Ilustração: Benjamim Cafalli
Tá bravo. Cacalo e suas Intolerâncias|02
Intolerâncias|02

Caros pacientes e fiéis leitores, fazendo uso da escrita vigente hoje em dia, explico um detalhe: “Podem haverem muitos mais erros do que os apontados aqui. Tratam-se de dois problemas, a diferença entre ler no impreço e na tela. As no impreso possui atenção muito maior. Mas afirmo é só uma suspeita que eu teria.”.
Abrindo os trabalhos com o “UOL” cinco minutos depois de enviar o “Intolerâncias #1”: “Brasil não é habitat natural de leões; de onde vêm os animais dos zoológicos?”. Santa Inhorância, padroeira deles, por favor, conte que habitat é natural por definição: conjunto de circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida e ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal.
Mais um do time: “do STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu hoje o governo federal de pagar qualquer emenda parlamentar que seja apresentado”. Mais um artista da disconcordância gramatical. Se emenda e corrija, emenda apresentada, meu!
Eles não falham nas falhas. Difícil de descobrir o problema do estadônicozinho, Tico e Teco adormecidos ou falta de vocabulário: “Amigo afirma que suspeito tentou matar a vítima”. “Um amigo que acompanhava Douglas Alves da Silva quando ele atropelou e arrastou Tainara Souza Santos, de 31 anos, na Marginal do Tietê no sábado, afirmou em depoimento à polícia que Douglas teve a intenção de atropelar a jovem e puxou o freio de mão do veículo para aumentar a força de atrito sobre ela e tentar matá-la.”; “Kauan Silva Bezerra estava no banco do passageiro quando Douglas atropelou Tainara”. Descrito com todas as letras: “quando ele atropelou e arrastou Tainara Souza Santos; quando Douglas atropelou Tainara.”. Então, cara-pálida, não percebe que se escreveu que ele atropelou, e foram duas vezes, foi ele sem sombra de dúvida, que não é suspeito? Não quer chamar de criminoso? Use agressor, atropelador, causador do atropelamento, mas nunca suspeito!
Agora, a sova de sempre do hífen: “As instituições de pagamento podem emitir cartões de crédito, mas as contas que oferecem aos clientes não são contas correntes”. Contas-correntes, errante recorrente.
Um digno de estar no brogue: “Preso em setembro de 2024 e condenado a quatro anos de cárcere pela justiça americana,”. Está se mostrando cada vez mais Justiça, dificultoso.
Que folhal atento… “Secretaria de Segurança de SP afirma que morto tinha antecedente por furto”; “Questionada sobre os pedidos da Ouvidoria, a Secretaria de Segurança afirmou em um primeiro momento que “seu pedido foi recebido e está em apuração”. Duas vezes “de” apesar de estar “da” na “íntegra da nota: “Leia, abaixo, a íntegra da nota: A Secretaria da Segurança Pública esclarece que o suspeito morto após resistir à abordagem da Polícia Militar,”. Que coisa, hein?
Mistake? Presente!“’Amazônia Negra’: Carlinhos Brown atravessa territórios de Amapá e conhece comunidades quilombolas”. Do Amapá, cara-pálida.
Errador, errador… “O valor total do serviço chegou a R$ 19.118,50, dos quais apenas R$ 6.075,00 teriam sido pagos. O saldo pendente, conforme detalhado pela profissional, é de R$ 13.043,50,”. Vaselinoso, se há saldo pendente conforme detalhado não cabe o “teriam”, é foram, viste?
Sextou!
Caramba, a operação foi pro brejo e o errador não aprendeu que não tem hífen: “para ilustrar a denúncia contra o petista na investigação do tríplex no Guarujá, assim como nas demais apurações feitas pela Operação Lava-Jato.”. E é em Guarujá, viste?
MsC disconcordando dela mesma! No título: “Quando o K-pop ‘acordou Pedrinho’ em Seul”. No texto: “O grupo de k-pop Younite resolveu surpreender quem apareceu,”; “criar pontes entre o K-pop e a América Latina.”; “Nosso objetivo é criar cada vez mais pontes entre o k-pop e a América Latina,”. Já o objetivo dela é fundir a cuca do leitor.
