suspeitar e afirmar

Ilustração: Benjamim Cafalli

suspeitar e afirmar
Ilustração: Benjamim Cafalli

A prova, não é suspeita! Tico e Teco em coma no “Estadãozinho”. O título da matéria: “PF suspeita que amiga fazia lobby com autorização de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’”. O primeiro parágrafo do texto: “A Polícia Federal (PF) afirma, em relatório produzido no novo inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que a lobista Roberta Luchsinger demonstrava em seus diálogos ter “autorização” para agir em nome de Lulinha.”. Dá pra aceitar que um jornalista – diplomado, viu ministro Dino? – no caso, editor, não saiba que suspeitar e afirmar são como o ogro e Khamenei, não ornam?

Abaixo há dezenas de casos de suspeitas pra lá de insuspeitas que certamente indicam a falta de preparo dos atuantes nas redações. Os erros demonstram que saem do Ensino Médio desconhecendo regras e como raciocinar, entram nas faculdades e saem delas desconhecendo.

Novidade! A inaugurante da semana é a MsC, furou os estadônicozinhos de sempre! “capacidade inicial é de mais de 300 consultas e 400 exames por mês”. E que ironia, começando pelo Cê de capacidade em caixa-baixa…

Os demais erros d+ irão lá pro lugar de sempre.

Epa, opa, está em nota naquele brogue, mas o erro não é deles: “A concessionária responsável pelo metrô instalou mais de dez placas como essa que você vê na foto acima, com os dizeres “Painel de arte reservado para pixador amador”, no muro da administração do MetrôRio,”. A mancada é do MetrôRio. Pixador é um adepto do Pix, cara-pálida? Pichador, viste?

 Hein, uólico? “Na sequência, seguiu para o Sìrio, onde permaneceu por 14 temporadas.”. O que é isto? É crase no “í”??? Siirio?

Tsk, tsk, tsk, uólico: “Caminhoneiro morre após ponte desabar e veículo cair em rio no Mato Grosso do Sul”. Em MS. Errado na capa e no título da matéria aberta. No texto, está certo. A editância não capta o que lê.

O uólico da capa afirmou que uma “Brasileira é morta com mata-leão pelo filho de 15 anos em Portugal”; “Quem era a brasileira morta pelo filho adolescente em Portugal”. Mas o texteiro pôs em dúvida: Um adolescente de 15 anos foi apreendido por suspeita de matar a própria mãe, uma brasileira, 33, em Portugal.”; “Garoto teria sufocado Gabriela Barbosa com um mata-leão após uma discussão na noite da quarta-feira.”. Pisou na vaselina e foi pra casa tentar limpar os pisantes.

Aqui houve o oposto do ocorrido acima, lá o capista errou e o texteiro acertou. Que equipe rebelde.

Dio mio, a inhorância atingiu a estratosfera e é “feito” generalizado: “Segundo a PM, os tiros contra a base teriam ocorrido no momento em que a morte era registrada em uma delegacia.”. Jornalistos e jornalistas, uólicos e outros, segundo XPTO significa que XPTO disse que foi daquele jeito. Se foi ou não, é outra questão, mas segundo XPTO foi como ele contou!!!

Acordem Tico e Teco, tentem raciocinar, caramba! Sem esquecer de que ainda conseguem piorar, são gênios na inhorância, “Fulano afirmou que teria…”. Que jornalistas são esses???  E a reação das entidades limita-se à questão maltratada do sigilo da fonte e se esquecem da evidência da incapacidade ao informar. Segundo a PM, os tiros ocorreram!!! Dããã…

Sic transit… “Ele foi socorrido ontem ao Hospital Brasilândia, mas morreu devido aos ferimentos, informou a SSP (Secretaria de Segurança Pública).”.  Um só é pouco para ele, quer “brilhar”: Levado ao, ign.., socorrido no! Secr. da! Ruim d+: “A vítima foi baleada no peito o após um confronto entre seu pai e o criminoso.”. No peito o? Uau…  Não tem fim: “A criança, naquele momento, estava na garupa do genitor.”. Que sofisticado, pai não é fino o suficiente. Estava na garupa da moto do pai, caramba!

O uólico andou lendo o “Estadãozinho” … “O episódio ocorreu logo no início do percurso, entre a Praça da República e o Teatro Municipal.”. Theatro, cara-pálida.

