Ilustração: Benjamim Cafalli
A História se repete, repete…Sempre triste.

A história se repete
O cientista político e professor judeu Norman Finkelstein, filho de sobreviventes de campos de concentração nazistas e do Gueto de Varsóvia, que esteve recentemente no Brasil participando da Feira do Livro em São Paulo, declarou em entrevista que Israel está colhendo o que plantou, que há crescimento nos atos de antissemitismo no mundo porque os israelenses cometem um genocídio em Gaza e porque as organizações judaicas tentam sufocar qualquer crítica às políticas comandadas por Benjamin Netanyahu. Ele é autor do livro “A Indústria do Holocausto” em que acusa as mesmas organizações de usar o massacre cometido pelos nazistas como escudo para os crimes cometidos por governantes judaicos.
Não deu outra. Na mesma edição, a de ontem (11), em que a “Folha de S.Paulo” publicou sua entrevista está a manifestação de Fernando Lottenberg, comissário para o Monitoramento e Combate ao Antissemitismo da OEA: “Norman Finkelstein erra o alvo e ecoa velhos estereótipos antissemitas”.
Não, não errou, acertou em cheio. As provas são o artigo de Lottenberg e as manifestações da Conib, sempre silentes em relação aos crimes cometidos por Israel, isso quando não tentam justificá-los.
Alguém soube de alguma reação deles a respeito do fato de palestinos em Jerusalém estarem sendo obrigados a demolir as próprias casas para dar lugar a um parque temático? Ou que o Exército israelense ter usado bombas de fósforo branco contra a população do Líbano?
O texto de Lottenberg é o que em Matemática tem o nome de C.Q.D. (Como queríamos demonstrar) em relação à entrevista e ao livro de Finkelstein. Tudo o que o professor declarou foi confirmado ipsis litteris pelo comissário.
Apesar da grande diferença…
… há muitas semelhanças. Assim como lá, o de cá deseja o fim da independência do BC para manipular a economia.
Na quarta-feira (10), a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, contra a vontade do PT, ou seja, de Lula, a PEC que dá autonomia financeira e administrativa ao BC.
O agente laranja e o boquirrouco sonhando com o mesmo absurdo.
Caramba, não passa um dia sem uma passada estranha da familícia
O Master e o Reag Trust ganharam companhia no financiamento do “Dark Nag”. Trata-se de um profundo fundo de nome Gold Style que fez negócios com uma nebulosa fintech que é na realidade um nebuloso banco lavanderia do PCC. O “Estilo Dourado” também faz parte do estilo de financiamento do pastelão.
Ah, quase esquecendo de mencionar que o GS fez negócios com o Digimais, nada mais que o bando do “evangélico” É de ir Mais cedo.
“PF rejeita segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro”
Sorry pela sinceridez, mas tem uns palhaços que acham que todo mundo é palhaço.
Espero, sinceramente, estar hexagonalmente errado

A de 98, apesar dos contratempos, foi ótima. A atual “odora” que será a pior de todos os tempos, deixará a de 1966 no chinelo. Ambiente hostil e muita gente irá à falência devido à apostação desenfreada boquejada por “famosos” irresponsáveis que se venderam a patrocinadores ds transmissões.
E virou um marco do fim do Jornalismo sério, respeitável. Se a pré-cobertura foi uma palhaçada, ontem viu-se um trailer de que o pior está por acontecer.
Por pouco, muito pouco mesmo, não entrei em uma fria
“Por pouco, muito pouco mesmo” era um dos bordões do locutor esportivo Geraldo José de Almeida. Se não tivesse o costume de conferir antes de “intolerar”…
Ao ler no g1 “Labubu, Shakira farmando aura e mais: os memes da abertura” a primeira reação foi achar que erraram, é formando, caramba. Mas, passado um tempo e o farmando continuava em cena, pesquisei. Descobri que farmando, do verbo farmar – vem do inglês to farm –, significa repetir tarefas para ganhar pontos, moedas ou itens em games. E que farmando aura é “executar ações intencionais ou ter atitudes de muito estilo, confiança e presença para acumular ‘pontos invisíveis’ de respeito e admiração social”. Será?
Tá certo que a língua é dinâmica, mas não é licença demais, licenciosidade?
(CACALO KFOURI)
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