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	Comentários sobre: Tem, mas acabou	</title>
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	<description>Informação. Opinião. Pensamento.</description>
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		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2013 21:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;O&#034; Anonimo (quinta-feira, 20/09/2012 às 19:58),&lt;br /&gt;Minha justificativa para imaginar que o Regime de Metas de Inflação fora adotado para garantir ao investidor um juro maior do que a inflação e que coloquei em meu comentário enviado quinta-feira, 20/09/2012 às 21:25, para você, tinha como referência algum artigo que eu havia lido dizendo que o retorno da taxa de juros na Inglaterra (Eu imaginava que a taxa mencionada fosse a Libor) havia sido menor do que a taxa de inflação dentro de determinado período.&lt;br /&gt;Na época do meu comentário de quinta-feira, 20/09/2012 às 21:25, eu não tinha a menor idéia de onde lera a notícia sobre o ganho da inflação sobre o retorno dos títulos públicos na Inglaterra (ou da Libor) e não perdi tempo em pesquisar. Recentemente eu li no blog de Nicholas Gregory Mankiw uma referência a um erro da revista The Economist. A informação estava no post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Fact checking The Economist”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de domingo, 27/10/2013 (No seguinte endereço: http://gregmankiw.blogspot.com.br/2013/10/fact-checking-economist.html), e se referia ao artigo &lt;b&gt;“Buttonwood - Where there’s money, there’s risk”&lt;/b&gt; de terça-feira, 19/10/2013, e que pode ser visto no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.economist.com/news/finance-and-economics/21588124-events-america-show-no-asset-copper-bottomed-where-theres-money-theres/&lt;br /&gt;No post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Fact checking The Economist”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, Nicholas Gregory Mankiw corrige os cálculos da revista The Economist que constatara uma perda de 2% ao ano que um investidor tivera se aplicara em títulos do governo no período de 1946 a 1980. Segundo Nicholas Gregory Mankiw, uma perda de 2% ao ano durante 35 anos não corresponderia a 91% como calculara a revista The Economist no artigo &lt;b&gt;“Buttonwood - Where there’s money, there’s risk”&lt;/b&gt;, mas a 49%.&lt;br /&gt;A revista The Economist têm feito artigos não muito acertados sobre o Brasil há um bom tempo e recentemente no post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Os frutos do descaso”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de quarta-feira, 09/10/ 2013, e que fora publicado no jornal Folha de S. Paulo em 02/10/2013, Alexandre Schwartsman aproveitara para comentar a reação do governo brasileiro à reportagem intitulada &lt;b&gt;“Brazil’s future – Has Brazil blown it?”&lt;/b&gt; de sábado, 28/09/2013, e que pode ser vista no seguinte endereço:&lt;br /&gt;http://www.economist.com/news/leaders/21586833-stagnant-economy-bloated-state-and-mass-protests-mean-dilma-rousseff-must-change-course-has falar sobre este erro &lt;br /&gt;O título e o subtítulo da reportagem da revista The Economist &lt;b&gt;“A stagnant economy, a bloated state and mass protests mean Dilma Rousseff must change course”&lt;/b&gt; e a fotomontagem apresentada no início da reportagem e que contrastava com outra reportagem da revista The Economist &lt;b&gt;“Brazil takes off”&lt;/b&gt; de 12/11/2009 (O endereço é: http://www.economist.com/node/14845197), onde se via em fotomontagem o Cristo Redentor decolando e dando a entender que a economia brasileira ia crescer, mostram avaliações desencontradas sobre o futuro do Brasil em um curto espaço de tempo e dão bem idéia de como é comum os erros na revista, e que não se deve tomar ao pé da letra o que ela diz. &lt;br /&gt;No caso da reportagem &lt;b&gt;“Buttonwood - Where there’s money, there’s risk”&lt;/b&gt; já com a correção do Nicholas Gregory Mankiw, os dados da revista The Economist, em meu entendimento, corroboram a minha justificativa para que se possa mais bem entender a razão para a introdução do Regime de Metas da Inflação na Inglaterra.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 10/11/2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O&quot; Anonimo (quinta-feira, 20/09/2012 às 19:58),<br />Minha justificativa para imaginar que o Regime de Metas de Inflação fora adotado para garantir ao investidor um juro maior do que a inflação e que coloquei em meu comentário enviado quinta-feira, 20/09/2012 às 21:25, para você, tinha como referência algum artigo que eu havia lido dizendo que o retorno da taxa de juros na Inglaterra (Eu imaginava que a taxa mencionada fosse a Libor) havia sido menor do que a taxa de inflação dentro de determinado período.<br />Na época do meu comentário de quinta-feira, 20/09/2012 às 21:25, eu não tinha a menor idéia de onde lera a notícia sobre o ganho da inflação sobre o retorno dos títulos públicos na Inglaterra (ou da Libor) e não perdi tempo em pesquisar. Recentemente eu li no blog de Nicholas Gregory Mankiw uma referência a um erro da revista The Economist. A informação estava no post <i><b>“Fact checking The Economist”</b></i> de domingo, 27/10/2013 (No seguinte endereço: <a href="http://gregmankiw.blogspot.com.br/2013/10/fact-checking-economist.html" rel="nofollow ugc">http://gregmankiw.blogspot.com.br/2013/10/fact-checking-economist.html</a>), e se referia ao artigo <b>“Buttonwood &#8211; Where there’s money, there’s risk”</b> de terça-feira, 19/10/2013, e que pode ser visto no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.economist.com/news/finance-and-economics/21588124-events-america-show-no-asset-copper-bottomed-where-theres-money-theres/" rel="nofollow ugc">http://www.economist.com/news/finance-and-economics/21588124-events-america-show-no-asset-copper-bottomed-where-theres-money-theres/</a><br />No post <i><b>“Fact checking The Economist”</b></i>, Nicholas Gregory Mankiw corrige os cálculos da revista The Economist que constatara uma perda de 2% ao ano que um investidor tivera se aplicara em títulos do governo no período de 1946 a 1980. Segundo Nicholas Gregory Mankiw, uma perda de 2% ao ano durante 35 anos não corresponderia a 91% como calculara a revista The Economist no artigo <b>“Buttonwood &#8211; Where there’s money, there’s risk”</b>, mas a 49%.