O anônimo carioca: “. Uma feijoada e samba no domingo, dia 7, no Cais da Imperatriz, vai celebrar os 90 anos de Guguta Brandão.”. Vão celebrar, é e, não é ou! Cara-pálida, este Sérgio era decente e tinha acento: “e Sergio Cabral,”. Santa, ajuda ele, ajuda… “dias 06 e 07, 13 e 14 de dezembro, de 11h às 19h,”. Desconhecente, dias 6 e 7, das 11h.
Novidade no brogue: agora, carnaval, que varia de caixa a cada nota, ganhou a companhia de réveillon. Os broguistas não se entendem.
Sabadou
“Folha”, You have had a problem here: “Autor de ‘O Vira Lata’, Libero envereda pela fantasia filosófica na HQ ‘Aislam’”. Na capa do livro Viralata está escrito junto, ao separar tem de usar o devido hífen.

Não aprendem… “prestes a estrear no Teatro Municipal de São Paulo.”. Estadônicozinho de Sampa, é Th! Ih, outro: “Segundo ela, por casa do interesse de outras pessoas,”. Não, escriba, não é casa, é apto. Por causa, viste? Não acaba: “Não fazia mais sentido ficar em frente ao computador de 8h às 18h”, relembra.”. Relembre você também, é das 8h…
Epa, opa. uólico, cuidado: “O Ministério Público do Estado já acompanhava o ‘boom’ de imóveis destinados a famílias de baixa renda”. Já pensou no que aconteceria se em vez de boom de fosse da…? Aumento, crescimento, explosão, não servem pra você?
Uólico, explique-se, por favor: “e acusou um empresário local de tentar comprar o voto dele para a escolha do presidente da câmara municipal.”. Apesar de 99% delas merecerem, por que em baixa?
Geúnico, qual é a lógica de sua falta de lógica? “Parte dos rubro-negros presente tentam invadir o espaço delimitado pelas autoridades,”. Com lógica, concordou presente com parte. Por que mudou de ideia e usou tentam? Parte presente tenta, carambolas.
Outro deles: “Delegado diz que autor foi preso em flagrante e caso será investigado como feminicídio. Suspeito disse que teve um relacionamento com a vítima e cometeu o crime após uma discussão.”; “Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, um soldado confessou ter matado a cabo Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos, e iniciado o incêndio no quartel do Exército,”. “O suspeito disse para a polícia que teve um relacionamento com a vítima e cometeu o crime após uma discussão. Ele teria esfaqueado o pescoço de Maria e iniciado o incêndio no local.”. Pessoais, não sei mais se é vaselinice ou burrice mesmo! O cara confessou tudo o que fez e o escriba transforma tudo em hipótese… Preso em flagrante, confessou, e é suspeito. Não suspeito, tenho certeza de que 90% não sabem o que significa suspeito. E não me venham com juridiquês, Jornalismo é Jornalismo.
Vaseliúnico, atenção: “Ainda segundo a PM, a discussão continuou na saída da empresa, já na portaria social. Kerli teria ido atrás de Eliandro, que então pegou uma faca que estava no local e o atingiu três vezes.”. Segundo a PM, Kerli foi! Não!!! “teria sido arrastado até a porta da empresa, onde ocorreram as facadas;”. O advogado disse que ele foi arrastado! Uau! “não teria planejado matar o empresário;”. O “adevogado”, sim, “adevogado”, né? Deve ser um, segundo o vaseliúnico, não acredita totalmente no cliente que defende.
A vaselinice e a dificuldade raciocinal em ação na “Folha”: “Três PMs são presos sob suspeita de matar ladrão desarmado e rendido em São Paulo”. Notar bem, assim está no título, ladrão. Na linha fina: “Policiais da Força Tática teriam atirado contra homem, que estava escondido na lavanderia de uma casa invadida por ladrões”. No texto: “Três policiais militares foram presos em flagrante na madrugada deste sábado (6) sob suspeita de matar um suposto ladrão de residência.”. Mudou de status, agora é suposto ladrão. De novo no novo status: “Os vídeos mostram que o suspeito estava rendido,”. Vários trechos do texto: “período em que três criminosos passaram revirando o imóvel,”; “Os assaltantes se preparavam para fugir”; “em depoimento, que não tinha visão direta do local onde Juan se escondia e só se deu conta de que o suspeito”; “Outro suspeito foi encontrado dentro da chaminé da churrasqueira.”; “A polícia identificou que outro suspeito teria permanecido num carro em frente à casa”.
