Vem aí, mais um Brasil x Alemanha. Coluna Mário Marinho

Vem aí, mais um Brasil x Alemanha

COLUNA MÁRIO MARINHO

Historicamente, Alemanha e Brasil são duas seleções sempre favoritas nas competições em que participam.

Na principal competição do futebol, a Copa do Mundo, as duas sempre tiveram participações de destaque.

A Alemanha participou de oito finais; o Brasil participou de sete.

A Alemanha venceu a copa quatro vezes; o Brasil venceu cinco vezes (1958, 1962, 1970, 1994, 2002; Alemanha quatro: 1954, 1974, 1990, 2014). E é o único País que participou de todas as Copas.

Numa eventual Copa do Mundo de 2118, ou seja, daqui cem anos, as duas aparecerão como favoritas.

Mas, desde aquela tragicamente escandalosa vitória da Alemanha sobre o Brasil, 7 a 1, na Copa de 2014, o encontro das duas tomou um novo significado.

O primeiro encontro foi na Olimpíada do Rio 2016.

Claro que nada nos fará menos doloroso aquele fatídico 8 de julho de 2014, mas foi com explosiva alegria que vimos o Brasil ganhar a medalha de ouro em cima da jovem Alemanha. Após o empate, 1 a 1, golaço de Neymar; o jogo foi para a prorrogação e depois para a angustiante decisão nos pênaltis. Brilharam Neymar que converteu a última cobrança e o goleiro Weverton (Atlético PR).

Pois bem, neste domingo tem mais.

Brasil e Alemanha estarão frente a frente em mais uma Copa do Mundo, mas, desta vez, na categoria de jogadores até 17 anos, competição que está sendo disputada na Índia.

Ao vencer a seleção de Honduras, 3 a 0, ontem, o Brasil se classificou invicto para as quartas de final.

A Alemanha também está classificada, mas já levou uma sapatada do Irã, 4 a 0, na primeira fase. Mas, agora é outra história.

Eu espero poder, na próxima segunda-feira, repetir Gonçalves Dias neste espaço e dizer “Meninos, eu vi”. Mas, acrescentando um detalha: eu vi a vitória.

Veja, nas imagens da Fifa, a vitória brasileira:

Te cuida,
São Paulo

Não é nenhum demérito perder para o Fluminense. Jogando no Rio ou em qualquer outro lugar.

Mas o São Paulo não pode se dar ao luxo de perder. Tem que pelo menos empatar.

Também não vale dizer que perdeu com dois gols de pênaltis, porque pênalti é do jogo; nem vale chorar que o juiz errou ao não marcar falta sobre o Rodrigo Caio, também é do jogo.

Escrevo essa coluna antes dos jogos desta noite (19).

Uma nefasta, mas, absolutamente possível combinação de resultados pode levar o Tricolor paulista à zona de rebaixamento mais uma vez.

Perdeu ontem, agora, é rezar.

Em Itaquera, Corinthians e Grêmio fizeram um jogo cheio de falta de emoções. Mas de bom tamanho para os dois.

O Grêmio está focado na Libertadores, mas, claro, não queria perder. Assim, o empate o mantém no momento como vice líder, uma posição tranquila.

Para o Corinthians, que está tão distante das boas atuações do primeiro turno quanto distante está de seus mais próximos perseguidores, o empate foi de bom tamanho.

Continua devendo à sua torcida uma boa atuação, mas continua mantendo a fé e a esperança de sua torcida, pois continua cada vez mais líder e mais próximo do título.

De todo jeito, nunca é demais lembrar o velho ditado: não conte com o ovo ainda no fedegoso da galinha.

Coisa
feia, Robinho.

Na feia derrota do Atlético Mineiro para a Chapecoense, em pleno estádio Independência (que, diga-se de passagem, não é a casa do Atlético, mas, sim do América) o veterano Robinho, irritado com a marcação do volante Moisés Carreira partiu para cima do adversário na base da humilhação: “Jogou onde? jogou onde?”

A melhor resposta para um adversário, Robinho, é vencê-lo. Menos, Velhinho, menos.

Veja os gols do Placar da Rodada:

https://youtu.be/3407dAX8TIQ

Novos
horizontes

Eis que, de repente, o publicitário e homem de marketing Daniel Alves me fez um desafio:

– Que tal escrever um livro sobre roubo e furto de cargas e veículos?

É um assunto interessante, assunto do momento, pois o Brasil tem um prejuízo anual de cerca de 6 bilhões de reais com esses eventos.

Lá fui eu à pesquisa, lendo, entrevistando e ouvindo especialistas sobre o assunto. O resultado, aí está:

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FOTO SOFIA MARINHO

Mario Marinho É jornalista. Especializado em jornalismo esportivo foi durante muitos anos Editor de Esportes do Jornal da Tarde. Entre outros locais, Marinho trabalhou também no Estadão, em revistas da Editora Abril, nas rádios e TVs Gazeta e Record, na TV Bandeirantes, na TV Cultura, nas rádios 9 de Julho, Atual e Capital. Foi duas vezes presidente da Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo). Também é escritor. Tem publicados Velórios Inusitados e O Padre e a Partilha, além de participação em inúmeros livros e revistas do setor esportivo.

(DUAS VEZES POR SEMANA E SEMPRE QUE TIVER MAIS NOVIDADE OU COISA BOA DE COMENTAR)

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