<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Quarto do riso	</title>
	<atom:link href="https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/</link>
	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Dec 2015 13:26:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.1</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21168</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 18:38:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21168</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman,&lt;br /&gt;Você não fez neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Quarto de riso”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; uma crítica à política econômica do governo de incentivo ao consumo, mesmo assim eu pensei em aproveitar uma ou outra oportunidade para fazer um reparo a essa sua crítica. O momento ideal para o reparo seria junto ao meu comentário de 10/12/2012 às 22:45 quando analisei a sua referência à comparação que o Banco Central do Brasil fez da crise do quarto trimestre de 2008 com a crise de 2011/2012.&lt;br /&gt;Haveria também oportunidade se eu utilizasse o seu chiste sobre a afirmação de Guido Mantega de que seria uma piada projetar para 2012 um crescimento do PIB de 1,5%. Para você era bem mais engraçada a afirmação de Guido Mantega que projetava o crescimento do PIB em 2012 em 4,5%.&lt;br /&gt;É talvez fosse realmente piada de Guido Mantega. Era uma piada com boas intenções. Os economistas põem muita fé nas expectativas racionais dos empresários e a idéia pareceu-me de querer mais bem firmar essas expectativas. Sabe-se lá se os empresários o levariam a sério, afinal os economistas o levam a sério quando ele fica falando de incentivos ao consumo à maneira do que foi feito em 2008 quando se fizer qualquer levantamento comparativo vai-se verificar que em 2012 houve apenas perfumaria e marketing.&lt;br /&gt;Aliás, poderia ter feito esse reparo na discussão que eu travei com o Anônimo dos comentários de 16/12/2012 às 16:16 e de 17/12/2012 às 13:41 e para os quais eu respondi em 16/12/2012 às 23:15 e em 18/12/2012 às 23:10. Pena que o Anônimo não trouxera dados que mostrassem a evolução do comprometimento das dívidas das famílias. Sem dúvida que os dados mostrariam uma evolução muito maior desse comprometimento quando dos incentivos que o governo deu para sair da crise do quarto trimestre de 2008 comparativamente com os incentivos atuais.&lt;br /&gt;Assim, penso que fazer a crítica ao governo por incentivar ao consumo é se deixar enganar pela propaganda um tanto piada do governo dizendo que está incentivando o consumo. O governo sabe que há restrições ao endividamento. Percebo essas restrições de modo intuitivo ou melhor pelo que eu leio no jornal e me surpreenderia se se constatar o contrário do que eu tenho afirmado. Para mim o crescimento do grau de endividamento das famílias foi maior após a crise do quarto trimestre de 2008.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 21/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman,<br />Você não fez neste post <i><b>“Quarto de riso”</b></i> uma crítica à política econômica do governo de incentivo ao consumo, mesmo assim eu pensei em aproveitar uma ou outra oportunidade para fazer um reparo a essa sua crítica. O momento ideal para o reparo seria junto ao meu comentário de 10/12/2012 às 22:45 quando analisei a sua referência à comparação que o Banco Central do Brasil fez da crise do quarto trimestre de 2008 com a crise de 2011/2012.<br />Haveria também oportunidade se eu utilizasse o seu chiste sobre a afirmação de Guido Mantega de que seria uma piada projetar para 2012 um crescimento do PIB de 1,5%. Para você era bem mais engraçada a afirmação de Guido Mantega que projetava o crescimento do PIB em 2012 em 4,5%.<br />É talvez fosse realmente piada de Guido Mantega. Era uma piada com boas intenções. Os economistas põem muita fé nas expectativas racionais dos empresários e a idéia pareceu-me de querer mais bem firmar essas expectativas. Sabe-se lá se os empresários o levariam a sério, afinal os economistas o levam a sério quando ele fica falando de incentivos ao consumo à maneira do que foi feito em 2008 quando se fizer qualquer levantamento comparativo vai-se verificar que em 2012 houve apenas perfumaria e marketing.<br />Aliás, poderia ter feito esse reparo na discussão que eu travei com o Anônimo dos comentários de 16/12/2012 às 16:16 e de 17/12/2012 às 13:41 e para os quais eu respondi em 16/12/2012 às 23:15 e em 18/12/2012 às 23:10. Pena que o Anônimo não trouxera dados que mostrassem a evolução do comprometimento das dívidas das famílias. Sem dúvida que os dados mostrariam uma evolução muito maior desse comprometimento quando dos incentivos que o governo deu para sair da crise do quarto trimestre de 2008 comparativamente com os incentivos atuais.<br />Assim, penso que fazer a crítica ao governo por incentivar ao consumo é se deixar enganar pela propaganda um tanto piada do governo dizendo que está incentivando o consumo. O governo sabe que há restrições ao endividamento. Percebo essas restrições de modo intuitivo ou melhor pelo que eu leio no jornal e me surpreenderia se se constatar o contrário do que eu tenho afirmado. Para mim o crescimento do grau de endividamento das famílias foi maior após a crise do quarto trimestre de 2008.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 21/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21167</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 18:31:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21167</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 22:40),&lt;br /&gt;Se você não for um estudioso dos escritos dos políticos ou de Lula em particular, só a admiração a Lula justificaria que você se adentrasse na leitura de um artigo de Lula e só ser interrompido pelo sono.&lt;br /&gt;Provavelmente nunca li um texto de Lula, a menos que soubesse que o texto seria da lavra, por exemplo, de um Luiz Soares Dulci.&lt;br /&gt;Presto atenção ao improviso de Lula principalmente quando em contato direto com o povo por perceber que nessas horas ele tem muita facilidade de interlocução. O exemplo clássico que eu dou é o discurso dele em frente a uma loja das Casas Bahia em inauguração e em que ele diz &lt;i&gt;“Inflação, essa desgraça”&lt;/i&gt;. Considero que esta frase não só é inquestionável como ela é de fácil compreensão pelo povão. Exatamente o contrário da frase &lt;i&gt;“A inflação é o mais injusto dos impostos”&lt;/i&gt; que nem todos entendem e pode-se escrever um livro tanto para mostrar que ela é verdadeira como para mostrar que ela é falsa, embora eu ache mais provável que ela seja falsa, pois no sistema capitalista com todo o seu dinamismo é muito difícil afirmar a priori a injustiça da inflação ou dos impostos e nem a inflação pode ser comparada aos impostos que visam antes de mais nada a evitar a inflação.&lt;br /&gt;Interessante que esta frase alcançou mais a classe média que sentia reconfortada sendo induzida a crer que a queda da inflação era benéfica ao povo e fundava esta crença na satisfação popular com o fim da inflação. Em meu entendimento o povo ficava satisfeito porque a inflação era uma desgraça e não porque a inflação recaia mais fortemente sobre os mais pobres do povo.&lt;br /&gt;Aliás sobre esta questão da justiça do sistema tributária vale bem uma lida no artigo &lt;b&gt;“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”&lt;/b&gt; de Raymundo Ferreira Guimarães mencionado nos meus comentários aqui neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Quarto de riso”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; enviados em 19/12/2012 às 23:59 e em 20/12/2012 às 13:22. Não apenas o artigo trata do problema da justiça em um sistema tributário como ele mostra o quanto o princípio de justiça apresenta incompatibilidade com o princípio da eficiência, pelo menos no curto prazo. E além disso, na parte do artigo em que há referência aos artigos de Claudio Roberto Contador, o autor Raymundo Ferreira Guimarães apresenta uma análise mais detalhada de como o tributo pode ser repassado ao longo da cadeia produtiva. Em um sistema dinâmico como o sistema capitalista parece-me absolutamente impossível determinar de quanto é o repasse.&lt;br /&gt;É interessante que já não se vêem estudos sobre tributação nos mesmos níveis como eram feitos os estudos há cerca de 40 anos. Talvez hoje se reconheça que o estudo do princípio que se poderia chamar de repassividade dos tributos e seus efeitos só faça sentido em um sistema estático.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 21/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 22:40),<br />Se você não for um estudioso dos escritos dos políticos ou de Lula em particular, só a admiração a Lula justificaria que você se adentrasse na leitura de um artigo de Lula e só ser interrompido pelo sono.<br />Provavelmente nunca li um texto de Lula, a menos que soubesse que o texto seria da lavra, por exemplo, de um Luiz Soares Dulci.<br />Presto atenção ao improviso de Lula principalmente quando em contato direto com o povo por perceber que nessas horas ele tem muita facilidade de interlocução. O exemplo clássico que eu dou é o discurso dele em frente a uma loja das Casas Bahia em inauguração e em que ele diz <i>“Inflação, essa desgraça”</i>. Considero que esta frase não só é inquestionável como ela é de fácil compreensão pelo povão. Exatamente o contrário da frase <i>“A inflação é o mais injusto dos impostos”</i> que nem todos entendem e pode-se escrever um livro tanto para mostrar que ela é verdadeira como para mostrar que ela é falsa, embora eu ache mais provável que ela seja falsa, pois no sistema capitalista com todo o seu dinamismo é muito difícil afirmar a priori a injustiça da inflação ou dos impostos e nem a inflação pode ser comparada aos impostos que visam antes de mais nada a evitar a inflação.<br />Interessante que esta frase alcançou mais a classe média que sentia reconfortada sendo induzida a crer que a queda da inflação era benéfica ao povo e fundava esta crença na satisfação popular com o fim da inflação. Em meu entendimento o povo ficava satisfeito porque a inflação era uma desgraça e não porque a inflação recaia mais fortemente sobre os mais pobres do povo.