CHUVA

Vírus, chuva e calor. Por Fernando Gabeira

Gostaria de abordar as chuvas de forma poética, como Elizabeth Bishop em sua “Canção do tempo das chuvas”. Mas agora elas assumem um aspecto dramático, matando e destruindo.

CHUVA

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM O GLOBO E NO SITE DO AUTOR,
www.gabeira.com.br, EDIÇÃO DE 17 DE JANEIRO DE 2022

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