Fechamento: “A Polícia Militar reforça que não compactua com excessos ou desvios de conduta e que atua com rigor para responsabilizar aqueles que violam as leis ou os protocolos institucionais”, informou a corporação, em nota encamihada pela Secretaria de Segurança Pública.”. A Secretaria dA Segurança Pública informou que não se trata de PMs suspeitos, foram eles!!! Isso é Jornalismo ou contorcionismo???
Mein Gott, jefe! “No último dia 25, completou 50 anos da chamada Operação Condor,”. Completaram-se ou a OC completou! Quantos anos faz que completou o primário?
Hein, errador? “afirma a autora, que também detalha no livro a suposta invenção do jornalista: o frescobol (foto).”. A foto é de Millôr, não é de ninguém jogando frescobol, (f) tá no lugar errado.
Teórico dia de descanso…
Caramba, a ombudsman da “Folha” interrompeu: “o sucessor de Guilherme Derrite à frente da Secretaria de Segurança Pública de SP,”. Da, zifia!
Um folhal “normal” agora, não a fiscal da qualidade do jornal: “Por isso, nos meus documentos, ainda tenho o nome de quem eu achava que eram meus genitores.”. Tem jeito não, todos muito “sostificados”. Trecho da história narrada pelo filho dela, jornalista da “Folha”. É evidente que ela não disse genitores e, sim, pais, mas… Pois é: “e fiquei em observação no Pronto Socorro Municipal de Guarulhos logo após o episódio narrado pelo boletim de ocorrência.”. Meu, narrado “no” boletim. Não sabe que Pronto-Socorro tem hífen?
Ih, folhal, roubaram os quadros e puseram um chapéu onde não tem: “Oito quadros de Henri Matisse e cinco gravuras de Cândido Portinari faziam parte de mostra dedicada a centenário do equipamento público”. Candidamente informo que é Candido… Jornalismo hodierno: No reviso nada. E como os jornais, pra economizar, demitiram os essenciais revisores. o que se vê é o ”Intolerâncias”.
Eles não querem que eu descanse: “apostam que o movimento do filho zero é um balão de ensaio e um novo capítulo”. Ele é um zero à esquerda mesmo, mas, no caso, é zero-um, viste? Outro: “lá pela meia noite,”. Cadê o hífen lá pela meia-noite? Eles têm a síndrome! “não dá para ignorar os maus tratos e desentendimentos gerados ao lidar com a burocracia.”. Não maltrate o vernáculo, é maus-tratos! Mais um: “Entre 0h e 4h40,”. A e as, escriba. Não é só ela… “A combativa, ainda que não muito bem informada, ministra Gleisi Hoffmann,”. Mal-informado, é bem-informada, viste?
Acorda, uólico: “Paulista: Ato contra feminicídio fecha 2 sentidos; protesto pró anistia, um”. Ato em baixa e pró-anistia pra fechar o domingo. Eta ruindade: “Próximo às 14h,”. Mais um semianarfa metido a besta: Perto das, caramba, ao redor das, caramba!
Dá no uólico, Gramática: “O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), viajou para Lima, no Peru, para assistir a final da Libertadores em um avião de um empresário e na companhia de cerca de 15 pessoas,”. Assistir à, carente. Mais um apanhando. Se não fosse “sostificado”…“Homem joga gasolina e ateia fogo em ex;”. Põe fogo, nem pensar, né? Ateia a, pessoa com deficiência na escrita.
E não é que deu no gerante de caracteres?

Cadê o “i”, cara-pálida?
Eta, jefe, continua a deixar tomarem seu prestigiado nome em vão: “voltou esta semana ao seu habitat natural. A soltura ocorreu na última quinta-feira, em uma área de transição entre o Parque Estadual da Pedra Selada (PEPS)”. Habitat é natural por definição e é Peps.
Viva a inigualável MsC! “Fundador da Cufa, Celso Athayde recebe premiação em baile de gala de Copacabana”. Assim está no título, acertou! “Celso Athayde , o fundador da CUFA,”. Mas não gostou e errou no texto! Ela é incrível, não sabe a diferença entre estado, divisão territorial, e Estado, representante de um país, um presidente: “e vai entrar pelo tapete vermelho que forrou o caminho dos chefes de estado durante o G-20 no Rio.”.
