Ilustração: Benjamim Cafalli
É aceitável? Tantas barbaridades?

É aceitável?
Faz parte do “Antigo Testamento”, no cristão, e no segundo livro da “Torá” (“Pentateuco”), na hebraica, o “Livro do Êxodo”. Conta a história da saída dos judeus, liderados por Moisés, em busca da Terra Prometida.
Faz parte da História recente a expulsão de palestinos de sua terra, a Palestina, para que em 1948 fosse criado o Estado de Israel. O plano original previa que 56% fossem destinado a Israel e 44% ao Estado da Palestina. Jerusalém, a capital e cidade sagrada para várias religiões, teria administração internacional. Israel jamais respeitou as regras. Expulsou os palestinos para mais longe, massacra-os em Gaza – segundo um rabino, palestinos devem ser exterminados – e na Cisjordânia.
Nada disso foi suficiente para o criminoso desobediente amigo do ogro, Benjamin Netanyahu. Os palestinos que ainda moram em Jerusalém Oriental estão sendo expulsos para que Israel construa um parque temático bíblico. Destalhe: ou eles mesmos demolem suas casas ou a Prefeitura se encarrega da violência e, depois, cobra pelo desrespeito.
Há que incluir no tema bíblico uma passagem, o Exôdo dos Palestinos.
Mas a barbárie não tem fim. O mesmo povo que foi vítima de uma das maiores violências da História, a tentativa de Hitler de exterminá-los em fornos crematórios, segundo apurou “The New York Times” está fazendo uso de bombas de fósforo branco no Líbano. O uso é proibido pela Convenção sobre Armas Químicas desde 1997. Mas regras e nada para Israel são exatamente a mesma coisa.
Por meio de imagens o jornal identificou rastros de fumaça característicos de fósforo branco nos arredores de Tiro, Qlayaa, Khiam e Yohmor. A substância adere à pele, não é apagada pela água. Causa dores lancinantes quando não a morte.
As bombas foram vendidas pelos EUA do ogro que finge pretender acabar com os ataques.
O mundo a tudo isso assiste inerte, assim como a ONU. Só falação, nenhuma medida concreta como as tomadas contra Rússia e Irã. A reação de Israel e suas associações – vide o silêncio da Conib – é sempre a mesma, classificar os críticos como antissemitas. Mesmo que sejam judeus. É o caso, por exemplo, do que fazem aqui em relação ao jornalista Breno Altman.
E Netanyahu sabe disso e se aproveita para dar prosseguimento às ações predatórias.
A confirmação da abertura do “Mira” de quarta
A procura foi por uma receita da cozinha árabe, a Hashua, pregui de procurar nos meus livros. Olhem o que veio primeiro e o a seguir:
Você quis dizer: hashi receita
Visão geral criada por IA
O Hashweh (ou Hashua) é um prato tradicional do Oriente Médio que consiste em um arroz muito aromático, refogado com carne moída e especiarias quentes. É muito fácil de preparar em uma só panela e perfeito para um jantar especial.
Tá mais pra BN, não?
Os “Três Patetas”?

Não, eles eram boa gente! Estão mais para “Irmãos Metralha”… Faltou um na foto, Gulherme Derrite, o que comandou o massacre feito pela PM em Guarujá quando secretário da (in)Segurança Pública de Tarcínico Desfeitas em 2023.
Os traidores da Pátria têm memória curta
Tariflávio, vulgo – ou vulgar…? – e bananinha esquecendo-se de que o Pix foi criado pelo BC na (indi)gestão do prisioneiro tombão soluçante trabalham para que o moderno meio de pagamento que facilitou a vida das pessoas, principalmente as de baixa renda, seja detonado pelo ogro. É certo que no Poder quando da criação foi pego de surpresa, tomou conhecimento do Pix tempo depois, jamais passou-lhe pela cabeça(?) facilitar a vida do povão.
bananinha chegou a sugerir que o país passe a usar o Zelle, o medíocre sistema do país em que está homiziado que é lento e favorece os bancos.
