Ilustração: Benjamim Cafalli
Haaland: o fim do sonho. O ver e o prever de muitos, confirmado.

Haaland
The dream is over
What can I say?
The dream is over
Yesterday
Selecinha
Pós-ver é mais fácil que ver e prever. Mas só não viu ou previu quem não quis.
Perder é do jogo, mas é triste ver um time sem carisma, sem fibra, sem gana, ocupar o lugar dos que venceram cinco vezes.
Que diferença pras outras, Messi, Kane, Haaland, Mbappé… Vozinha. Brasil? Neymar e seu falso choro ao fim do jogo. Lembram da Dona Cândida, da Escolinha do Professor Raimundo, ao fazer comparações? Acabava sempre em grande choradeira!
Como afirmado – afirmado – em um “Mira” da semana passada
Não foi suspeita! “Começando pelo começo: todos sabiam que iria dar em desastre, todos. Mas o governo resolveu fingir que não sabia do perigo e esfregou as mãos de alegria com o tanto que entraria em seus cofres com a arrecadação de impostos.”. É um festival de hipocrisia. Hoje, mil manifestações indignadas, ações contra a ‘betônica” CazéTV e outras emissoras. Não há um time de futebol que não exiba uma propaganda apostativa em seus uniformes.
Pois como afirmado pelo “Mira”, o governo é responsável pelo desastre.
Em 2023, redigiu uma emenda que retirou, durante o processo de regulamentação, restrições a propagandas das apostas de propagandas superpostas a tudo o que se vê na TV.
Havia um projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados nesse ano que probia a publicidade das bets em certos horários, canais e eventos. O PL foi alterado no Senado por sugestão do senador Jorge Jaburu ops! Kajuru e limitou o veto apenas a que os anúncios que envolvessem menores de idade.
O autor da alteração proposta por Jabukuru foi do coordenador-geral da Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça. O argumento do partícipe do MJ? Como estava, o PL causaria “Um comprometimento da atividade publicitária e da liberdade de expressão comercial”.
Algo mais ou menos na linha de que obrigar que publicações retirem do ar acusações falsas como a bolsonalha costuma fazer seja censura ou ação contra a liberdade de manifestação.
Quanta semelhança na “diferença”.
Os baba-ovos da ditadura militar
Em 1964, o embaixador brasileiro nos EUA, Juracy Magalhães, nomeado pelo primeiro dos ditadores militares, o marechato White House, genuflexou-se e disse que “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”.
Em pleno 2026, a súcia descendente da descendente origem prisioneiro-tombônica-soluçante ajoelha-se de novo repetindo o mote.
E há quem votará neles.
Não tem solução
Cada um (não) enxerga como quer, a verdade pouco importa. O candidato ao governo paulista Fernando Haddad participou de um evento na Unicamp (Campinas), onde compareceu um fulaninho do MBL com o claro intuito de criar confusão com sói acontecer. Houve a confa desejada, controlada rapidamente.
No “Painel do Leitor”, “Folha de S.Paulo”, um “dãããnico” analista dos fatos escreveu que “Extrema esquerda sempre disseminando o caos.”.
Tem alguma possibilidade de haver uma eleição com voto bem dado?
Trazendo os fatos à realidade
O ogro, maculando as comemorações pelos 250 anos da Declaração de Independência dos EUA, mentirou que “Durante 250 anos, os Estados Unidos da América têm sido a esperança, a promessa, a luz e a glória entre todas as nações do mundo. Todos no mundo tentam ser como nós, mas ninguém consegue e, com a ajuda de Deus, sempre seremos assim — ou até melhores. Estamos celebrando o triunfo da liberdade sobre a tirania.”.
Esqueceu-se de “pequenos” detalhes. Nesses 250 anos os EUA foram exemplos dignos de serem seguidos e de horrorosos a serem rejeitados por pessoas decentes. Ficando só em três, o racismo abjeto, apoio a todos os golpes de Estado sanguinários nas Américas e a Guerra do Vietnã.
E, a partir de janeiro de 2025, quando assumiu o segundo mandato, “a luz e a glória entre todas as nações do mundo” transformaram-se em um black-out. E está havendo o triunfo da tirania sobre a liberdade. Não só no país mas em todos cujos governos são apoiados por ele.
Imposto do pecado?
Segundo seus criadores devem incidir sobre produtos que fazem mal à saúde e prejudicam o ambiente (meio ambiente é prejuízo à Gramática).
Vale pros salários dos milhares de políticos, autoridades e administradores desonestos que abundam porraí?
Nada faz mais mal que os tipos.
Noussa, que surpresa!
Publicado no “Blog do Ancelmo Gois”: “Pois um detalhe curioso chama [sic] atenção: de 25 de junho a 1º de julho, o ainda militar da reserva [o prisioneiro tombão soluçante] não foi visto em nenhum momento… lendo um livro, revista ou jornal.”.
Uma dúvida: ele sabe ler? A Constituição, certamente não leu. O Regulamento Disciplinar do Exército Brasileiro, idem. Os códigos das leis brasileiras, então, nem pensar…
Voltando à pausa para a picaretagem
O autor do gol com “la mano de Dios” Diego Maradona em 2018 previu o que acontece na de 2026. Disse que os norte-americanos iriam adaptar o esporte para lucrar com publicidade, que dividiriam os jogos em quatro tempos para encher os intervalos com anúncios.
Só não previu duas coisas, que um ogrório como Infantino ocuparia a presidência da Fifa para facilitar a divisão e que regras do futebol americano seriam adotadas quando da espera pela cobrança de escanteios, que agarra-agarra!
“Grande” Pratinha!
Do Antonio Prata, na “FSP”: “Se quisesse me manter no clima da Copa diria que é uma pausa para hidratação, mas sabemos que a razão para as interrupções dos jogos não vem do grego “hydra”, mas do latim “argentum“, prata”.
Infantino dá outro Nobel pro ogro!
“Fifa suspende cartão vermelho, e atacante dos EUA pode jogar contra Bélgica”
Deu o da Paz e agora o da pá que enterra as regras.
Short’n’Thick
O futebol foi neymarizado, haja fingimento, haja mimimi! Aforamente a cafajestagem, o Paraguai foi uma amostra.
Inacreditável
Na sexta-feira (3), na saída, uberei durante Austrália e Egito; na volta, Argentina e Cabo verde. Os uberistas acompanhavam as pugnas pelo rádio. Os microfonantes eram muito menos berrantes e loquazes que os televisantes, por incrível que possa parecer.
O cazeismo causou um desastre para quem acha que lugar de palhaçada é o circo.
Lembrete
Na terça, descanso generalizado, de quem escreve, de quem lê.
(CACALO KFOURI)
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