<br />Aliás sobre esta questão da justiça do sistema tributária vale bem uma lida no artigo <b>“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”</b> de Raymundo Ferreira Guimarães mencionado nos meus comentários aqui neste post <i><b>“Quarto de riso”</b></i> enviados em 19/12/2012 às 23:59 e em 20/12/2012 às 13:22. Não apenas o artigo trata do problema da justiça em um sistema tributário como ele mostra o quanto o princípio de justiça apresenta incompatibilidade com o princípio da eficiência, pelo menos no curto prazo. E além disso, na parte do artigo em que há referência aos artigos de Claudio Roberto Contador, o autor Raymundo Ferreira Guimarães apresenta uma análise mais detalhada de como o tributo pode ser repassado ao longo da cadeia produtiva. Em um sistema dinâmico como o sistema capitalista parece-me absolutamente impossível determinar de quanto é o repasse.<br />É interessante que já não se vêem estudos sobre tributação nos mesmos níveis como eram feitos os estudos há cerca de 40 anos. Talvez hoje se reconheça que o estudo do princípio que se poderia chamar de repassividade dos tributos e seus efeitos só faça sentido em um sistema estático.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 21/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21131</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 18:57:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21131</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 20:31),&lt;br /&gt;Sua indagação foi para o Alexandre Schwartsman e para uma questão como a sua querendo saber sobre como ou onde direcionar o investimento para aumentar a produtividade, eu não creio que como leigo eu poderia suplantar a ausência dele. Além disso, concordo com a sua percepção de que estamos em uma armadilha de baixa produtividade e falta de investimento.&lt;br /&gt;Agora a minha percepção é que estamos entrando em uma fase de crescimento econômico puxado pelo setor exportador em decorrência do câmbio depreciado. O governo pode até direcionar o investimento e o deve fazer, mas ele não será preponderante. O investimento preponderante será o decorrente do crescimento econômico que no início se propagará no setor exportador e depois se expandirá para toda a economia..&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 20:31),<br />Sua indagação foi para o Alexandre Schwartsman e para uma questão como a sua querendo saber sobre como ou onde direcionar o investimento para aumentar a produtividade, eu não creio que como leigo eu poderia suplantar a ausência dele. Além disso, concordo com a sua percepção de que estamos em uma armadilha de baixa produtividade e falta de investimento.<br />Agora a minha percepção é que estamos entrando em uma fase de crescimento econômico puxado pelo setor exportador em decorrência do câmbio depreciado. O governo pode até direcionar o investimento e o deve fazer, mas ele não será preponderante. O investimento preponderante será o decorrente do crescimento econômico que no início se propagará no setor exportador e depois se expandirá para toda a economia..<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21130</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 18:55:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21130</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59),&lt;br /&gt;E ainda dentro da discussão dos dois últimos comentários que eu enviei para vocês e já que o meu último comentário não parece ter um bom fio condutor, o que é justificável, pois em parte ele diz respeito a um livro que não li, e como ele serviu mais para indicar artigos de modo quase aleatório cabe ainda fazer menção ao post aqui no blog de Alexandre Schwartsman intitulado &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Para entender o fracasso da política econômica”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de segunda-feira, 12/17/2012 em que ele analisa de modo bem crítico trecho da entrevista de Márcio Holland concedida a Cristiano Romero no Valor Econômico de segunda-feira, 17/12/2012 e lá intitulada &lt;b&gt;“Transição para nova política econômica afetou PIB, diz Holland”&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Na íntegra a entrevista de Mácio Holland pode ser vista no blog de Luis Nassif junto ao post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“O discurso da Fazenda e o papel da crítica”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de segunda-feira, 17/12/2012 às 11:58. E o post  &lt;i&gt;&lt;b&gt;“O discurso da Fazenda e o papel da crítica”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; pode ser visto no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-discurso-da-fazenda-e-o-papel-da-critica&lt;br /&gt;Acrescento que Alexandre Schwartsman estendeu a crítica dele à entrevista de Márcio Holland no artigo que ele publicou na Folha de S. Paulo de quarta-feira, 19/12/2012 e intitulado &lt;b&gt;“Jogo dos sete erros”&lt;/b&gt; e que pode ser lido em post dele aqui no blog com o mesmo título.&lt;br /&gt;Se não fosse os altos lauréis acadêmicos de Márcio Holland e saber que o que eu digo já foi escrito há muito tempo, e salvo uma ou outra resposta dele mais apressada, diria que ele, em vez de fazer o &lt;i&gt;&#034;tl, dr&#034;&lt;/i&gt;, anda lendo meus longos comentários. É claro que eu digo isto como uma espécie de auto elogio se não tivesse outro nome, mas muitos também encontrarão na minha aparente empáfia mais um motivo para explicar o fracasso da atual política econômica. Para os que pensarem assim eu poderia dizer o que eu disse no início do meu primeiro comentário para vocês: &lt;i&gt;“não exagerem”&lt;/i&gt;!&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59),<br />E ainda dentro da discussão dos dois últimos comentários que eu enviei para vocês e já que o meu último comentário não parece ter um bom fio condutor, o que é justificável, pois em parte ele diz respeito a um livro que não li, e como ele serviu mais para indicar artigos de modo quase aleatório cabe ainda fazer menção ao post aqui no blog de Alexandre Schwartsman intitulado <i><b>“Para entender o fracasso da política econômica”</b></i> de segunda-feira, 12/17/2012 em que ele analisa de modo bem crítico trecho da entrevista de Márcio Holland concedida a Cristiano Romero no Valor Econômico de segunda-feira, 17/12/2012 e lá intitulada <b>“Transição para nova política econômica afetou PIB, diz Holland”</b>.<br />Na íntegra a entrevista de Mácio Holland pode ser vista no blog de Luis Nassif junto ao post <i><b>“O discurso da Fazenda e o papel da crítica”</b></i> de segunda-feira, 17/12/2012 às 11:58. E o post  <i><b>“O discurso da Fazenda e o papel da crítica”</b></i> pode ser visto no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-discurso-da-fazenda-e-o-papel-da-critica" rel="nofollow ugc">http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-discurso-da-fazenda-e-o-papel-da-critica</a><br />Acrescento que Alexandre Schwartsman estendeu a crítica dele à entrevista de Márcio Holland no artigo que ele publicou na Folha de S. Paulo de quarta-feira, 19/12/2012 e intitulado <b>“Jogo dos sete erros”</b> e que pode ser lido em post dele aqui no blog com o mesmo título.<br />Se não fosse os altos lauréis acadêmicos de Márcio Holland e saber que o que eu digo já foi escrito há muito tempo, e salvo uma ou outra resposta dele mais apressada, diria que ele, em vez de fazer o <i>&quot;tl, dr&quot;</i>, anda lendo meus longos comentários. É claro que eu digo isto como uma espécie de auto elogio se não tivesse outro nome, mas muitos também encontrarão na minha aparente empáfia mais um motivo para explicar o fracasso da atual política econômica. Para os que pensarem assim eu poderia dizer o que eu disse no início do meu primeiro comentário para vocês: <i>“não exagerem”</i>!<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21129</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 18:43:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21129</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59),&lt;br /&gt;Nem tudo é fácil de entender. Para um leigo então a teoria econômica se torna um samba do crioulo doido. Como diz Antonio Delfim Netto e confirmam os autores do artigo (Emmanuel Farhi, Gita Gopinath e Oleg Itskhoki) no documento &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; usa-se o modelo novo keynesiano de Equilíbrio Dinâmico Geral Estocástico (DSGE). Já no livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt; usa-se o modelo estocástico de Mundell-Fleming. Duas informações que seriam suficientes para me desestimular a ler seja o artigo seja o livro.&lt;br /&gt;Fiz também essas referências ao modelo porque me parece que Robert Mundell não seja keynesiano, embora ele tenha sido defensor do supply-side economy e se se toma o governo de Ronald Reagan que foi o prosélito dessa economia com os cortes de impostos e aumento de déficit público pode-se dizer que ele foi excessivamente keynesiano.&lt;br /&gt;Na semana passada chamou-me atenção o artigo de Luiz Fernando de Paula e Manoel Carlos C. Pires intitulado &lt;b&gt;“Contração fiscal expansionista?”&lt;/b&gt; publicado no Valor Econômico de segunda-feira, 10/12/2012 e que pode ser visto no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.valor.com.br/opiniao/2933874/contracao-fiscal-expansionista&lt;br /&gt;Como o link do Valor Econômico só é acessível na íntegra aos assinantes do jornal, deixo também a indicação do endereço do artigo em outro site onde ele está transcrito integralmente:&lt;br /&gt;http://www.anefac.com.br/Pages/ReaderPage.aspx?id=6586&lt;br /&gt;Bem, Luiz Fernando de Paula e Manoel Carlos C. Pires não são de todo crítico à possibilidade de contração fiscal expansionista desde que se leve em conta outras variáveis como a elevação do preço das commodities, a evolução mais favorável da taxa de câmbio em países exportadores, o relaxamento da política monetária, etc. De todo modo é uma análise keynesiana e bem próxima a outras análises keynesianas (Ou seriam marxistas se Karl Marx e John Maynard Keynes são conciliáveis) como a do artigo &lt;b&gt;“O mito da contração fiscal expansionista nos EUA durante o governo Clinton”&lt;/b&gt; de autoria de Franklin Serrano e Júlia Braga e publicado em Economia e Sociedade, Campinas, v. 15, n. 2 (27), p. 213-239, ago. 2006, podendo ser visto no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php/id=609&#038;tp=a&lt;br /&gt;Essa celeuma, em meu entendimento, é decorrente da má vontade dos keynesianos com o aumento da carga tributária. É claro que eles são mais favoráveis do que os clássicos ou neoclássicos, ainda que nem sempre ou nem todos (Gustavo Franco fez mais artigos em defesa do aumento da carga tributária do que qualquer keynesiano que eu conheço, se ele próprio não for keynesiano).