O uólico capista deve ser íntimo da infruênci: “Fazenda suspende mais 14 bets, incluindo três ligadas à Deolane, por falta de documentação”. Que crase é esta, cara-pálida? Artigo só é usado antes de nome de pessoas com que se têm intimidade. E repare como está na matéria da “Folha”: “Fazenda suspende 14 bets, incluindo três ligadas a Deolane, por falta de documentação; veja lista”. Notou?

J&Cialista, não falta nada? “Gimenez trabalhou por 24 anos UOL,”. E o no?

Folhal, tenha dó! “A cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo,”. Ela não sai do noticiário e não deu pra notar que é “da”?

 Um colega solidário: “Questionada, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que as circunstâncias do caso são investigadas e que “toda a dinâmica da ocorrência,”. Que atento… Da serve?

O folhal precisa correr atrás de outra coisa, mas para ampliar seu conhecimento: “Brasil corre para ampliar medicina de desastres frente às mudanças climáticas e ao El Niño”. Ache um livro de Gramática e descubra que não existe frente às e variações. É ante as, diante das. O colega dele no portal sabe, escreveu “fazer frente”.

Folhal, não lê o portal? “Todos os textos de “Vestígios de um País” foram publicados antes em jornais como Folha e Valor e revistas como Piauí e História Viva.”. Dá uma olhada lá, a piauí é hospedada nele.

 Eta gente ruim! “Um novo vídeo divulgado pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo parece contradizer a versão da campanha do ex-ministro Fernando Haddad. Da, caramba! “Por volta de 22h24,”. Das, caramba! “A Secretaria de Segurança Pública disse em nota divulgada nesta sexta-feira (14)”. Da, caramba! “Segundo o próprio Haddad, essa viatura teria iluminado o interior do carro,”. Teria? Então o “próprio” Haddad não tem certeza do que diz??? Segundo ele, iluminou, dificultoso intérprete das palavras.

 Folhal, explica pra gente, please: “A candidata passava mal e havia sido retirada por sua equipe para fora da aglomeração que liderava a marcha.”. Tem certeza de que não foi retirada para… dentro? 

Um extremo dããã folhal. No título: “Em depoimento, motorista de Haddad reafirma abordagem policial, mas diz não ver abuso de poder”. Notar bem, reafirma, afirma uma vez e afirma de novo. Vamos a este primeiro: “A versão do motorista contradiz as da Secretaria de Segurança Pública e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos),”. O editor do “Painel” não sabe que é “da”.

Agora vem o pior: “O motorista relatou que houve três momentos distintos. Na primeira vez, ainda com Haddad no carro, disse que policiais passaram e colocaram um “canhão de luz” sobre os passageiros. Da segunda vez, já depois de ter deixado o candidato em casa, uma viatura teria se aproximado na avenida Moreira Guimarães, perto do Detran, e emparelhado lateralmente. Os policiais teriam olhado fixamente para o carro de Caseri e seguido. A terceira vez teria ocorrido perto de um hotel na rua Joinville, na Vila Mariana, onde o motorista, desconfiado da situação, diz ter parado perto de câmeras de segurança. Uma viatura o teria ultrapassado, e um dos policiais teria dito a frase “olha o carro”. Caseri diz que não ouviu as palavras, mas conseguiu perceber o movimento dos lábios de um policial. Na sequência, a viatura teria estacionado um pouco mais adiante e três policiais teriam descido. Um deles teria dito “vaza” para o motorista.”. Cara-pálida, se ele reafirmou – se não sabe, é afirmar duas vezes – como é possível a existência de teria e teriam??? Será tão difícil entender que se uma pessoa declara que foi daquele jeito – e ele declarou e redeclarou – é do jeito que tem de ser transcrito, independentemente de ser daquele jeito ou não? Que segundo ele foi como contou, não se pode colocar em dúvida? É declaração, caramba. Comentário é outra coisa!

É o poço sem fundo. No título no portal folhal: “Criminoso havia feito roubos em série antes de atacar agente e filho na zona norte de SP, diz polícia”. Título no impresso: “Suspeito de roubo mata filho de policial em tiroteio”. Primeiro absurdo. Segue: “O suspeito identificado como Gabriel Adriano Araújo, 24, havia feito roubos em sequência antes de abordar o policial civil do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e matar o filho dele, de 10 anos, em troca de tiros na zona norte de São Paulo, conforme o boletim de ocorrência. Araújo, segundo o registro policial, por volta das 10h deste domingo (16), havia roubado alianças de quatro pessoas na rua Manoel de Sousa Azevedo e na rua Porto de Dom Rodrigo, na região da Freguesia do Ó.”. Suspeito como, vaselinista??? Não sabe ler? Criminoso, o autor!

