implicâncias#10

 Ilustração: Benjamim Cafalli                                                     

Implicâncias #10
Ilustração: Benjamim Cafalli

      Está enorme, mas que se há de fazer se a turma está cada vez mais menos alfabetizada? Começou cedo! Desta vez, com colaborações do Grupo Globo, o brogue e o jornal. Primeiro, o jornal, afinal os mais velhos têm preferência na fila: “Ovni? Objeto misterioso atinge avião nos EUA, deixa piloto ferido e obriga pouso de emergência”. Desinformado globista, não é mais sigla, é substantivo, é Óvni, viste? Mas, aguardem, o pior vem agora:

         

Avião com motorista só poderia dar em trombada mesmo, né? O “e” a mais em aeronavee é de algum estilhaço?

A seguir, o globioso brogue e seu anônimo: “além da OSESP com o maestro John Neshling.”. Osesp, atento desconhecido desconhecente. Agora, a de uma vaga-lume forte candidata a ser revelada: “mas eu não imaginava que “Criadas” pudesse reverberar tão profundamente no continente africano,”. Qual a lógica de Continente Africano em bx, preconceito? Ela deve ser multiplicada por menos 1: “A cerimônia é considerada o Oscar do cinema Africano e Diaspórico e premia anualmente profissionais de países da África”. Caramba, por que cinema em bx e o resto em alta? Não orna!

 Mistake, a falhosa infalível! Na linha fina:“O enredo da escola, ‘A Nação do Mangue’, foi criado por Antônio Gonzaga, um dos artista da exposição”. Cadê a concordância, escriba? No texto tá errado de novo!

 Erram até no crédito do jefe! “Por ancelmo”. Por amor do Cramunhão! Tem mais:  “em num espaço de uma semana, 74 postos da região Metropolitana do Rio de Janeiro.”. Digitais da dupla Mistake/MsC… em um e Região, caprichante.

 Calma, pessoal, o “Estadãozinho” e seus hifens indevidos sempre presentes!  “A primeira vez em que os líderes se encontraram foi durante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU),”. Realmente, será mais fácil o Parmera ganhar um Mundial que os estadônicozinhos aprenderem que não tem hífen.                                                              

Em se falando no exótico tracinho, é a única publicação em que COP30 aparece com ele.

 Caramba, se é linha fina é sinal que o geúnico claudicante é editor: “Dois acidentes ocorreram na madrugada desta quinta (23) na Serra das Araras. Dois carros bateram por volta de 1h quando um deles era perseguido pela polícia. Por volta de 4h30,”. Da, das, viste? Detalhe: no texto aparece o erro uma vez: “Por volta de 1 hora, um taxista em fuga invadiu a contramão durante uma perseguição policial e bateu em um carro no km 227.”,   

mas em outras citações de horários o repórter escreveu certo, entonces, o editante não deve ter lido tudo.

Obs: – A matéria teve correção de informação que foi apontada no “Mirando” do dia 24. No mesmo dia, no UOL, foi publicado texto com o mesmo erro – também assunto do “Mira” – mas não houve correção.

Eta nóis, que falta fazem os dicionários… “Lula volta a defender alternativas ao dólar no comércio global”. Uólico, opções, alternativa é “ou”, escolha entre duas opções. Errado no texto também. O pior é que o erro vem desde 1966 quando a USP criou o “vestibulinho”, prova com testes em que havia cinco possibilidades de resposta que ela chamou de alternativas em vez de opções.

Uólico, respire fundo e pesumpouco: “Antes de morrer, o norte-americano negou as acusações e falou sobre o impacto mental que as ações de Kramnik tiveram sobre ele, durante sua última transmissão no Twitch na semana passada.”. É obóvio que só pode ter sido antes de se ir, mas manda o bom senso que se estabeleça um prazo pra fugir da oboviedade. Três dias antes de, pouco antes de, recomendam Tico e Teco ainda em atividade…

Findo o primeiro dia.