&lt;br /&gt;E para finalizar, diria que além da minha natural dificuldade de compreensão do livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt; a defesa da tributação que me parece presente no artigo &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; foi o bom motivo que me levou a o preferir ao livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt;. E foi com surpresa que eu o vi o artigo &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; sendo indicado por Antonio Delfim Netto, pois a carga tributária no governo de João Figueiredo quando Antonio Delfim Netto mandava caiu de 27% para 24%.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 20/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59),<br />Nem tudo é fácil de entender. Para um leigo então a teoria econômica se torna um samba do crioulo doido. Como diz Antonio Delfim Netto e confirmam os autores do artigo (Emmanuel Farhi, Gita Gopinath e Oleg Itskhoki) no documento <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> usa-se o modelo novo keynesiano de Equilíbrio Dinâmico Geral Estocástico (DSGE). Já no livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b> usa-se o modelo estocástico de Mundell-Fleming. Duas informações que seriam suficientes para me desestimular a ler seja o artigo seja o livro.<br />Fiz também essas referências ao modelo porque me parece que Robert Mundell não seja keynesiano, embora ele tenha sido defensor do supply-side economy e se se toma o governo de Ronald Reagan que foi o prosélito dessa economia com os cortes de impostos e aumento de déficit público pode-se dizer que ele foi excessivamente keynesiano.<br />Na semana passada chamou-me atenção o artigo de Luiz Fernando de Paula e Manoel Carlos C. Pires intitulado <b>“Contração fiscal expansionista?”</b> publicado no Valor Econômico de segunda-feira, 10/12/2012 e que pode ser visto no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.valor.com.br/opiniao/2933874/contracao-fiscal-expansionista" rel="nofollow ugc">http://www.valor.com.br/opiniao/2933874/contracao-fiscal-expansionista</a><br />Como o link do Valor Econômico só é acessível na íntegra aos assinantes do jornal, deixo também a indicação do endereço do artigo em outro site onde ele está transcrito integralmente:<br /><a href="http://www.anefac.com.br/Pages/ReaderPage.aspx?id=6586" rel="nofollow ugc">http://www.anefac.com.br/Pages/ReaderPage.aspx?id=6586</a><br />Bem, Luiz Fernando de Paula e Manoel Carlos C. Pires não são de todo crítico à possibilidade de contração fiscal expansionista desde que se leve em conta outras variáveis como a elevação do preço das commodities, a evolução mais favorável da taxa de câmbio em países exportadores, o relaxamento da política monetária, etc. De todo modo é uma análise keynesiana e bem próxima a outras análises keynesianas (Ou seriam marxistas se Karl Marx e John Maynard Keynes são conciliáveis) como a do artigo <b>“O mito da contração fiscal expansionista nos EUA durante o governo Clinton”</b> de autoria de Franklin Serrano e Júlia Braga e publicado em Economia e Sociedade, Campinas, v. 15, n. 2 (27), p. 213-239, ago. 2006, podendo ser visto no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php/id=609&#038;tp=a" rel="nofollow ugc">http://www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php/id=609&#038;tp=a</a><br />Essa celeuma, em meu entendimento, é decorrente da má vontade dos keynesianos com o aumento da carga tributária. É claro que eles são mais favoráveis do que os clássicos ou neoclássicos, ainda que nem sempre ou nem todos (Gustavo Franco fez mais artigos em defesa do aumento da carga tributária do que qualquer keynesiano que eu conheço, se ele próprio não for keynesiano).<br />E para finalizar, diria que além da minha natural dificuldade de compreensão do livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b> a defesa da tributação que me parece presente no artigo <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> foi o bom motivo que me levou a o preferir ao livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b>. E foi com surpresa que eu o vi o artigo <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> sendo indicado por Antonio Delfim Netto, pois a carga tributária no governo de João Figueiredo quando Antonio Delfim Netto mandava caiu de 27% para 24%.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 20/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21126</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 18:30:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21126</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59), &lt;br /&gt;Não exagerem. Sou leigo e o livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt;, dos Jacob Frenkel e Assaf Razin é mais de pós-graduação ou de um curso muito puxado de economia. E não tenho a pretensão de dar a melhor explicação para a compreensão do mundo econômico. O mais frequente é eu reproduzir o que outros dizem há mais tempo se não tiverem sofrido uma boa contestação.&lt;br /&gt;Ainda em relação ao livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt;, dos Jacob Frenkel e Assaf Razin o que posso deixar aqui é o endereço do livro no books.google:&lt;br /&gt;http://books.google.com.br/books?id=6uI8I5uRHVoC&#038;printsec=frontcover&#038;source=gbs_ge_summary_r&#038;cad=0#v=onepage&#038;q&#038;f=false&lt;br /&gt;No que se pode ler no endereço indicado é facilmente perceptível que o texto não é para o meu nível de conhecimento de economia. &lt;br /&gt;Um texto de que eu gosto e que não extrapola muito o meu nível de entendimento é o artigo &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; (NBER - Working Paper 17.662, de dezembro/ 2011) e que pode ser baixado no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.nber.org/papers/w17662.pdf&lt;br /&gt;Bem, até aqui eu sei o que eu disse. Na sequência nem sempre eu saberei sobre o que eu disser.&lt;br /&gt;Primeiro eu faço uma comparação entre o livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt;, que a bem da verdade não li com o documento &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt;. A comparação é para perguntar qual dos dois tem mais aplicação na vida prática? Em meu entendimento, os ensinamentos do documento . &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; são os que vêm sendo aplicados nos países da periferia da Zona do Euro.&lt;br /&gt;Em minha expectativa os países da periferia da Zona do Euro deverão sofrer um incremento da carga tributária da ordem de 3 a 5% para sair dessa crise. E deverão fazer o aumento da carga tributária segundo o modelo proposto em &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Aqui me parece que o princípio da &lt;b&gt;Navalha de Occam&lt;/b&gt; é perfeitamente aplicável. Entre um texto com tantas variáveis e salvo algumas páginas do prólogo tão complexo como o do livro &lt;b&gt;“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”&lt;/b&gt; e um mais leve como &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt;, eu prefiro um que além de eu poder entende-lo faz defesa do que eu sempre defendi: o uso do sistema tributário em todo o seu alcance (Substitui juro, pois tem na sua própria origem o combate a inflação, substitui câmbio, pois pode reduzir a demanda interna e criar excedente para exportação e reduzir a concorrência externa, substitui barreiras legais ao livre fluxo de moedas, substitui a venda de patrimônio público, etc.).&lt;br /&gt;De certo modo, os ensinamentos de &lt;b&gt;&#034;Fiscal Devaluations&#034;&lt;/b&gt; têm sido aplicados também pelo governo de Dilma Rousseff. Tal ocorreu quando do aumento do IPI para o setor automobilístico aplicável apenas a veículos com baixa composição de peças brasileiras e com a desoneração da folha de pagamento em setores industriais e se a desoneração vier acompanhada de um tributo sobre o faturamento (O imposto sobre faturamento na indústria não traz o agravante da cumulatividade dos impostos que incidem no faturamento em todas as fases da produção). &lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 16:25) e Anônimo (14 de dezembro de 2012 às 07:59), <br />Não exagerem. Sou leigo e o livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b>, dos Jacob Frenkel e Assaf Razin é mais de pós-graduação ou de um curso muito puxado de economia. E não tenho a pretensão de dar a melhor explicação para a compreensão do mundo econômico. O mais frequente é eu reproduzir o que outros dizem há mais tempo se não tiverem sofrido uma boa contestação.<br />Ainda em relação ao livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b>, dos Jacob Frenkel e Assaf Razin o que posso deixar aqui é o endereço do livro no books.google:<br /><a href="http://books.google.com.br/books?id=6uI8I5uRHVoC&#038;printsec=frontcover&#038;source=gbs_ge_summary_r&#038;cad=0#v=onepage&#038;q&#038;f=false" rel="nofollow ugc">http://books.google.com.br/books?id=6uI8I5uRHVoC&#038;printsec=frontcover&#038;source=gbs_ge_summary_r&#038;cad=0#v=onepage&#038;q&#038;f=false</a><br />No que se pode ler no endereço indicado é facilmente perceptível que o texto não é para o meu nível de conhecimento de economia. <br />Um texto de que eu gosto e que não extrapola muito o meu nível de entendimento é o artigo <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> (NBER &#8211; Working Paper 17.662, de dezembro/ 2011) e que pode ser baixado no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.nber.org/papers/w17662.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.nber.org/papers/w17662.pdf</a><br />Bem, até aqui eu sei o que eu disse. Na sequência nem sempre eu saberei sobre o que eu disser.