Ele pegou o avião? O príncipe seria vice? Lula bebeu? Perguntas…

Resultado de imagem para principe animated gifsO jornal Folha de S.Paulo informa que, segundo o ex-aliado Alexandre Frota, bolsonaro perguntou se o príncipe Luís Philippe de Orleans e Bragança era gay antes de desistir dele como vice e escolher Hamilton Mourão para compor a chapa. Segundo o relato, foram apresentadas por Gustavo Bebbiano – à época, também aliado – fotos mostrando o príncipe em uma “suruba gay”. Bebbiano desmente e diz que bolsonaro recebeu o material de um delegado federal e um coronel do Exército. Bebbiano desafiou o presidente a desmentir sua versão e lança um desafio, que ambos se submetam a um detector de mentiras. Reza uma brincadeira que se for feito um buraco bem fundo por aqui chega-se à China. É tanta a baixaria neste governo que o fundo do poço deve estar chegando lá.

Durante uma atividade doméstica, tive uma ideia para pena alternativa à de prisão, condenar o réu a ter de desenrolar a ponta de 10 rolos de filme de PVC por dia, aqueles usados para cobrir recipientes que vão à geladeira. Estão cada vez mais finos e difíceis de manusear, alguns já apresentam problemas ao serem retirados da embalagem, antes de que comecem a ser usados.

(CACALO KFOURI)

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Um prêmio para quem entender… Note, caro leitor, o ar de espanto até de Dilma:

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No Blog do Jamil Chade

Eduardo Bolsonaro gera indignação e pânico na diplomacia brasileira

Dá para imaginar o fritador de hambúrguer como embaixador brasileiro nos EUA? O Brasil seria comparado às antigas repúblicas das bananas (termo pejorativo para um país, normalmente latino-americano, politicamente instável, governado por um corrupto e submisso a um país rico (no caso, os EUA, por meio da empresa United Fruit). Sua economia era dependente da exportação de bananas. Os exemplos clássicos são Colômbia, Honduras, Guatemala). Agora só falta ele defender a decretação de um AI-5 na Venezuela.

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Copiadas do UOL

Brasil negocia criação de área de livre comércio com a China, diz Guedes

Mesmo se titio Trump estrilar?

Em crise financeira, servidor não será promovido, mas juiz e militar podem

O pacote econômico do governo, elaborado pela equipe do ministro Paulo Guedes para diminuir os gastos públicos, prevê a criação do estado de emergência fiscal, acionado quando União, estados ou municípios estiverem em situação de aperto para pagar suas contas. Quando isso acontece, uma série de restrições é acionada.

Tradução: juízes mandam prender, militares portam armas, e o resto? Ora, o resto só pode reclamar e mais nada. Pacote valente, não?

Bolsonaro perderia(*) eleição nas 1.158 cidades extintas em projeto de Guedes

Se aprovada, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo, entregue ao Senado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no último dia 5 tem potencial para extinguir até 1158 pequenos municípios, conforme mostra cruzamento de dados feito pelo UOL. Neste conjunto de cidades, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) perdeu(*) a eleição para Fernando Haddad (PT).

(*) Parece que os cara-pálidas que escrevem títulos gostam de desmentir os textos das matérias. Escriba, leia de novo, está lá, com todas as letras, PERDEU. EntenDEU agora?

Será a proposta mais uma vingancinha barata bem ao estilo bolsonaresco?

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Copiada da Folha

PSOE e Podemos chegam a acordo para formar governo de esquerda na Espanha

Pena que por estas bandas os acordos entre partidos só acontecem se resultarem em prejuízo para a população.

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Copiada do G1

Guedes diz que conversa com chineses sobre formação de área de (livre comércio)(*)

Ministro da Economia disse que Brasil ‘já perdeu tempo demais”(*) e quer se ‘integrar às cadeias globais’ de comércio. Governo vive expectativa de acordo com a UE e parceria com os EUA.

(*) E o pessoal da redação também perdeu tempo demais sem abrir um dicionário para notar que livre-comércio tem hífen. É só tirar o que é usado em bem informado – não tem – e colocá-lo no lugar certo.

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Copiada do Correio Braziliense

Gabinete de Bolsonaro comprou passagem no dia da morte de Marielle

Pelos registros de transparência da Câmara do Deputados, o presidente teria comprado dois bilhetes de passagem aérea na mesma data do assassinato de Marielle Franco: 14 de março de 2018

Cara-pálida, os registros não servem para nada? Se a compra está neles foi feita e não “teria” sido feita, capisce?

O caso Marielle voltou a causar debate nas redes sociais. O deputado David Miranda (PSol-RJ) resgatou um tuíte de uma jornalista nesta quarta-feira (13/11) que afirma(!!!) que o presidente Jair Bolsonaro teria(!!!) voltado ao Rio de janeiro mais cedo em 14 de março de 2018, mesma data do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

(!!!) Afirma que teria? Uau, fantástico!

O Correio apurou que os registros da Câmara dos Deputados indicam que o gabinete do então deputado Jair Bolsonaro comprou dois bilhetes aéreos de Brasília para o Rio de Janeiro no mesmo dia.

Imagem relacionadaO cara-pálida que escreveu a linha-fina duvida até do próprio jornal, no texto está, com todas as letras, “comprou”.

O bom jornalismo recomenda que seja apurado se ele embarcou para o Rio, pode ter simplesmente ter comprado as passagens no dia 14. É fácil verificar, a companhia aérea tem os registros do dia em que os passageiros viajaram, sem isso a matéria não passa de mais uma especulação e de mais um desserviço à apuração do assassinato de Marielle e Anderson.

 

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Copiadas da Folha

Toffoli intima BC e obtém dados sigilosos de 600 mil pessoas; PGR estuda reagir

Iniciativa gera apreensão no governo Bolsonaro; presidente do Supremo diz não poder comentar processo sob sigilo

Não se preocupe, governo, vindo de quem veio pode ser apenas para descobrir quem mais será protegido para fazer companhia a 01…

PEC de Guedes desobriga poder público de construir escolas

Objetivo é ampliar rede privada; (outra item)(?) retira do Orçamento função de reduzir desigualdade regional

(?) Isto antes de o governo parar de construir escolas, já imaginaram o depois?

Viva a ignorância, viva o aumento da desigualdade! Ampliar a rede privada, com escolas caríssimas, em um país em que a maior parte da população recebe até três salários mínimos?

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