 Rricomeçando, como diria Emersão, com um colaborador uólico: “Depois de tanto vai-não-vai,”. Pois não é que acabou indo? Desde janeiro de 2009 é vai não vai…

Eles chegaram, os estadônicozinhos! “Segundo a Polícia Civil, o roubo ocorreu na Rua Maestro Elias.”. Escriba, o Canis lupus fugiu? É Maestro Elias Lobo, viste? Uau, fantástico!  “O óbido de Rafael seria o 11.° no País por esse motivo.”. Deixa por óbito, cara-pálida? Do jeito que a coisa anda pode não ter sido erro de digitação…

 Folhista, tenha dó, meu! “Bife à parmegiana, paixão dos brasileiros, é superestimado”.    Parmegiana??? Cara-pálida,  parmigiana ou parmesã, caramba!

 Outro… “Um dos elementos que reforça a tese do antissemitismo como fator a ser considerado na morte de Herzog é a postura do comandante do DOI-Codi em 1975,”. Um dos que reforçam, foram vários elementos que reforçam, este é um deles, dificultoso.

Os inescapáveis broguistas:

 MsC não tem jeito, assim está o nome do samba-enredo na página da Azul e Branca (que ela escreve em baixa): Martinho da Vila se emociona ao conhecer fantasia para o carnaval 2026: ‘Fiquei encantado e confiante’” título; “Macumbembê, Samborembá:

 Sonhei que um Sambista Sonhou a África” – linha fina. Ei-lo no texto da atenta: “Vila Isabel apresentará na Avenida o enredo ‘Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África’”. Mais uma “distração”: “esteve na manhã desta quinta-feira (23) no barracão da escola,”. Dessa, neste hoje é 24… Não acabou: “Para o Carnaval 2026, a Vila Isabel apresentará na Avenida o enredo “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África”,”. No título e em nota anterior Carnaval 2026 está em bx… Cabou não: “A azul e branca de Noel será a segunda escola a desfilar na Terça-Feira de Carnaval,”. Não notou até hoje que Azul e Branca: Vila Isabel; Verde e Rosa, Mangueira; Rubro-Negro, Flamengo…

Na seguinte está em alta: “Teresa disse ainda não saber se desfilará no próximo Carnaval”

 Jefe, explique-se melhor, please: “Além disso, após ser preso em julho, Oruam teria devolvido o imóvel ao dono por meio de seus advogados, não cumprindo, portanto, o contrato, o que acarretou uma multa de R$360 mil (equivalente ao valor de três meses de aluguel).

 O empresário também afirma, na ação, que o rapper entregou o imóvel danificado e em estado precário e cobra uma indenização, por danos materiais, no valor de R$300 mil.”. E aí? Se teve multa, é porque devolveu, uai: “Oruam teria devolvido o imóvel ao dono por meio de seus advogados, não cumprindo, portanto, o contrato, o que acarretou uma multa de R$360 mil”. Mais: “O empresário também afirma, na ação, que o rapper entregou o imóvel danificado e em estado precário”. Teria mesmo, jefe?

Agora, o anônimo:  “terá a oportunidade única de adquirir a biografia, “Roberto Menescal, um Arquiteto Musical” (Editora Futurama),”. Interessante, na capa está  Um…

 

Segue: “na Sala Cecília Meireles,”. A sala tem assentos, Cecilia não tem acento.

 Não tem jeito, a vaga-lume será identificada, vai ser a 2. Linha fina: Trabalhadores locais reclamaram de proibição que teria partido da prefeitura”. Agora vêm duas obras-primas: “Segundo a prefeitura, a feira “poderá funcionar até 3h30 da madrugada de domingo, quando será desmontada”.” . Primeira: é até as 3h30, lume, senão quer dizer que vai durar 3h30, viste?

 Agora vem o dããã: na linha fina põe teria e no texto está dito que foi a prefeitura! Pode isso, Arnaldo?

  Começando o fds:

A definição correta no caso da pandemia de suspeições não é implicância, é revolta! Como é possível um que se diz jornalista não seja capaz de entender os fatos? No g1: “Polícia prende suspeito de tentativa de estupro de brasileira em trem de Paris”.