<br />Primeiro eu faço uma comparação entre o livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b>, que a bem da verdade não li com o documento <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b>. A comparação é para perguntar qual dos dois tem mais aplicação na vida prática? Em meu entendimento, os ensinamentos do documento . <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> são os que vêm sendo aplicados nos países da periferia da Zona do Euro.<br />Em minha expectativa os países da periferia da Zona do Euro deverão sofrer um incremento da carga tributária da ordem de 3 a 5% para sair dessa crise. E deverão fazer o aumento da carga tributária segundo o modelo proposto em <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b>.<br />Aqui me parece que o princípio da <b>Navalha de Occam</b> é perfeitamente aplicável. Entre um texto com tantas variáveis e salvo algumas páginas do prólogo tão complexo como o do livro <b>“Fiscal Policy and Growth in the World Economy”</b> e um mais leve como <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b>, eu prefiro um que além de eu poder entende-lo faz defesa do que eu sempre defendi: o uso do sistema tributário em todo o seu alcance (Substitui juro, pois tem na sua própria origem o combate a inflação, substitui câmbio, pois pode reduzir a demanda interna e criar excedente para exportação e reduzir a concorrência externa, substitui barreiras legais ao livre fluxo de moedas, substitui a venda de patrimônio público, etc.).<br />De certo modo, os ensinamentos de <b>&quot;Fiscal Devaluations&quot;</b> têm sido aplicados também pelo governo de Dilma Rousseff. Tal ocorreu quando do aumento do IPI para o setor automobilístico aplicável apenas a veículos com baixa composição de peças brasileiras e com a desoneração da folha de pagamento em setores industriais e se a desoneração vier acompanhada de um tributo sobre o faturamento (O imposto sobre faturamento na indústria não traz o agravante da cumulatividade dos impostos que incidem no faturamento em todas as fases da produção). <br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21125</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 18:22:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21125</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 18:05),&lt;br /&gt;Pensei em detalhar um pouco o artigo de Cláudio Considera &lt;b&gt;“PIB: medida e surpresas”&lt;/b&gt;,e por isso até antecipei o meu comentário para você, mas como o meu comentário foi sendo espichado e ficou muito grande não pude acrescentar o detalhamento pretendido. Faço-o agora sem antes consertar a última frase do meu comentário anterior que deveria vir assim:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Quando ouvia o nome Cláudio Considera pensava de imediato se tratar do autor que fizera trabalho minucioso sobre a transferência do imposto de renda ao longo do processo produtivo”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Em suma, como houve uma defasagem de quase uma década entre a leitura do artigo&lt;b&gt;“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”&lt;/b&gt; de Raymundo Ferreira Guimarães com referência aos artigos de Claudio Roberto Contador e leituras que eu lembro de artigos de Cláudio Monteiro Considera, eu desde então passei a fazer a confusão entre os dois nomes.&lt;br /&gt;Bem, chamo atenção do artigo de Cláudio Monteiro Considera &lt;b&gt;“PIB: medida e surpresas”&lt;/b&gt; publicado no Valor Econômico de terça-feira, 11/12/2012, porque, embora o avalie como pouco fundamentado em dados, mas partindo do princípio correto que não haveria como o IBGE errar seguindo a metodologia de cálculo do PIB, penso que ele corrobora a minha expectativa de que um possível erro de cálculo do IBGE não interfirirá de modo relevante no valor total da produção do terceiro trimestre de 2012.&lt;br /&gt;Além disso, há duas passagens interessantes no artigo &lt;b&gt;“PIB: medida e surpresas”&lt;/b&gt;. A primeira diz respeito a parte em que ele lembra da crítica de Dilma Rousseff aos juros altos e aos spreads do setor bancário e os efeitos que a redução dos juros e spreads teve na participação do setor bancário no total do PIB. E na seqüência da argumentação ele diz que o governo colheu o que plantou ou nas palavras dele:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O governo entregou o que corretamente prometeu”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Louve-se o uso do termo corretamente na frase transcrita.&lt;br /&gt;A outra parte do artigo &lt;b&gt;“PIB: medida e surpresas”&lt;/b&gt; que quero mencionar é a utilização que ele faz dos dados mostrando queda na taxa de investimento para respaldar a idéia de que a baixa taxa de investimento é decorrente do ambiente de negócios ruins tendo em vista o forte viés estatizante do governo. Não creio que seja. E penso que mais à frente quando neste mesmo governo a taxa de investimento estiver crescendo vai ser difícil para os economistas que fizeram declarações como esta de Cláudio Monteiro Considera.&lt;br /&gt;É claro que ele tem a possibilidade de acertar, mas pelo histórico dos investimentos em qualquer país do mundo, com maior possibilidade de os investimentos aumentarem quando o crescimento econômico estiver mais elevado, a menos enquanto não se chega ao ponto de exaustão do crescimento, é temerário para um economista fazer uma aposta como a feita por Cláudio Monteiro Considera, a menos que ele não dê importância ao que ele escreve ou não se importe em se queimar.&lt;br /&gt;De todo modo, como eu já disse, avalio que para um crescimento sustentável é preferível que a taxa de crescimento do PIB no terceiro trimestre seja realmente de 0,6% e não um valor mais alto.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 20/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 18:05),<br />Pensei em detalhar um pouco o artigo de Cláudio Considera <b>“PIB: medida e surpresas”</b>,e por isso até antecipei o meu comentário para você, mas como o meu comentário foi sendo espichado e ficou muito grande não pude acrescentar o detalhamento pretendido. Faço-o agora sem antes consertar a última frase do meu comentário anterior que deveria vir assim:<br /><i>“Quando ouvia o nome Cláudio Considera pensava de imediato se tratar do autor que fizera trabalho minucioso sobre a transferência do imposto de renda ao longo do processo produtivo”</i>.<br />Em suma, como houve uma defasagem de quase uma década entre a leitura do artigo<b>“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”</b> de Raymundo Ferreira Guimarães com referência aos artigos de Claudio Roberto Contador e leituras que eu lembro de artigos de Cláudio Monteiro Considera, eu desde então passei a fazer a confusão entre os dois nomes.<br />Bem, chamo atenção do artigo de Cláudio Monteiro Considera <b>“PIB: medida e surpresas”</b> publicado no Valor Econômico de terça-feira, 11/12/2012, porque, embora o avalie como pouco fundamentado em dados, mas partindo do princípio correto que não haveria como o IBGE errar seguindo a metodologia de cálculo do PIB, penso que ele corrobora a minha expectativa de que um possível erro de cálculo do IBGE não interfirirá de modo relevante no valor total da produção do terceiro trimestre de 2012.<br />Além disso, há duas passagens interessantes no artigo <b>“PIB: medida e surpresas”</b>. A primeira diz respeito a parte em que ele lembra da crítica de Dilma Rousseff aos juros altos e aos spreads do setor bancário e os efeitos que a redução dos juros e spreads teve na participação do setor bancário no total do PIB. E na seqüência da argumentação ele diz que o governo colheu o que plantou ou nas palavras dele:<br /><i>“O governo entregou o que corretamente prometeu”</i>.<br />Louve-se o uso do termo corretamente na frase transcrita.<br />A outra parte do artigo <b>“PIB: medida e surpresas”</b> que quero mencionar é a utilização que ele faz dos dados mostrando queda na taxa de investimento para respaldar a idéia de que a baixa taxa de investimento é decorrente do ambiente de negócios ruins tendo em vista o forte viés estatizante do governo. Não creio que seja. E penso que mais à frente quando neste mesmo governo a taxa de investimento estiver crescendo vai ser difícil para os economistas que fizeram declarações como esta de Cláudio Monteiro Considera.<br />É claro que ele tem a possibilidade de acertar, mas pelo histórico dos investimentos em qualquer país do mundo, com maior possibilidade de os investimentos aumentarem quando o crescimento econômico estiver mais elevado, a menos enquanto não se chega ao ponto de exaustão do crescimento, é temerário para um economista fazer uma aposta como a feita por Cláudio Monteiro Considera, a menos que ele não dê importância ao que ele escreve ou não se importe em se queimar.<br />De todo modo, como eu já disse, avalio que para um crescimento sustentável é preferível que a taxa de crescimento do PIB no terceiro trimestre seja realmente de 0,6% e não um valor mais alto.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 20/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21085</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 18:59:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21085</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (11/12/2012 às 18:05),&lt;br /&gt;Não é tanto por você assacar a pecha de quermesseiros a muitos economistas, mas tenho como muito provável que mais à frente salvo talvez o Alexandre Schwartsman que deverá manter a fé até a data do centenário dele previsto no post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Memórias de um centenário”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de quarta-feira, 12/09/2012, você só vai encontrar quermesseiros no mercado.&lt;br /&gt;De todo modo o seu post chamou-me atenção para o Valor Econômico de terça-feira, 11/12/2012, pois você mencionou três quermesseiros que referiram ao espírito animal. Um eu imaginava que fosse o Antônio Delfim Netto que escreve sempre as terças-feiras no Valor Econômico. A bem da verdade não vi a expressão espírito animal no artigo dele &lt;b&gt;“O criticado ativismo”&lt;/b&gt;. O outro ao rever o artigo eu imaginei que teria sido o Yoshiaki Nakano e pude confirmar relendo o artigo dele &lt;b&gt;“É a taxa de câmbio . . .”