inaceitâncias

Implicâncias, intolerâncias ou inaceitâncias? Cacalo está com dúvidas

IMPLICÂNCIAS#14. OU INTOLERÂNCIAS? OU INACEITÂNCIAS?

inaceitâncias
Ilustração: Benjamim Cafalli

 De novo, resistindo a uma enorme tentação de mudar o nome para “Intolerâncias” ou “Inaceitâncias”. Como é possível que jornalistas sejam tão incompetentes ao escrever ou para entender os fatos com que lidam? Vou pedir autorização ao mestre Ricardo Setti, o autor do atual nome.

 Uau, obtive a licença, o próximo será “Inaceitâncias do Cacalo #1”.

 As always, o Estadãozinho inaugura a edição:  No editorial!!! “Em Estados como o Rio de Janeiro há, na prática, um conflito armado não-internacional entre facções e as forças de segurança pública.”. Sem hífen, editorialista! Shame on you!      

Mais um: “– em geral, às custas de trouxas –”. À custa, meu! Segue a erração: “A notícia foi dada inicialmente pela coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo.”. Sem espaço, é S.Paulo, atento e reparador escriba. Quebra-cabeça no jogo: “Logo aos quatro minutos, o Mirassol e pagou pela coragem.”. Entenderam? Eu não…                                                         

 Que feio, folhal: “A juíza conta que chegou em casa por volta de 0h30 daquela noite de setembro, acompanhada do marido —Ghesler Cavalcanti Soares, que também é servidor do judiciário”. Da 0h30. Por que Judiciário em bx?

Geúnico, não tens ouvido? “Universitário que revelou questões do Enem 2025 pagava R$ 10 por cada pergunta de pré-teste repassada a ele”. Oinc, oinc pra você! Tira o cada, caramba. Notem como é atento. Na linha fina está certo, Capes: “Documentos obtidos pelo g1 mostram que Edcley Teixeira entrava em contato com alunos que participariam do Prêmio Capes Talento Universitário e pedia que memorizassem itens da prova.”. No texto, a pisada na caixa: “as perguntas deste concurso da CAPES,”.  Variou alta e baixa mais vezes no texto. Segue a erração: “Comprovantes de PIX,”. Pix!!! 

Não poderia faltar, né?

Cuma, mistake? “Quando Regina Casé chegou para gravar o novo episódio do videocast “Diz no Samba”, no Rio, chamou atenção logo de cara:”. E a moça de nome atenção respondeu? Chamou a atenção, cara-pálida.

Sextou

A quantidade de erros dos estadônicozinhos na semana é tão grande que só publicarei as frases de que fazem parte da erração se forem essenciais, caso contrário o “Implicâncias” ficaria maior que a lista de crimes da familícia. Tudo será publicado à parte, sob o título “Estadonicolândia, o estado da inhorância”.

 E pensar que o papai, apesar de discordar da linha política do jornal, recomendava que a gente lesse dada a qualidade da escrita…

 Errador, quem ela influnacidou? “Viih Tube, a conhecida criadora de conteúdo e influenacidora digital,”. Ah, influenciadora… 

Jefe, atenção: “engolfado por este mega projeto da Prefeitura para o entorno do Sambódromo,”. Megaprojeto, viste? Ele ficou nervoso? O empresário Sávio Neves, líder do consórcio Praça 11, que que venceu a licitação do que seria o novo Terreirão do Samba”. Começou a gaguejar?

Mein Gott, jefe! “embora a decisão do juiz do TJ do Rio era para que ele retornasse à Catanduvas imediatamente, após ser ouvido na justiça federal.”. Qual dos seus pôs a crase assinando em seu nome, MsCr ou MrCr? E é Justiça Federal. Foi MsC ou MrC? De novo: “O juiz entende que a transferência do réu obriga rebuscada logística de transporte e planejamento operacional da polícia federal.”. Polícia Federal, caramba! 