<br />A revista The Economist têm feito artigos não muito acertados sobre o Brasil há um bom tempo e recentemente no post <i><b>“Os frutos do descaso”</b></i> de quarta-feira, 09/10/ 2013, e que fora publicado no jornal Folha de S. Paulo em 02/10/2013, Alexandre Schwartsman aproveitara para comentar a reação do governo brasileiro à reportagem intitulada <b>“Brazil’s future – Has Brazil blown it?”</b> de sábado, 28/09/2013, e que pode ser vista no seguinte endereço:<br /><a href="http://www.economist.com/news/leaders/21586833-stagnant-economy-bloated-state-and-mass-protests-mean-dilma-rousseff-must-change-course-has" rel="nofollow ugc">http://www.economist.com/news/leaders/21586833-stagnant-economy-bloated-state-and-mass-protests-mean-dilma-rousseff-must-change-course-has</a> falar sobre este erro <br />O título e o subtítulo da reportagem da revista The Economist <b>“A stagnant economy, a bloated state and mass protests mean Dilma Rousseff must change course”</b> e a fotomontagem apresentada no início da reportagem e que contrastava com outra reportagem da revista The Economist <b>“Brazil takes off”</b> de 12/11/2009 (O endereço é: <a href="http://www.economist.com/node/14845197" rel="nofollow ugc">http://www.economist.com/node/14845197</a>), onde se via em fotomontagem o Cristo Redentor decolando e dando a entender que a economia brasileira ia crescer, mostram avaliações desencontradas sobre o futuro do Brasil em um curto espaço de tempo e dão bem idéia de como é comum os erros na revista, e que não se deve tomar ao pé da letra o que ela diz. <br />No caso da reportagem <b>“Buttonwood &#8211; Where there’s money, there’s risk”</b> já com a correção do Nicholas Gregory Mankiw, os dados da revista The Economist, em meu entendimento, corroboram a minha justificativa para que se possa mais bem entender a razão para a introdução do Regime de Metas da Inflação na Inglaterra.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 10/11/2013</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2012 23:33:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O desmereço na mínima histórica nao tem qualquer impacto sobre salários e nao reflete PiB acima de potencial né? E sou eu quem apelo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desmereço na mínima histórica nao tem qualquer impacto sobre salários e nao reflete PiB acima de potencial né? E sou eu quem apelo?</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 04:48:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A politica de salario minimo e os reaJustes do funcionalismo nao devem ter absolutamente nada a ver com o aumento dos salarios. Com certeza o q explica essa elevacao e apenas um excesso de demanda no mercado de trabalho devido ao crescimente da economia acima do potencial...Quanta apelacao!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A politica de salario minimo e os reaJustes do funcionalismo nao devem ter absolutamente nada a ver com o aumento dos salarios. Com certeza o q explica essa elevacao e apenas um excesso de demanda no mercado de trabalho devido ao crescimente da economia acima do potencial&#8230;Quanta apelacao!</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 20:01:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Parece q nosso colega da usp fez o rabino alex se calar! Sera?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava precisando de atenção, né? O pessoal da USP não te deu carinho?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Parece q nosso colega da usp fez o rabino alex se calar! Sera?&quot;</p>
<p>Estava precisando de atenção, né? O pessoal da USP não te deu carinho?</p>
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		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20063</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 20:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;1) &#034;inflação sob controle é inflação na meta, ponto final&#034;. Beleza, temos uma nova definicao para estabilidade de precos. No caso do Brasil, com a inflacao rodando em torno de 5%, mas acima da meta, nao temos estabilidade... Nossa, genial, vc realmente acabou com a discussao...&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, temos uma definição sobre o que é controle: se te pedem para dirigir um carro a 50km/h e você está a 70km/h e acelerando você está controlando o carro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &#034;Mas e poder de barganha, salario minimo, aumento de formalizacao, educacao.&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação faz o ritmo de crescimento dos salários sair de 6% para 12% ao ano em 18 meses? Tem uma revolução em educação ocorrendo e ningúem nos avisou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) A Tati faz falta mesmo, mas não para este contrafactual: basta olhar as expectativas e o comportamento dos salários...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) E um BC que &#034;lean against the wind&#034; não faz nada nesta situação, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;1) &quot;inflação sob controle é inflação na meta, ponto final&quot;. Beleza, temos uma nova definicao para estabilidade de precos. No caso do Brasil, com a inflacao rodando em torno de 5%, mas acima da meta, nao temos estabilidade&#8230; Nossa, genial, vc realmente acabou com a discussao&#8230;&quot;</p>
<p>Não, temos uma definição sobre o que é controle: se te pedem para dirigir um carro a 50km/h e você está a 70km/h e acelerando você está controlando o carro?</p>
<p>2) &quot;Mas e poder de barganha, salario minimo, aumento de formalizacao, educacao.&quot;</p>
<p>Educação faz o ritmo de crescimento dos salários sair de 6% para 12% ao ano em 18 meses? Tem uma revolução em educação ocorrendo e ningúem nos avisou&#8230;</p>
<p>3) A Tati faz falta mesmo, mas não para este contrafactual: basta olhar as expectativas e o comportamento dos salários&#8230;</p>
<p>4) E um BC que &quot;lean against the wind&quot; não faz nada nesta situação, não?</p>