“Um homem foi preso na noite desta sexta-feira (24), suspeito de tentar estuprar a brasileira Jhordana Dias, atacada em um trem na periferia de Paris na semana passada. A identificação do suspeito foi possível graças a um vídeo gravado por outra passageira.”. Se a identificação que levou à prisão foi possível graças a um vídeo em que ele aparece tentando estuprar a mulher é o criminoso, não é suspeito! É tão difícil assim ligar lé com cré? Estarão as faculs emburrecendo seus frequentadores?

Segue um estadônicozinho da mesma estirpe. Começando pelos erros gramaticais: “O vídeo mostra a vítima, à distância, ensinando ao criminoso a senha para desbloquear o celular.”. Sem crase, escriba, a distância não está informada. Vou ensinar você, ensina-se alguém e não “a” alguém, tr. direto, viste? Agora seguem as derrapagens tico-tequiânas: O suspeito aparece nas imagens em uma motocicleta e estacionando o veículo perto da guia, na altura do número 977. A vítima, um homem de camiseta preta, passa pela calçada e é abordada pelo bandido, que aponta o revolver para ele.”. O suspeito é o bandido! Segue o arremedo de informação: A vítima não reage e, de longe, arremessa o celular para o bandido, que permanece na moto. Pelas imagens, é possível perceber que o rapaz ensina o suspeito a destravar o aparelho, mostrando, ao tocar no ar, a forma como a senha deve ser digitada. Enquanto simula os toques com a mão direita, o rapaz aparenta pedir calma e paciência ao suspeito.”. De novo, o suspeito vira bandido e suspeito de novo! Mais uma vez: O bandido, que permanece com a arma apontada para vítima,”. Dá pra acreditar nisso? Dããã!!!

O UOL é solidário na inhorância: “Suspeito de tentativa de estupro de brasileira em trem de Paris é preso”. Dããã: “A identificação do suspeito foi possível graças a um vídeo gravado por outra passageira”. Uólico, uau!

Eis que surge o brogue!

Viva ela!  “A concentração começa 7h, com encerramento ao meio-dia.”. Mistake, nem com “ao” meio-dia cai-lhe a ficha que é às 7h?

Jefe, atualize-se! “relativos ao não-pagamento de tarifas de fornecimento de água e coleta de esgoto,”. Desde janeiro de 2009 não tem hífen em não seja lá o que for, viste? Epa, opa: “O processo de Recuperação Judicial do Vasco da gama”. Digital de quem? De quem? Daquela que gama em um erro de caixa. É Gama…

É a vaga-lume 2: “Integrante do Psol afastou secretário do PT Ronald Sorriso e indicará alguém do Psol para o cargo”. PSOL piscante escriba. Segue: “Nesta sexta (24), ele chamou o Secretário Nacional de Juventude Ronald Sorriso (PT) para uma conversa e informou que ele será substituído por alguém do Psol.”. Neste hoje é sábado, problemática com demonstrativos. Nessa. É PSOL. Tá errado de novo mais à frente.

Dimanche… dia de descanso…?

Pô, estadônicozinhos, é domingo, deixa eu descansar… A primeira pisada: “Esse processo tinha sido distribuído para o juiz titular da vaga, João Gomes Martins Filho, que fez toda a instrução.”. Da vara, atentozinho. A segunda: “A ação havia sido proposta pela Bancada Feminista do Psol, sob o argumento de que a negativa do procedimento no Centro de Referência da Saúde da Mulher violava a Constituição,”. PSOL, caramba, não lê jornal? Pela regra deveria ser, mas se o partido optou pelo erro há que errar.

O brogue também não perdoa… v-g 2: “Profissional será coreógrafa da Comissão de Frente da Portela no carnaval 2026”. Mudou de caixa por quê? “Em seuida,”. Em seguida perdeu o gê. 

