Ilustração: Benjamim Cafalli
Já? Filmes de Natal? Socorro.
Natal?…

Pessoais, preparem-se! É julho e canais da TV por assinatura já estão exibindo reprises de filmes cujo tema é o Natal. Imaginaram o que vai acontecer a partir de novembro?
Chegaram ao “bottom of the pit”! “It’s the end of the sting!”. Um dos estadônicozinhos inaugurantes de sempre desconhece uma das mais básicas regras gramaticais: “contendo expressamente o aviso de que se tratam de “informações confidenciais”.”. A Gramática deve ter também muita informação confidencial que não chega ao conhecimento do escriba. Trata-se é impessoal!
Um novo levantamento mostra outra necessidade: “Um levantamento do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) mostra que, seja por desejo ou necessidade,”. Trata-se de um da Academia Brasileira de Letras, que mostra a necessidade dos que têm a escrita como ferramenta de trabalho conhecerem a Gramática: Alto-Comissariado, estadônicozinho.
Viva eles, a inhorância sacramentada! “A cena ocorreu em 18 de setembro de 2017, na véspera da abertura da Assembleia-Geral da ONU.”. Nenhum deles sabe o que significa o hífen antes de geral, a inhorância é generalizada. Não tem hífen, caramba!
Miracolo, miracolo, miracolo! No editorial do dia 13 consta Sergio – do Moro – sem acento! Dia 13, vai ver foi por “azar”…
Mais uma vez, o extremo desconhecimento estadônicozinho: “Teorias conspiracionistas apontavam diferentes hipóteses, envolvendo adversários da extrema-direita americana,”. Extrema direita só tem hífen se a referência for a um ponta-direita, afetado pela síndrome hifênica.
Tem mais coisa guardada: “GAVETA. O Ministério Público de SP arquivou a investigação sobre um contrato de R$ 475 milhões da Secretaria de Segurança Pública com a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp).”. É a atenção do estadônicozinho. Secretaria dA, cara-pálida.
Decida-se: “Enquanto Atlanta se prepara para sediar a próxima semifinal da Copa do Mundo FIFA e recebe um número crescente de moradores e visitantes,”. “A Fifa e as autoridades locais também estabeleceram restrições para evitar manifestações relacionadas à Guerra das Malvinas,”. Enquanto não se decide, permanece a guerra das caixas, né? Fifa, escriba.
?!?!?!: “Cecilia, para começo de conversa, nunca ganha vida de verdade.”. Caganha, cara-pálida? Jamais ouviu falar em jamais?
Uma folhal inaugurativa com um erro barato: “Os preços não são baratos, mas justos.”. É mais fácil o Mimimimar não cair em campo que a turma aprender que preço é alto ou baixo, produto é caro ou barato.
Não, ombudsman, tropicaste: “Havia ressalvas importantes, algumas já na linha-fina, subtítulo da reportagem:”. Sem hífen, viste?
Uau, folhal! No portal: “Últimas dias foram marcados por declarações que chocam”. Tem certeza de que não é marcadas? Ou é calunista alemón? Não, é editor desatento, no texto é últimas semanas… “nós abstemo-nos de dizer ou fazer coisas que ofendem e chocam os outros,”. Choquei… É “nós nos abstemos”, abstinente das regras de atração pronominal.
Outra que a “emprença” em geral não aprende nem a poder de reza: “A atuação de pistoleiros tem comprometido a demarcação de uma terra indígena no entorno da hidrelétrica de Belo Monte,”. Hidrelétrica Belo Monte, folhal, UHE Belo Monte. Não existe o município com tal nome para que a usina seja “de”, viste? Sabe por que a Usina Nuclear de Angra tem o “de”? Porque fica em Angra dos Reis…
Pardon, folhunista: “Que nos perdoe Charles De Gaulle, mas a leitura do L’Équipe desta segunda-feira (13), véspera da semifinal contra a Espanha, produz o raciocínio lógico: “A França não é um país sério”. Ou melhor, não é um país do futebol.”. A sua referência está errada, não foi De Gaulle quem disse que o Brasil não é um pais sério. O autor da frase “Le Brésil n’est pas un pays sérieux” foi Carlos Alves de Souza Filho, o embaixador brasileiro na França à época.
Um “Erramos” incompleto:

O erro na nacionalidade do pedaleiro se me escapou, não fazia ideia de quem fosse. Mas o erro mais grave não foi apontado, o da autoria da frase.
Não está errado: “Governo editará MP para dívidas do agro com taxa de juros mais baixos para quem perdeu três safras”. É só mais uma das ilogicidades das regras gramaticais. Não ofende a lógica não ser “taxa de juros mais baixa”? Mas, citando mais uma vez meu professor de Física, Emílio Gabriades, “Se podemos complicar por que iremos simplificar?”.