<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20055</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 03:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parece q nosso colega da usp fez o rabino alex se calar! Sera?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece q nosso colega da usp fez o rabino alex se calar! Sera?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20042</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 03:24:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman,&lt;br /&gt;O artigo &lt;b&gt;&#034;Stanley Fischer, economista&#034;&lt;/b&gt; de Antonio Delfim Netto, hoje, terça-feira, 25/09/2012, no Valor Econômico, é muito bom.&lt;br /&gt;Tivesse tempo eu buscaria algum artigo de Elio Gaspari ali em 1999 criticando as receitas que Stanley Fischer dera para o Brasil quando do início do Plano Real. Não tenho Elio Gaspari em boa conta depois da história de Joãozinho Trinta e nem ele me parece ser referência para discussão econômica, mas essas críticas são válidas para evitar que se transforme um bom economista como Stanley Fischer em o supra sumo da doutrina econômica. &lt;br /&gt;Deixo o link do artigo de Antonio Delfim Netto no blog de Sergyo Vitro Conteúdo Livre. No site do Valor Econômico normalmente o artigo só é acessível na íntegra para assinantes. O endereço do artigo &lt;b&gt;&#034;Stanley Fischer, economista&#034;&lt;/b&gt; é:&lt;br /&gt;http://sergyovitro.blogspot.com.br/2012/09/stanley-fischer-economista-antonio.html&lt;br /&gt;O que vale mesmo é o texto de Stanley Fischer e o endereço para todo o volume com o conteúdo do simpósio comemorando os 50 anos do Banco Central da Austrália e onde consta um painel com Stanley Fischer e para o qual Antonio Delfim Netto fez um resumo é:&lt;br /&gt;http://www.rba.gov.au/publications/confs/2010/conf-vol-2010.pdf&lt;br /&gt;Antonio Delfim Netto faz o resumo dos quatro itens que Stanley Fischer analisou na apresentação dele. O segundo item que em inglês intitula-se &lt;b&gt;&#034;1.2 Long-run and short-run trade-offs&#034;&lt;/b&gt; trata exatamente de parte da discussão deste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;&#034;Tem, mas acabou&#034;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Fica um pouco extenso o meu comentário e há o resumo de Antonio Delfim Netto, mas vale bem transcrever a seguir o original da análise de Stanley Fischer no item 2 sobre o trade-off. Diz ele lá:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&#034;To a first approximation the long-run Phillips curve is vertical, and there is no long-run trade-off between inflation and output, and/or unemployment. More than once it has been argued that because there is no long-run trade-off, monetary policy should not be used to try to affect both output and inflation in the short run.&lt;br /&gt;This argument is invalid unless there is no short-run trade-off – a position that was argued early in the development of the rational expectations approach to monetary policy. But that is generally not correct, except perhaps in a hyperinflation.&lt;br /&gt;The truth is that the long run is a succession of short runs, and that at every moment the central bank has to take the short-run trade-off into account.&lt;br /&gt;How to combine the no-long-run trade-off view with the existence of a short-run trade-off? The best way devised so far is the flexible inflation-targeting approach. The RBA’s version is that it should aim to attain the inflation target on average over the cycle, which is analytically clear, but may be practically hard to define in a country that has not suffered a recession for almost two decades. An alternative version, adopted by most inflation-targeting central banks, is that they should operate in a way that when inflation diverges from target, policy should aim to bring it back to target over the short run, typically defined as one to two years&#034;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Bons textos ao alcance de leigos são raros. E Antonio Delfim Netto tem um olho clínico para os descobrir. E há mais de 20 anos eu tenho encontrado nos artigos dele as indicações das melhores leituras para mais bem compreender a realidade econômica.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 25/09/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman,<br />O artigo <b>&quot;Stanley Fischer, economista&quot;</b> de Antonio Delfim Netto, hoje, terça-feira, 25/09/2012, no Valor Econômico, é muito bom.<br />Tivesse tempo eu buscaria algum artigo de Elio Gaspari ali em 1999 criticando as receitas que Stanley Fischer dera para o Brasil quando do início do Plano Real. Não tenho Elio Gaspari em boa conta depois da história de Joãozinho Trinta e nem ele me parece ser referência para discussão econômica, mas essas críticas são válidas para evitar que se transforme um bom economista como Stanley Fischer em o supra sumo da doutrina econômica. <br />Deixo o link do artigo de Antonio Delfim Netto no blog de Sergyo Vitro Conteúdo Livre. No site do Valor Econômico normalmente o artigo só é acessível na íntegra para assinantes. O endereço do artigo <b>&quot;Stanley Fischer, economista&quot;</b> é:<br /><a href="http://sergyovitro.blogspot.com.br/2012/09/stanley-fischer-economista-antonio.html" rel="nofollow ugc">http://sergyovitro.blogspot.com.br/2012/09/stanley-fischer-economista-antonio.html</a><br />O que vale mesmo é o texto de Stanley Fischer e o endereço para todo o volume com o conteúdo do simpósio comemorando os 50 anos do Banco Central da Austrália e onde consta um painel com Stanley Fischer e para o qual Antonio Delfim Netto fez um resumo é:<br /><a href="http://www.rba.gov.au/publications/confs/2010/conf-vol-2010.pdf" rel="nofollow ugc">http://www.rba.gov.au/publications/confs/2010/conf-vol-2010.pdf</a><br />Antonio Delfim Netto faz o resumo dos quatro itens que Stanley Fischer analisou na apresentação dele. O segundo item que em inglês intitula-se <b>&quot;1.2 Long-run and short-run trade-offs&quot;</b> trata exatamente de parte da discussão deste post <i><b>&quot;Tem, mas acabou&quot;</b></i>.