No g1: não foi só o deportado que desapareceu…


Acabou a folga… que não houve…

 Recomeçando pelos “zinhos”: “Turistas se espantam com preços mais caros na capital”. O mirandeiro se espanta com o fato de um escriba não saber que preço é alto ou baixo, produto é caro ou barato…

 Epa, opa, folhal: “O primeiro encontro entre o presidente Lula (PT) e o presidente americano, Donald Trump, após imposição de tarifas dos EUA ao Brasil ocorreu ontem em Kuala Lampur,”Qual a??? Deixa por Lumpur? Errado na legenda da foto também.

 Uau, trata-se de um profe universitário que escreveu um artigo para a “Folha”: “Assistam o vídeo, leiam a transcrição: um senador afirma que um ministro do STF recebe dinheiro para conceder habeas corpus.”. Puquiano, ao vídeo, viste?

 Este é de um folhal mesmo: “Frente a elogio de americano a ex e a atual presidente brasileiro, grupos adversários buscam narrativas próprias sobre encontro”. Cara-pálida, o encontro foi lado a lado, viste? Diante do, ante o… Agora, a mancada de uma avvocata colaboratriz: “Durante a investigação, uma testemunha afirmou ter atuado como médium e psicografado mensagens

enviadas pela vítima fatal.”. Um erro fatal durante a escrita, a vítima não matou para ser considerada fatal, morreu…

 Eles…

 Ela não perdoa! “Padaria Ipanema já tem data para inaugurar”. Para inaugurar o quê, mistake? Para ser inaugurada, caramba. Segue o vexame:  “já tem data para inaugurar. (…). O espaço agora vem numa versão goumertizada com direito a rootop e adega.. “Minha ideia é rezar uma missa na rua no dia da inauguração, um sábado”, diz. “Estou esperando autorização da prefeutura”.”. Tá sobrando ponto, tem dois depois de adega. E será que o “prefeuto” vai autorizar? De novo, em outra:  “A flor exala um odor forte e desagradável, semelhante a carne em decomposição.”. Ao da carne, escriba.

Agora o jefe: “Frei Betto doa seu acervo para o CPDOC da FGV e ganha documentário que destaca sua obra literária com 80 livros”. Cpdoc, jefe. Errado no texto inteiro. “O Programa foi adotado por Lula em 2003,”. Por que a alta? 

“De 22 a 24 de outubro, o Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro reuniu mais 600 pessoas que tiveram a oportunidade de assistir,”. Jefe, mais de… Mais: assassinado pela ditadura militar em 1975.”. Jefe, baixa nessa, e alta nesta por quê? “entre outros documentos, cartas enviadas e recebidas durante o período em que ele esteve preso pela Ditadura Militar (1969-1973),”.

Virou disconcordante gramatical também, jefe? “Com quase cinco década de carreira, ele enfrentava complicações da Covid-19.”. Põe um essezinho aí, põe?

 Na seguinte: “Ana Tereza Basilio, presidente da OAB-RJ,”. Uau, Sergio ganhou um acento indevido depois de umas oito citações nesta nota e na anterior! Sérgio Bermudes, prossegue Ana Basilio, “fez história com a sua combativa atuação e a sua cultura inigualável”.”. E a OAB-RJ perdeu o hífen“A presidente da OAB RJ”. Terá se transformado no acento? Jefe, supererro… “O super advogado Sergio Bermudes,”. Junta.

Mistake, o Retorno: “O cantor também chamou atenção pelo terno preto estampado que usava.”. Ela gosta de chamar a atenção…

 Começando mais uma jornada…

 Vixi! Abrindo com o “Estadãozinho”: “Prelúdio de It: A Coisa, a série Bem-Vindos a Derry encara de frente os produtos que a inspiraram,”. Tem certeza de que não foi de costas…? Outro escriba:  “À Coluna, Alexandre Mutran, diretor executivo da Junior Achievement Brasil, comemorou:”. Pra você poder comemorar tem de pôr hífen no diretor, viste?