&lt;/b&gt; . A questão que me ficou foi qual teria sido o terceiro quermesseiro a utilizar a expressão &lt;i&gt;“espírito animal”&lt;/i&gt; no Valor Econômico da terça-feira, 11/12/2012?&lt;br /&gt;Só depois de muita persistência é que eu fui dar atenção ao artigo &lt;b&gt;“PIB: medida e surpresas”&lt;/b&gt; de Claudio M. Considera. O reli a procura da expressão &lt;i&gt;“espírito animal”&lt;/i&gt; e a encontrei na penúltima frase do artigo dele em que ele diz:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O problema de fato é estabelecer um ambiente de negócios que desperte o “espírito animal” dos empresários&#034;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A minha surpresa com o artigo de Claudio M. Considera decorreu do fato de eu ter na lembrança que ele era do PSDB ou pelo menos deu apoio firme ao Plano Real então não era de se esperar ele falando em espírito animal, expressão que para os racionais psdbista é intragável. Além disso, ele foi muito deselegante com Francisco Lopes provavelmente um dentre os que ele se referia quando disse:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“A produção de estatísticas acarreta, muitas vezes, reações contrárias entre os seus usuários, todas elas previsíveis: governo, analistas independentes e a oposição se rebelam, descontentes com eventuais diferenças entre o que haviam previsto e a realidade medida pelo IBGE”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A sua referência aos três quermesseiros serviu-me para acabar com uma antiga confusão que eu cometia sempre que lia algo de Claudio M. Considera. Em razão da confusão, ele sempre me parecia um velho de batalha e não um novato na arena da discussão de política econômica, e só me surpreendera negativamente porque não fizera crítica ao Plano Real.&lt;br /&gt;Tinha-o em alta conta porque eu o confundira com Cláudio Roberto Contador. Na década de 80, li o trabalho &lt;b&gt;“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”&lt;/b&gt; de Raymundo Ferreira Guimarães que me parecera fenomenal e o melhor texto sobre sistema tributário que eu já li e talvez a ele só tenha sido superior o artigo de John A. Kay, &lt;b&gt;&#034;Tax Policy: A Survey&#034;&lt;/b&gt;, publicado no Economic Journal, Vol. 100 (March 1990), pp. 18-75. (O artigo &lt;b&gt;&#034;Tax Policy: A Survey&#034;&lt;/b&gt; fora indicação de artigo de Antonio Delfim Netto e saíra no mesmo número da revista em que saíra o artigo de Gustavo Franco &lt;b&gt;“Fiscal Reforms and Stabilization: Four Hyperinflation Cases Examined”&lt;/b&gt; e que me fez descobrir que Gustavo Franco era o único economista capaz de acabar com a inflação brasileira. Eu já mencionei aqui no blog de Alexandre Schwartsman em comentário que enviei para “O” Anomimo em 13/10/2012 às 22:18 junto ao post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Crespúsculo de partida”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; o artigo de Gustavo Franco).&lt;br /&gt;O endereço do artigo &lt;b&gt;“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”&lt;/b&gt; é:&lt;br /&gt;http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/view/88/418&lt;br /&gt;Na bibliografia do artigo, Raymundo Ferreira Guimarães havia citação de Claudio Roberto Contador com textos escritos na década de 70 tratando da questão da transferência ao longo da cadeia produtiva do imposto de renda. Quando ouvir o nome Cláudio Considera pensei logo se tratar do autor que fizera trabalho minucioso sobre a transferência do imposto de renda ao longo do processo produtivo.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (11/12/2012 às 18:05),<br />Não é tanto por você assacar a pecha de quermesseiros a muitos economistas, mas tenho como muito provável que mais à frente salvo talvez o Alexandre Schwartsman que deverá manter a fé até a data do centenário dele previsto no post <i><b>“Memórias de um centenário”</b></i> de quarta-feira, 12/09/2012, você só vai encontrar quermesseiros no mercado.<br />De todo modo o seu post chamou-me atenção para o Valor Econômico de terça-feira, 11/12/2012, pois você mencionou três quermesseiros que referiram ao espírito animal. Um eu imaginava que fosse o Antônio Delfim Netto que escreve sempre as terças-feiras no Valor Econômico. A bem da verdade não vi a expressão espírito animal no artigo dele <b>“O criticado ativismo”</b>. O outro ao rever o artigo eu imaginei que teria sido o Yoshiaki Nakano e pude confirmar relendo o artigo dele <b>“É a taxa de câmbio . . .”</b> . A questão que me ficou foi qual teria sido o terceiro quermesseiro a utilizar a expressão <i>“espírito animal”</i> no Valor Econômico da terça-feira, 11/12/2012?<br />Só depois de muita persistência é que eu fui dar atenção ao artigo <b>“PIB: medida e surpresas”</b> de Claudio M. Considera. O reli a procura da expressão <i>“espírito animal”</i> e a encontrei na penúltima frase do artigo dele em que ele diz:<br /><i>“O problema de fato é estabelecer um ambiente de negócios que desperte o “espírito animal” dos empresários&quot;.</i><br />A minha surpresa com o artigo de Claudio M. Considera decorreu do fato de eu ter na lembrança que ele era do PSDB ou pelo menos deu apoio firme ao Plano Real então não era de se esperar ele falando em espírito animal, expressão que para os racionais psdbista é intragável. Além disso, ele foi muito deselegante com Francisco Lopes provavelmente um dentre os que ele se referia quando disse:<br /><i>“A produção de estatísticas acarreta, muitas vezes, reações contrárias entre os seus usuários, todas elas previsíveis: governo, analistas independentes e a oposição se rebelam, descontentes com eventuais diferenças entre o que haviam previsto e a realidade medida pelo IBGE”.</i><br />A sua referência aos três quermesseiros serviu-me para acabar com uma antiga confusão que eu cometia sempre que lia algo de Claudio M. Considera. Em razão da confusão, ele sempre me parecia um velho de batalha e não um novato na arena da discussão de política econômica, e só me surpreendera negativamente porque não fizera crítica ao Plano Real.<br />Tinha-o em alta conta porque eu o confundira com Cláudio Roberto Contador. Na década de 80, li o trabalho <b>“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”</b> de Raymundo Ferreira Guimarães que me parecera fenomenal e o melhor texto sobre sistema tributário que eu já li e talvez a ele só tenha sido superior o artigo de John A. Kay, <b>&quot;Tax Policy: A Survey&quot;</b>, publicado no Economic Journal, Vol. 100 (March 1990), pp. 18-75. (O artigo <b>&quot;Tax Policy: A Survey&quot;</b> fora indicação de artigo de Antonio Delfim Netto e saíra no mesmo número da revista em que saíra o artigo de Gustavo Franco <b>“Fiscal Reforms and Stabilization: Four Hyperinflation Cases Examined”</b> e que me fez descobrir que Gustavo Franco era o único economista capaz de acabar com a inflação brasileira. Eu já mencionei aqui no blog de Alexandre Schwartsman em comentário que enviei para “O” Anomimo em 13/10/2012 às 22:18 junto ao post <i><b>“Crespúsculo de partida”</b></i> o artigo de Gustavo Franco).<br />O endereço do artigo <b>“Considerações teóricas sobre os princípios básicos de um sistema tributário”</b> é:<br /><a href="http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/view/88/418" rel="nofollow ugc">http://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/view/88/418</a><br />Na bibliografia do artigo, Raymundo Ferreira Guimarães havia citação de Claudio Roberto Contador com textos escritos na década de 70 tratando da questão da transferência ao longo da cadeia produtiva do imposto de renda. Quando ouvir o nome Cláudio Considera pensei logo se tratar do autor que fizera trabalho minucioso sobre a transferência do imposto de renda ao longo do processo produtivo.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21058</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:46:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21058</guid>

					<description><![CDATA[Bruno Wanderley (11/12/2012 às 11:07),&lt;br /&gt;O Anônimo do comentário enviado em 11/12/2012 às 14:05 já respondeu o seu questionamento sobre a validade como indicativo do crescimento econômico o aumento do consumo de gasolina na Argentina, mencionado tratamento anterior que Alexandre Schwartsman já dera sobre o tema, sem, entretanto, deixar o link para o post &lt;i&gt;“O milagre argentino”&lt;/i&gt; de quarta-feira, 18/07/2012, aqui no blog de Alexandre Schwartsman. Como eu me referi à sua indagação em comentário que eu enviei 13/12/2012 às 23:26, e lá consta o link, faço aqui apenas esta menção lembrando que em minha avaliação Alexandre Schwartsman exagerou na subestimação do PIB argentino.&lt;br /&gt;A base da análise de Alexandre Schwartsman no post &lt;i&gt;“O milagre argentino”&lt;/i&gt; é uma comparação entre a melhora de eficiência energética na Argentina da ordem de 18% e a estimativa para a melhora da eficiência energética (http://yearbook.enerdata.net/energy-intensity-GDP-by-region.html) global em um mesmo período e que seria da ordem de 9,5%. É de se ver se as características de um país (A renda per capita, o crescimento populacional, a composição de cada setor na economia) não repercutem de modo diferente nesses ganhos de eficiência energética? Em meu entendimento, dependendo do estágio em que se encontra uma economia e das características da economia de um país o consumo de energia vai crescer de modo diferente em relação ao crescimento econômico.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno Wanderley (11/12/2012 às 11:07),<br />O Anônimo do comentário enviado em 11/12/2012 às 14:05 já respondeu o seu questionamento sobre a validade como indicativo do crescimento econômico o aumento do consumo de gasolina na Argentina, mencionado tratamento anterior que Alexandre Schwartsman já dera sobre o tema, sem, entretanto, deixar o link para o post <i>“O milagre argentino”</i> de quarta-feira, 18/07/2012, aqui no blog de Alexandre Schwartsman. Como eu me referi à sua indagação em comentário que eu enviei 13/12/2012 às 23:26, e lá consta o link, faço aqui apenas esta menção lembrando que em minha avaliação Alexandre Schwartsman exagerou na subestimação do PIB argentino.<br />A base da análise de Alexandre Schwartsman no post <i>“O milagre argentino”</i> é uma comparação entre a melhora de eficiência energética na Argentina da ordem de 18% e a estimativa para a melhora da eficiência energética (<a href="http://yearbook.enerdata.net/energy-intensity-GDP-by-region.html" rel="nofollow ugc">http://yearbook.enerdata.net/energy-intensity-GDP-by-region.html</a>) global em um mesmo período e que seria da ordem de 9,5%. É de se ver se as características de um país (A renda per capita, o crescimento populacional, a composição de cada setor na economia) não repercutem de modo diferente nesses ganhos de eficiência energética? Em meu entendimento, dependendo do estágio em que se encontra uma economia e das características da economia de um país o consumo de energia vai crescer de modo diferente em relação ao crescimento econômico.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21057</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:36:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21057</guid>

