Pnad - intolerâncias

Ilustração: Benjamim Cafalli

Intolerâncias|32: Pnad, IBGE, hifens, caixas alta e baixa…

Pnad
Ilustração: Benjamim Cafalli

 Aqui há um problema: “Além disso, a PNAD Contínua do IBGE não registrou aumento da frequência escolar entre jovens de 15 a 17 anos no mesmo período.”. A regra manda ser Pnad. O problema é que o governo não respeita a regra – entre outras… –, na página do IBGE está errado. Assim como há o Ministério do Subir pra Cima, o do Meio Ambiente. Na página do Ipea está Pnad… E o problema se estende para o uso do hífen. Exemplo: procurador-geral logicamente deve ter, mas por que Procuradoria-Geral tem se ela é uma só? As PGs de Justiça e a da República recebem o adorno, já as estaduais e municipais, corretamente segundo a regra, não… País difícil, não?

 Openning! Quem, quem, quem? Estadônicozinhos! “Frente aos números gerais, a campanha bolsonarista tentou desqualificar o levantamento.”. Enfrente o desconhecimento vernacular e troque por Diante dos, Ante os, escriba. Um solidário na mesma página: “O ex-presidente do Banco dos Brics Marcos Troyjo afirmou que a Seção 301 dos Estados Unidos é um dos mais abrangentes instrumentos unilaterais de política comercial da história contemporânea.”. Ele pode ser ex mas o banco continua a ser dO Brics, estadônicozinho.

Epa! “Maria (nome fictício) tinha emprego estável como servidora pública, mas, em poucos meses, acumulou dívidas suuperiores a R$ 800 mil com as apostas online.”. Haja dívidas, hein, estadônicozinho? Suuperiores é fogo na jaca!

Teve um que deu, né? “O voo da nave mais poderosa do mundo estava marcado para 19h45 (no horário de Brasília).”. O de “as” antes de 19h45…

Para eles, não bastam os erros que cometem sozinhos: “que brilhou por La Roja após defender a seleção Argentina”. Usam o errador automático para ajudar… Não se trata do país, caramba, é o adjetivo pátrio, estadônicozinho. 

 Mais um erro que virou moda: “Ele tinha 11 anos quando a ópera foi apresentada pela última vez, também no Teatro Municipal.”. E desde sempre foi Theatro. 

A inhorância geral generalizada: “durante a Assembleia-Geral da ONU, em setembro.”. Os dãããs não sabem o que significa o hífen antes de geral e fazem questão de não saber. O intólico explicou pra eles e teve como resposta que há exceções… Sim, há, baseadas no desconhecimento e dificuldade de raciocínio.

 Memória fraca… “Os EUA ofereceram uma recompensa de US$ 25 milhões de por sua captura.”. O estadônicozinho esqueceu que US$ quer dizer dólar, ia escrever, lembrou, mudou de ideia e esqueceu de tirar o dê…

Outro com problema: “O governo goiano alega que Tocantins ocupa indevidamente uma área de 129 quilômetros quadrados,”; “Bem-vindo ao Tocantins – o turismo começa aqui”; “A ação requer que Tocantins desocupe a área.”; “os Estados de Goiás e do Tocantins acordaram a suspensão da Ação Cível Originária (ACO) 3734 até 22 de junho.”. Esqueceu do artigo, lembrou, esqueceu, lembrou…

Desconhecentes convictos: “afirma João Henrique Gasparino, diretor executivo da consultoria tributária NimbusTax.”.  Nem dá pra dizer que é tecla quebrada, eles põem onde não tem… Executa um hífen no diretor, viste?

 No Estadãozinho a situação é outra: “APELO. Para outro interlocutor, o que mais chamou atenção foi a preocupação da economista em reforçar o empate técnico de Flávio com Lula em pesquisas recentes”. O apelo que chama A atenção é o empate técnico na erração.

Folhal, folhal, que impontual: “o pico foi de clientes sem energia ocorreu entre 0h30 e 2h03”; “afirmou que a eletricidade foi parcialmente restabelecida por volta de 9h30,”; “Desde meia-noite caiu a energia total. Voltou 8h30,”. Cadê os artigos obrigatórios com as devidas concordâncias gramaticais, cara-pálida?

