Qualquer pessoa que já tenha – do jeito que a coisa vai, logo, logo, alguém vai escrever “possua” – assistido a algum filme policial em que uma personagem aceita ter colado ao corpo um gravador para pegar alguém no flagra sabe que os ruídos audíveis na fita do proseio pra lá de indevido entre Temer e Joesley que encobrem alguns trechos da gravação não passam daqueles gerados pelo contato do microfone com a roupa do portador do aparato a cada vez que ele se mexe. No caso, é evidente que o gravador não foi bem colocado.