<br />Fica um pouco extenso o meu comentário e há o resumo de Antonio Delfim Netto, mas vale bem transcrever a seguir o original da análise de Stanley Fischer no item 2 sobre o trade-off. Diz ele lá:<br /><i>&quot;To a first approximation the long-run Phillips curve is vertical, and there is no long-run trade-off between inflation and output, and/or unemployment. More than once it has been argued that because there is no long-run trade-off, monetary policy should not be used to try to affect both output and inflation in the short run.<br />This argument is invalid unless there is no short-run trade-off – a position that was argued early in the development of the rational expectations approach to monetary policy. But that is generally not correct, except perhaps in a hyperinflation.<br />The truth is that the long run is a succession of short runs, and that at every moment the central bank has to take the short-run trade-off into account.<br />How to combine the no-long-run trade-off view with the existence of a short-run trade-off? The best way devised so far is the flexible inflation-targeting approach. The RBA’s version is that it should aim to attain the inflation target on average over the cycle, which is analytically clear, but may be practically hard to define in a country that has not suffered a recession for almost two decades. An alternative version, adopted by most inflation-targeting central banks, is that they should operate in a way that when inflation diverges from target, policy should aim to bring it back to target over the short run, typically defined as one to two years&quot;.</i><br />Bons textos ao alcance de leigos são raros. E Antonio Delfim Netto tem um olho clínico para os descobrir. E há mais de 20 anos eu tenho encontrado nos artigos dele as indicações das melhores leituras para mais bem compreender a realidade econômica.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 25/09/2012</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20040</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 21:16:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Assim não dá! Tô com cãibra no dedo de scroll down! Faça uma escolha entre concisão e conteúdo, ou, não podendo fazê-lo por razões óbvias, seja conciso! Isso é que é esgotar um debate. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim não dá! Tô com cãibra no dedo de scroll down! Faça uma escolha entre concisão e conteúdo, ou, não podendo fazê-lo por razões óbvias, seja conciso! Isso é que é esgotar um debate. </p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20039</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 05:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Felipe&lt;br /&gt;Como uma forma de me redimir da duplicação do meu comentário, um tanto pelo desconhecimento do Firefox, lembremos de Carlos Drummond de Andrade e o poema &lt;b&gt;“Mãos dadas”&lt;/b&gt; que este sim merece ser repetido. Diz o poeta itabirense:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Não serei o poeta de um mundo caduco.&lt;br /&gt;Também não cantarei o mundo futuro.&lt;br /&gt;Estou preso à vida e olho meus companheiros.&lt;br /&gt;Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.&lt;br /&gt;Entre eles, considero a enorme realidade.&lt;br /&gt;O presente é tão grande, não nos afastemos.&lt;br /&gt;Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,&lt;br /&gt;não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,&lt;br /&gt;não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,&lt;br /&gt;não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.&lt;br /&gt;O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes,&lt;br /&gt;a vida presente.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A nossa equipe de governo é composta de homens do tempo presente e a equipe só poderá contar com essa espécie de homens. Não há porque buscar no passado longínquo o modelo para o mundo presente. Sou otimista e creio na evolução. Provavelmente a equipe de governo tenha visão semelhante. Eu entendo, entretanto, que haja os pessimistas de bons propósitos que vêem no passado a nossa glória. Eles não se pejam de imitar velhos centenários tristes com o futuro que se lhes apresenta e asseveram resoluto: &lt;i&gt;“já não se arregaçam mangas como antigamente”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Não creio, entretanto, que o governo se vá deixar conduzir por essa leva de idéias que devem ser vistas pelos membros do governo como idéias talvez até corretas, mas anacrônicas.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 24/09/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe<br />Como uma forma de me redimir da duplicação do meu comentário, um tanto pelo desconhecimento do Firefox, lembremos de Carlos Drummond de Andrade e o poema <b>“Mãos dadas”</b> que este sim merece ser repetido. Diz o poeta itabirense:<br /><i>“Não serei o poeta de um mundo caduco.<br />Também não cantarei o mundo futuro.<br />Estou preso à vida e olho meus companheiros.<br />Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.<br />Entre eles, considero a enorme realidade.<br />O presente é tão grande, não nos afastemos.<br />Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.</p>
<p>Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,<br />não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,<br />não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,<br />não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.<br />O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes,<br />a vida presente.”</i><br />A nossa equipe de governo é composta de homens do tempo presente e a equipe só poderá contar com essa espécie de homens. Não há porque buscar no passado longínquo o modelo para o mundo presente. Sou otimista e creio na evolução. Provavelmente a equipe de governo tenha visão semelhante. Eu entendo, entretanto, que haja os pessimistas de bons propósitos que vêem no passado a nossa glória. Eles não se pejam de imitar velhos centenários tristes com o futuro que se lhes apresenta e asseveram resoluto: <i>“já não se arregaçam mangas como antigamente”</i>.<br />Não creio, entretanto, que o governo se vá deixar conduzir por essa leva de idéias que devem ser vistas pelos membros do governo como idéias talvez até corretas, mas anacrônicas.