 Não, folhística: “Poliamor, não-monogamia?”. Não tracinho, viste? Se eu tivesse usado não e hífen, teria, não-hífen…

Folhal, preste atenção: Na época, a TIC Trens confirmou que uma avaria ocasionou a abertura das portas fora da região de plataforma por cerca de 15 segundos. (…). A empresa disse que iria finalizar a implantação de SIAP (Sistema Inteligente de Abertura de Portas). TIC, sigla de três letras, está como deve. Siap, com quatro e leitura direta, está errada.

Que professor mais distraído, né, folhal: “Segundo relato publicado por ele nas redes sociais, o ataque ocorreu na manhã de sábado (11), por volta das 7h45, quando um homem teria se aproximado pelas costas, desferido socos contra seu rosto e cabeça e feito ofensas relacionadas à sua orientação sexual.”. Ele publicou nas redes que foi agredido, descreve o ataque, mas não tem certeza, né? Pode ter sonhado, por isso o escorregadio escriba “teriou” a denúncia… “De acordo com a ViaMobilidade, um dos passageiros apresentava escoriações no rosto, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhado à UPA Vila Mariana e ao 27º Distrito Policial para registro da ocorrência.”. Mas tudo “teria” acontecido, né, folhal? “Em vídeo publicado no Instagram, Matsufuji afirmou que decidiu relatar o episódio não apenas para contar o que aconteceu, mas também para chamar atenção para a importância do apoio às vítimas de violência durante o processo de busca por justiça.”. Folhal, segundo o que mandam as regras você tem – não é teria, viste? – que pôr um “a” depois de chamar.

Folhunista, atenção: “Foi nos tempos de “De Sola”, quadro com Pedro Certezas no Youtube, produção amadora e de audiência pífia.”. Não notaste ainda: youtuber e YouTube

Outro falhal: “Outro canal: Final eleva audiência na TV; CazéTV chega a 20,9 mi no Youtube”. Tê grande, escriba. No texto está certo.

  Ih, um folhalnista estadãoninhozicou-se! “Flávio Bolsonaro se reúne com aliados no Guarujá e sobrevoa região”. É “em” Guarujá, viste?

Todos querem mudar a Gramática: “No quarto do adolescente Robin Hilbert Loose, em Ponta Grossa (PR), chamavam atenção as conchas e estrelas do mar espalhadas,”. Virou hábito, mas tá errado, chamavam a e continua a ser chamar a. 

Folhal, não estudar faz mal: “Cerca de 17,5 mil aves são abatidas diariamente pelo grupo, número pequeno frente ao volume nacional de 18 bilhões”. Cerca de 80% dos escribas abatem o vernáculo ao usar frente ao/à/o/a. É ante o, em comparação ao, comparado ao…

Um uolunista fazendo economia onde não deve: “Acima de tudo, chama atenção a cadência das frases.”. Acima de tudo, o acerto: a atenção, viste?

 Um cacofatuólico: “Trump ameaça e afirma que Irã pagará por cada soldado americano morto”. Oinc, oinc, oinc… Escriba, a cada, por soldado…

É mais fácil um bolsonalha falar uma verdade que um geúnico acertar: “Galípolo diz que 47 países têm interesse em adotar sistema parecido com o PIX”. A turma não lê jornal, não tem conta em banco e não assiste à “Grobo”! Ela e o ogro têm problema com o Pix. Claro que segue tudo errado no texto.

O óleo atingiu o geúnico: “Aluno de escola de aviação morre após ritual de ‘banho de óleo’ no Paraná, e suspeito é preso”; “Conforme a polícia, ele confirmou ter jogado a substância no jovem durante a comemoração e disse que o banho nos formados é feito do pescoço para baixo.”. Suspeito do quê, derrapante?

Geúnico, por favor, traduza:“Um militar americano morreu no norte do Iraque no sábado (18) após da detonação controlado de uma munição não detonada.”. Vernáculo detonado! Que escriba dedicado!“”Em 17 de julho, dois membros das forças armadas dos EUA na Jordânia foram mortos em ação enquanto o Comando Central dos EUA (CENTCOM) e forças parceiras se defendiam contra ataques com mísseis balísticos iranianos e drones. Além disso, um membro das forças armadas está atualmente desaparecido em ação”, diz o comunicado do Comando Central (CentCom).”. Sente como ele é atento?

