injustiça

 Ilustração: Benjamim Cafalli

injustiça
Ilustração: Benjamim Cafalli

 Brasil, o país da injustiça oficial

O filme “O Prisioneiro da Grade de Ferro”, de 2003 e sem financiamento vorcárico, foi feito na Casa de Detenção do Carandiru um ano antes da demolição do complexo e depois do massacre cometido pela PM que resultou em 111 mortes. Foi produzido a partir do curso de vídeo no presídio coordenado por Paulo Sacramento. Houve autorização do governo estadual. A filmagem durou sete meses. Quase todas as imagens foram captadas por presos. O documentário mostra as condições subumanas em que viviam – e ainda vivem os que estão em outras cadeias – os prisioneiros comuns no país. Aqueles que não tiveram educação, que cresceram em condições desfavoráveis, diferentemente dos privilegiados que nunca passaram por dificuldades, estudaram, têm diplomas de cursos superiores, que cometeram crimes gravíssimos sabendo que eram crimes gravíssimos, mas que têm direito à prisão especial ou domiciliar, a cumprir pena em liberdade usando tornozeleira eletrônica.

O julgamento da maioria deles demora anos e anos nos quais ficam em liberdade. Há casos em que cometem novos crimes no período. Já os brasileiros “comuns” esperam pela demorada sentença – que muitas vezes os absolvem – atrás das grades.

Segue o link para assistir ao filme:

https://www.youtube.com/watch?v=dlIv7Pg5Ud0

Digimais???

Não, Digimenos! Para o tremendamente mercador da fé É de ir Mais Cedo dizimar os clientes existem duas formas. Uma é nos templos por meio da exploração da fé demais, a arrecadação de fortunas por meio de dízimos. A outra é a extorsão via crédito consignado concedido pelo seu banco falido, o Digimais.

Falseia seu balanço transferindo carteiras de financiamento deficitárias por falta de pagamento para fundos e outras áreas em operações que escondem o buraco em que se encontra.

 Fajuta investimentos em um terreno vazio em Pernambuco sem licença para que haja construções e em uma área do litoral de Paraty onde moram caiçaras que é protegida pela União, ou seja, nada pode ser feito lá.

Mas, como é poderoso, vai continuar picareteando livre, leve e solto. Seus clientes, tanto nos templos como nos bancos, não se informam, acreditam em qualquer coisa. 

O minto desminto minto

O filhogênito 01 do prisioneiro tombão soluçante é o que se pode chamar de vaga-palavra. Surge um malfeito, ele nega. O problema para ele é que não dá para negar, provas irrefutáveis. Então, ele desmente a mentira com uma justificativa mais mentirosa ainda.

 A mais nova façanha que era patranha segundo ele é a confirmação da visita que fez à casa do mastérico quando este já estava devidamente tornozeirado.

Ao que parece, diferentemente dos clientes de É de ir Mais Cedo alguns já estão conseguindo perceber que devem pular fora do conglomerado bozoidal.

Oh céus, o Intercept de novo!

Mais um minto desminto minto. O perseguidor site que vive a prejudicar pessoas “honestísssimas, impolutas” divulgou um áudio em que Mario Frias, o produtor executivo do “Dark Nag”, agradece aquele que não tinha enviado dinheiro pelo dinheiro enviado.

Ouçam:

https://www.youtube.com/shorts/33jckvClsFI

É impressionante o número de irmãos de Vorcaro!

Oh, oh, oh, além de mentidor, censor!

O vaga-palavras 01 adentrou – só mesmo usando linguagem de narradores futebolísticos sofisticados – um pedido no TSE para que seja suspensa a divulgação de uma pesquisa que mostra a desintoxicação pela qual parte dos que pensavam em votar nele está passando. É a chamada higiene cerebral, ação diferente da lavagem idem.

A esperança é a primeira que morre

Uma pesquisa do Datafolha – pé atrás com ela depois daquela que “vendeu” para a Prefeitura de São Paulo… – indica que nove entre 10 eleitores não se arrependeram do voto desferido nas últimas eleições.

Resultado com análise complicada. Por exemplo, este digitador votou em Lula, mas não foi exatamente nele, foi contra a opção. Era sabedor que não haveria um bom governo, mas foi voto consciente no menos pior. Entonces, não há razão para arrependimento. Muitos devem pensar assim.  

O problema está em quem votou no outro e não se arrependeu.

Mas a pesquisa não mostra essas minudências (não foi por esnobismo, é só pra obrigar um leitor amigo ir ao dicionário…).

A fujona perdeu mais uma

A prisioneira internacional Carla Zambetta que está à espera da extradição vai ter menos posses para comprar munição pras suas arminhas quando acabar de cumprir pena. A Justiça mandou penhorar um de seus imóveis para garantir o pagamento de multa que levou ao usar irregularmente uma foto de Guilherme Boulos sem permissão do autor da imagem.

(CACALO KFOURI)

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