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 24/09/2012</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20033</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 20:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (23/09/2012 às 09:23),&lt;br /&gt;Sou leigo tanto em economia como em português, mas como venho a este blog mais para aprender sobre economia não vou implicar com você sobre a regência do verbo implicar no sentido de ter como consequência, mas ressalto que onde quer eu esteja prefiro o texto escorreito a um cheio de jaças e se pudesse não cometeria erros na minha redação.&lt;br /&gt;Há um post que ainda se vê na primeira página do seu blog e intitulado &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de 12/09/2012 que foi para mim, como um leigo, uma aula excepcional. Pode ser que para os estudiosos de economia aquele seu post não traga nenhuma novidade. Para mim, entretanto, o post foi extremamente enriquecedor. Pode ser, entretanto, que como leigo eu tenho aprendido a lição errada. Repasso para você uma das lições que aprendi e gostaria de que confirmasse o meu aprendizado ou alertasse para o erro no meu entendimento.&lt;br /&gt;Bem, pelo que eu entendi no que você disse lá no post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, no ponto de equilíbrio tem-se a produção máxima ao preço mínimo e para aumentar a produção tem-se que aumentar o preço mínimo, ou seja, o aumento de preço, que imaginando em continuidade pressupõe inflação, é necessário para o aumento de produção. Entendimento que foi reforçado pelos comentários, mas que me parece ser uma ilação direta da seguinte frase pinçada do seu post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Disse você lá:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Como pretendo mostrar, para aumentar a produção, objetivo último das medidas de proteção, os preços terão que subir”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de 19/09/2012, o comentarista Anônimo em comentário de 22/09/2012 às 14:57 disse o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E repetindo também a sua resposta enviada domingo, 23/09/2012 às 09:23, transcrevo-a na parte da lição de economia a seguir:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Em meu entendimento o que você disse em &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; está em conflito com o que você disse aqui neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”,&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; no que diz respeito a sua resposta para o comentarista Anônimo do comentário de 22/09/2012 às 14:57. Gostaria de saber se não houver esse conflito onde o meu entendimento ficou devendo.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 24/09/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (23/09/2012 às 09:23),<br />Sou leigo tanto em economia como em português, mas como venho a este blog mais para aprender sobre economia não vou implicar com você sobre a regência do verbo implicar no sentido de ter como consequência, mas ressalto que onde quer eu esteja prefiro o texto escorreito a um cheio de jaças e se pudesse não cometeria erros na minha redação.<br />Há um post que ainda se vê na primeira página do seu blog e intitulado <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i> de 12/09/2012 que foi para mim, como um leigo, uma aula excepcional. Pode ser que para os estudiosos de economia aquele seu post não traga nenhuma novidade. Para mim, entretanto, o post foi extremamente enriquecedor. Pode ser, entretanto, que como leigo eu tenho aprendido a lição errada. Repasso para você uma das lições que aprendi e gostaria de que confirmasse o meu aprendizado ou alertasse para o erro no meu entendimento.<br />Bem, pelo que eu entendi no que você disse lá no post <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i>, no ponto de equilíbrio tem-se a produção máxima ao preço mínimo e para aumentar a produção tem-se que aumentar o preço mínimo, ou seja, o aumento de preço, que imaginando em continuidade pressupõe inflação, é necessário para o aumento de produção. Entendimento que foi reforçado pelos comentários, mas que me parece ser uma ilação direta da seguinte frase pinçada do seu post <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”.</b></i> Disse você lá:<br /><i>“Como pretendo mostrar, para aumentar a produção, objetivo último das medidas de proteção, os preços terão que subir”</i><br />Neste post <i><b>“Tem, mas acabou”</b></i> de 19/09/2012, o comentarista Anônimo em comentário de 22/09/2012 às 14:57 disse o seguinte:<br /><i>“O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?”</i><br />E repetindo também a sua resposta enviada domingo, 23/09/2012 às 09:23, transcrevo-a na parte da lição de economia a seguir:<br /><i>“Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar”</i><br />Em meu entendimento o que você disse em <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i> está em conflito com o que você disse aqui neste post <i><b>“Tem, mas acabou”,</b></i> no que diz respeito a sua resposta para o comentarista Anônimo do comentário de 22/09/2012 às 14:57. Gostaria de saber se não houver esse conflito onde o meu entendimento ficou devendo.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 24/09/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20032</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 20:06:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre Schwartsman (23/09/2012 às 09:23),&lt;br /&gt;Sou leigo tanto em economia como em português, mas como venho a este blog mais para aprender sobre economia não vou implicar com você sobre a regência do verbo implicar no sentido de ter como consequência, mas ressalto que onde quer eu esteja prefiro o texto escorreito a um cheio de jaças e se pudesse não cometeria erros na minha redação.&lt;br /&gt;Há um post que ainda se vê na primeira página do seu blog e intitulado &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de 12/09/2012 que foi para mim, como um leigo, uma aula excepcional. Pode ser que para os estudiosos de economia aquele seu post não traga nenhuma novidade. Para mim, entretanto, o post foi extremamente enriquecedor. Pode ser, entretanto, que como leigo eu tenho aprendido a lição errada. Repasso para você uma das lições que aprendi e gostaria de que confirmasse o meu aprendizado ou alertasse para o erro no meu entendimento.