					<description><![CDATA[&#034;O&#034; Anonimo (11/12/2012 às 01:19),&lt;br /&gt;Quem não conhece a animosidade entre vocês aqui do blog de Alexandre Schwartsman e o Luis Nassif pensaria que sua frase qualificando a minha gramática como melhor do que a de Luis Nassif consistiria em um elogio.&lt;br /&gt;Como não sou tão neófito aqui no blog A Mão Visível, eu sei que se trata apenas de uma tentativa de espezinhar com a intenção de mostrar desdém e menoscabo e que não mereceria a resposta se não fosse para informar os que chegam aqui insipientes de toda a história.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O&quot; Anonimo (11/12/2012 às 01:19),<br />Quem não conhece a animosidade entre vocês aqui do blog de Alexandre Schwartsman e o Luis Nassif pensaria que sua frase qualificando a minha gramática como melhor do que a de Luis Nassif consistiria em um elogio.<br />Como não sou tão neófito aqui no blog A Mão Visível, eu sei que se trata apenas de uma tentativa de espezinhar com a intenção de mostrar desdém e menoscabo e que não mereceria a resposta se não fosse para informar os que chegam aqui insipientes de toda a história.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21056</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:34:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21056</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (10/12/2012 às 16:42) e Anônimo (11/12/2012 às 09:34),&lt;br /&gt;Simples assim.&lt;br /&gt;E Anônimo (10/12/2012 às 16:42), grato pelo link. Espero que outros saibam fazer bom uso da sua dica, sem se importunarem e aos outros.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (10/12/2012 às 16:42) e Anônimo (11/12/2012 às 09:34),<br />Simples assim.<br />E Anônimo (10/12/2012 às 16:42), grato pelo link. Espero que outros saibam fazer bom uso da sua dica, sem se importunarem e aos outros.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21055</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:32:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21055</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (10/12/2012 às 5:57),&lt;br /&gt;Você gostaria que eu criticasse a revista The Economist quando ela elogiasse o Brasil. Gosto de fazer a crítica, mas não me apraz esse papel de fiscal de revistas que circulam pelo mundo ainda mais quando fazem elogios ao Brasil. De todo modo, não me importarei muito com os que fizessem a crítica à revista por qualquer matéria tecendo loas ao Brasil. Às vezes o elogio é de tão má qualidade que dá até vontade de agir assim, mas imagino que haja aqueles preocupados com a informação correta que podem desempenhar esse papel com mais perseverança, brilho e presteza.&lt;br /&gt;E a bem da verdade eu não critiquei a revista The Economist por fazer a crítica ao Brasil. Aliás não fiz crítica, mas um alerta direcionado àqueles que não atentarem para as fraquezas da argumentação da revista inglesa.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (10/12/2012 às 5:57),<br />Você gostaria que eu criticasse a revista The Economist quando ela elogiasse o Brasil. Gosto de fazer a crítica, mas não me apraz esse papel de fiscal de revistas que circulam pelo mundo ainda mais quando fazem elogios ao Brasil. De todo modo, não me importarei muito com os que fizessem a crítica à revista por qualquer matéria tecendo loas ao Brasil. Às vezes o elogio é de tão má qualidade que dá até vontade de agir assim, mas imagino que haja aqueles preocupados com a informação correta que podem desempenhar esse papel com mais perseverança, brilho e presteza.<br />E a bem da verdade eu não critiquei a revista The Economist por fazer a crítica ao Brasil. Aliás não fiz crítica, mas um alerta direcionado àqueles que não atentarem para as fraquezas da argumentação da revista inglesa.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21054</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:30:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21054</guid>

					<description><![CDATA[Martha (10/12/2012 às 15:41),&lt;br /&gt;Normalmente não respondo aos comentários um tanto indigestos que aparecem em um blog. São comentários que se assemelham à definição do chato de Carlos Heitor Cony: &lt;i&gt;“além de não nos fazer companhia nos rouba a solidão”&lt;/i&gt;. São comentários que nem nos instrui ao os ler nem nos acrescenta se nos dedicarmos a redigir uma resposta.&lt;br /&gt;Sou também reticente quanto aos comentários elogiosos, pois a resposta não deixa de expressar certo cabotinismo. Neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Quarto do riso”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, eu acabei abrindo exceção em relação a alguns dos comentários que nada acrescentam, pois dada a profusão e por trazerem boa dose de motivo na reclamação que faziam, eles podiam ser considerados de modo mais diletante, então não vejo porque também não responder a você agradecendo e lembrando que, excetuando talvez estagiários, eu nunca fui chefe de ninguém. Não me disponho a correr o risco da tomada de decisão. Prefiro dar parecer, assessorar e criticar.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Martha (10/12/2012 às 15:41),<br />Normalmente não respondo aos comentários um tanto indigestos que aparecem em um blog. São comentários que se assemelham à definição do chato de Carlos Heitor Cony: <i>“além de não nos fazer companhia nos rouba a solidão”</i>. São comentários que nem nos instrui ao os ler nem nos acrescenta se nos dedicarmos a redigir uma resposta.<br />Sou também reticente quanto aos comentários elogiosos, pois a resposta não deixa de expressar certo cabotinismo. Neste post <i><b>“Quarto do riso”</b></i>, eu acabei abrindo exceção em relação a alguns dos comentários que nada acrescentam, pois dada a profusão e por trazerem boa dose de motivo na reclamação que faziam, eles podiam ser considerados de modo mais diletante, então não vejo porque também não responder a você agradecendo e lembrando que, excetuando talvez estagiários, eu nunca fui chefe de ninguém. Não me disponho a correr o risco da tomada de decisão. Prefiro dar parecer, assessorar e criticar.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21053</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:27:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21053</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (10/12/2012 às 14:47),&lt;br /&gt;Um comentário instigante o seu.&lt;br /&gt;Dividido em duas partes, você mostra na primeira parte você mostra certo pedantismo ao expressar seus conhecimentos de conceito econômico e o usa para falar mal do blog de Luis Nassif. Como o seu intuito era ao mesmo tempo que me criticava estender a crítica ao Luis Nassif, eu relevo o pedantismo ou o compreendo.&lt;br /&gt;A análise do blog de Luis Nassif, entretanto, deve considerar vários aspectos. Não é  um blog só de Luis Nassif, no sentido de que há textos que não são de Luis Nassif, e um blog não é só o seu dono, mas é também os comentários que lá são feitos. &lt;br /&gt;Além disso, a opção que se toma por um blog para nele se fazerem comentários depende também de uma história. Assim como a Folha de S. Paulo dizia na propaganda que era um jornal de rabo preso com o leitor (Este é um grande problema do jornalismo: dar a notícia que o leitor quer e não necessariamente a notícia que ocorreu). O leitor também acaba ficando com o rabo preso à Folha de S. Paulo.&lt;br /&gt;Quando eu lia uma coluna de Antonio Delfim Netto que é o colaborador mais antigo da Folha de S. Paulo que eu acompanho eu sabia a ideologia que estava detrás dos ensinamentos do ex-ministro. Também quando eu leio um Jânio de Freitas, eu sei o quanto ele superdimensiona a importância da corrupção e assim posso mais bem entender o que há de oculto na coluna dele.&lt;br /&gt;Acompanho Luis Nassif há muito tempo e o vejo como um jornalista tentando sair-se bem como empresário, principalmente como palestrante. E como palestrante ele encontrou um nicho ideal composto pelos pequenos empresários, o agronegócio, o ativista mais de esquerda e o setor público aqui em associação com o prof. Vicente Falconi no IDG. Há mais tempo, quando eu lia uma coluna de Luis Nassif, eu ficava contrariado com a maioria das idéias que ele transmitia, mas nada podia fazer. Com o advento dos blogs eu posso divulgar a crítica que antes ficava só comigo ou o grupo de minha convivência. Só que faço a crítica a ele lá no blog dele e não em outros blogs.&lt;br /&gt;Em relação à segunda parte do comentário, eu fiquei sem entender de que lado você está. Se você apenas cometeu uma distração em seu argumento e em virtude da distração não deixou claro que você se referia ao blog de Luis Nassif, não vejo muito problema no que você disse a não ser lembrar que o Luis Nassif até por não ter formação econômica não se dedica só a questão econômica. Há outros temas sendo lá discutidos como a gerência privada, a administração pública, a agenda política e outros assuntos mais amenos.&lt;br /&gt;Agora se você quis fazer a crítica ao blog de Alexandre Schwartsman dizendo que aqui eu não encontro um bom site de economia, eu penso que você está enganado. Há muitos posts excelentes aqui no blog de Alexandre Schwartsman. E além de trazer muito conhecimento de economia, dificilmente um texto de Alexandre Schwartsman não é acessível a um leitor comum. Ele pode até omitir uma ou outra informação relevante, mas nada que torne o texto dele incompreensível.