Ele se atrapalhou com o conteúdo do texto: “Juíza anula acordo entre Trump e Receita Federal dos EUA que renderia benefícios fiscais ao presidente e o acusa de manipular o judiciário”. Cara-pálida, Judiciário, Poder Idem, não confunda com a descrição sistema judiciário que está no texto, viste?

Mais um mudador da escrita certa: “O encerramento da sessão ordinária na Câmara Municipal de Vitória (CMV), realizada na noite desta terça-feira (21), chamou atenção de quem acompanhava os trabalhos dos parlamentares. Após declarar o fim dos trabalhos, o presidente da Casa, o vereador Anderson Goggi (Progressista), proferiu xingamentos e ofensas com o microfone ainda ligado.”. Chamou A atenção mais um fato,  sessão que acaba assim foi mesmo ordinária, mas no outro sentido da palavra.

Meu Deus, o Jornalismo “teria” chegado ao fundo do poço? I confess, não dá pra saber se é desconhecimento gramaticalcou dãããzice à enésima potência:“Banhista saca arma, aponta para velejador, mas disparo falha em praia de Arraial do Cabo; VÍDEO”; “De acordo com relatos de pessoas que estavam no local, a discussão começou entre um banhista e o velejador. Durante a confusão, o homem teria sacado a arma e apertado o gatilho duas vezes em direção ao praticante de kitesurf, mas os disparos não aconteceram.”. A cena foi gravada, aparece o cara apertando o gatilho, as testemunhas contaram o que viram, e o solerte geúnico considera que o assassino em potencial “teria”??? Vejam o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=1voy1ANlKjA

 Uma genial questão na página da “Veja”: “Pesquisa mostra sinal de alerta para Flávio na direita Levantamento da Genial/Quaest tem nível de confiança de 95% e trás lições à candidatura do senador”. Uau, o erro ornou com o pesquisado, traição ao vernáculo! É traz, do verbo trazer, vejista!

Dio mio! No “Edição das 18h”: “Um funcionário da Casa Branca foi acusado de usar informações previlegiadas de discursos de Trump para apostar”. Uau, que triste privilégio é saber que o “Intol” vai ter vida longa do jeito que as coisas andam…

 No Jornal da Band: “Os aviões colidiram viajando em direções opostas.”. Não, escrevente, em sentidos opostos.

 Um cacófato zoológico no GloboNews Mais!

 O “por cada” é devido ao fato de que javali e porco serem da mesma espécie, a Sus scrofa? Então tá, tudo – outro… – em casa.

 Os infólicos querem uma vaga naquele brogue…

Compraram a “Cartilha de Disconcordância Gramatical” do errador…

 Blog do Ancelmo
 Jefe: Ancelmo Gois
Miss Caixa/mistake: Fernanda Pontes
Mister Caixa/errador: Nelson Lima Neto

 Mistake quis tera honra de inaugurar a erração do brogue: “O show cancelado, no caso, é o da banda de rock do pré-candidato à Renan Santos (Missão), que ainda formada e pelo ex-deputado Arthur do Val e por Gustavo Moledo.”. Caramba, que mau gosto querer ser pré-candidato “à” Renan Santos! Não falta Presidência aí, mistake? Ela segue: “”Falta de profissionalismo! É caráter, isso sim!”. Opa, que coincidência… Tira o acento do E, escriba.

Obs.: – Isto não é banda, é bando…

 Continuando com ela: “São 60 veículos de dois andares, com categorias leito, semi-leito eleito-cama,”. Não durma antes da hora, mistake, é semileito. Errado de novo mais à frente.

Mistake, pense, não dói: “Trata-se de um violão acústico da marca Ângelo Del Vecchio (Casa Del Vecchio),”. Trata-se de um puro italiano, já viu circunflexo por lá? 

Noussa, acho que mistake quer um “Intol” só pra ela: “Avaliado em R$ 10 milhões, imóvel três andares ocupa uma área muito superior à permitida pela legislação.”. Já a escrita é muito inferior à que se espera de jornalistas. Falta com ou de, viste?