&lt;br /&gt;Bem, pelo que eu entendi no que você disse lá no post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, no ponto de equilíbrio tem-se a produção máxima ao preço mínimo e para aumentar a produção tem-se que aumentar o preço mínimo, ou seja, o aumento de preço, que imaginando em continuidade pressupõe inflação, é necessário para o aumento de produção. Entendimento que foi reforçado pelos comentários, mas que me parece ser uma ilação direta da seguinte frase pinçada do seu post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Disse você lá:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Como pretendo mostrar, para aumentar a produção, objetivo último das medidas de proteção, os preços terão que subir”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; de 19/09/2012, o comentarista Anônimo em comentário de 22/09/2012 às 14:57 disse o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E repetindo também a sua resposta enviada domingo, 23/09/2012 às 09:23, transcrevo-a na parte da lição de economia a seguir:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Em meu entendimento o que você disse em &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Proteção e o Asno de Buridan”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; está em conflito com o que você disse aqui neste post &lt;i&gt;&lt;b&gt;“Tem, mas acabou”,&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; no que diz respeito a sua resposta para o comentarista Anônimo do comentário de 22/09/2012 às 14:57. Gostaria de saber se não houver esse conflito onde o meu entendimento ficou devendo.&lt;br /&gt;Clever Mendes de Oliveira&lt;br /&gt;BH, 24/09/2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Schwartsman (23/09/2012 às 09:23),<br />Sou leigo tanto em economia como em português, mas como venho a este blog mais para aprender sobre economia não vou implicar com você sobre a regência do verbo implicar no sentido de ter como consequência, mas ressalto que onde quer eu esteja prefiro o texto escorreito a um cheio de jaças e se pudesse não cometeria erros na minha redação.<br />Há um post que ainda se vê na primeira página do seu blog e intitulado <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i> de 12/09/2012 que foi para mim, como um leigo, uma aula excepcional. Pode ser que para os estudiosos de economia aquele seu post não traga nenhuma novidade. Para mim, entretanto, o post foi extremamente enriquecedor. Pode ser, entretanto, que como leigo eu tenho aprendido a lição errada. Repasso para você uma das lições que aprendi e gostaria de que confirmasse o meu aprendizado ou alertasse para o erro no meu entendimento.<br />Bem, pelo que eu entendi no que você disse lá no post <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i>, no ponto de equilíbrio tem-se a produção máxima ao preço mínimo e para aumentar a produção tem-se que aumentar o preço mínimo, ou seja, o aumento de preço, que imaginando em continuidade pressupõe inflação, é necessário para o aumento de produção. Entendimento que foi reforçado pelos comentários, mas que me parece ser uma ilação direta da seguinte frase pinçada do seu post <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”.</b></i> Disse você lá:<br /><i>“Como pretendo mostrar, para aumentar a produção, objetivo último das medidas de proteção, os preços terão que subir”</i><br />Neste post <i><b>“Tem, mas acabou”</b></i> de 19/09/2012, o comentarista Anônimo em comentário de 22/09/2012 às 14:57 disse o seguinte:<br /><i>“O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?”</i><br />E repetindo também a sua resposta enviada domingo, 23/09/2012 às 09:23, transcrevo-a na parte da lição de economia a seguir:<br /><i>“Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar”</i><br />Em meu entendimento o que você disse em <i><b>“Proteção e o Asno de Buridan”</b></i> está em conflito com o que você disse aqui neste post <i><b>“Tem, mas acabou”,</b></i> no que diz respeito a sua resposta para o comentarista Anônimo do comentário de 22/09/2012 às 14:57. Gostaria de saber se não houver esse conflito onde o meu entendimento ficou devendo.<br />Clever Mendes de Oliveira<br />BH, 24/09/2012</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20031</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 19:21:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um ponto importante é que a barrigada do PIB se deu com quase zero ociosidade. Me faz lembrar do Greenspan falando que tinha um juro só para lidar com diferentes &#034;temperaturas&#034; da economia. E ele sempre escolhia a menor temperatura...&lt;br /&gt;Em relação à inflação em 2013, se os tradebles não serão a âncora como foram até agora por determinação da Fazenda, o trabalho sobrou para os administrados mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ponto importante é que a barrigada do PIB se deu com quase zero ociosidade. Me faz lembrar do Greenspan falando que tinha um juro só para lidar com diferentes &quot;temperaturas&quot; da economia. E ele sempre escolhia a menor temperatura&#8230;<br />Em relação à inflação em 2013, se os tradebles não serão a âncora como foram até agora por determinação da Fazenda, o trabalho sobrou para os administrados mesmo.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20029</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 03:52:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1) &#034;inflação sob controle é inflação na meta, ponto final&#034;. Beleza, temos uma nova definicao para estabilidade de precos. No caso do Brasil, com a inflacao rodando em torno de 5%, mas acima da meta, nao temos estabilidade... Nossa, genial, vc realmente acabou com a discussao...