Tem jeito um país assim? A pergunta, adoçada com leite condensado

Tem jeito um país assim? Um dos candidatos à presidência da Câmara Federal, Arthur Lira, o favorito do “arauto anticorrupção”, o coiso, já foi condenado na área cível e aguarda as da criminal; o sinistro contra o Ambiente, Ricardo Salles, é condenado pela Justiça paulista; o candidato da “oposição”, Baleia Rossi, responde a inquérito em tramitação na 1ª Zona Eleitoral paulistana que apura se  foi beneficiário de recursos ilícitos nas campanhas de 2010 e 2014, quando concorreu, respectivamente, aos mandatos de deputado estadual e federal.

O favorito para assumir a presidência da Assembleia Legislativa do estado mais rico do país, São Paulo, Carlão Pignatari, é alvo de várias ações por improbidade,  em uma delas  é acusado de participar de  fraudes em licitações praticadas por empresas no caso que ficou conhecido como “Máfia do Asfalto”. O Ministério Público diz que a prefeitura de Votuporanga, em conluio com empresas, simulou concorrências para direcionar o resultado. As ações ficaram suspensas durante anos, até que o “sempre ágil” Supremo Tribunal Federal julgou procedente um habeas corpus derrubando provas obtidas por meio de interceptações telefônicas. Mas o  fato de o STF ter derrubado as provas não “desgrava” o que foi obtido nas interceptações, elas não cumpriram as “tecnicalidades”, empecilhos criados para favorecer criminosos, mas o que está gravado é indesmentível.

Os colegas desses “honestos” parlamentares estão carecas de saber que eles cometeram todos os crimes de que são acusados, portanto, são cúmplices. É o mesmo comportamento de todos os que a vida inteira souberam o que fez Paulo Maluf e continuaram a apoiá-lo e, muitas vezes a dividir os butins, não era necessário esperar que fosse condenado para concluir que sempre foi  desonesto, culpado, até o último fio de cabelo.

O coiso, assustado com as últimas declarações de dirigentes de entidades empresariais,  na tentativa de suborná-los, diz que o governo é a favor da compra de 33 milhões de doses da vacina da AstraZeneca por empresas brasileiras. Simplesmente joga para a torcida, pois a fabricante informou ser impossível vender vacinas para empresas: “AstraZeneca diz que não é possível disponibilizar vacinas para o setor privado”

https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/01/26/astrazeneca-nega-vender-vacinas-ao-setor-privado.ghtml

A Pfizer segue o mesmo caminho, declara que só venderá para governo.

O mais que declarado inimigo das vacinas, falou com todas as letras que não iria vacinar-se, agora, sentindo o barco na iminência de naufragar, tenta mudar a rota da embarcação, disse, como se fosse um feito digno de nota, que o Brasil é sexto país em número de vacinados, desconsiderando a diferença entre as populações, afaga a China e agradece a liberação de insumo para CoronaVac – que fique claro, ele não nada a ver com a liberação –, é capaz até de se dizer “cumunista” desde criancinha –, mais uma vez, enfia o rabo entre as pernas como todo bufão.

(CACALO KFOURI)

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                                                               Copiadas do G1

Enfermeira que debochou da vacina contra Covid-19 no ES é demitida de hospital

Após publicar em uma rede social vídeos em que aparecia sem máscara no local de trabalho e, em outro momento, debochando da vacina contra a Covid-19, a enfermeira Nathanna Ceschim foi desligada do Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

“Tomei por conta que quero viajar, e não para me sentir mais segura. Uma vacina que dá 50% de segurança para mim não é uma vacina. Tomei foi água”.

A enfermeira disse que apenas exerceu seu direito de liberdade de expressão e, no final, pediu desculpas às pessoas que se sentiram ofendidas.

Então, empatou, o hospital usou a sua liberdade de demissão de uma pessoa sem noção. E a anta que não é capaz de entender o significado de 50% d eficácia vai poder viajar à vontade.

 Ministro da Saúde diz que expectativa do governo é remover 1,5 mil pacientes do AM e diz que alta de casos era ‘desconhecida para todo mundo’

Desconhecida para Pazzo, o zuello, e seus colegas do governo que não leem jornal, só apreciam redes antissociais,  e não veem TV, mas para o resto da população sempre foi conhecida. Quem este bocó pensa que engana, nem bolsominions caem nessa.

Líderes religiosos protocolam na Câmara pedido de impeachment de Bolsonaro

Documento é assinado por 380 pessoas ligadas a igrejas cristãs, incluindo católicas, anglicanas, luteranas, presbiterianas, batistas e metodistas, além de 17 movimentos cristãos.

Pena que não será útil, pois os “evangélicos” parlamentares são todos do time do coiso, e, bem distantes do “amor cristão” que pregam, apoiam um genocida.