&lt;br /&gt;De todo modo, torço para que a sua crítica tenha sido endereçada só ao blog de Luis Nassif, mas que por uma falha de redação ela atingiu também o blog. Do contrário seria supor que você tenha aproveitado a onda da malhação para atingir também o próprio blog que você aparentemente freqüenta. Aí então se tem o verdadeiro cuspir no prato que comeu que só se justifica pela mesma razão de eu freqüentar o blog de Luis Nassif, só que com um propósito mais técnico, relegando a um segundo plano o custo de oportunidade. Você conhece bem Alexandre Schwartsman e a ideologia que ele professa e tendo em vista o conhecimento técnico que ele possui você quer avaliar até onde a ideologia que ele professa consegue conduzir o conhecimento técnico e pelo conhecimento técnico influenciar outros. E ao mesmo tempo avaliar se vale à pena tentar fazer o contraponto às idéias de Alexandre Schwartsman, pois considera as suas melhores do que a dele.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (10/12/2012 às 14:47),<br />Um comentário instigante o seu.<br />Dividido em duas partes, você mostra na primeira parte você mostra certo pedantismo ao expressar seus conhecimentos de conceito econômico e o usa para falar mal do blog de Luis Nassif. Como o seu intuito era ao mesmo tempo que me criticava estender a crítica ao Luis Nassif, eu relevo o pedantismo ou o compreendo.<br />A análise do blog de Luis Nassif, entretanto, deve considerar vários aspectos. Não é  um blog só de Luis Nassif, no sentido de que há textos que não são de Luis Nassif, e um blog não é só o seu dono, mas é também os comentários que lá são feitos. <br />Além disso, a opção que se toma por um blog para nele se fazerem comentários depende também de uma história. Assim como a Folha de S. Paulo dizia na propaganda que era um jornal de rabo preso com o leitor (Este é um grande problema do jornalismo: dar a notícia que o leitor quer e não necessariamente a notícia que ocorreu). O leitor também acaba ficando com o rabo preso à Folha de S. Paulo.<br />Quando eu lia uma coluna de Antonio Delfim Netto que é o colaborador mais antigo da Folha de S. Paulo que eu acompanho eu sabia a ideologia que estava detrás dos ensinamentos do ex-ministro. Também quando eu leio um Jânio de Freitas, eu sei o quanto ele superdimensiona a importância da corrupção e assim posso mais bem entender o que há de oculto na coluna dele.<br />Acompanho Luis Nassif há muito tempo e o vejo como um jornalista tentando sair-se bem como empresário, principalmente como palestrante. E como palestrante ele encontrou um nicho ideal composto pelos pequenos empresários, o agronegócio, o ativista mais de esquerda e o setor público aqui em associação com o prof. Vicente Falconi no IDG. Há mais tempo, quando eu lia uma coluna de Luis Nassif, eu ficava contrariado com a maioria das idéias que ele transmitia, mas nada podia fazer. Com o advento dos blogs eu posso divulgar a crítica que antes ficava só comigo ou o grupo de minha convivência. Só que faço a crítica a ele lá no blog dele e não em outros blogs.<br />Em relação à segunda parte do comentário, eu fiquei sem entender de que lado você está. Se você apenas cometeu uma distração em seu argumento e em virtude da distração não deixou claro que você se referia ao blog de Luis Nassif, não vejo muito problema no que você disse a não ser lembrar que o Luis Nassif até por não ter formação econômica não se dedica só a questão econômica. Há outros temas sendo lá discutidos como a gerência privada, a administração pública, a agenda política e outros assuntos mais amenos.<br />Agora se você quis fazer a crítica ao blog de Alexandre Schwartsman dizendo que aqui eu não encontro um bom site de economia, eu penso que você está enganado. Há muitos posts excelentes aqui no blog de Alexandre Schwartsman. E além de trazer muito conhecimento de economia, dificilmente um texto de Alexandre Schwartsman não é acessível a um leitor comum. Ele pode até omitir uma ou outra informação relevante, mas nada que torne o texto dele incompreensível.<br />De todo modo, torço para que a sua crítica tenha sido endereçada só ao blog de Luis Nassif, mas que por uma falha de redação ela atingiu também o blog. Do contrário seria supor que você tenha aproveitado a onda da malhação para atingir também o próprio blog que você aparentemente freqüenta. Aí então se tem o verdadeiro cuspir no prato que comeu que só se justifica pela mesma razão de eu freqüentar o blog de Luis Nassif, só que com um propósito mais técnico, relegando a um segundo plano o custo de oportunidade. Você conhece bem Alexandre Schwartsman e a ideologia que ele professa e tendo em vista o conhecimento técnico que ele possui você quer avaliar até onde a ideologia que ele professa consegue conduzir o conhecimento técnico e pelo conhecimento técnico influenciar outros. E ao mesmo tempo avaliar se vale à pena tentar fazer o contraponto às idéias de Alexandre Schwartsman, pois considera as suas melhores do que a dele.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21051</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 04:10:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21051</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (17/12/2012 às 13:41),&lt;br /&gt;Gentil a sua disposição em analisar meus argumentos e dedicar-se a os contradizer e assim proceder sem ser depreciativo. Não vou insistir em um ponto onde as evidências são contrárias ao meu argumento. Ainda mais porque sei que os meus argumentos na área econômica são mais intuitivos e decorrentes do aprendizado com o que mostra a realidade, mas reconheçendo que em economia muitas vezes os dados reais desmentem a nossa intuição.&lt;br /&gt;De todo modo, eu considero que a nossa discussão faz-se a partir da compreensão imprecisa dos termos utilizados, pois penso que temos idéias semelhantes, mas ao as expor nós nos fazemos parecer diferentes. Eu digo uma coisa e você diz outra e muito provavelmente você concorda com o que eu intentei dizer e eu concordo com o que acho que você diz. Você diz, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“E ainda reforçando que a o endividamento das famílias nunca ajudou no controle da inflação”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Bem, para mim você quis dizer que o aumento do endividamento decorrente da maior disponibilidade de crédito não ajuda no controle da inflação. Eu concordo com você. O meu argumento diz respeito a outro momento. Suponhamos dois países com PIB semelhante, taxa de juro semelhante, inflação semelhante, taxa de crescimento semelhante e taxa de desemprego semelhante. O que eu tenho tentado dizer é que em meu entendimento no país em que o endividamento das famílias for elevado, o governo variará menos a taxa de juro para reduzir a inflação do que no país em que o endividamento das famílias for menor.&lt;br /&gt;Para reforço da argumentação vou repetir o que eu já disse. Penso que se houver um aumento do juro e o comprometimento das famílias com dívidas for maior, a tendência será de reduzir os recursos para as famílias consumir e isso ajuda no consumo da inflação. Você pode alegar que isso seria verdade se o aumento do endividamento ou redução da disponibilidade para consumir das famílias não representasse disponibilidade de recursos para outro grupo.&lt;br /&gt;O que eu imagino é que as famílias com alto endividamento têm maior propensão a consumir e havendo redução dos recursos disponíveis para consumo haverá redução do consumo e isso ajuda a controlar a inflação. E o fluxo dos recursos das famílias que estavam altamente endividadas para outros grupos deve representar uma contenção nos gastos à medida que pelo menos intuitivamente as famílias altamente endividadas têm maior propensão a consumir do que o grupo para qual foi disponibilizado o recurso correspondente ao aumento do endividamento.&lt;br /&gt;Aliás eu não falei novidade alguma. Disse o mesmo que você dissera em seu comentário de 06/12/2012 às 22:40 e que repito a seguir:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“ Acho que essa dupla vai finalmente conseguir baixar a inflação, mas de uma forma inedita: trouxeram tanta demanda do futuro para o agora que as familias vao ficar um bom tempo servicing debt”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Quando comentei essa frase, a única discordância que eu tinha era com o suposto ineditismo do servicing debt (Seja lá o que isso queira dizer). Para mim, no mundo todo, os governos no controle da inflação adoram deixar as pessoas com alta propensão a consumir na situação que você definiu como servicing debt (Talvez uma crítica acertada aos meus escritos é o uso de termos de que eu desconheço o significado.&lt;br /&gt;É justo então repetir que me parece que temos idéias semelhantes sobre o endividamento das famílias.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 18/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (17/12/2012 às 13:41),<br />Gentil a sua disposição em analisar meus argumentos e dedicar-se a os contradizer e assim proceder sem ser depreciativo. Não vou insistir em um ponto onde as evidências são contrárias ao meu argumento. Ainda mais porque sei que os meus argumentos na área econômica são mais intuitivos e decorrentes do aprendizado com o que mostra a realidade, mas reconheçendo que em economia muitas vezes os dados reais desmentem a nossa intuição.<br />De todo modo, eu considero que a nossa discussão faz-se a partir da compreensão imprecisa dos termos utilizados, pois penso que temos idéias semelhantes, mas ao as expor nós nos fazemos parecer diferentes. Eu digo uma coisa e você diz outra e muito provavelmente você concorda com o que eu intentei dizer e eu concordo com o que acho que você diz. Você diz, por exemplo:<br /><i>“E ainda reforçando que a o endividamento das famílias nunca ajudou no controle da inflação”</i>.<br />Bem, para mim você quis dizer que o aumento do endividamento decorrente da maior disponibilidade de crédito não ajuda no controle da inflação. Eu concordo com você. O meu argumento diz respeito a outro momento. Suponhamos dois países com PIB semelhante, taxa de juro semelhante, inflação semelhante, taxa de crescimento semelhante e taxa de desemprego semelhante. O que eu tenho tentado dizer é que em meu entendimento no país em que o endividamento das famílias for elevado, o governo variará menos a taxa de juro para reduzir a inflação do que no país em que o endividamento das famílias for menor.