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &#034;Expectativas de inflação acima da meta também elevam os salários&#034;. Verdade! Mas e poder de barganha,  salario minimo, aumento de formalizacao, educacao... Isso tudo voce despreza em prol do que te favorece, ne? Prove o que diz, Alexandre, simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) OK, voce acha isso, nao ha o que discutir. Mas, novamente, prove que a economia brasileira estaria no mesmo lugar em termos de crescimento caso a autoridade monetaria nao estivesse reduzindo os juros. Elabore seu contrafactual e prove! Dificil ne? Da uma preguica viver sem a Tatiana Pinheiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Pois bem, vamos passar da macro aberta basica para uma macro um pouco mais avancada. Por exemplo, segundo Broda (2004), em regimes de cambio fixo a absorcao dos efeitos de alteracoes nos termos de troca eh realizada principalmente pelo produto. Ja nos paises com regime de cambio flutuante, o efeito de variacoes nos termos de troca eh absorvido em parte pela propria taxa de cambio e em parte pelo PRODUTO. Ou seja, eh importante considerar que variacoes nos termos de troca possuem impacto sobre a demanda agregada, pois na pratica, poucos regimes cambiais sao considerados plenamente flutuantes. Em suma, prove o que diz (releia tudo e aceite criticas. Elas podem ser construtivas).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) &quot;inflação sob controle é inflação na meta, ponto final&quot;. Beleza, temos uma nova definicao para estabilidade de precos. No caso do Brasil, com a inflacao rodando em torno de 5%, mas acima da meta, nao temos estabilidade&#8230; Nossa, genial, vc realmente acabou com a discussao&#8230;</p>
<p>2) &quot;Expectativas de inflação acima da meta também elevam os salários&quot;. Verdade! Mas e poder de barganha,  salario minimo, aumento de formalizacao, educacao&#8230; Isso tudo voce despreza em prol do que te favorece, ne? Prove o que diz, Alexandre, simples assim.</p>
<p>3) OK, voce acha isso, nao ha o que discutir. Mas, novamente, prove que a economia brasileira estaria no mesmo lugar em termos de crescimento caso a autoridade monetaria nao estivesse reduzindo os juros. Elabore seu contrafactual e prove! Dificil ne? Da uma preguica viver sem a Tatiana Pinheiro&#8230;</p>
<p>4) Pois bem, vamos passar da macro aberta basica para uma macro um pouco mais avancada. Por exemplo, segundo Broda (2004), em regimes de cambio fixo a absorcao dos efeitos de alteracoes nos termos de troca eh realizada principalmente pelo produto. Ja nos paises com regime de cambio flutuante, o efeito de variacoes nos termos de troca eh absorvido em parte pela propria taxa de cambio e em parte pelo PRODUTO. Ou seja, eh importante considerar que variacoes nos termos de troca possuem impacto sobre a demanda agregada, pois na pratica, poucos regimes cambiais sao considerados plenamente flutuantes. Em suma, prove o que diz (releia tudo e aceite criticas. Elas podem ser construtivas).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20023</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Sep 2012 15:23:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?&#034;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar (assim como tratar &#034;implicar&#034; como verbo transitivo indireto). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?&quot;</p>
<p>Já cometi muita burrice na vida, mas esta em particular consegui evitar (assim como tratar &quot;implicar&quot; como verbo transitivo indireto). </p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20022</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Sep 2012 15:21:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1) inflação sob controle é inflação na meta, ponto final.  Inflação que nao converge para a meta em 4 anos nao esta sob controle. É simples assim. Hiperinflacao é produto da sua imaginacaozinha,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Verdade: expectativas de inflação acima da meta também elevam os salários, mas aí votamos para o tópico (1), ie, inflação fora de controle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Dado o comportamento dos salário e das expectativas, além do excelente desempenho do crescimento, tudo indica que sim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) leia de novo. Se a relação entre termos de troca e cambio esta correta, nao deve teoricamente haver relação entre TT e hiato, porque o cambio absorve o efeito dos TT. Macro aberta básica. Se preferir mande o email que eu mostro as equações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) You wish...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) inflação sob controle é inflação na meta, ponto final.  Inflação que nao converge para a meta em 4 anos nao esta sob controle. É simples assim. Hiperinflacao é produto da sua imaginacaozinha,</p>
<p>2) Verdade: expectativas de inflação acima da meta também elevam os salários, mas aí votamos para o tópico (1), ie, inflação fora de controle</p>
<p>3) Dado o comportamento dos salário e das expectativas, além do excelente desempenho do crescimento, tudo indica que sim</p>
<p>4) leia de novo. Se a relação entre termos de troca e cambio esta correta, nao deve teoricamente haver relação entre TT e hiato, porque o cambio absorve o efeito dos TT. Macro aberta básica. Se preferir mande o email que eu mostro as equações. </p>
<p>5) You wish&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20020</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 22:41:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1) Inflacao em 5,5% e com expectativas crescentes em alguns miseros pontos percentuais realmente configura inflacao descontrolada. Iso mesmo, hyperinflation is always there lurking just around the corner...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O fato dos salarios estarem subindo de 8% a 12% nao  quer dizer necessariamente que a taxa de desemprego esta abaixo da NAIRU. Prove isso. Voce sabe muito bem que diversos fatores explicam a evolucao dos salarios nominais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Voce fugiu completamente do assunto.... Releia please... Mas mesmo dialogando como voce, o BC pode a qualquer momento explorar o trade-off de curto prazo e eh exatamente isso que o que ele esta fazendo neste momento... A nao ser que voce argumente que os agentes no Brasil ja se cansaram de ser iludidos monetariamente... Sera?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) A relacao entre preco de commodities e taxa de cambio eh sim relevante. Sua estimacao, a qual ja li, esta corretissima. Os efeitos deste movimento sobre a evolucao do hiato nao foram ainda provadas por vc, justamente o que te perguntei... Com efeito, nem cambio nem termos de troca parecem influir significativamente (em termos estatisticos) sobre a evolucao do hiato. Essa eh a questao. Se voce esta certo, prove! Nao sou eu que devo provar que voce esta errado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) A USP continua muito boa, com senso critico suficiente para evitar que pessoas como voce saiam falando asneiras como se fossem verdades absolutas por ai... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) Inflacao em 5,5% e com expectativas crescentes em alguns miseros pontos percentuais realmente configura inflacao descontrolada. Iso mesmo, hyperinflation is always there lurking just around the corner&#8230;</p>