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Copiadas da Folha

Na versão impressa

Lewandowski ordena apuração contra(*) Pazuello

Na versão digital

Lewandowski determina abertura de inquérito contra(*) Pazuello

(*) Os cara-pálidas erram com convicção, não pensam no tamanho da bobagem que escrevem. Como tudo indica que têm preguiça de consultar o “Pai dos Burros”, segue o verbete contra no Orélio:

contra

[Do lat. contra.]
Preposição.

1. Em oposição a; em luta com:
Contra ũa dama, ó peitos carniceiros, / Feros vos amostrais, e cavaleiros?” (Luís de Camões, Os Lusíadas, III, 130).
2. Em contradição com:
É incapaz de proceder contra os seus princípios.
3. Em direção oposta à de:
remar contra a maré.
4. Em posição contrária ou hostil a:
Está contra tudo; É contra a diretoria anterior.
5. A troco de; recebendo em troca; mediante:
Paguei contra recibo.
6. Em frente de; defronte de:
Encontraram-se, enfim, cara contra cara.
7. Junto de:
Ficaram ali, encolhidos, um contra o outro.
8. De encontro a:
Bateu a cabeça contra a mesa.
9. Em direção a:
Investiu impetuoso contra o inimigo.
10. Ao contrário de; contrariamente a:
Contra o que você pensa, eu não irei.
11. De combate a:
remédio contra sarna.
12. Em objeção ou oposição a:

É a minha palavra contra a sua.
Advérbio.

13. De modo desfavorável; desfavoravelmente:
O juiz votou contra.

Substantivo masculino.
14. Obstáculo, dificuldade:

Avaliou os prós e os contras antes de decidir.
15. Contestação, objeção:

Embora sabendo que receberia um contra, insistiu.
16. Bras. Pop. V. diabo (2).

Deu para notar que se apurações e inquéritos forem contra alguém serão parciais?

Wake up,  Chip and Dale, os famosos Tico e Teco!

 Guedes diz que auxílio emergencial pode voltar se vacinação fracassar, mas que medida exigirá sacrifícios

“Se a pandemia se agravar e continuar 1.500 mortes por dia, a vacina não chega, se falhássemos miseravelmente nas vacinas… O que não acredito [que vá ocorrer] porque o ministro [da Saúde] tem capacidade logística(!!!), temos, e o presidente agradeceu, a Anvisa, o [Instituto] Butantan, [a Fundação] Oswaldo Cruz, as Forças Armadas”, disse.

(!!!) Ô, posteco, não é momento para piadas, ainda mais sem graça! Pazzo, o zuello com “capacidade logística”???

 Guedes ressaltou que um novo auxílio exigiria sacrifícios do país e defendeu como contrapartida medidas como o congelamento de verbas para saúde e educação e de salários de servidores públicos. “Não é só pegar o dinheiro e sair correndo. Tem que fazer todo o sacrifício”, disse o ministro.

Ah, sacrifício na Educação, que já é péssima? Na Saúde, um desastre como nunca visto antes? Corte nas centenas de cargos ocupados por militares inúteis no governo, corte em submarinos desnecessários e que estarão ultrapassados quando do lançamento, corte na fabricação de remédios ineficazes, corte  o gasto federal de R$ 1,8 bilhão com a compra de leite condensado, bacon, pizzas, refrigerantes e vinhos, estes largamente consumidos no Ministério da Defesa, talvez para quê, ébrios, os membros das Forças Armadas consigam  aplacar a vergonha  por que passam devido aos colegas que ocupam cargos no governo. Dê uma olhada em volta e perceba quanto pode cortar sem mexer em áreas essenciais.

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Copiada do UOL

Governo corta benefícios fiscais para pesquisa científica e atinge projetos de Butantan e Fiocruz na pandemia

O governo Jair Bolsonaro cortou 68,9% da cota de importação de equipamentos e insumos destinados à pesquisa científica. A medida afeta principalmente as ações desenvolvidas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no combate à pandemia da Covid-19.

Em 2020, o valor foi de US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão, em valores de hoje). Para 2021, serão apenas US$ 93,29 milhões (R$ 499,6 milhões).

Fácil perceber as prioridades do governo, R$ 449, 6 milhões para a Ciência e R$ 1,5 bilhão – note, leitor, os quebrados são maiores que o total  para Butantan e Fiocruz – destinados a encher o bandulho governamental.

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1 thought on “Tem jeito um país assim? A pergunta, adoçada com leite condensado

  1. Como diria Dilma Rousseff, pessoas que pensam que pensam, pensam que existem, mas, dependendo do ponto de vista, isso é um erro, pois, quando se pensa que algo não existe, o ato de pensar atesta a inexistência do objeto, mas não da autocrítica, já que existir implica a capacidade de pensar, e objetos não pensam, mas pensar pelo objeto faz do pensante um sujeito que, quando se pensa, torna-se objeto de seu próprio pensamento, e portanto qualquer um pode existir desde que pensado por outrem, o que põe em questão que o pensante precise se pensar para existir, posto que pode existir no pensamento alheio, mas não precisa existir para pensar. Entendeu? O finalzinho é a melhor parte.

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