Cedeu um espacinho pra MsC: “a candidatura fará com que os dois edifícios passem a integrar a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO”. Unesco… Errado de novo mais à frente.

 MsC, será que um dia decidirá? “que serão completados na temporada do Carnaval de 2027.”. Afinal, Carná ou carná? A cada nota, uma caixa…

Uau, mistake, criou a Justiça Hipotética??? “Como a determinação não teria sido cumprida, foi iniciado o cumprimento de sentença.”. O cumprimento foi iniciado así no más, sem ter certeza do descumprimento da determinação? Que lindo! 

 MsC, por que a alta?  “A paquistanesa virou símbolo mundial da luta pelo direito à educação de meninas e mulheres em seu país, a ponto de ser alvo de um atentado promovido pelo regime dos Talibãs.”. Alteia as cxs de católicos, evangélicos, muçulmanos, por acaso?

Mistake, não falta nada? “Com apresentações de Lucas Mendes e Che Oliveira, o jornalista e escritor Chico Moura lança Cuba Revisitada, livro em que reúne memórias,”. Cadê as aspas no nome do livro?   

 Mistake, não falta nada? “Bienal de SP promove encontro em homenagem aos 70 anos de Grande Sertão: Veredas”. Cadê as aspas? “Já Italo Moriconi assina Para ler Grande Sertão: Veredas,”. Mistake/MsC, além das aspas faltantes “olhem” só como está na capa do livro: “Para ler Grande sertão: veredas”…  Certo ou errado, o nome está assim.

Tem certeza, mistake? “Cinquenta espaços já foram entregues pela prefeitura, enquanto outros 40 estão em andamento”. Os 40 são “outros” mesmo, não estão entre os 50 entregues? Claro, repetido no texto.

Viva ela: “Com a exoneração de 154 servidores comissionados publicada no Diário Oficial da última segunda-feira. o Governo do Rio projeta uma economia de R$ 4,6 milhões até o fim do ano.”. Mistake, segunda-feira,

Erra em qualquer idioma: “Bruna Marquezine processa paparazzi por fotos com Shawn Mendes”. Mistake é troglod ops! poliglota, erra em italiano também. É paparazzo, zzi é no plural. Errado no texto também…

Mistake… “O Ibama informou ainda que a empresa não possui inscrição no Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CTF/AIDA)”.  Aida… e não é a de Verdi. Diante das irregularidades encontradas, o órgão comunicará o caso à Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN),”. Cê nem sabe, né, mas é Cnen, viste?

Ele chegou! O JCaixa: “o tradicional Restaurante Alvaro’s tem mais uma pendência para resolver na justiça,”. O tradicional erro do brogue, a turma não sabe a diferença entre justiça, o que é justo, e Justiça, a instituição… Errado mais à frente também. “um filé mignon alto com champignons, aspargos e batata noisette.”. Pra ficar bom, filé-mignon tem de “possuir” hífen, viste?

 Jefe, você também tem chamado a atenção… “Seleção reúne endereços que chamam atenção pela experiência gastronômica”. Errado no texto também.

Pois é, jefe: “Na obra, ele eelata exemplos banais, como ser confundido com o motorista, e não com o dono do carro”. Não bastasse isso, você eelata ele

JCaixa…  “ex-secretário Nacional de Segurança Pública.”. Promoção? Baixa a cx de nacional, jefe.

 Jefe, já pensou em vetar de vez que assinem por você? Tá cada vez pior: “O fã teria sido, então, agredido com violência pelos seguranças até perder a consciência.”. Ah, que lindo, em vez de “teria” sido agredido, agrediu??? 

 Jefe, a responsabilidade pela falta de padronização estonteante é sua: “O mineiro, autor do clássico “Grande Sertão: Veredas””. Milagrosamente certo, em todas as menções anteriores estava sertão e veredas.  “A escritora homenageada da Flip este ano é, como se sabe, a poeta Orides Fontela (1940-1998) paulista de São João da Boa Vista.”. Uma virguleta antes de paulista faz uma falta…

Deficiência no texto: “Com deficiência em uma das mãos, ele afirma que um atendente passou a observar sua condição física de forma insistente e teria comentários sobre a maneira como ele batia palmas”. Teria o quê, jefe? Ah, feito… Ih, jefe, piorou: “O músico, que possui deficiência em uma das mãos, afirma que um atendente passou a observar sua condição física de forma insistente, fez comentários sobre a maneira como ele batia palmas e chegou a segurar sua mão sem consentimento, diante dos demais clientes – tudo registrado em vídeo pela namorada do músico.”. De onde tirou o teria se ele disse “FEZ”?!

