Os dois sem teto. Por Antonio Contente
Sem teto…a fatídica exclamação do “não há vagas” novamente se repetiu; com o aguaceiro aumentando,
Sem teto…a fatídica exclamação do “não há vagas” novamente se repetiu; com o aguaceiro aumentando,
Chove lá fora. A chuva amaina. Busco meu prumo. Volto a arrumar gavetas. Encontro papéis,
Amanhã, serão 20 anos dessa data. E o que dá para chorar, dá para rir.
DIAS ESTRANHOS E OS COTIDIANOS PERRENGUES MARLI GONÇALVES É muito difícil todas as semanas decidir
O assalto. Ou o furto. Ou o roubo. COLUNA MÁRIO MARINHO O excelente comentarista esportivo