Segunda
Onde não tem. eles põem. Viva os estadônicozinhos! “O país agora considera a Austrália como um semi-aliado.”. Semialiado, ô, totalmente errado.
Epa, opa, locutante: “Eles estavam próximos da porta”. “Pertos da porta, cara-pálida? Próximo, viste? E foi na Cultura FM…
O g1 aderiu ao método daquele brogue do grupo: “’O agente secreto’ é indicado ao Globo de Ouro 2026”. É “ O Agente Secreto”, incompetentes!
Que tristeza… “envereda pela primeira vez no campo da auto-ficção.”. E o jefe pela milésima no campo da erração. É autoficção… Mais um: “alegou que fez um acordo verbal para apoiar a carreira atleta,”. Cadê o “do”, jefe?
Erro só da MsC: “MC Menor do Chapa e DJ Fp do trem bala também foram muito citados.”. É sem o devido hífen na origem, mas é em caixa-alta. Ela é muito ligadona… “a maioria afirmou que a PIPOS, cerca de 42% do público presente. A Equipe Pipos surgiu no começo da década de 1974,”. Tsk, tsk, tsk… Mais unzinho dela: “Não é “só mais um Silva”, como dizia o Rap que fez sucesso nos anos 90,”. Por que a alta, Ms?
Ele, sempre ele: “Espaço comercial vai ocupar o estava reserva para expansão do museu na sede do clube”. Vixi… “o que estava reservado”, errador. Cuidado com a terminologia, errador: “Solicitações foram feitas por advogados que não possuem relação com o ex-presidente”. Possuem e relação na mesma frase envolvendo “evangélicos” pode dar margem à dupla interpretação.
Terça sem terceirizar
Inaugurando os trabalhos com eles, os estadônicozinhos: “Já os furtos reduziram 6,23% no mesmo intervalo.”. Reduziram o quê, cara-palida? Foram reduzidos em 6,23%. Português básico.
Não, cara-pálida, carro e motos foram subtraídOs.
Outro deles: “Um segundo suspeito ainda é procurado, assim como as 13 gravuras de Henri Matisse e Cândido Portinari”. Cara-pálida, leve o chapéu de Candido com você, viste?
Oh, herege! “Que o senhor te dê sabedoria, força e graça em cada passo, e que a mão dele conduza o teu caminho para o bem da nossa nação”. Como passa por seus Tico e Teco que Micheque escreveria Senhor em caixa-baixa???
Geúnico, geúnico! Que Português castiço! “Bebê foi socorrido para o Hospital Pedro II.”. Levado para, meu! Tem companhia: “O corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico.”. Pra ser legal tem de “possuir” hífen.
Não é só na “Folha”, trata-se de um problema generalizado que virou hábito e não terá conserto: “Em nota, o Ministério Público de São Paulo afirmou que não criou hipóteses novas para pagamento aos promotores”. Criar já significa que é novo, não? Não dá pra criar o que já existe…
Agora, eles, os insuperáveis broguistas.
O anônimo: “A “nova” dupla de MC’s,”. MCs, escriba. Segue o enterro: “A série documental inaugura a nova temporada da faixa ‘Sessão sportv’”. “Sessão SporTV”, escriba. “maior honraria do legislativo carioca,”. Merece a baixa, mas é em alta… Epa, opa: “com formação winnicottiana,”. Que tal explicar que trem é este? Aposto que não sabe que tem a ver com Psicanálise.
Ele, o infalível falível: “Ficou a frente de questionamentos sobre onde assistir “Ainda estou aqui” e o que é BRICS”. À frente, assistir a “Ainda Estou Aqui” e Brics, danoso à escrita. Tudo errado no texto também. Lá tem mais um erro, “Vale tudo” em vez de “Vale Tudo”. Seguindo com ele: “Balanço do Visit Rio mostra calcula que 712 atrações movimentaram a cidade durante o ano”. Mostra ou calcula, errador, os dois, não. Espaço para MrC: “impulsionado pela parceria com a Secretaria Municipal de Esportes (SMEL),”. Smel, com mais um ele, cheiro. Volta o errador: “Até o momento, 161 já foram cadastrados,”. Até o momento já é descer pra baixo, viste? Apesar de não apontar mais erro no uso de demonstrativos, um tipo não há como deixar de: “registrou o aumento de 40% nas buscas por voos e pacotes durante a Black Friday desse ano,”. Pelamordedeus, errador, deste ano!
