;</p>
<p>Ah tá, como imaginei, não tem nada para oferecer&#8230;</p>
<p>Abs</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24712</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 20:36:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Ao sabichao ai de cima&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo, ou vc é ignorante ou é analfabeto. Basta ler qualquer livro honesto sobre a história econômica brasileira para ver que as idéias do sujeito são estúpidas. Nem precisa entrar em discussão teórica, pq acho que aí vai ser demais para vc. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Ao sabichao ai de cima&quot;</p>
<p>Amigo, ou vc é ignorante ou é analfabeto. Basta ler qualquer livro honesto sobre a história econômica brasileira para ver que as idéias do sujeito são estúpidas. Nem precisa entrar em discussão teórica, pq acho que aí vai ser demais para vc. </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/problemas-reais-e-ilusoes-fiscais/#comment-24711</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 19:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao sabichao ai de cima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria como me mostrar evidencia de sua afirmação: &#034;idéias que já estão, comprovadamente,, ultrapassadas e fracassadas&#034;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, estou curioso para destruir sua retórica barata...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao sabichao ai de cima:</p>
<p>Teria como me mostrar evidencia de sua afirmação: &quot;idéias que já estão, comprovadamente,, ultrapassadas e fracassadas&quot;.</p>
<p>Por favor, estou curioso para destruir sua retórica barata&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
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