Mais um: “Homem é preso suspeito de atear fogo na mulher no interior de São Paulo”. Ateia-se fogo a e não em, desconhecente.

Tá feial… “e os filhos do presidente se relacionam com ele à distância: a família não se reúne mais com frequência sequer em datas festivas.”. Sem crase, cara-pálida.

Mein Gott! “A PRF PRF (Polícia Rodoviária Federal) confirmou que tratam-se de mãe e filho.”. O folhal tem diploma, ministro, e não sabe que é “trata-se”… “O acidente ocorreu por volta de 10h20, de acordo com a PRF.”. De acordo com a Gramática foi por volta das… Tsk, tsk, tsk… “A PRF disse que, por volta de 20h30,”. Das…

Ih, folhal: “A casa comandada por Benny Novak há 24 anos é a antítese de todos esses modismos. Lugar de cardápio enxuto, de zero frescuras,”. Jornal deve lugar de texto enxuto e preciso, com zero “erro” e melhor ainda sem o absurdo que é trocar “sem” por essa mania ridícula.

Caramba, esta semana os folhais conseguiram o que parecia impossível. Superaram os estadônicozinhos e se igualaram à turma daquele brogue.

Os estadônicozinhos demoraram pra aparecer, mas não perdoaram! Ele sendo um deles!  “A Polícia Civil do Rio lançou ontem a segunda fase da Operação Argus, que mira uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho que se especializou em sequestros relâmpago de comerciantes.”. Sequestrou o hífen em s-r! 

Uma estadônicazinhaculista ornando com os colegas! “Lula abriu os cofres e deu a Petrobras, em forma de bolo fatiado, para os neo-aliados,”. Usou onde não tem, é neoaliados… 

Os escorregadios atacam de novo: “Em julho, um suspeito morreu ao ser atingido pela polícia após furtar um carro na Avenida Lineu de Paula Machado, perto do Jockey Club de São Paulo.”. Desínclito escriba, se ele foi atingido após furtar um carro, foi ele, não é suspeito!

Lá um não conversa com o outro: “à época secretário-executivo do Ministério da Saúde e hoje chefe do Gabinete Adjunto de Lula.”. Cara-pálida, à época e até hoje é sem hífen. Páginas adiante: ““O Freire Gomes foi quem levei para ser meu secretário executivo no GSI quando assumi o GSI (em 2016).”. Acertou! Mas durou pouco: “enquanto estava no Alto Comando,”. Hífen, cara-pálida.

Mais um apanhando do tracinho, agora um estadônicozinholunista: “O Cirurgião-Geral dos EUA sob Biden declarou a solidão e o isolamento justamente uma epidemia.”. Sem hífen, cara-pálida. Surgeon General é marromenos como o ministro da Saúde porraqui.

Na capa do g1. Quanto tempo levará para que a emprensça perceba que é fundamental a volta do revisor ante (não é frente a, tá, coleguinhas?) a ruindade geral (sem hífen, tá, estadônicozinhos? )?: “Passarela desaba após ser atingida por caminhão e deixa dois mortos na rodovia Fernão Dias, em Vargem”. No texto da matéria capeada: “Uma passarela desabou após ser atingida por um caminhão e interditou totalmente a Rodovia Fernão Dias (BR-381), em Vargem”.  O capista, antes uma das mais importantes figuras das redações não consegue copiar o que lê, caramba! Erre grande! Nas legendas das fotos também há discordância: “Passarela desaba após ser atingida por caminhão e deixa dois mortos na rodovia Fernão Dias, em Vargem — Foto: Odair Quinzani”.

Geúnico, atualize-se: “Haddad defende ‘privatização bem feita’ e critica modelos de Tarcísio”. As turmas das academias daqui e da Terrinha mudaram tudo: bem-feito: adjetivo; bem feito: locução adverbial; benfeito: substantivo. Privatização bem-feita, viste?

Miracolo! Miracolo! “Questionada, a corporação não esclareceu se William morreu no local do disparo ou se chegou a ser socorrido e levado a um hospital.”. Uau!!! Conte pros seus colegas!