A presença inevitável de jotacialistas: “A publicação foi idealizada por Flavio Pestana, ex-presidente do Valor Econômico e ex-diretor Executivo do Estadão;”. Tirou uma pestana, escriba? É ex-diretor-executivo, viste?
Xiii, a Síndrome do Hífen estadônicazinha chegou ao J&Cia? “Antes, foi editor do UOL Economia, repórter sênior do g1 e editor executivo do Terra.”. Executa um hífen no editor-executivo, escriba.
Outro atingido: “Antes, foi por 2 anos e 3 meses assessora da Autoridade Pública Olímpica e secretária-adjunta de imprensa da Presidência da República.”. A única agraciada é a geral, viste?
Epa, opa: “de representantes da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão (LABRESP), dos alunos do Centro Promocional Madre Teodora, CAVI – Centro de Apoio e Valorização à Infância”. Desconhecente, Labresp e Cavi, mais de três letras e leitura direta, tá no “Volp”.
Não, geúnico! “Corpo de Ann Widdecombe estava gravemente ferido quando os policias chegaram à sua residência”. É os puliça… Policiais serve procê?
Que pressa, geúnico! “Menino resgatado tracando em casa em GO está na UTI, diz conselheiro tutelar”. Trancado, caramba!
Mais um apressadinho: “Anos depois, atou na Europa, onde conquistou a Champions League pelo Porto, de Portugal.”. Amarrou o quê, geúnico? Atuou…
Uólico, explique melhor: “Atacante expulso após simulação chegou ‘atrasado’ na Copa e é naturalizado”. Copa é que meio de transporte pra que ele possa “na” usando ele? À Copa, caramba.
Um uólico que não sabe a diferença entre uma adversativa e uma afirmativa: “A Suíça, que havia acabado de empatar por 1 a 1, disputou os 20 minutos finais e a prorrogação com um jogador a menos, mas perdeu para a Argentina por 3 a 1.”. Mas, não, cara-pálida, e perdeu!
A turma, pelo jeito não registra o que está nos boletins que recebe: “A informação sobre a morte foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e o nome do homem baleado não foi divulgado.”. Uólico, lê de novo, lá tá “da”!
Estude, rapaz, atualize-se, uólico: “Como é o Enejota, novo super iate de R$ 120 milhões do Neymar”. Ainda não ouviu falar na reforma ortográfica que vige desde 1º de janeiro de 2009? Antenadão, superiate.
Aconteceu o impensável!
Mesmo para os “Infompetentes!

A programação do 540 no 543! E o luto, deve ser por eles mesmos…
Não publicarei a tela pro “Intol” não crescer muito. No dia 13, os “Infompetentes” puseram a programação do 544 no 541… Em vez de “A Cozinha da Rita Lobo” aparecia “Ruas Mundo Afora”.
Mais uma!

A inhorância do Diabo… Há já quer dizer passado, atrás, viste? Use um ou outro.
A incompetência deles é ilimitada.
Na segunda (13) à tarde, o Arte1 exibia “Ladrões de Bicicleta”, um clássico de 1948 dirigido por Vittorio De Sica. Segundo os “Infompetentes” o que estava no ar era “A Conversação”, filme norte-americano de 1974.
Ih, no Jornal das 18h: “Alexandre de Moraes foi um dos ministros que decidiu…”. Nããão, falante, que decidiram, viste?
Ih 2 a Erração: “Os Estados Unidos colocou…”. Mein Gott, os colocou??? Colocoram não é mais bem colocado?
Blog do Ancelmo
Jefe: Ancelmo Gois
Miss Caixa/mistake: Fernanda Pontes
Mister Caixa/errador: Nelson Lima Neto
MsC, é tão difícil assim? “um livro que contará a trajetória da vermelha e branca desde sua fundação. Se chamará “Carnaval, te amo! – Os 80 anos da Viradouro”,”. Não é óbvio que Vermelha e Branca é o mesmo que Viradouro e, portanto, deve ir em cxa???
Adivinhem quem? “Poeta vai comandar a celebração no dia 22 às 18h30m”. Pra ela medidas de comprimento e tempo são a mesma coisa. O mais incrível é que erra há um tempão e ninguém nota: min, “minstake”.
Mistake com eco! ““Muito já se escreveu sobre o exílio, a ditadura e as figuras que marcaram aquele período da história brasileira.”; “Muito já se escreveu sobre o exílio, a ditadura e as figuras que marcaram aquele período da história brasileira.”. O parágrafo – tem mais cinco linhas – aparece duas vezes na nota. É pra ninguém esquecer, escriba?
