Endrick
Ancelotti, vencer só não basta. Blog Mário Marinho
Ancelotti, vencer só não basta!

O Brasil é o sexto colocado no ranking de seleções da Fifa.
Veja o ranking atual dos 10 primeiros:
1 – Argentina – 1.877 pontos
2 – Espanha – 1.875 pontos
3 – França – 1.871 pontos
4 – Inglaterra – 1.828 pontos
5 – Portugal – 1.768 pontos
6 – Brasil – 1.766 pontos
7 – Marrocos – 1.755 pontos
8 – Holanda – 1.754 pontos
9 – Bélgica – 1.742 pontos
10 – Alemanha – 1.736 pontos
O adversário do Brasil, amanhã, 19 de junho, o Haiti, é o 83º colocado.
Os dois já se enfrentaram três vezes, com três vitórias do Brasil – três goleadas.
Portanto, vencer já é rotineiro.
Dizem os poetas que a melhor cura de uma grande paixão, é uma nova grande paixão.
Portanto, para apagar e dar um pouco de alento para o sofrido povo brasileiro, é preciso uma exibição acima, muito acima, do que estamos acostumados a ver ultimamente em se tratando de Seleção Brasileira.
Não há meio termo. Ou vença e convença ou tchau.
Pelo que parece, até o momento, o Mister vai insistir com Igor Thiago de centroavante. O estático Igor Thiago que nada fez contra o Marrocos.
Aliás, o jornalista Fábio Sinegalia me passou um zap dizendo que o Igor Thiago não passa de um ponto de referência.
Sabe, quando você quer apontar uma determinada pessoa no meio de outras? Você diz é aquela ali perto do careca, ou do gordo.
Esse é o ponto de referência.
Estamos no momento certo de botar o Endrick no time.
O adversário é fraco e o jogo, se tudo correr normalmente, não vai apresentar grandes problemas.
É também o momento de colocar Neymar, mesmo que seja por alguns minutos.
Não vamos fazer como na Copa de 2022, quando na decisão por pênaltis Neymar foi escalado para fazer a quinta cobrança.
Só que não houve quinta cobrança: fomos eliminados na quarta cobrança feita pelo ótimo zagueiro Marquinhos.
Vai ficar guardando o Neymar aí na cristaleira e, de repente, não vai dar tempo.
O empate com o Marrocos, na estreia, visto assim somente pelos números não foi tão mau.
Mas, visto pelo futebol apresentado, foi uma lástima.
Chegou a hora: vamos jogar, Brasil!
Mário Marinho – É jornalista. É mineiro. Especializado em jornalismo esportivo, foi
durante muitos anos Editor de Esportes do Jornal da Tarde. Entre outros locais, Marinho trabalhou também no Estadão, em revistas da Editora Abril, nas rádios e TVs Gazeta e Record, na TV Bandeirantes, na TV Cultura, além de participação em inúmeros livros e revistas do setor esportivo.
(DUAS VEZES POR SEMANA E SEMPRE QUE TIVER MAIS NOVIDADE OU COISA BOA DE COMENTAR)