Se Tariflávio trai o país fora do Poder, imaginaram o que faria nele? Patifaria na certa.
Mas há um detalhe que não pode ser esquecido
O PT – ah, o PT – também atacou o Pix. O inefável – com bons adjetivos – Marcio Pochmann, atual presidente do IBGE (detestado pelos funcionários) avaliou que o Pix “Fortalece o curso do processo neocolonial e aprofunda a lógica da financeirarização rentista”. Uau, conseguiu ser pior que os manos traíras!!!
O sobrenome dele é quase onomatopaico… poch poch poch…
Viva o PT 2!
A EBC contratou alguém que jamais deveria passar perto de qualquer participação na empresa a não ser em noticiário para mostrar seus malfeitos. Trata-se de José Luiz Dapena. Pagou-lhe uma fortuna, divulgou sua imagem como se fosse respeitável, e o que aconteceu? Ele acaba de suspender o contrato para candidatar-se a um cargo de paralamentar pelo PSB. PSB? Partido considerado de centro-esquerda? Um eterno apresentador de programas policialescos pode ser adepto dessa posição política ou está mais para “na horizontal, morto no chão”?
O governo já fez parte da campanha dele.
Curto e realista!
Como é possível aceitar que apoiadores de práticas criminosas – é necessário incluir o pai de um dos Metralhas da foto acima – sejam aceitos – e considerados figuras de destaque – em uma marcha que se diz de Jesus, cristã, a menos que esta não passe de um festival de manifestações de hipocrisia extremada?
Serão os “cristãos” partícipes todos Escariótes? Não se informam a respeito dos acontecimentos? Do comportamentos dos “pastores evangélicos” a que se submetem?
Alvo errado!
Uma golpista atualmente com 37 anos e que desde 2018 finge ter 12 é investigada em cinco estados.
Sua defesa informou ter pedido exame de sanidade mental.
Nãão, peça de quem caiu no golpe! Alegue que ela só estava testando um velho provérbio popular: “Todo dia sai de casa um malandro e um otário; quando eles se encontram, sai negócio”.
A frase, de origem desconhecida, é antiquíssima. Nos tempos atuais, um malandro nem precisa sair de casa, sai negócio com um otário por meio do WhatsApp…
Inacreditável e inaceitável! (***)
Não é hábito do “Mirando” citar mortes, mas, no caso, não há como deixar de comentar. Morreu na terça-feira (2) o jornalista Fernando Portela, um dos fundadores do “Jornal da Tarde”. Fez muitas das importantes reportagens do jornal e foi um de seus chefes de Reportagem. Sua morte não mereceu uma linha que seja na Imprensa, nem no “Estadãozinho”, publicação da casa em que nasceu o JT, um jornal inovador em que tive a satisfação de trabalhar sob Portela nos anos 1970 e que fechou em 2012 por incompetência de sua direção.
Não olharam para o próprio umbigo
O “Estadãozinho” publicou no domingo o editorial “A formação docente está na UTI”, com a linha fina “Mais de 1/3 dos avaliados no chamado Enem dos Professores não domina o básico para ensinar. Um retrato de licenciaturas frágeis que comprometem o futuro da escola pública”.
O texto é inquestionável, mas limitado. A deficiência dos professores não se limita aos do ensino básico, vai mais acima, até aos do superior.
Basta ver os erros crassos cometidos pelos estadônicozinhos.
E não é só no jornal, o desastre é geral e em praticamente todas as áreas.
O “Intolerâncias” é o quod erat demonstrandum.
E pensar que existe quem acuse o ogro de ser ingrato!
(CACALO KFOURI)
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p.s. (***) Mas a turma do Jornal da Tarde fez uma homenagem especial ao Fernando Portela, editada por Mário Marinho. Veja o nosso JT , abra esse link abaixo e saiba quem foi o grande jornalista
08 – FERNANDO PORTELA – JT SEMPRE NÚMERO 133