No SP1: “O motorista de caminhão ferido foi socorrido ao hospital…”. Alguém precisa socorrer o reporteiro em uma escola…

No Jornal TIMES BRASIL: “Esforços para baratear o preço do petróleo”. Faltante, preço é aumentado ou diminuído, viste? Logo depois, outra mancada: “O Irã declarou que os Estados Unidos está errado”. Falante, os dois ESTÃO, viste?

Blog do Ancelmo
 Jefe: Ancelmo Gois
Miss Caixa/mistake: Fernanda Pontes
Mister Caixa/errador: Nelson Lima Neto

 Pronto, mistake/MsC no lugar de sempre: O Governo do Estado abriu nesta quarta-feira (12Uma seleção de artistas e produtores culturais do Rio poderá levar seus trabalhos para palcos e  espaços culturais de quatro países da América Latina. O Governo do Estado abriu nesta quarta-feira (12/08) as inscrições para o edital “Loco Por Ti, América 2026”. Além de o eco, erro em (12) uma…

Uau, uma cidade possessiva: “A cidade já possui a Casa Museu Darcy Ribeiro, o Museu Histórico e o Cine Henfil.”. Eta verbinho antipático e com uso inadequado…

O errador deve estar em férias, MsC está com tudo: “As imagens acabam de ser descobertas pelo Centro de Documentação da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro (CEDOC/FTMRJ),”. Cedoc, leitura direta… Errado de novo mais adiante.

Até nisto consegue errar, MsC??? ““As vacinas para COVID-19, a meu juízo, são a maior descoberta na área biomédica das últimas duas décadas”.”. Covid-19, caramba.

Mistake sempre apanhando dos demonstrativos… “A UNE e estudantes da Faculdade de Direito da USP estenderam, nesta quinta-feira,”. Neste hoje é sexta… nessa…

 Mistake, atenção:Família tem chamado atenção de visitantes do local”. Chamado a…

 MsC incapaz de entender regras: “INCA lança mascote Benito, ‘aquele que faz o bem’, em homenagem a voluntários”. Inca, escriba. Errado de novo adiante. “no bazar do INCAvoluntário (Rua Washington Luis, 35,”. Aqui é erro oficial, não tem jeito. 

Mistake, a alertona: “Entre os títulos mais procurados estão Quarto de Despejo, Torto Arado, A Empregada, O Verão que Mudou a Minha Vida e a série infantojuvenil Diário de Aventuras da Ellie.”. Cadê as aspas nos nomes dos livros?

MsC/mistake em ação: “Começa a montagem da tradicional Árvore de Natal do BarraShopping; saiba os detalhes”; “Começaram nesta segunda-feira (17) os preparativos da tradicional árvore de Natal do BarraShopping,”. Neste hoje é terça (18), nessa. Errado de novo mais adiante. A ou a?

Mistake fazendo economia: “evantamento da Cipa com mais de mil edifícios mostra que vigilância lidera os investimentos; Zona Oeste concentra 65,2% dos gastos na área”. Cadê o lê?

 Mistake de novo: “a Milano Brasil está realizando o Agosto Lilás em suas unidades com uma série de atividades voltadas para conscientização e enfrentamento da violência contra a mulher.”. Cadê as aspas no nome do programa?

Estreia do anônimo pero no mucho: “A Secretaria municipal de Educação, em cooperação com a UNESCO no Brasil, (…), CEDECA Rio”. Digital da MsC… é Municipal; digital da MsC, é Cedeca…

O anônimo embananou-se todo: “Jon Secada de volta ao Rio, no dia 28 de agosto, o astro cubano-americano no palco do Qualistage ao lado da cantora Marina Elali, com o espetáculo “Canções Eternas”, que celebra clássicos nacionais e internacionais.”. Lê e vê se entende… Etc. no dia 28 de agosto. O astro cubano-americano apresenta-se etc. “O evento tem entrada gratuita e é pet friendly.”. E pensar que até tempos atrás todas as expressões do tipo eram tratadas como “É o caramba!”.

Anônimo ligadão! “A Baía da Guanabara vai ganhar ainda mais cores com o lançamento do livro ‘Baía de Guanabara Viva para colorir’.”. Nem com o certo à frente ele acerta…

Anônimo distraído: “Duas Linhas e Meia (17-08-2026)”. Faltou o negrito habitual no início de todas as notas.