MsC: “com a 3ª edição da FLIVILA – Festa Literária da Unidos de Vila Isabel.”. Flivila, viste?

Sabadou

Geúnico: “’Não agi de má fé’, diz universitário que revelou questões do Enem 2025”. E de má-fé? Errado mais um monte de vezes ao longo do texto.

Atenção, jefe: “A Intentona completa 90 anos: Leia o que diz o historiador Israel Beloch sobre o levante comunista de 1935”. Caixa-baixa depois dos dois-pontos, viste? Mais uma surra da caixa: “Beloch preside a Casa Stefan Zweig e foi um dos realizadores do Dicionário Histórico-Biográfico brasileiro, da FGV”. Brasileiro, jefe!

Ih, não para: “Depois de percorrer o Brasil por dois anos na década de 1920 com sua Coluna rebelde, Luiz Carlos Prestes,”. Luís, escriba. Ô lôco, sô:  “e se renderam depois do bombardeio dos quarteis, em combates que resultaram em mais de 20 mortes.”. Quartéis, caramba.

A hora e a vez do anônimo: “. Nasceu, em Singapura, no sudeste asiático, a primeira neta do ambientalista Paulo Maia. Seja muito bem vinda,”Vai entender os broguistas… Em nota anterior, Caatinga está em alta, por quê, então Sudeste Asiático em bx? Sabe outra bem-vinda, o hífen em bem-vinda.

Dormingo…

 Folhal, fez uso de má-fe ou foi desconhecência mesmo? “Vorcaro nega fraude bilionária e diz que Master, liquidado pelo BC, agiu de ‘boa fé’”. É boa-fé, viste? Tá errado no texto inteiro.

É um erro genúníco estabelecido como norma, entonces é a última vez que entra aqui. Só voltará se, por milagre, acertarem: “PIX ganha novo mecanismo para recuperar dinheiro de vítimas de fraudes”. Pix, altamente observador escriba.

Uólico, what the heck??? “Taylor Swift planeja casamento em avaliada em R$ 95 milhões”??? Ahhh… em casa de Rhode Island.

 Encontro do errador com MrC só poderia dar nisto: “Fiocruz vai conceder título de doutor honoris causa a Marinho da Vila em dia de inauguração da nova iluminação Castelo Mourisco”. Martinho, caramba! “Público ainda poderá acompanhar um espetáculo contando a história da Fundação”. Por que em alta se não “possui” o nome, MrC? Repete o trem no texto.

E aí, jefe? “Ciro Nogueira surge como o ‘aliado’ de empresários encrencados com a Justiça”; “Já Ricardo Magro, dono de Manguinhos e alvo de acusações cabeludas”. Já o quê, jefe???

 Começando a semana…

 Xiii… Na Folha, ao descrever um articulista: “Professor do Iesp-UERJ, é pesquisador do Cebrap e do INCT Participa; autor de ‘Negacionismos & Extrema-Direita’ e ‘Dicionário dos Negacionismos no Brasil’”. O prof. precisa abrir um dicionário e corrigir o nome do dele… É extrema direita, viste? Ele insiste no erro: “Eles têm história e agenda próprias: diante da competição eleitoral, partidos de extrema-direita”.

 Uólico, acorde: “Quem era o cabeleireiro encontrado morto em casa no Alto de Pinheiros”. É na Lapa Heights, viste? CEP Rua Pio XI em São Paulo/SP: Rua Pio XI, no bairro Alto da Lapa na cidade de São Paulo/SP. A menos que os Correios não saibam onde entregam correspondência. Ou que a Prefeitura ignore onde fica: Distrito: Lapa Rua Pio XI. O mesmo erro foi cometido no SP1, Jornal Hoje e g1. Os cara-pálidas são incapazes de consultar o mapa da Prefeitura ou o CEP. 