Ela é inaprendível! “Nova plataforma da Secretaria municipal de Meio Ambiente expõe construtoras que ainda não iniciaram processos para cumprir as medidas determinadas pelo licenciamento ambiental”. Municipal, MsC! Uau, texto está certo! Agora no papel de mistake: “Intervenção literária da escritora integra show beneficente com repertório que vai de Luiz Gonzaga a Hermeto Pascoa”. No dia 25 é o Nata, escriba? Pascoal, viste?
Tava demorando, jefe… “Justiça nega recurso de Jojo Todynho, denunciada dar tapa em colega de faculdade”. Cadê o “por”, escriba?
Fim do expediente, quarta
Começando com um geúnico que não pensa: “Quem reprovar na primeira avaliação poderá fazer o segundo teste de graça;”. Ah, ele é o examinador pra reprovar, rapaiz? Quem for reprovado, caramba. Dããã…
Não, gabaritado – não é ironia, ele é – estadônicozinho: “O que assistimos hoje no Brasil é o esgotamento de soluções de esquerda e direita,”. O que vemos ou ao que assistimos…
Aleluia! “Declaração de Utilidade Pública divulgada pelo governo do Estado abrange áreas nos distritos da Barra Funda, Lapa, Pinheiros, Itaim Bibi, Saúde, Cursino e Sacomã”. Itaim Bibi comme il faut! No texto também! Agora é torcer para que não tenha sido um “deslize” e que a autora não seja advertida…
Que uólico confuso: “Ele disse à Justiça que imóveis de sua propriedade já foram penhoradas no processo,”. Fez a concordância com propriedade. É com imóveis, cara-pálida, penhorados.
O errador e sua “Cartilha de Discorcondância Gramatical”: “Proposta visa ‘ampliar o acesso da população a tecnologias de proteção balístico’”. Balística, deficiente concordacional. Segue: “a proposta visa baratear o custo para proteção de carros e ampliar o acesso da população a tecnologias de proteção balística.”. Baixar o custo ou baratear a blindagem (o produto). Aqui, ao menos, acertou a concordância.
Barrabás, mistake e MsC e suas variações: “Os arredores de shoppings, praça Saens Peña, além dos calçadões de Bangu e de Campo Grande estão na mira da Seop”; “Às vésperas do Natal e do Ano Novo, quando as ruas ficam mais cheias e o vai-e-vem se intensifica nos centros comerciais do Rio, a Secretaria de Ordem Pública (SEOP) dará início nesta quarta-feira (10) Operação Natal.”. Ano-Novo, vai e vem e Seop. Mais: “a Praça Saens Peña e áreas próximas a grandes shoppings.”. Praça ou praça, MsC? “Segundo a SEOP,”: Seop, MsC.
Aqui não dá pra inhorar, é erro demais da conta! Ela: “Esse jovem gavião-carcará (Caracara plancus) foi flagrado, nesta segunda-feira (8),”. It’s the end of the sting! Este jovem! Neste hoje é quarta, nessa segunda, fã daquela santa, a Padroeira! “e chama atenção pela sua imponência.”. Já mistake chama A atenção por outro motivo…
Não, escorregadia: “A ideia seria estimular a coleta seletiva de lixo, numa parceria com o projeto Santa Marta Orgânico.”. A ideia é, caramba.
Atenção, jefe: “A OAB-RJ vai custear a instalação de uma “Sala de Estado Maior” em Bangu”. Sem hífen é de estado menor… O jefe anda claudicante, no texto tem com e sem hífen: “Sala de Estado-Maior” e ‘Sala de Estado Maior’, aqui aspeado errado, com simples.
“O Anônimo Bloguiano”: “Bip Bip completa 57 anos e ganha roda de samba e nova edição de livro com textos de Humberto Carrão e Thiago Prata”. Inventou o agá na linha fina e mudou de ideia no texto: “O outro, assinado por Tiago Prata, o Pratinha,”.
(CACALO KFOURI)