 Jefe, cuidado: “uma ordem sigilosa dos chefes do Estado Maior Conjunto dos Estados Unidos deu início ao maior deslocamento de unidades de combate até então realizado no Atlântico Sul.”. Estado-Maior sem hífen é o Amazonas, viste?

  Em compensação, o jefe aumenta a quantidade de erros: “SAMU Indígena reduz tempo de chegada a emergências nas aldeias”. Samu, jefe.  Errado mais vezes no texto. “Quem precisa de socorro nas aldeias indígenas de Dourados, no Mato Grosso do Sul”. Em MS, jefe…

 Voltou o JCaixa… “A segunda Vice-Presidência, porém, entendeu que o pedido exigiria um novo exame dos fatos e das provas do processo,”. JCaixa, se nem a da República usa em alta, por que a do TJRJ está? 

 Vixi santa… “Caso médicos assassinados em quiosque da Barra: Justiça marca audiência”. Dos médicos, jefe…

Jefe… “evento promovido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o CEBRI,”. Cebri… Errado de novo adiante.

 Até nisto? “Um oficial da Justiça já foi em seis endereços, e nada.”. Foi a…

O JCaixa, de novo: “O jeito foi apelar para a cobrança na justiça.”; (…). “Os oficiais de justiça já estão atrás do devedor.”. Jotão nos dois casos, escriba.

JCaixa, tá ficando pior que seus comandados: “Edifício do Parque Guinle cobra de Collor na justiça mais de R$ 80 mil de condomínio atrasado”. Caramba, que injustiça com a Justiça.

Jefe, jefe, que tristeza… “Ela sustenta que o conteúdo foi posteriormente veiculado no programa Fala que Eu Te Escuto,”. Cadâ as aspas? “Ainda de acordo com a petição, apesar de solicitar a retirada do vídeo, a exibição teria continuado.”. Puxa, ela sustenta, na ação solicitou a retirada, e a exibição teria continuado, jefe? Moveu a ação, mas não tem certeza de nada, jefe?

Aqui também não foi por falta de aviso: “E não foi por falta de aviso: Nos últimos dois meses,”. Jefe, o “Intol” já avisou dezenas de vezes, cxa depois de dois-pontos só nos casos de nomes próprios e declarações. É com enezinho!

A vaga-lume: “Em ‘Por Você’, Milhem Cortaz fala de personagens transgressores ao longo da carreira: ‘É onde a gente se expõe mais’”; “Em “Por você”,”. E aí? 

Aqui há um problema que não é da vaga-lume: “O projeto-piloto foi desenvolvido com a Legalité PUC-Rio – o Núcleo de Pesquisa em Direito e Novas Tecnologias da universidade, integrado ao Departamento de Direito.”. O problema é a falta de lógica das regras gramaticais. Se projeto-tipo, o equivalente tem, por que p-p não teria? Segundo o “Volp”, não tem.

Ela não resistiu, foi contaminada: “‘Emergência 53’: socorristas do SAMU assistem em primeira mão a episódios da série do Globoplay sobre rotina sob pressão”. Samu, vaga-lume. Errado no texto também.

 O “Intol” ficou intolerante com ele mesmo de tanto apontar alguns erros que se repetem e repetem e continuarão a ser cometidos: Assembleia-Geral da ONU, Sérgio [Moro], Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Teatro Municipal, PIX, Itaim-Bibi, câmpus – em vez dos corretos Assembleia Geral da ONU,  Sergio, da Segurança, Theatro, Pix, Itaim Bibi e campus e o plural campi. Por uns tempos não serão apontados, serão apontados somente se houver outros erros no texto. Já os daquele brogue voltarão a ser com força total.
 Brasileiros e brasileiras, não adianta, é martelar em ferro frio. Como já disse um grande filósofo, “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é uma coisa diferente”. Se juridicamente se deve tratar como suspeito alguém que evidentemente não é até que seja
condenado, para nós, simples mortais ainda não assassinados por um deles, uma figura presa em flagrante, gravada em vídeo cometendo um crime, não é suspeito, é um criminoso, foi ele!!! O “Intol”, nesta edição, lidará com o assunto pela última vez por um longo tempo, o tema faz mal para o meu coraçãozinho cheio de maldades, como se refere a mim um amigo.

 (CACALO KFOURI)

Suspeitar e afirmar: distintos!

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