<p>2) O fato dos salarios estarem subindo de 8% a 12% nao  quer dizer necessariamente que a taxa de desemprego esta abaixo da NAIRU. Prove isso. Voce sabe muito bem que diversos fatores explicam a evolucao dos salarios nominais&#8230;</p>
<p>3) Voce fugiu completamente do assunto&#8230;. Releia please&#8230; Mas mesmo dialogando como voce, o BC pode a qualquer momento explorar o trade-off de curto prazo e eh exatamente isso que o que ele esta fazendo neste momento&#8230; A nao ser que voce argumente que os agentes no Brasil ja se cansaram de ser iludidos monetariamente&#8230; Sera?</p>
<p>4) A relacao entre preco de commodities e taxa de cambio eh sim relevante. Sua estimacao, a qual ja li, esta corretissima. Os efeitos deste movimento sobre a evolucao do hiato nao foram ainda provadas por vc, justamente o que te perguntei&#8230; Com efeito, nem cambio nem termos de troca parecem influir significativamente (em termos estatisticos) sobre a evolucao do hiato. Essa eh a questao. Se voce esta certo, prove! Nao sou eu que devo provar que voce esta errado&#8230;</p>
<p>5) A USP continua muito boa, com senso critico suficiente para evitar que pessoas como voce saiam falando asneiras como se fossem verdades absolutas por ai&#8230; </p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20019</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 21:17:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estabilidade interessante essa: periodicamente editam um novo pacote para ajustar a economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sempre com explicação, com leves variações, de que &#034;os fundamentos da economia estão sólidos&#034;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que estejam falando uma outra língua. Mas, quando dá para entender o que dizem, se consegue perceber que a estabilização da instabilidade, se torna mais instável cada dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estabilidade interessante essa: periodicamente editam um novo pacote para ajustar a economia.</p>
<p>E sempre com explicação, com leves variações, de que &quot;os fundamentos da economia estão sólidos&quot;.</p>
<p>Pode ser que estejam falando uma outra língua. Mas, quando dá para entender o que dizem, se consegue perceber que a estabilização da instabilidade, se torna mais instável cada dia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20018</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 20:57:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SENHOR, NUNCA PENSOU, NA HIPOTESE QUE INFLAÇÃO IMPLICA EM OFERTA FUTURA?</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Dawran Numida		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20017</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dawran Numida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 20:30:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#034;Eles foram descuidados com o STF, mas no BC está tudo trank&#034;.&lt;br /&gt;Fernando 19 de setembro de 2012 13:23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em verdade, pelo andar da carruagem, parecem ter acertado no STF e errado no BC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada melhor para a economia do que respeito às Leis. E o STF está recolando as coisas nos eixos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Eles foram descuidados com o STF, mas no BC está tudo trank&quot;.<br />Fernando 19 de setembro de 2012 13:23</p>
<p>Em verdade, pelo andar da carruagem, parecem ter acertado no STF e errado no BC.</p>
<p>Nada melhor para a economia do que respeito às Leis. E o STF está recolando as coisas nos eixos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://www.chumbogordo.com.br/tem-mas-acabou/#comment-20014</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 18:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[1) Eu vivo no planeta em que inflação acima da meta e crescente nao esta sob controle;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Com salários nominais subindo de 8 a 12% ano contra ano, bem acima da produtividade, o que você acha que esta ocorrendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) A inflação esta acima da meta há dois anos e ficara nos próximos dois: curto prazo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Veja a relação entre preços de Commodities e taxa de cambio: pelas minhas estimativas, cada 10% de elevação dos preços de commodities implica uma apreciação de 6% da taxa de cambio, exatamente a relação esperada no caso de um choque de demanda externo. Prove que nao...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) A USP já foi melhor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) Eu vivo no planeta em que inflação acima da meta e crescente nao esta sob controle;</p>
<p>2) Com salários nominais subindo de 8 a 12% ano contra ano, bem acima da produtividade, o que você acha que esta ocorrendo</p>
<p>3) A inflação esta acima da meta há dois anos e ficara nos próximos dois: curto prazo?</p>
<p>4) Veja a relação entre preços de Commodities e taxa de cambio: pelas minhas estimativas, cada 10% de elevação dos preços de commodities implica uma apreciação de 6% da taxa de cambio, exatamente a relação esperada no caso de um choque de demanda externo. Prove que nao&#8230;</p>
<p>5) A USP já foi melhor&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