 Jefe, tenha dó: “A Justiça Federal do Rio condenou a União a pagar R$ 300 mil por danos morais a Adalberto do Nascimento Cândido,”. JF no, caramba. 

Eta: “Em tempo: Nunca é demais dizer que festas literárias como a Flin”. Jefe, em tempo: nunca é demais avisar alta depois de dois-pontos se for nome próprio ou declaração, viste?

Barrabás, jefe! “O ex-prefeito e atual senador Marcelo Crivella perdeu mais uma tentativa na justiça de barrar o pagamento de 20 mil,”. Justiça, caramba. 20 mil dólares, euros? Ah, reais… “posteriormente, no canal You Tube.”. Junto, jefe…

 Não, jefe! “Haverá um telão no auditório da ABI, e Dirceu, de São Paulo, responderá à distância às perguntas da plateia e dos cientistas Ligia Bahia e Michel Gherman,”. Haverá crase somente se a distância for determinada. 

O crédito é do jefe: “serviu de cenário em duas de suas novelas: O Clone (2001) e América (2005).”. Mas os indícios são que foi a mistake, a abolicionista das aspas, quem errou… Não tem mais nos nomes de novelas? Até agora só erravam nas caixas… 

 O anônimo virou ACaixa pra ornar com o brogue… “Produtor Executivo do documentário Terra Revolta,”. Por que a alta no exec., cara-??

 O anônimo caixiano: Fundada em 1906 ela é a mais antiga e única associação de antigos alunos Maristas do país.”. Por que a alta, incógnito? “No dia 26 de setembro haverá ainda a festa “Marista Sempre” 19h30min no Salão Nobre do Tijuca Tênis Clube.”. Viva, min!!! Mas faltou às antes… O autor secreto deve ser o errador, se fosse a mistake seria m…

Ele, de novo: “De acordo com o levantamento da empresa, o o furto durava cerca de cinco meses”. De um lado, um gato, do outro, um “o” de presente. “A inspeção, realizada nesta terça-feira (21),”. Neste hoje é quarta, 22… nessa.  “A estimativa de energia desviada é de 17.000 kWh, energia suficiente para abastecer cerca de 85 residências durante um mês.”. Pra que repetir energia se é dela que se trata, ecoísta? 

A dupla fatal, jefe e mistake: “do governo federal, publicou relatório concluindo que o ex-presidente teria sido, na verdade, assassinado em uma ação orquestrada pela ditadura militar. Segundo o documento, seu prestígio popular estaria incomodando os generais de plantão.”. Se teria e estaria não concluiu nada, caramba. Dããã!!! Segundo o documento, foi e estava, escorregantes.

 O “Intol” ficou intolerante com ele mesmo de tanto apontar alguns erros que se repetem e repetem e continuarão a ser cometidos: Assembleia-Geral da ONU, Sérgio [Moro], Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Teatro Municipal, PIX, Itaim-Bibi, câmpus – em vez dos corretos Assembleia Geral da ONU,  Sergio, da Segurança, Theatro, Pix, Itaim Bibi e campus e o plural campi. Por uns tempos não serão apontados, serão apontados somente se houver outros erros no texto. Já os daquele brogue voltarão a ser com força total.
 Brasileiros e brasileiras, não adianta, é martelar em ferro frio. Como já disse um grande filósofo, “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é uma coisa diferente”. Se juridicamente se deve tratar como suspeito alguém que evidentemente não é até que seja condenado, para nós, simples mortais ainda não assassinados por um deles, uma figura presa em flagrante, gravada em vídeo cometendo um crime, não é suspeito, é um criminoso, foi ele!!! O “Intol”, nesta edição, lidará com o assunto pela última vez por um longo tempo, o tema faz mal para o meu coraçãozinho cheio de maldades, como se refere a mim um amigo.

(CACALO KFOURI)

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