derrota Flu Neymar

A derrota para o Flu e Neymar. Blog Mário Marinho

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Vamos e venhamos: a derrota do Santos para o Fluminense neste domingo, 3 a 2, não é uma sangria desatada.

Foi doída, e muito, por ter sido o jogo em casa e de virada. Aliás, duas viradas.

Mas o resultado se explica: o Fluminense é o terceiro colocado do Brasileirão, com 23 pontos ganhos em 12 jogos, resultado de 7 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. Marcou 21 gols e sofreu 15, com o saldo positivo de 6 gols.

Já o Santos é o 15º colocado em 12 jogos, soma 12 pontos, com 3 vitórias, 4 derrotas, 4 empates. Marcou 16 gols, sofreu 19.

Há uma diferença bastante considerável entre os dois.

Mas, claro, nenhum torcedor gosta de perder.

Há um dado positivo naquele jogo: foi a terceira vez que Neymar permaneceu em campo o tempo todo.

Isso significa que ele está muito perto de sua forma física ideal.

Agora, quanto à parte técnica, ele ainda está devendo.

Está muito longe daquele Neymar brilhante, de arrancadas fulminantes, de dribles desconcertantes, de jogadas geniais.

A torcida pegou no pé dele ontem, principalmente por dois lances.

No primeiro, quando o jogo ainda estava 2 a 2, ele fez uma jogada espetacular: invadiu a área do Flu, passou com a facilidade de seus dribles por dois adversários e, ao invés de chutar a gol, preferiu o passe para outro companheiro.

Só que errou o passe a bola saiu longa.

Pior: recuperada, a bola voltou para Neymar que, na cara do gol, chutou no corpo do bom goleiro Fábio.

No segundo lance, quando o Flu já vencia por 3 a 2 e faltavam dois minutos para o jogo terminar, Neymar faz uma gracinha: no meio de campo tenta dar um chapéu, para trás, no adversário, e perde a bola, perdendo também a chance de um contra-ataque.

Foi molecagem.

A torcida desesperada, torcendo para o time atacar e, quem sabe, conseguir o empate, o adulto Neymar dá uma de menino Ney e resolver brincar.

Falta de responsabilidade.

Daí o inconformismo da torcida traduzido em sonora vaia quando o jogo termina.

E o que faz o Neymar, mostrando total falta de maturidade: enfia os dois dedos nos ouvidos, como a dizer “tô nem aí”.

No jogo passado, empate com o famoso Recoleta, Neymar bateu boca com um inconformado torcedor.

O torcedor tem todo o direito de se manifestar. Se ele gosta, aplaude; se não gosta, vaia.

Só não pode agredir.

E o jogador tem que ter maturidade suficiente para saber lidar com as duas situações.

Em suas redes sociais Neymar disse que não tampou os ouvidos: estava só coçando as orelhas.

Tá bom, Neymar, conta outra.

O pior

jogo do mundo

 Existem empates em 0 a 0 que são eletrizantes.

Os dois times criam situações de gols e os dois goleiros tornam-se os mais exigidos e são até eleitos os melhores em campo.

Já vi muito 0 a 0 assim.

Mas no sábado, assistindo à Vitória 0 x 0 Corinthians, tive oportunidade de testemunhar o pior jogo do mundo.

Para se ter uma ideia, a primeira bola chutada contra o gol adversário só aconteceu aos 41 minutos de jogo.

E foi do Vitória para defesa fácil do Hugo, excelente goleiro do Timão.

O resto do tempo os dois times gastaram trocando passes laterais que iam de intermediária a intermediária.

O jogo foi tão ruim que a sensação que eu tive foi a de que durou mais ou menos umas três horas.

Veja os gols do Fantástico:

https://youtu.be/iL46dnLZVdw?si=w5BCwwbpDrr98zIy


Oscar

Vá em Paz. E que seja iluminado o seu caminho, como foram as muitas quadras de basquete por onde você passou e tanta alegria nos deu.

Basketball Bouncing Away GIF | GIFDB.com

 


Mário Marinho – É jornalista. É mineiro. Especializado em jornalismo esportivo, foi FOTO SOFIA MARINHOdurante muitos anos Editor de Esportes do Jornal da Tarde. Entre outros locais, Marinho trabalhou também no Estadão, em revistas da Editora Abril, nas rádios e TVs Gazeta e Record, na TV Bandeirantes, na TV Cultura, além de participação em inúmeros livros e revistas do setor esportivo.

(DUAS VEZES POR SEMANA E SEMPRE QUE TIVER MAIS NOVIDADE OU COISA BOA DE COMENTAR)

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