Mistake, cadê elas? “na antológica novela Roque Santeiro (1985),”; de A História de Ana Raio e Zé Trovão, (…), da minissérie Incidente em Antares,”. As aspas, distraída…
Comece, então, por você, mistake: “Está na hora de reverenciar nossos deuses — Garrincha, Pelé, Rivelino,”. RivelLino!
MsC: “No crematório e cemitério da Penitência,”. No Cemitério, viste?
MrC é muito criativo: “A proposta é de autoria do deputado Waldemar Oliveira (AVANTE-PE)”. Deste quando o nome do partideco vai todo em alta??? Ainda mais se o nome apropriado é Atrás?
Ele não falha… “ Rômulo Neris, mestre em Microbiologia, dia 22, 15h30,”. Anônimo errante, e o às? “com apoio do Consulado Geral da França no Rio de Janeiro e da Câmara de Comércio França-Brasil.”. Com apoio do “Intol”, lasca um hífen no Consulado-Geral, viste?
Errador econômico… “Plataforma está cobrando mais de R$ 200 mil vender o endereço do site para funkeira”. Cadê o para, “para-cálida”? “Segundo os advogados da funkeira, a empresa estaria praticando “cybersquatting” — retenção especulativa de domínios na internet”. Ah, sei, sei, os advogados não têm certeza, né? Está, vaselinista.
MrC/errador? “Bia Bedran celebra os 25 anos do álbum ‘Dona árvore’ com nova temporada de musical no Rio”; “Pois o espetáculo marca os 25 anos de “Dona árvore”,”; “repetindo a parceria iniciada no álbum Dona Árvore.”; “No repertório, clássicos como “Dona Árvore”,”. Depois de 25 anos ainda não sabe se é em alta ou baixa, com ou sem aspas?
Você de novo??? “No último dia 3, técnicos do Arquivo Público do Estado do Rio (APERJ)”. Aperj…
Em vez de o jefe dar um jeito, entra na erração da turma: “estão sem aula dessa arte milenar há cerca de 50 dias”. Desta, jefe, a de que você trata.
Jefe… “a ponto de ganhar o epíteto de “Homem Borracha”,”. Com hífen…
Não, jefe… “Pois bem, o rapper venceu a disputa na Justiça contra as companhias aéreas Gol e Ita Airways e vai receber de volta o que ele e a companheira,”. Pois mal, é GOL, viste?
Jefe, pensumpouco: “Clube deverá pagar indenização de cerca de R$ 565 mil, além de uma pensão mensal no valor de mais de R$ 12 mil, à mulher e o filho do jornalista Victorino de Albuquerque e Sá Chermont de Miranda”. E ao filho, caramba. Ou não sabe que à é para a? Errado no texto também. Ih, dánô-se: “o voo fretado se destinava à Medellín,”. Medellin ganhou artigo pra ser à, jefe? Ahhhhh… “A queda teria ocorrido por falta de combustível, conforme a conclusão das autoridades aeronáuticas.”. Teria, né, jefe, não acreditaram no resultado das investigações que fizeram… Barrabás, não tem fim: “Há 10 anos que Luciana, viúva do jornalista, e seu filho, lutam na justiça opor uma indenização. O jornalista mantinha contrato para a cobertura dos jogos com a Fox Channels do Brasil, que teria adquirido seis assentos no valor de R$ 12 mil no voo fretado pela Chapecoense.”. Justica, JCaixa! Teria de novo, jefe? Vai acabar quebrando uma perna de tanto escorregar. Comprou, caramba, ela ganhou a causa!
O “Intol” ficou intolerante com ele mesmo de tanto apontar alguns erros que se repetem e repetem e continuarão a ser cometidos: Assembleia-Geral da ONU, Sérgio [Moro], Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Teatro Municipal, PIX, Itaim-Bibi, câmpus – em vez dos corretos Assembleia Geral da ONU, Sergio, da Segurança, Theatro, Pix, Itaim Bibi e campus e o plural campi. Por uns tempos não serão apontados, serão apontados somente se houver outros erros no texto. Já os daquele brogue voltarão a ser com força total.
Brasileiros e brasileiras, não adianta, é martelar em ferro frio. Como já disse um grande filósofo, “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é uma coisa diferente”. Se juridicamente se deve tratar como suspeito alguém que evidentemente não é até que seja condenado, para nós, simples mortais ainda não assassinados por um deles, uma figura presa em flagrante, gravada em vídeo cometendo um crime, não é suspeito, é um criminoso, foi ele!!! O “Intol”, nesta edição, lidará com o assunto pela última vez por um longo tempo, o tema faz mal para o meu coraçãozinho cheio de maldades, como se refere a mim um amigo.
(CACALO KFOURI)