 Por favor, folhal: “Virou inspetor da Guarda civil do Distrito Federal e tornou-se, depois, chefe da polícia política.”. Explique a lógica de Civil em bx…

Perumpouco folhista, não entendi: “O governo Cláudio Castro (PL) confirmou que ao menos 20 suspeitos foram mortos em confronto com as forças policiais.”, “A operação prendeu 81 criminosos.” “Seis pessoas foram baleadas, sendo três inocentes,”. Os mortos eram suspeitos e o vivos, criminosos??? Será que entre os mortos não há inocentes também? Por que a diferença?

Eta nóis: “Dois dos quatro policiais mortos eram sargentos do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais)”. Bope, desconhecente folhal.

No SP1, Zi Globe, zi level cada vez mais low level:

Senhores, “apóstrofo esse” é genitivo, não é plural. Plural é com essezinho sem ornagem.

As vítimas fatais chegaram à tela da GloboNews! Que fatal!

Epa, opa, na capa do g1: “Megaoperação no Alemão e na Penha tem 56 são presos e 20 mortos, incluindo 2 policiais civis”. Tira o são, capeiro, mesmo porque foi uma insânia.

Do bozoidinho Claudicante Castro em entrevista: “Propicia com que…”. Uau, que crasse.

 Fechando com o brogue…

 Jefe solidário é assim, não deixa os seus errarem sem companhia: “Durante a pandemia, o ex-vereador entro no CTI de pessoas infectadas pela Covid sob o pretexto de realizar “vistoria” na unidade”. Entrou sem “u”, jefe? Ih, piorou: “O TJ do Rio negou o pedido da defesa do ex-vereador Gabriel Monteiro para anular a condenação dele a um ano de detenção e 360 dias/multa – – –  pena convertida por prestação de serviços comunitários pelo mesmo tempo.”. Jefe, deixa por – ? Errado de novo mais à frente. E é convertida em, viste?

Jefe por que tem RJ depois do seu crédito de vez em quando? “Por Ancelmo Gois – Rio de Janeiro”. Os erros sei por quê, estão cada vez mais frequentes: “e R$ 25 mil por danos morais após suspensão de uma apresentação e fim de ano que ocorreria em dezembro de 2018 na Grande Sala da fundação.”. De fim de ano é melhor e não faz mal. Uma dúvida: “A irresponsabilidade da Fundação resultou no caos e na frustração de mais de 750 famílias e crianças no dia do evento,”. Por que fundação em bx antes e em alta agora?

Hein? “Centro Cultural do Méier teria show nesta terça de Diogo Nogueira”. Ele comprou uma terça pra ser dele, mistake? De DN nesta terça, não?;  “o Centro Cultural informa que adiamento se dá ” por motivos de segurança,”. O adiamento, escriba. Ela não se cansa… “Na megaoperação policial no Alemão e na Penha deixou mais de 50 mortos.”. A mega, mistake.

Olha o vaga-lume 1º aqui, gentem: “Essa é a mesma empresa que, em 2022, alvo de uma explosão criminosa de veículos, o que reforça a preocupação com o avanço desse tipo de prática.”. Falta o foi, piscante.

Agora é a 2! “Asulas noturnas estão canceladas nos campi da cidade do Rio e de Duque de Caxias,”. Não foram as aulas? Um fato há de ser reconhecido, ela sabe mais que os estadônicozinhos, campi, plural de campus. Não demorou… “Nota atualizada até 14h50.”. Até as, lume…

Outra: “e Ideraldo Machado, da Associação dos Produtores de Uvas Vitis vinífera da Serra Fluminense (AVIVA).”. Veje:  Razão social: Associação dos Produtores de Uvas Vitis Viniferas da Serra Fluminense – Aviva, CNPJ 53.575.020/0001-57

Dificultosa, traduza: “Universidade informa que mantém Pastoral da Universitária está de prontidão para para acolher quem não tiver seguro para voltar para casa”. Cadê a aditiva? Ah, não sabe o que é? É o “e” que falta… A desastrosa não é capaz de reproduzir o que lê: “Na nota, a PUC informa ainda que a Pastoral da Universitária está de prontidão para acolher quem não tiver seguro para voltar para casa.”. Na nota “possui” o “e” que faltou e não “possui” o “de” em Pastoral Universitária. Jornalistas???