<br />Para reforço da argumentação vou repetir o que eu já disse. Penso que se houver um aumento do juro e o comprometimento das famílias com dívidas for maior, a tendência será de reduzir os recursos para as famílias consumir e isso ajuda no consumo da inflação. Você pode alegar que isso seria verdade se o aumento do endividamento ou redução da disponibilidade para consumir das famílias não representasse disponibilidade de recursos para outro grupo.<br />O que eu imagino é que as famílias com alto endividamento têm maior propensão a consumir e havendo redução dos recursos disponíveis para consumo haverá redução do consumo e isso ajuda a controlar a inflação. E o fluxo dos recursos das famílias que estavam altamente endividadas para outros grupos deve representar uma contenção nos gastos à medida que pelo menos intuitivamente as famílias altamente endividadas têm maior propensão a consumir do que o grupo para qual foi disponibilizado o recurso correspondente ao aumento do endividamento.<br />Aliás eu não falei novidade alguma. Disse o mesmo que você dissera em seu comentário de 06/12/2012 às 22:40 e que repito a seguir:<br /><i>“ Acho que essa dupla vai finalmente conseguir baixar a inflação, mas de uma forma inedita: trouxeram tanta demanda do futuro para o agora que as familias vao ficar um bom tempo servicing debt”</i><br />Quando comentei essa frase, a única discordância que eu tinha era com o suposto ineditismo do servicing debt (Seja lá o que isso queira dizer). Para mim, no mundo todo, os governos no controle da inflação adoram deixar as pessoas com alta propensão a consumir na situação que você definiu como servicing debt (Talvez uma crítica acertada aos meus escritos é o uso de termos de que eu desconheço o significado.<br />É justo então repetir que me parece que temos idéias semelhantes sobre o endividamento das famílias.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 18/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21018</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 18:41:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21018</guid>

					<description><![CDATA[Clever Mendes de Oliveira, BH, 16/12/2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nosso processo hiperinflacionário de quase sempre, quando as famílias não estiveram endividadas? &lt;br /&gt;Nas hiperinflações, brasileiras, que preferem, alguns, falar super-inflação ou inflação elevada, além do &#034;núcleo&#034; da dívida familiar, havia a correção monetária da dívida e mais os juros. &lt;br /&gt;Ou seja ninguém sabia o quanto devia na realidade. O que seriam juros? O que seria correção monetária no montante devido?&lt;br /&gt;Era uma bola de neve freada pelo Plano Real.&lt;br /&gt;E ainda reforçando que a o endividamento das famílias, nunca ajudou no controle da inflação.&lt;br /&gt;Só poderiam ter ajudado aqueles endividados que morreram e não deixaram herdeiros para honrar as dívidas e essas foram anuladas, perdoadas.&lt;br /&gt;De outro modo, não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clever Mendes de Oliveira, BH, 16/12/2012.</p>
<p>Em nosso processo hiperinflacionário de quase sempre, quando as famílias não estiveram endividadas? <br />Nas hiperinflações, brasileiras, que preferem, alguns, falar super-inflação ou inflação elevada, além do &quot;núcleo&quot; da dívida familiar, havia a correção monetária da dívida e mais os juros. <br />Ou seja ninguém sabia o quanto devia na realidade. O que seriam juros? O que seria correção monetária no montante devido?<br />Era uma bola de neve freada pelo Plano Real.<br />E ainda reforçando que a o endividamento das famílias, nunca ajudou no controle da inflação.<br />Só poderiam ter ajudado aqueles endividados que morreram e não deixaram herdeiros para honrar as dívidas e essas foram anuladas, perdoadas.<br />De outro modo, não.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21016</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 16:45:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21016</guid>

					<description><![CDATA[Esse Clever com certeza é um aposentado. Ninguém que trabalhe, tenha família e uma vida social teria tempo para escrever tanta coisa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse Clever com certeza é um aposentado. Ninguém que trabalhe, tenha família e uma vida social teria tempo para escrever tanta coisa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21012</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 04:35:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21012</guid>

					<description><![CDATA[Raul (07/12/2012 às 01:59),&lt;br /&gt;Como eu concordava de modo geral com o seu comentário, acabei não o comentando. Gostaria de acrescentar que você deu destaque ao desaceleramento do crédito, mas o desaceleramento, ainda que importante, não impede o crescimento que pode existir sem expansão do crédito.&lt;br /&gt;Creio que o que é mais relevante para temer pelo crescimento é a ausência de investimento. A minha expectativa é que a desvalorização aumente ganhos do setor exportador e esses ganhos impelem o setor a investir o que no primeiro momento é aumento de consumo e mais à frente aumenta a capacidade instalada e representa ganho em produtividade.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 16/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raul (07/12/2012 às 01:59),<br />Como eu concordava de modo geral com o seu comentário, acabei não o comentando. Gostaria de acrescentar que você deu destaque ao desaceleramento do crédito, mas o desaceleramento, ainda que importante, não impede o crescimento que pode existir sem expansão do crédito.<br />Creio que o que é mais relevante para temer pelo crescimento é a ausência de investimento. A minha expectativa é que a desvalorização aumente ganhos do setor exportador e esses ganhos impelem o setor a investir o que no primeiro momento é aumento de consumo e mais à frente aumenta a capacidade instalada e representa ganho em produtividade.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 16/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21011</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 04:31:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21011</guid>

					<description><![CDATA[The Anchor (08/12/2012 às 18:59)&lt;br /&gt;Em relação ao seu PS, penso que, como eu já dissera antes, o artigo de Francisco Lopes intitulado &lt;i&gt;&lt;b&gt;“A queda da Selic reduziu o PIB?”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; e o outro mais recente &lt;i&gt;&lt;b&gt;“O Pibinho desacelerou o investimento?”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; devem ser tomados principalmente como alerta, mas dificilmente a análise dele terá efeito expressivo no tamanho da recuperação da economia brasileira.&lt;br /&gt;Quanto aos calls do Alexandre para a inflação em 2013, considero que Alexandre Schwartsman tem razão, mas a razão principal dele não reside na correção dos artigos de Francisco Lopes, mas na efetividade da tendência ao crescimento que agora se observa. Se a tendência ao crescimento possuir, como eu acredito, alta taxa de probabilidade, o governo terá que fazer um esforço muito grande em 2013 para não deixar o crescimento sair fora do controle.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 16/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Anchor (08/12/2012 às 18:59)<br />Em relação ao seu PS, penso que, como eu já dissera antes, o artigo de Francisco Lopes intitulado <i><b>“A queda da Selic reduziu o PIB?”</b></i> e o outro mais recente <i><b>“O Pibinho desacelerou o investimento?”</b></i> devem ser tomados principalmente como alerta, mas dificilmente a análise dele terá efeito expressivo no tamanho da recuperação da economia brasileira.<br />Quanto aos calls do Alexandre para a inflação em 2013, considero que Alexandre Schwartsman tem razão, mas a razão principal dele não reside na correção dos artigos de Francisco Lopes, mas na efetividade da tendência ao crescimento que agora se observa. Se a tendência ao crescimento possuir, como eu acredito, alta taxa de probabilidade, o governo terá que fazer um esforço muito grande em 2013 para não deixar o crescimento sair fora do controle.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 16/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/quarto-do-riso/#comment-21010</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 04:19:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.chumbogordo.com.br/2012/12/06/quarto-do-riso/#comment-21010</guid>

					<description><![CDATA[Anônimo (08/12/2012 às 10:15),&lt;br /&gt;Deixo aqui três curtos comentários para você se esbaldar. Primeiro o do Anônimo enviado 10/12/2012 às 16:42. Diz ele:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“A melhor inovação linguística do Reddit é: &#034;tl;dr&#034;&lt;br /&gt;http://en.wiktionary.org/wiki/TLDR“&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E mais do mesmo no segundo comentário também de um Anônimo e enviado em 11/12/2012 às 09:34. Diz ele:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Clever,&lt;br /&gt;tl;dr”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não há desculpa para não os ler. E aprender com eles.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 16/12/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anônimo (08/12/2012 às 10:15),<br />Deixo aqui três curtos comentários para você se esbaldar. Primeiro o do Anônimo enviado 10/12/2012 às 16:42. Diz ele:<br /><i>“A melhor inovação linguística do Reddit é: &quot;tl;dr&quot;<br /><a href="http://en.wiktionary.org/wiki/TLDR“" rel="nofollow ugc">http://en.wiktionary.org/wiki/TLDR“</a></i><br />E mais do mesmo no segundo comentário também de um Anônimo e enviado em 11/12/2012 às 09:34. Diz ele:<br /><i>“Clever,<br />tl;dr”</i><br />Não há desculpa para não os ler. E aprender com eles.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 16/12/2012</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