Dá pra aguentar? Como é difícil o controle escritural… Mais uma uólice: “Criminoso fugiu do local após o crime.”; “Suspeito se entregou à Polícia.”. O inicialmente criminoso, entregou-se à Polícia e passa a ser suspeito ao admitir que matou, vaselinista? O certo é tratá-lo como homicida, pois alega ter agido em legítima defesa. Se a Justiça aceitar isso foi um homicídio não criminoso. Mas, suspeito, nunca, foi ele, admitiu!

Geúnico, estude! “Presos ateiam fogo em colchões e são contidos por policiais em prisão de SP”. A colchões! Errado no texto também.

Recorrendo ao vô Salomão, cospariu!!! “O suspeito, um homem de 21 anos, confessou os crimes e está preso preventivamente. Ele vai responder por estupro e feminicídio.”. Ele confessou, caramba, foi ele, não é suspeito!!! O UOL seguiu pelo mesmo caminho.

 Pois é, MrC, falta de apoio é fogo: “Bazar Especial de Natal do INCA corre risco de não acontecer por falta de apoio”. Se tivesse se apoiado no “Volp” saberia que é Inca… A “cúmplice” dele, MsC: “foi inscrita no Registro Regional Memória do Mundo para a América Latina e o Caribe, da UNESCO.”. Unesco, escriba! 

Mein Gott, o fundo do fundo depois do fundo do poço! Mais uma incrível do errador: “O atestado médico em nome do deputado dá conta de que ele foi consultado por uma psiquiatra na manhã daquela terça-feira, entre 8h e 9h,”. Uau, ele não foi atendido, atendeu o psiquiatra!!! Ele teve uma consulta, indescritível! E em horário errado ainda por cima, o certo é entre as e as…  Não, dificultoso! “Segundo Rebeca, ela e o marido tinham viagem marcada para Portugal, entre 18 e 28 de setembro, mas a condição médica do deputado teria impedido que a visita à Europa acontecesse.”. Segundo ela, impediu, tanto é que está processando!!!

Gentem, é o fim do Jornalismo? 

Não!!!, jefe: “De Gaule (1890-1970), então presidente da França e a quem se atribui na época a frase “O Brasil não é um país sério”, revidou mandando para cá um porta-aviões.”. É mais que sabido que foi o embaixador do Brasil na França quem disse isso, caramba!

Ele é infaltável, o anônimo! “Na mesma cerimônia, às 18h Câmara de Vereadores,”. Atento e caprichoso escriba, às 18h, na Câmara, viste?

Segue a tragédia, terça…

No SP1: “O que a Polícia conseguiu apurar é de que…”. Apurar de que é em que idioma?

Jefe, jefe… “Houve também vetos a artigos que impactava R$ 7 bilhões na conta de luz”. Ta feia a situação, hein? Impactavam, caramba. “O presidente em exercício Geraldo Alckmin vetou dois itens polêmicos da Medida Provisória, aprovados pelo Congresso, que altera diversas leis do setor energético.”. Dois itens que alteram, jefe. Tá usando a “Cartilha de Disconcordância Gramatical” do errador?; “alertava que a mudança introduzida pelo elator da MP no Senado,”. Relator, jefe. Ainda bem que acabou o texto… 

É, jefe, aderiu mesmo à cartilha: “Mas há também as doenças de origem laboral, que afasta o trabalhador do emprego.”. Afastam, caramba. Errar um basicão de novo??? “O salto acelerado das doenças mentais no trabalho se deu principalmente”. Porraí advérbio não é mais imã? Deu-se, jefe.

Eta, mistake… “Antigo prédio do STF sempre chamou atenção por sua arquitetura imponente!”. Outro fato que chamou a atenção é você não saber que é chamou a atenção. Errado no texto também.