A vaga 2 pisca de novo: “Mas um repórter amigo da coluna viu uma movimentação na Hering do Shopping da Gávea que chamou sua atenção.”. A sua atenção, acende, apaga. No caso, sempre apaga. 

Dia final

 O nível de ostrandade atingiu um ponto inacreditável: “O governo do RJ tinha afirmado nesta terça-feira (28) que 60 criminosos foram mortos durante a megaoperação na Penha e no Alemão — outros 4 policiais também morreram.”. Geúnico, sessenta criminosos foram mortos, outros quatro policiais também. Tradução: os policiais eram criminosos! 

 A crise do “Estadãozinho” chegou à “Folha”, deve ser culpa do tarifaço: “Familiares chegam ao IML (Instituto Médico Legal) para cadastrar nomes e fazer reconhecimento”; “Ela questionou por que os alvos não foram presos e disse ainda que a operação acabou com o Natal e o Ano Novo das familiares.”. Carecem hifens em IML e Ano-Novo, escriba.

O infaltável brogue. Tive até esperança, nenhum erro nas quatro primeiras leitura, mas, de repente, tudo voltou ao normal… deles…

MsCr em ação: “após uma viagem à Chicago,”. Deixa Chicago saber disso… Agora entra mistake: “Elas processam a United Airlines e a Gol”. Trave, escriba, é GOL, viste? Mistake de novo: “FA turma da ONG atendeu ao chamado,”. Deixa por A?

O jefe escorregando feio na maionese: “O autor do processo, Flávio de Oliveira, afirma ter sido atropelado por um veículo Toyota Corolla que, estaria sendo conduzido pelo ex-jogador.”. “O autor do processo, Flávio de Oliveira, afirma ter sido atropelado por um veículo Toyota Corolla que, estaria sendo conduzido por Diego Souza”. Está assim na linha fina e no texto. Não, ele afirma que Diego estava conduzindo, não leu o texto que escreveu, jefe?  “O motociclista relata que, apesar de ter sofrido ferimentos e danos em sua moto, o motorista do carro teria tentado deixar o local, sendo impedido por outros condutores.”. Ah, foi impedido de deixar, mas só teria feito isso, jefe? A ação aponta também que, embora Flávio e outras pessoas presentes tenham identificado Diego como condutor, o Boletim de Ocorrência registrado na Polícia Militar indica que Douglas Souza teria assumido estar ao volante no momento do acidente.”. Que lindo, jefe. Ele foi identificado, né? No B.O. está “teria” ou está que Douglas declarou que ele é quem estava guiando? Viu no que dá deixar alguém assinar por você?

Agora o anônimo: “.Juliana Rodrigues,  Defensora Pública do Estado do Rio, (…), envolvendo dificuldade enfrentada por religiosos de matriz afro-brasileira para acessar o a Capela e o Cemitério de São José,” Por que DP em alta? O a?

Mais uma tartamudada da mistake: “sem investimento social e combate à criminalidade em em aeroportos o resultado é previsível:”. Hein, em em?

Agora, a lume 2: “está previsto uma coletiva no Palácio da Cidade,”. O que estava previsto é o seu erro, uma entrevista é prevista, viste?

( CACALO KFOURI)

 


Legenda para “O blog do Ancelmo Gois”
 Jefe: ele.
Errador, Mister Caixa, Mister Crase: o editor Nelson Lima Neto
Mistake, Miss Caixa, Miss Crase: a editora Fernanda Pontes
Vaga-lume 1: Rafael Timileyi Lopes
Vaga-lume 2: Thayná Rodrigues

 

1 thought on “Implicâncias #10. Não falta com o que implicar. Olha só.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine a nossa newsletter