Errador, não falta nada? “Roberta Sá lança audiovisual de 20 anos e anuncia turnê em 2026”. Vintão de quê? Ah, de carreira… Dificultoso, atenção: “Dias atrás, as supostas acusações sobre supostas irregularidades no uso de cartões de crédito corporativos do clube, feitas por Monteagudo e seus correligionários. foram arquivadas pelo Ministério Público do Rio.”. As acusações não são supostas, foram feitas. O detalhe é que foram baseadas em suspeitas, caramba. Acorde Tico e Teco! Ah, tem um ponto que deve ser vírgula depois de correligionários. 

Dio mio, errador, inacreditável!!! “Ex-presidente está preso por ordem do STF após tentar violar a sua tornozeleira eletrônica”. Ele violou, só você não sabe!!! O errador não tem conserto:  “foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, após tentar, veja só, soldar sua tornozeleira eletrônica.”. Ele não tentou soldar, quis abrir usando um ferro de soldar! Até quando o Grupo Globo vai tolerar tanta barbaridade???

MrC rides again: “livro marca os 100 anos do registro da obra na Escola Nacional de Belas Artes”. Frases começam com alta, viste?

Fechando a edição, quarta

Dããã… “De acordo com a prefeitura, 20 pessoas foram hospitalizadas. Todos foram socorridos em estado grave e duas morreram no Hospital das Clínicas”. O uólico não chega a um acordo com ele mesmo. Pessoas, todos, duas… “Todas, escriba! Não vão aprender nunca: “Incêndio começou após um detento atear fogo nos pertences dele,”. Atear aos, cara-pálida.

Que coisa, hein, uólico? “Atlético-MG destitui Daniel Vorcaro, dono do Máster, do conselho de administração da SAF”. O acento é erro do capeiro, na matéria não “possui”. Demissão tardia, não? Fingem que não sabiam da safadeza…

Cuma, uólico? “Natural de Santa Catarina, Luísa tinha 21 anoso quando sofreu o acidente que amputou seus membros”. Que plural primoroso, hein?

A inhorância é imparcial, não escolhe portal nem jornal, agora é um folhal: “que ateou fogo em seus pertences na área por onde os presos passam quando chegam ao presídio.”. A seus pertences, escrevente. Tem mais: “Dos 21 atendidos, 3 estão intubados na Santa Casa”. É en, escriba, in não é mais aceito desde 2009.

Um genuíno capista geúnico: “Lei do IR dar desconto para quem ganha até R$ 7.350; veja simulações”. Em vez de cara-pálida, pele-vermelha, ele falar assim… Dá, caramba. Corrigiram tempo depois.

No “SP1” também puseram fogo na Gramática: “O detento ateou fogo nos seus pertences”. Atear aos, nem pensar…

Agora eles, só não erram mais que os estadônicozinhos…

Jefe, resolvam-se, caramba: “no III Tribunal do Júri.”. Em uma é III, na seguinte, 3º… 

Hein, mistake? “Remoção das amendoeiras continua a todo a vapor na Ponte Lúcio Costa: ‘Imagina no verão’”. Não verão nada igual a “a todo a vapor”… Uau! “mostra a ação de equipes com serra elétrica,”. Motosserra, mistake!

MsC: “que organiza o encontro ao lado da UBAM.”. Ubam… MsC não concorda com ela: “Natal no Rio: Prefeitura amplia monitoramento nas árvores de Botafogo e da Lagoa”. É o título, usou alta – errada – depois de dois-pontos. Agora. a linha fina: “Com novas câmeras e uso de drone, prefeitura reforça esquema de segurança e trânsito nas inaugurações dos dois principais símbolos natalinos da cidade.”. Usou baixa. Se tivesse sido alta, não estaria errado no título… Inimiga dela mesma.

Agora, MrC, seu solidário errante: “Para fechar o ano em que o Rio de Janeiro foi nomeado Capital Mundial do Livro pela UNESCO,”. Unesco, escriba.

A hora e a vez do anônimo: “Rodrigo Sha vai lançar o álbum “Essência (Acoustic Live)” dia 16 de janeiri.”. Tem certeza de que não vai ser em “marçi”…? 

Lembrando que o uso errado de demonstrativos não é mais apontado no brogue, abunda.

Estadonicolândia, o estado da inhorância

 Abrindo os trabalhos: “no Itaim-Bibi.. Sem hifen. Aqui tem de mostrar a frase: “Como mostrou o Estadão, o presidente do Senado teria mostrado um mapa de votos ao petista que demonstrava o grau de dificuldade que o chefe da AGU teria para ser aprovado na Casa.”.

 O “Estadãozinho” não tem certeza a respeito da informação que publica! Mostrou que teria??? Uau!!! “Secretaria de Segurança de Tarcísio”; “de secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo,”. DA, cara-pálida.  “seu secretário de segurança pública.”. da Seg. Pública, escriba.

“O partido queria denunciar o embute,”. Embute um esse aí, escriba, embuste. Também tem de ir a frase toda: “Publicações e conversas nas redes sociais obtidas pelo Estadão mostram que Teixeira teria prometido pagar colaboradores para memorizar trechos de exames usados como pré-teste do Enem”. Vaselinista, se mostram que teria não mostram nada, caramba! Prometeu!

 “O que George Carlin diria sobre Óvnis hoje?”. Cara-pálida, diria que é óvnis, que não é sigla, que é substantivo! “diretora executiva”. Com hífen! “com um steak tartar por cima.”. Escriba, tartare! Barrabás: “o equipamento possuía queimaduras”. Uau, esquipamento com posse! Apresentava, cara-pálida. “detectada às 0h07”. Uau, que plural! Tira o esse, meu!

A Santa Inhorância, padroeira deles: “na Assembleia-Geral”. Sem hífen, semianarfas!

“ o Guarujá,”. Outro erro clássico dele. Sem o artigo! Erro repetido ao longo do texto várias vezes. “chamou atenção.”. A atenção, escriba. “Não vejo má fé”. Claro, o que existe é má-fé… 

 Dá neles, hífen! “diretor executivo da Coelho da Fonseca,”. Hífen!!!

“O teatro chama atenção também por suas poltronas coloridas.” Uai, não é mais Baccarelli? Chama a atenção, caramba! Vem mais: “à décima-quarta página”. Sem hífen, escriba. Nem Freud explica a dificuldade deles… O pessoal ignora tudo: “Cabeleireiro é morto em casa no Alto de Pinheiros”. Alto da Lapa!!! Zero no Enem: “atearam fogo em colchões”. Zerado, a colchões, viste?

A saga não tem fim. Na linha fina: “Vítimas eram detentos da unidade, segundo a SAP; pasta diz que fogo teve início quando um interno incendiou seus pertences”.

No texto, o cara-pálida põe em dúvida o que informou antes: “O fogo teria se iniciado depois de um dos presos incendiar seus pertences, ainda segundo a secretaria estadual.”. E ignora o que significa “segundo”. A SAP reforça que não houve “teria”: “Os óbitos ocorreram por conta de “inalação de gases tóxicos produzidos pelo incêndio proposital”, informou a SAP.”. Segue a inhorância na mesma nota, mas em outro episódio, repetindo erro do dia anterior: “atearam fogo em colchões e danificaram portas da unidade pela manhã, em um princípio de rebelião.”. Não vão aprender nunca: Atearam a, dificultoso. Não tem fim: “Com acontece com grande parte do funcionalismo público,”. Como???

(CACALO KFOURI)


Legenda para “O blog do Ancelmo Gois”
 Jefe: ele.
Errador, Mister Caixa, Mister Crase: o editor Nelson Lima Neto  
Mistake, Miss Caixa, Miss Crase: a editora Fernanda Pontes
Vaga-lume 1: Rafael Timileyi Lopes
Vaga-lume 2: Thayná Rodrigues

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine a nossa newsletter